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sábado, 13 de julho de 2019

Sonda espacial captura série de tempestades de areia 'rodopiando' em Marte – Vídeo, Fotos



A Agência Espacial Europeia (ESA) mostrou imagens recentes captadas pela sua sonda Mars Express, que mostram uma série de tempestades de areia ocorrendo em Marte.

A sonda Mars Express tem estado atenta às tempestades de areia locais e regionais que estão se formando no polo norte do Planeta Vermelho ao longo do último mês, observando a sua dispersão em direção ao equador.
Ao menos oito tempestades de diferentes tipos foram observadas no Planeta Vermelhoentre o período de 22 de maio e 10 de junho.
Vídeo incorporado
The @esascience Express spacecraft has been keeping an eye on a number of dust storms brewing close to the planet’s north pole over the last few weeks.
​A nave espacial Mars Express, da ESA, tem estado atenta a uma série de tempestades de areia que ocorrem perto do polo norte do planeta ao longo das últimas semanas
"Atualmente, é primavera no hemisfério norte de Marte, e nuvens de gelo e pequenos eventos de levantamento de areia são frequentemente observados ao longo da borda da calota de gelo que recua sazonalmente", diz uma informação no site da ESA.
Com duas câmeras de alta resolução a bordo, a espaçonave foi capaz de capturar esses fenômenos na extremidade da calota de gelo do planeta, que se formaram e dissiparam muito rapidamente (entre um e três dias), indica a publicação.
Imagem de tempestade de areia espiral em Marte tirada pela sonda Mars Express

Uma das tempestades observada pela sonda começou no dia 28 de maio e continuou até 1º de junho, movendo-se em direção ao equador durante esse período.

Foto tirada pela sonda Mars Express mostra tempestade de areia perto da calota polar do norte de Marte

As tormentas locais e regionais que duram alguns dias ou semanas e estão confinadas a uma pequena área são comuns em Marte, mas na sua forma mais grave podem abarcar todo o planeta, tal como aconteceu no ano passado com uma tempestade global que envolveu o planeta durante muitos meses.

Satélite descobre lago de lava borbulhante no meio da gelada Antártica



Um lago de lavas borbulhantes foi encontrado com a ajuda das imagens de satélite. Cientistas consideram utilizar uma aeronave ou um drone para obter fotos do vulcão.

A rara descoberta foi realizada por cientistas da University College London (UCL) e da British Antartic Survey (BAS), demonstrando um grande lago de lavas borbulhantes na ilha localizada a aproximadamente 1.610 quilômetros ao norte da fronteira leste do mar de Weddell, na Antártica, cita a Live Science.

Antártica

O lago de lava, localizado em um vulcão na ilha Saunders, nas ilhas Sandwich do Sul, é o oitavo fenômeno a ser descoberto na Terra.
A líder do estudo, Danielle Gray, geógrafa da UCL, observou que tanto a ilha quanto a montanha vulcânica eram "extremamente difíceis de acessar, e sem as imagens do satélite de alta resolução, teria sido ainda mais difícil aprender sobre essa característica geológica".
A temperatura estimada do lago de lava pode alcançar entre 989 e 1.279 graus Celsius, conforme a mídia.
Agora, os cientistas planejam sobrevoar o vulcão com um avião ou um drone para obter fotos do lago, entretanto, isso pode levar anos para ser feito.

Nova descoberta pode indicar caminho para encontrar vida em outros planetas - Fotos



Pesquisadores chilenos e norte-americanos encontraram bactérias em um dos lugares mais inóspitos do planeta, no vulcão Llullaillaco, localizado no deserto chileno do Atacama.

As bactérias vivem em estruturas de gelo em forma de agulhas inclinadas. Agora, os pesquisadores esperam que a descoberta possa ajudar a encontrar vida em outros planetas.
O vulcão Llullaillaco está localizado na fronteira entre Chile e Argentina, com um clima semelhante ao de Marte, e por isso, é considerado um dos lugares mais inóspitos para vida.
Bactérias vermelhas são encontradas nas neves penitentes

As bactérias encontradas são das espécies de algas Chlamydomonas e Chloromonas, e vivem a 5.000 metros acima do nível do mar, dentro das estruturas de gelo, que são estruturas capazes de alcançar seis metros de altura, e que não estão presentes apenas nas cimeiras mais extremas do nosso planeta, como também em Plutão e, provavelmente, em um dos satélites de Júpiter, Europa.
Neves penitentes sob o céu noturno do deserto de Atacama

Os pesquisadores foram capazes de identificar as bactérias graças a manchas vermelhas do gelo causadas pela forma de vida.
"Estas algas são geralmente encontradas na criosfera tanto no gelo quanto na neve, porém, nossa descoberta demonstra pela primeira vez que habitam nas altitudes extremas de uma área hiperárida. […] Curiosamente, a maioria das algas da neve que foram encontradas na região está intimamente relacionada às presentes em ambientes alpinos e polares", ressalta Lara Vimercati, principal autora do estudo publicadona revista Earth, Arctic, Antarctic and Alpine Research.
Os pesquisadores estão convencidos de que os resultados do estudo demonstram que a vida foi desenvolvida a partir de um local com poucas possibilidades, sendo assim, a descoberta é relevante para buscar atividade biológica fora do nosso planeta.
Além disso, a equipe de pesquisadores também pretende descobrir como estes organismos se adaptam a condições de vida extrema.
"Nosso estudo demonstra que não importam quão duras sejam as condições ambientais e que a vida surge onde haja água líquida", completou Vimercati.
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