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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A única credencial de Jesus era ele mesmo



A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.

Jesus é Deus?
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral? Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.

Religião: Jesus com outros grandes líderes



Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões. Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”. A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”



JESUS, UM GRANDE HOMEM OU DEUS?

O estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Mulheres especiais: "fio da navalha emocional"


A maioria das mulheres sensitivas


A maioria das mulheres sensitivas, médiuns, bruxas, cartomantes e astrólogas, são mais sensíveis e estão sempre no "fio da navalha emocional", e quando o assunto é a libido, mais baratinada ainda elas são... geralmente elas ou são inclinadas a desejos depravados e se deixam levar por eles, ou, desenvolvem um falso puritanismo... de qualquer forma, isso provocado por um Orí, não iluminado ou descontrolado, é pelo fato de estarem o tempo todo acessando o inconsciente coletivo, quase sempre sem primeiro se autoconhecer. Vai também do signo de cada uma, do ambiente onde cresceram, da influencia familiar, mas, geralmente são pessoas que vão passar a vida toda brigando com o amor, tanto externo, quanto externamente. Outro fator que mina todas as relações é que geralmente elas agem por impulso, em descontrole e passam a adotar fetichismos, tanto no âmbito sexual, quando no subconsciente... muitas vão promover eventos bizarros ao longo da vida e colocar seu carma e espiritualidade em risco constantemente. E ainda tem a escolha oculta que cada uma faz, tem as que decidem por um certo conhecimento mais científico ou psicológico, outras vão pelos caminhos da magia, da religiosidade, enfim, uma serie de caminhos. No entanto, vão quase sempre dá num mesmo tipo de comportamento, com conceitos distorcidos, fora dos padrões femininos vigentes, pois tendem a criar eventos e opções só suas. Começam também a admirar coisas, que elas acham que são mágicas, mesmo que não sejam, ou a criar fantasias sexuais.... tudo isso porque elas estarão muito mais num raio de ação de energias ocultas que as mulheres comuns. Por temer essa capacidade de devaneio das mulheres que acabam sendo perigosos, pois quando elas são místicas, podem desenvolver egrégoras, fortíssimas, foi que os representantes espirituais do patriarcado, decepou muitas linhagens - erroneamente, lógico, mas, não sabemos até que ponto foi errado, pois o astral superior sabe bem no que e o porque que certas coisas poderiam trazer frutos amargos pra raça humana. O certo é que muitas mulheres que se acham donas de seu livre-arbítrio, armadas de um baralho de tarô, incentivadas por cursistas idiotas, que nada entendem da verdadeira essência do tarô, são incentivadas a gastarem sua mediunidade, bagunçando seu subconsciente, e ligando-as ao inconciente coletivo de forma perigosa, bizarra e desastrada...


O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos


Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?


O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conhecia os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso (Para obter informações mais detalhadas sobre as afirmações de Jesus a respeito de sua divindade, consulte “Jesus afirmou ser Deus?”).



Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?
Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.” Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.” Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”, “EU SOU o único caminho para Deus” ou “EU SOU a ‘verdade’. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi). O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.



Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”. Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”
 

Jesus afirmou ser Deus?
Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.

A forma de ver os elementos justifica a ligação entre astrologia e alquimia



Os escritos dos filósofos da Renascença, porém, levam a supor que o ocidente também via os elementos como forças sutis que se manifestariam através de transformações recíprocas. É o que se depreende do texto enciclopédico de Cornelius Agrippa, De occulta philosophia. Esta forma de ver os elementos justifica a ligação entre astrologia e alquimia, que ocorria naquela época. Também na Índia se vê a aplicação deste conceito de elementos que entram em partes equilibradas na composição da matéria, quando a medicina aiurvédica tenta equilibrar os três humores: vento, fogo e terra. O nome de Elemental é dado então em função da mônada atuar sobre reinos que possuem a mesma denominação dos quatro elementos: ELEMENTAL =  ELEMENTOS

À partir do reino da água as estruturas ficam mais complexas, aparecem na água os primeiros seres vivos e a partir deste reino até o reino das matas a mônada passa a receber a denominação de ELEMENTAR. Recebe a denominação de Elementar devido a mônada passar a atuar em campos estruturais de seres mais complexos, mas ainda bastante ELEMENTARES. (Seres elementares)
Nos reinos da mata e da humanidade a mônada pode receber outras denominações, por exemplo: Almas grupo, Encantados naturais etc... Quando a mônada espiritual atinge a etapa evolutiva do Reino da Humanidade, passa a atuar sobre estruturas mais complexas, passa a ser chamada de ESPÍRITOS e é nesta fase que se encontram todos os humanos, espíritos encarnados.
Naturalmente que nesta fase de espíritos, encontramos várias denominações, de acordo com o grau evolutivo do espírito (mônada) e da sua atividade, comportamento etc... Quando a mônada evolui da fase de espírito, ela deixa o Reino da Humanidade e passa a atuar diretamente no Reino das Almas. Nesta fase evolutiva a mônada passa a receber várias denominações diferentes , que podem ser por exemplo: espíritos puros, mestres, santos, anjos, arcanjos, orixás etc... (Angelitude). Nesta fase evolutiva a mônada atua sobre campos estruturais de maior complexidade e responsabilidade.

Não é possível determinar quando se inicia o processo evolutivo da mônada, sua data de criação, da mesma forma que não podemos determinar quando a mônada atinge seu ápice evolutivo, podemos afirmar que esta caminhada é eterna, pois o universo também evolui num processo continuo. (Teoria do Big Bang)
Durante todo este processo evolutivo a mônada atua sobre campos estruturais diferentes , mantendo e criando estruturas, que podem ser de natureza material, etérica, mental, emocional e espiritual. Vamos neste texto comentar sobre a fase evolutiva da mônada nos quatro primeiros reinos, onde ela recebe a denominação de ELEMENTAL. Infelizmente a literatura existente é confusa e muito limitada, na maioria das vezes apresentando uma visão infantil sobre este estágio evolutivo e com poucas informações.

Protetores da Esquerda e da Direita, aponta-nos o caminho certo a seguir

“Um dia, quando a juventude for só uma memória sei que só que me ama de verdade estará ao meu lado “ - (Seu Veludo)

Mérito e demérito - a balança da lei! Esquerda e Direita são importantes


“As coisas mudam, mas isso não significa que elas melhoram. As vezes elas mudam, mas, não quer dizer que tenha melhorado a sensação e muitas vezes ou na maioria delas, a situação continua insuportável” - (Dona Maria Rosa)

Deus criou a beleza, a arte, a música, os amores, os sabores e os prazeres, pra compensar, a dor da existência, o peso do tempo, o medo do fim, a degradação da velhice e o castigo da morte, pois viver e manter-se alegre, confiante, sereno e não enlouquecer com tantas provações, só mesmo com as dádivas que nos anestesiam a alma e nos fazem sentir orgasmos de contemplação ou sensação! - (Pai José de Aruanda)

Servir ao mal e os princípios das sombras, nunca lhe farão bem. Servir ao bem e aos princípios da luz, nunca lhe farão mal. Ser invejoso, nunca lhe trará prosperidade. Ser misericordioso, nunca lhe trará pobreza. - (Pai José de Aruanda)

Esoterismo: Os signos nos horóscopos árabe, indiano e maia

(Inara Negrão/Mundo Estranho)

Para descobrir a influência dos astros na vida humana, tradições antigas lançaram seus zodíacos, baseados num grande cinturão celeste


O zodíaco que conhecemos hoje, ocidental, nunca foi o único. Outas civilizações e culturas também olhavam para o céu e tentavam imaginar a influência dos astros na vida humana.

Para entender a roda acima, é preciso esquecer Copérnico. Convém usar também a imaginação para viajar a um mundo sem computadores de cálculo ou telescópios caseiros a preços acessíveis. A astrologia ignora o fato de que o Sol não se move em torno dos planetas, mas o contrário. A disciplina é geocêntrica e coloca a Terra no centro de tudo, com todos os astros se mexendo em torno dela – que é o que parece ocorrer quando observamos océu daqui de baixo. Foi a partir daí que, em cada tradição, micro e macrocosmo se uniram. Confira mais detalhes sobre cada zodíaco abaixo. 

ZODÍACO OCIDENTAL
(anel verde claro)

Três mil anos atrás, os babilônios olharam para o céu dispostos a acompanhar a trajetória do Sol. Viram que ele nascia próximo de certas estrelas e planetas por um tempo e, depois, mudava de vizinhos. O mesmo ocorria com a Lua: os ângulos que ela fazia variavam. A partir dessa observação, os antigos definiram 12 “retratos” do céu numa sequência que se repete. Assim, dividiram o calendário. O zodíaco é, portanto, o conjunto de constelações que aparecem no caminho percorrido pelo Sol.



ZODÍACO ÁRABE
(anel roxo)
A astrologia sempre foi importante na história do Oriente Médio. O próprio símbolo do Islã, presente na bandeira de vários países muçulmanos e que tem uma Lua crescente colada a uma estrela, é, na verdade, o planeta Vênus. Assim como o zodíaco ocidental, o árabe, criado entre 750 e 1550 d.C., também é composto de 12 signos que descrevem características humanas. Eles são representados por armas curtas, médias ou longas.
Signos:
Punhal: de 21/3 a 20/4
Clava: de 21/4 a 21/5
Maçã de Ferro: de 22/5 a 21/6
Facão: de 22/6 a 22/7
Espada: de 23/7 a 23/8
Faca: de 24/8 a 23/9
Corrente: de 24/9 a 23/10
Punhal árabe: de 24/10 a 22/11
Arco: De 23/11 a 21/12
Lança: de 22/12 a 20/1
Funda: de 21/1 a 18/2
Machado: de 19/2 a 20/3

ZODÍACO MAIA
(anel vermelho)
Os povos maias demonstravam interesse pela astrologia já no ano 800. Assim como os astecas, também observavam as constelações do alto de enormes torres de pedra durante a noite e guiavam seus rituais pelo que viam. Eles usavam um calendário baseado no ciclo lunar, e não solar, que possuía 13 meses com 28 dias cada. Os meses também recebiam o nome de animais selvagens da floresta mexicana.
Signos:
Macaco: de 10/1 a 6/2
Falcão: de 7/2 a 6/2
Jaguar: de 7/3 a 3/4
Raposa: de 4/4 a 1/5
Serpente: de 2/5 a 29/5
Esquilo: de 30/5 a 26/6
Tartaruga: de 27/6 a 25/7
Morcego: de 26/7 a 22/8
Escorpião: de 23/8 a 19/9
Veado: de 20/9 a 17/10
Coruja: de 18/10 a 14/11
Pavão real: de 15/11 a 12/12
Lagarto: de 13/12 a 9/1

ZODÍACO INDIANO
(anel rosa)
Nascido na índia e mencionado nas escrituras sagradas Vedas, o Jyotish nada tem a ver com a astrologia ocidental, exceto pelo fato de possuir 12 signos (rashi) e 12 casas. Seus cálculos se baseiam em estrelas fixas, e não a partir de um equinócio, como no nosso. Na Índia, ainda há escolas de Ayurveda, a tradicional medicina do país, que usam o Jyotish para tratar os pacientes. Eles consideram que conhecer os planetas de influência é um ponto tão importante do exame como, por exemplo, medir o pulso.
Signos:
Mesha: de 14/4 a 13/5
Vrishbaha: de 14/5 a 13/6
Mithuna: de 14/6 a 14/7
Karkataka: de 15/7 a 15/8
Shimha: de 16/8 a 15/9
Kanya: de 16/9 a 15/10
Thula: de 16/10 a 14/11
Vrishkha: de 15/11 a 14/12
Dhanus: de 15/12 a  14/1
Makara: 1de 15/1 a 12/2
Khumbha: de 13/2 a 12/3
Meena: de 13/3 a 13/4



LEGENDAS
1. Como estava o céu em eventos importantes como terremotos ou secas? As respostas deram origem às primeiras associações de signos e fenômenos
2. Eclíptica – assim se chama o desenho que o Sol parece fazer ao redor da Terra, visto daqui. Foi dividida por constelações: a cada uma corresponde um signo
3. Os conjuntos de estrelas cujas formas lembram animais e objetos da Terra foram chamados de constelações e nomeados pela aparência


 Por Marcelo Testoni/mundoestranho.abril.

Cultura da Bahia! Flashes: Orixás e Santos

Tatti Moreno e Desa. Socorro Santiago | Foto: Nei Pinto


A presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, inaugurou o novo átrio e a nova praça de serviços do edifício-sede, no Centro Administrativo da Bahia. E na programação de reinauguração, o artista plástico Tatti Moreno expõe a coleção Orixás e Santos. A turma artsy da magistratura baiana marcou presença na solenidade e era só elogios para a mostra. 'Trabalho nessa exposição há cinco meses e todas as peças são feitas de latão. Fui me dedicando aos materiais ferrosos, mas por conta de uma lembrança de infância e do barroco das igrejas católicas acabei criando tudo na cor dourada', explicou Tatti Moreno. A exposição do artista fica no Tribunal até o dia 1º de dezembro e é imperdível! por Adriana Barreto/Bahia Notícias
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