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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Dia do Juízo Final pode ocorrer nesta sexta-feira 13, alerta profecia bíblica


A pregadora do Juízo Final, Genevieve Brazel, monitora constantemente os acontecimentos misteriosos que podem resultar no apocalipse.

Para a pregadora, esta sexta-feira (13) pode ser a última para os terráqueos. Hoje, surge uma lua cheia, também conhecida como a Lua da Colheita, que ocorre apenas uma vez a cada vinte anos.
Inclusive, o fenômeno é muito aguardado por astrônomos e entusiastas de astronomia, entretanto, alguns pregadores do Dia do Juízo Final estarão aguardando pelo apocalipse, segundo o tabloide Daily Star.

CC0 / PIXABAY
Apocalipse (imagem ilustrativa)
"Setembro é uma época de alta vigilância, pois ocorre a Festa das Trombetas e as eleições israelenses, que ocorrem no próximo dia 17 de setembro [...] A lua cheia é chamada de Lua da Colheita [...] a colheita está pronta, e nós estamos prestes a nos reunirmos com o Senhor e Salvador", afirmou Genevieve Brazel.
A pregadora também enfatizou que Deus falou com ela em um sonho.
"É iminente [...] São iminentes santos preciosos. É iminente. Excite-se, alegre-se, pois é sobre nós [...] O arrebatamento é um evento acreditado por muitos cristãos e marca o retorno do filho de Deus, e todos os crentes desaparecerão da Terra para o céu em um 'piscar de olhos'", complementou a pregadora.
Por fim, ela encorajou todas as pessoas a se arrependerem de seus pecados antes do arrebatamento.
"Não perca tempo, faça isso hoje, o tempo está passando."
A Lua da Colheita deve atingir seu auge antes da meia-noite desta sexta-feira, 13.

Astrofísica: Descoberto buraco negro assustador que devora 12 luas por dia


O buraco negro, que possui um comportamento incomum, apresenta uma variabilidade sem precedentes na emissão de raios X.

Ele está localizado no centro da galáxia GSN 069, a aproximadamente 250 milhões de anos-luz. Sua variabilidade na emissão de raios X pode ajudar no entendimento de aspectos desconcertantes, informa a revista Nature.
Uma equipe de astrônomos da NASA e da ESA encontrou dados que indicavam que o buraco negro estava consumindo grandes quantidades de material aquecido a cada nove horas.
Esse é um tipo de comportamento jamais visto em um buraco negro, declara Giovanni Miniutti, cientista da ESA.
"Este buraco negro está em uma dieta alimentar como nunca vimos antes", afirmou.
Os pesquisadores acreditam que o buraco negro faminto esteja consumindo material equivalente aproximadamente a quatro luas, três vezes ao dia, o que equivale a quase 500 mil bilhões de bilhões de quilos por refeição.
A atividade do buraco negro "esganado" foi descoberta pela primeira vez pelo observatório espacial de raios X da ESA conhecido como XMM-Newton.

© FOTO/ TELESCÓPIO DO HORIZONTE DE EVENTOS
Imagem de um buraco negro no centro da galáxia M87, obtida pelo Telescópio do Horizonte de Eventos
Em dezembro de 2018, o XMM-Newton detectou momentos periódicos de emissão de raios X procedentes do buraco negro como nunca foram vistos antes.
"Não esperávamos encontrar algo assim", afirmou Miniutti em comunicado do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha.
Richard Sazton, coautor e cientista da ESA, afirmou que "combinando os dados dos dois observatórios de raios X, essas explosões periódicas foram rastreadas durante ao menos 54 dias".
"Isso nos proporciona uma oportunidade única de testemunhar o fluxo de matéria para dentro de um buraco negro supermassivo, acelerando e reduzindo repetidamente", ressaltou.
Essas erupções quase periódicas observadas no buraco negro da GSN 069 são um fenômeno completamente novo.
Agora, a equipe pretende estudá-lo profundamente para obter explicações para o interessante fenômeno envolvendo o buraco negro.

Telescópio Hubble envia para Terra FOTO incrível de Saturno e seus anéis


NASA e Agência Espacial Europeia publicaram uma foto tirada pelo telescópio Hubble de Saturno e seus anéis no ponto mais próximo do gigante gasoso à Terra neste ano.

A foto foi tirada em 20 de junho por uma câmera com zoom do telescópio da NASA Hubble. No momento, Saturno estava a cerca de 1,3 bilhão de quilômetros da Terra.
"Saturno possui muitos traços reconhecíveis, em particular seus característicos anéis, que agora estão inclinados em direção à Terra. Isso nos dá uma vista magnífica de sua brilhante estrutura gelada", publicaram as agências no site do Hubble.
Ainda de acordo com as agências, a tonalidade âmbar que o planeta possui é resultada da emissão de nuvens de fumaça que derivam de reações fotoquímicas produzidas pela radiação ultravioleta do Sol no planeta.

© FOTO/ NASA, ESA, A. SIMON (CENTRO ESPACIAL GODDARD) E M.H. WONG (UNIVERSIDADE DA CALIFÓRNIA)
Anéis de Saturno fotografados pelo Hubble
Além disso, debaixo desta camada externa de fumaça, nuvens de cristais de gelo de amônio se estendem pelo planeta, assim como camadas de hidrossulfeto de amônio e água. Também as franjas do planeta seriam causadas por ventos e nuvens em diferentes altitudes.

Hubble

O Hubble é um observatório espacial pertencente à NASA. Cientistas utilizam o aparelho constantemente para estudar corpos celestes.
O observatório foi construído pela NASA com a ajuda da Agência Espacial Europeia. Seu lançamento ao espaço se deu ainda em 1990.

Risco! Asteroide gigante se aproxima da Terra neste final de semana



O asteroide 2000 QW7, de entre 290 e 650 metros de diâmetro, passará próximo à Terra amanhã (14).

Embora sua distância de aproximação à Terra seja de cerca de cinco milhões de quilômetros, quase 14 vezes a separação entre a Terra e a Lua, cientistas consideram tal distância perigosa.
O asteroide em questão é o 2000 QW7. O corpo celeste teria entre 290 a 650 metros de diâmetro. Seu tamanho máximo seria um pouco menor que a famosa torre de Dubai, Burj Khalifa. Sua velocidade atual é de 23.100 km/h.
Embora uma colisão com nosso planeta seja improvável, o asteroide poderia causar sérios danos à Terra em caso de choque, publicou o portal 7NEWS.
"Isso não destruiria a Terra, mas poderia varrer uma cidade grande de uma vez só", disse o astrofísico Brad Tucker da Universidade Nacional Australiana em Camberra, Austrália.
Ainda segundo Tucker, o impacto formaria uma cratera de 100 km de diâmetro e a energia liberada seria semelhante à de muitas bombas atômicas.
Tucker também ressaltou que muitos asteroides semelhantes ao 2000 QW7 estão presentes no espaço.
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