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domingo, 31 de dezembro de 2017

Bahia: Atriz da Globo relata iniciação no candomblé: 'Que Exú abra meus caminhos'

Atriz da Globo relata iniciação no candomblé: 'Que Exú abra meus caminhos'

Relembrando filhos do Axé que defenderam a ancestralidade em 2017


A atriz Jéssica Ellen, que está no ar em "Os Filhos da Pátria", como a criada Lucélia, fez um desabafo no Instagram mostrando seu processo de iniciação no candomblé, na tarde desta segunda-feira (13). "Há exatos 3 meses Oxum nasceu e eu renasci. A 1ª vez que eu fui num terreiro de candomblé, senti um mundo de sensações... Não fazia ideia do que diziam as cantigas em iorubá, mas meu coração disparava a cada verso entoado pelo Babalorixá. A emoção foi imensa e virei cachoeira em lágrimas. Depois daquele dia, eu SENTI o que ERA A ANCESTRALIDADE". Em seguida, relatou que passou a visitar a casa como visita, virou filha e "cá estou : iao de Oxum recém iniciada. Filha do Babalorixá Dário de Ossãe, que é filho do finado papai Flávio de Oxaguiã, filho de Íyá Nitinha de Oxum. Somos da nação Ketu e descendemos do Ilê Asé Íyá Nassô Oka, mais conhecido como "Terreiro da Casa branca do Engenho velho" na Bahia, fundado por 3 mulheres: Íyá Deta, Íya Kalá e Íyá Nassô. O 1º Terreiro fundado no Brasil. Ser de Candomblé é resistir; reconhecer e reverenciar os ancestrais; buscar suas origens; se descolonizar e resgatar as tradições africanas. Uma religião linda, intensa, visceral e de profunda grandeza. O mundo é gigante e tem espaço para todas as religiões e filosofias de vida. E é fundamental que o respeito às diferenças esteja presente nas relações. Agradeço com todo meu coração ao meu Babá, Babakekere, Ekeds, Ogans, meus irmãos de asé, meu pai e mãe pequena pelo cuidado e carinho. Leco, Emília, Jojo e Barbara, meus irmãos de barco, obrigada pelo companheirismo. Agradeço também o esforço dos meus familiares e amigos que foram na minha saída e fizeram parte desse momento único na minha vida. Compartilho com vocês meu renascimento e novo olhar pro mundo. Que Exú abra meus caminhos e que com seu movimento me ajude a comunicar sempre o bem. Eu sou a doçura de Oxum e a força de Oyá. Carrego a mira de Oxossi, a garra de Ogum, a metamorfose de Oxumarê, a cura de Obaluaiê, a vitalidade de Xangô, a risada da pomba-gira e a leveza do erê. Que Oxalá me dê tranquilidade, paciência e sabedoria durante toda a minha jornada. Muito amor e asé. Ubuntu". Recentemente, a global deu adeus o seu blackpower e adotou cabeça raspada. Confira o post:

Há exatos 3 meses Oxum nasceu e eu renasci. A 1ª vez que eu fui num terreiro de candomblé, senti um mundo de sensações... Não fazia ideia do que diziam as cantigas em iorubá, mas meu coração disparava a cada verso entoado pelo Babalorixá. A emoção foi imensa e virei cachoeira em lágrimas. Depois daquele dia, eu SENTI o que ERA A ANCESTRALIDADE. Passei a frequentar a casa como visita, depois virei filha, e cá estou : iao de Oxum recém iniciada. Filha do Babalorixá Dário de Ossãe , que é filho do finado papai Flávio de Oxaguiã, filho de Íyá Nitinha de Oxum. Somos da nação Ketu e descendemos do Ilê Asé Íyá Nassô Oka, mais conhecido como "Terreiro da Casa branca do Engenho velho" na Bahia, fundado por 3 mulheres: Íyá Deta, Íya Kalá e Íyá Nassô. O 1º Terreiro fundado no Brasil. Ser de Candomblé é resistir; reconhecer e reverenciar os ancestrais; buscar suas origens; se descolonizar e resgatar as tradições africanas. Uma religião linda, intensa, visceral e de profunda grandeza. O mundo é gigante e tem espaço para todas as religiões e filosofias de vida. E é fundamental que o respeito às diferenças esteja presente nas relações. Agradeço com todo meu coração ao meu Babá, Babakekere, Ekeds, Ogans, meus irmãos de asé, meu pai e mãe pequena pelo cuidado e carinho. Leco, Emília, Jojo e Barbara, meus irmãos de barco, obrigada pelo companheirismo. Agradeço também o esforço dos meus familiares e amigos que foram na minha saída e fizeram parte desse momento único na minha vida. Compartilho com vocês meu renascimento e novo olhar pro mundo. Que Exú abra meus caminhos e que com seu movimento me ajude a comunicar sempre o bem. Eu sou a doçura de Oxum e a força de Oyá. Carrego a mira de Oxossi, a garra de Ogum, a metamorfose de Oxumarê, a cura de Obaluaiê, a vitalidade de Xangô, a risada da pomba-gira e a leveza do erê. Que Oxalá me dê tranquilidade, paciência e sabedoria durante toda a minha jornada. Muito amor e asé. Ubuntu. 🌻🖤
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