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terça-feira, 7 de junho de 2011

Sem ritual não há magia!


A Magia cerimonial é absolutamente idêntica a nossa ciência oficial. Nosso poder é quase nulo comparado ao do vapor, ao da eletricidade, da dinamite; no entanto, por combinações adequadas, por forças naturais de igual poder, armazenamos essas potências, constrangemo-las a transportar ou estraçalhar massas que nos aniquilariam, a reduzir a alguns minutos de tempo distâncias que levaríamos vários anos a percorrer, enfim, a prestar mil serviços. A Magia cerimonial é uma operação pela qual o homem procura obrigar, pelo próprio jogo das forças naturais, as potências invisíveis, de diversas ordens (sim, porque na Umbanda toda operação mágica esta implicitamente ligada a potências espirituais ou a seres espirituais de várias categorias), e agir de acordo com o que pretende  obter das mesmas.

Então fixemos a nossa regra: para toda operação mágica, é necessário que haja ritual, é necessário que haja elementos materiais de ligação, fixação e projeção... em coordenação com vontade, pensamento e fluido-magnético. E por assim dizer, projetando, por efeito das correspondências que a Unidade de Criação deixa imaginar, forças de que ele mesmo não é senhor, mas as quais podem abrir sendas extraordinárias. Daí esses símbolos mágicos, essas substâncias especiais, essas condições rigorosas de tempo e de lugar que se torna precioso observar sob pena de correr graves perigos, pois se houver alguma falha, ainda que ínfima, no modo de dirigir a experiência, o audacioso estará exposto à ação de potencias em comparação com as quais não passa de um grão de areia. A Magia cerimonial é absolutamente idêntica a nossa ciência oficial. Nosso poder é quase nulo comparado ao do vapor, ao da eletricidade, da dinamite; no entanto, por combinações adequadas, por forças naturais de igual poder, armazenamos essas potências, constrangemo-las a transportar ou estraçalhar massas que nos aniquilariam, a reduzir a alguns minutos de tempo distâncias que levaríamos vários anos a percorrer, enfim, a prestar mil serviços.

Não há magia ou força mágica em ação, sem Ritual. Magia foi e é a ciência-mãe. Dela extraíram todas as ciências subseqüentes, ou melhor, ela foi a base, o ponto de partida. Na Magia foram buscar os mantras, as orações cabalísticas de defesa e mesmo de ataque aos maus gênios, aos espíritos satânicos, também as formulas de prece etc., para doutrinar os espíritos dos mortos perturbados e perturbadores; e ainda as rezas misteriosas que ainda hoje em dia existem e são empregadas pelos  curandeiros, rezadores, benzedeiras etc., aliadas à terapêutica ou ao uso de ervas (Moisés) na cura de mordidas de cobra, bicheiras, enfim, a uma série de males do corpo humano (como o chamado “ventre-virado ou emborcado” que a medicina denomina gastrenterite aguda e geralmente não cura, pois esses males tem um prazo de 9 dias de ataque agudo, findo os quais é fatal, se não rezar, assim como as doenças chamadas de “sete-couros, fogo-selvagem” etc.), bem como as que partem do corpo astral: quebranto ou mau-olhado, encosto etc. Enfim – tudo veio da Magia e é magia. Só que egocêntricos, excêntricos, sensacionalistas e insanos, confundem buscar a magia para elevação, com buscar poder para dominar! A magia deve ser sempre buscada pra crescimento e não pra arrogancia ou ambições desenfreadas.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador
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