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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Um poder chamado dedicação e uma fraqueza chamada indecisão


A vitória pertence aos que se dedicam a fazer cada vez melhor


A dedicação que uma pessoa tem pelas coisas que faz muda todo o cenário em volta dela. Apesar de que eu vejo a nossa sociedade com olhos nebulosos. As coisas verdadeiras estão embaçadas, e eu não consigo ver claramente a essência que faz com que os atos de todos tenham algum significado. O que você pensa influencia muito na maneira como as coisas acontecerão. Eu fico analisando as pessoas e a forma como elas se relacionam com a própria vida, e me vejo afundando num mar de probabilidades. Será que elas sabem exatamente aonde estão indo ou só eu que pareço estar flutuando nessa imensidão de escolhas? Dizem que é importante traçar objetivos. Traçar uma reta até as coisas que realmente importam. Mas e quando a tradução do que você é também é uma interrogação? Eu procuro alguma coisa, mas eu não sei o que encontrar. Tento entender por que a nossa sociedade funciona dessa maneira, e se eu estou de fato fora de órbita. Se eles sabem o que estão fazendo, por que eu não sei? Parece ser tão fácil ter objetivo quando você sabe o que é realmente importante. E como eu fico pensando que é uma sorte estar vivo nesse mundo, nada consegue ter tanta importância (exceto a saúde e a segurança das pessoas que eu amo). Todo mundo escolheu algo, eu que não escolhi nada fico com a filosofia shakesperiana na cabeça, parafraseada: "Qualquer coisa serve". Não que eu vá optar seguir uma vida sem caráter algum, eu sei a relevância de um bom relacionamento com os "bons atos", eu só não sei o que fazer com o resto de tudo. Quase ninguém se interessa pela sua confusão. Ninguém é obrigado também. O mundo vive em total desordem acobertado por uma legislação que mal funciona, quem se interessaria em saber se a vida do próximo está uma bagunça? Cada um é o próprio sol. Só que ninguém admite isso. Fingimos ser altruístas, e a nossa sociedade parece funcionar muito bem assim. Espero estar errado.



A indecisão só existe para as coisas que você não tem certeza de que são boas. Aquilo que é ruim, e que você tem certeza de que é, você simplesmente diz não. Um não bem literal. A indecisão é amiga íntima da subjetividade. Como você pode saber de algo que só é relativo ao sujeito, de algo que só está dentro dele? A gente não tem tradutor pra isso. E todo mundo é assim, até mesmo eu. E mesmo que o mundo fique completamente literal, a esperança de que as coisas possam mudar embaralha tudo dentro de você. É chato e complicado. Como será que a gente muda isso? Sem dicas, sem esperanças, nem planos, eu espero que possamos entender a maioria das coisas da maneira correta. É difícil saber lidar com o que falam. Apesar de ser um amontoado de palavras, você tem que processar tudo de uma maneira bem literal, mas então a interpretação tem que ser subjetiva. E todo esse subjetivismo não tem nada a ver com você. Tem a ver com o subjetivo da outra pessoa. Ou seja, não é o que você tem que entender pelo simples jeito de como as coisas são, é o que a pessoa quer te falar (de maneira maquiada) pra você entender da maneira dela, excluindo o fato de que você pode interpretar tudo da sua forma. Excluindo o teu subjetivismo. Não sei que nome se dá pra isso. Mas é chato não conseguir entender o que a outra pessoa realmente quer com você. Nós poderíamos guardar o que as pessoas falam numa caixa. Ficaria fácil revirar todas as frases e entender o que querem realmente dizer. Se bem que é tudo questão de entrelinhas. Ninguém é tão claro a ponto de falar o que realmente quer. Queremos sempre ter tudo com textos subjetivos. E nunca está nos planos magoar os outros.
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