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A pombagira

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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Oremos a Xangô por paz nesses ultimos meses do ano


Kaó Kabiesilé Xangô. Deus do fogo e do trovão. Senhor do raio e da Justiça Divina, olhe para mim, Pai, com seus olhos justos e benditos. E não permita que meus inimigos me façam mal, nem no corpo, nem na alma, e que nenhuma injustiça me abale. Salve Deus do machado Sagrado, pelo seu Oxé eu peço diminua a violencia e a criminalidade. Faça-nos forte como as rochas que governa. Puro de alma e coração, deposito em suas mãos a minha confiança e, sendo assim, sei que com sua Magnidade entercederás por nós. Nos proteja, Senhor do fogo e da vida, para que meu ser seja a propria vida de seu amor e de sua justiça. Que assim seja! Elimina a maldade do coração dos pedofilos, pra nossas crianças possam viver em paz, e que os homicidas não tenham mais forças pra matar inocentes, amem! Rezemos com fé pra que este ano possa ir de agora em diante até seu final com paz e quando o outro entrar venha trazendo mais alegrias e menos dores pro coração daqueles que sofrem. Chega de ver pessoas chorando por seus mortos vitimas da maldita violencia. Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

OGUM O GRANDE GUERREIRO



OGUM é o primeiro filho de YEMANJÁ, a quem sempre acompanhava, sendo também muito afeiçoado a EXU e seu irmão OXOSSI, ORIXÁ da caça - a quem ele deu suas armas. Foi casado com IANSÃ que o abandonou para seguir XANGÔ. Casou-se também com OXUM, mas vive só, batalhando pelas estradas é o abre-caminhos. Ele é o ORIXÁ do ferro; foi o primeiro ferreiro.

É o ORIXÁ da civilização e da técnica. Introduziu a agricultura e, como oferenda, recebe inhame e feijão, os frutos da terra. É o ORIXÁ dos maquinistas, motoristas, ferroviários, operários e de todos aqueles que trabalham com máquinas e ferramentas. É o ORIXÁ da virilidade; remove obstáculos, civiliza o mundo, prove alimentos. Seu dia é a terça-feira. E nas grandes "obrigações", pode pedir um boi ou um bode. Sua cor é o vermelho, mas gosta também de azul e verde forte.

Seu animal o cachorro. É agressivo e brutal e é tido como responsável pelos acidentes de carro, avião e mecânicos em geral, com os quais castiga quem o desrespeitou. Seus filhos devem abster-se de beber cachaça e de andar armado com faca e facão. Por ser sua possessão muito violenta, pode deixar quem o recebe completamente inconsciente e sem controle de seus atos. Os filhos de OGUM são briguentos, violentos, impulsivos e não perdoam e não perdoam as ofensas que foram vítimas.

Perseguem energicamente seus objetivos e em momentos difíceis, triunfam onde qualquer outro teria abandonado o combate e perdido toda esperança. Possui humor mutável, indo dos furiosos acessos de raiva a um tranquilo comportamento. São impetuosos e arrogantes, não se incomodando de melindrar os outros, mas por terem franquezas em suas intenções, e serem sinceros, dificilmente são odiados.

CARLINHOS LIMA - ASTROLOGO, TAROLOGO E PESQUISADOR.

MENSAGENS DE UMBANDA-ASTROLOGICA


Ombhandhum

Ombhandhum sagrada é a Prótosíntese Cósmica da verdadeira ciência da Umbanda, dos Portentosos Senhores de Aruanda, a convergir para o Planeta a filosofia do Amor Universal, num momento em que a Humanidade atravessa um ciclo muito doloroso de descrença, dores e provações acerbas.
Das matas virgens da Jurema, das cachoeiras de Seu Pena Branca, das montanhas altaneiras de Xangô, das profundas águas de Yemanja, da sabedoria dos Anciãos e da inocência e pureza da falanges dos Ibejis, chega á humanidade que chora e geme a "Nova Ordem Mundial" para a mais rápida aceleração do carma negativo da humanidade, e para a mais breve profilaxia do planeta, que em seu bojo conduz em sua viajem cósmica os filhos do Pai Maior.
"Amai-vos uns aos outros, como Eu vos tenho amado e amo!"
Este é o novo clarim que soa, das clareiras de Humaitá, através do Oficial de Ronda,
Sr. Ogum Megê!
Luz que desce de Aruanda para os simples de coração, convocando a humanidade para uma reavaliação dos valores até então estabelecidos por conveniências e comodismos, quer seja pela ignorância ou atavismos condicionados pela falsa tradição esotérica das religiões.
Movimentam-se no astral numerosíssimas falanges de índios, caboclos, pretos-velhos, Hindús, Maometanos, Budistas, Espíritas, Cristãos, Ciganos, e demais Ordens e filosofias, para uma única convergência de final de ciclo, sob um estandarte de luz, de paz e de solidariedade, com a Suprema cobertura do Cristo Jesus no seu mais novo advento:
"Penetrar o coração dos homens e mulheres de Boa Vontade!"
Eis que da Aruanda, numerosa caravana toma a direção da terra ordenada por Ogum Yê, cavaleiro de Oxalá!
Que com sua espada de Luz busca defender os filhos de fé no último Armagedom, para que Nosso Grande Senhor Oxalá seja o Vencedor desta demanda!
“Porque Filhos de Umbanda não caem!”

Saravá filhos de fé!
Aranauam Povo de Aruanda!
Salve o Portentoso Senhor das Sete Encruzilhadas!
Salve o Caboclo Urubatão da Guia, ordenança de Oxalá!
Salve todas as Bandas da Umbanda!
Saravá á Corrente Astral de Umbanda!
Salve a Sagrada Corrente das Santas Almas do Cruzeiro Divino!
Salve Ismael!
Om Shanti Om!

Premanandâchâryâ.
Canalização de João Batista Goulart Fernandes.

OBRIGADO MEU CARO AMIGO PELA LINDA MENSAGEM - AXÉ!
CARLINHOS LIMA - ASTROLOGO, TAROLOGO E PESQUISADOR.

MENSAGENS DE UMBANDA


Cartas de Gandhara I

Ao professar a sua filosofia, advogar a sua causa, militar na sua religião, a criatura humana deverá viver cada dia de acordo com a doutrina que alberga em sua compreensão, sob pena de cometer heresia.

Acreditar por acreditar, mas divorciar-se do exemplo a ser vivido é puro farisaísmo.
Não há religião superior á outra, não há verdade superior á outra.
Não há doutrina superior á outras doutrinas.
O neófito que inicia seu caminho no rumo das expansões consciênciais, quando não tem por perto dos seus estudos e práticas espirituais, o Instrutor abalizado na experiência, perde-se em conjecturas vazias.

Não se pode perder de vista que as religiões sempre foram estágios para as consciências que trafegam na experiência do despertar, e que cada época trouxe seu Avatar, seu Líder religioso, seu Pensador, e assim a egrégora mental planetária se transforma sempre na direção das ascensões, impulsionando a coletividade, quer sejam de encarnados ou desencarnados, pois que as almas sempre se repetem nas viagens entre os diversos educandários na busca infatigável de aprimorarem-se e sublimarem-se através da provas individuais e coletivas.

Seria uma agressão ir até o jardim de infância e exigir que os infantes ali estagiários assumam as lições da escolástica universitária. E não é a missão do educador espiritual converter as consciências, que se demoram a compreender a convergência espiritual que se processa hoje à luz do dia.

Não faz parte da missão do Manú-Semente converter as raças e migrá-las para outras religiões... Natura non facit saltum!
O que se quer compreender, é que o homem se torne melhor na religião que abraçou.
Se for budista, que viva em si mesmo os exemplos de Sidharta Gautama.
Se for cristão, que se apóie nas práticas de Jesus, e viva Seu evangelho de luz.
Se for hinduísta, que medite nas ilações dos Vedas Sagrados, e pratiquem ahimsa.
Se for xintoísta, que exercite as virtudes morais de seus códigos de condutas.
Se for espiritista, que eduque-se, vivenciando as práticas kardecistas.
Se for umbandista, que viva o seu dia á dia de acordo com as vibrações salutares de seus Orixás.
Se for evangélico, adventista, batista, salvacionista, maçon, rosa-cruz, ou ateísta, que seja um exemplo de ser humano, esforçando-se no sentido de tornar melhor a sociedade, através do respeito e cordialidade, fraternidade e solidariedade, com humildade.
Que importa se estamos no pagode, na igreja, no templo, no centro espírita, no terreiro, no ashram, no monastério, na loja, no eremitério, quando nossa alma unificada em vibrações de simpatia universal busca o Mesmo e Único Deus Imanente, Transcendente, Onisciente?
Que importância tem para as Divindades a nossa religião, se elas, as Entidades de Luz são puro amor, e não são à favor do separatismo doentio dos homens?
Todas as religiões vieram da mesma Fonte, mas em épocas diferentes, conforme a maturidade dos homens.
Mahavir, Zarathrusta, Maomé, Gandhi, Jesus, Krishna, Buda, Zoroastro, Confúcio, Lao Tse, ou Caboclo das Sete Encruzilhadas, são todos Irmãos nossos, cuja origem se perde na noite profunda do cosmos, e todos vieram cumprir uma missão especial em favor de nosso entendimento espiritual, nos proporcionando abranger o horizonte do conhecimento oculto, cada um em sua época e de acordo com o nível de evolução das raças.
Todos Eles foram humildes.
Todos Eles ensinaram o perdão.
Todos Eles estimularam a virtude do Amor incondicional.
Todos Eles incentivaram a paz.
Todos Eles insistiram em nos chamar de irmãos.
Por quê então o orgulho, a vaidade, a arrogância, a prepotência, o desprezo, a presunção?
Quais destes Mestres nos ensinou a sermos mesquinhos?
Irmãos meus, amigos meus, “Nihil sub sole novum...”
Ainda que venham outras e novas doutrinas, trazidas da Fonte dos Avatares, a nossa urgente necessidade de todos os tempos é tão antiga quanto O Pai Celestial, porém não é um mistério. O “amavi-vos uns aos outros” eternizado por Jesus Cristo deve ser sempre a flâmula a tremular no céu de nossas consciências! Deve ser sempre o grito divino ecoando em nossos corações, á nos convocar para a re-união e para a convergência planetária, sem importar a nossa visão fragmentada da verdade, e sem nos excluir por causa de diferenças religiosas.
Estamos a favor da causa maior, operando em nome de Deus? Ou estamos usando a religião como um trampolim da nossa vaidade e do nosso orgulho, a fim de projetarmo-nos aos olhos da sociedade?
E se somos agredidos, mesmo dentro de nossos templos, igrejas, ou terreiros, por adversários, visíveis e invisíveis, se sofremos ataques de Entidades trevósas dentro dos limites de nosso espaço sagrado, é por que talvez nossas atitudes não estejam de acordo com os nossos esclarecimentos. Talvez nossas atitudes e nossos comportamentos não estejam em sintonia com os nossos guias. Talvez nossos atos e pensamentos, nossos vícios e inclinações estejam muito aquém dos níveis basilares que nos devemos manter, a fim de suportar a nossa missão e o nosso trabalho como espiritualistas.
Meditemos profundamente.
Invoquemos a Santa Presença, que nos orienta e inspira sempre quando somos honestos conosco mesmos.
E nunca percamos de vista, que o sucesso de nosso trabalho e de nossa missão, por humilde que seja, está em relação direta com a retidão de nosso caráter; está em sintonia com as vibrações de nossos corações. Paz e Luz!
Salve a Sagrada Corrente das Santas Almas do Cruzeiro Divino!
Salve a Corrente Astral de Umbanda!
Om Shanti Om!
Aranauam!
Saravá fraterno!
Gandharananda Shanti.
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