Total de visualizações de página

A pombagira

sábado, 23 de novembro de 2019

Físicos afirmam ter achado nova força da natureza que revelaria grande mistério do Universo



Pesquisadores húngaros detectaram o que poderia ser a quinta força da natureza. A descoberta poderia finalmente solucionar um dos maiores mistérios do Universo: a existência e natureza da matéria escura.

O Universo é governado por quatro forças fundamentais: gravitacional, nuclear fraca, eletromagnética e nuclear forte. No entanto, rumores de uma quinta força são de longa data, sem que cientistas consigam provar sua existência. Até agora. Talvez.
Um novo estudo, realizado por Attila Krasznahorkay e seus colegas do Instituto de Pesquisa Nuclear da Hungria, revela que pesquisadores encontraram o que suspeitam ser um novo tipo de bóson [classe de partícula] na desintegração de um isótopo de berílio em 2016.
O berílio-8 emite luz enquanto se desintegra. Se a luz emitida for forte o bastante, o elemento dispara tanto um elétron como um pósitron que se repelem em um ângulo previsível. Baseando-se nos atuais conhecimentos sobre a física, em especial a lei de conversão de energia, conforme a luz aumenta, o ângulo "previsível" deveria diminuir. Porém, não exatamente.
Três de nossas quatro forças fundamentais têm bósons que guiam suas forças de atração e repulsão. Teoricamente, a gravidade é controlada por uma partícula, conhecida por cientistas como "gravitação" e que nunca foi detectada ou observada.
O novo bóson não poderia ser confundido com um de seus pares existentes já que possui uma massa diferente – 17 megaeletronvolts (ou aproximadamente 33 vezes superior à massa de um eléctron). Eles também não "vivem" por muito tempo, durando somente de 10 a 14 segundos.
A equipe de pesquisadores queria replicar a teoria sobre uma possível quinta força governada por um novo bóson, mas mudaram o foco da pesquisa do berílio para o hélio nuclear, em que os pares de elétrons e pósitrons também são separados em um ângulo que não se alinha como o atual modelo (115° graus).
Através da aplicação da engenharia reversa em suas observações, a equipe concluiu que o núcleo do hélio poderia também ter produzido um bóson de vida curta com uma massa de em torno de 17 megaeletronvolts. Portanto, este bóson foi apelidado de X17.
O último estudo ainda será revisado, mas as pesquisas anteriores da equipe foram aceitas pelo jornal Physical Review Letters.
Uma vez que as descobertas sejam minuciosamente avaliadas, talvez possamos alcançar uma solução para compreender com mais profundidade a matéria escura, que constitui boa parte do Universo.

Asteroide do tamanho do que exterminou dinossauros poderia novamente impactar Terra



Um especialista acredita que o Planeta Azul poderia ser atingido mais uma vez por um asteroide de dimensões semelhantes às do que matou os dinossauros.

Há 66 milhões anos, nosso planeta foi impactado por uma rocha espacial de 16 quilômetros de largura, o que resultou no fim do reinado dos dinossauros.
Estima-se que asteroides desse mesmo tamanho atinjam a Terra uma vez a cada 100 milhões de anos em média.
Como já se passaram 66 milhões de anos desde o último fenômeno, o planeta corre risco de passar pelo mesmo problema em um futuro relativamente próximo, opina o matemático Robert Walker.

Potencial destruidor

A NASA contabilizou 90% dos Objetos Próximos à Terra (NEO) rastreados que têm mais de um quilômetro de tamanho. Isso significa que ainda existem 10% de asteroides perigosos que não foram detectados.
Anualmente, há uma chance em 300.000 de que uma rocha espacial poderia causar danos à Terra, calcula a agência espacial americana, que atualmente está estudando o asteroide Bennu, onde a sua nave espacial OSIRIS-Rex chegou em 2018 para recolher dados.

© AP PHOTO / NASA/GODDARD/UNIVERSIDADE DO ARIZONA
Asteroide Bennu
A NASA teme que o asteroide, que tem o potencial de destruir um país inteiro na Terra, possa atingir o nosso planeta nos próximos 120 anos, com o próximo voo de aproximação em 2135, informa o tabloide britânico Express.
A missão dará informações vitais sobre como desviar os asteroides da sua rota de colisão com a Terra.

Astrofísica: Planetas de Alpha Centauri podem ter vida? Astrofísicos esclarecem questão



Astrofísicos estudaram as órbitas dos planetas de Alpha Centauri e tentaram descobrir se há exoplanetas habitáveis.

Astrofísicos simularam os parâmetros orbitais de exoplanetas no sistema estelar Alpha Centauri AB, o mais próximo de nós, e descobriram que estes planetas são improváveis de serem habitáveis, segundo resultados publicados na revista Astrophysical Journal.
Aproximadamente metade de todas as estrelas da nossa galáxia pertence a sistemas estelares binários.
Pesquisadores americanos do Instituto de Tecnologia da Geórgia, EUA, e da NASA decidiram descobrir quais parâmetros devem ter um planeta em sistemas binários, ou seja, com dois sóis, para que haja vida.
Os cientistas simularam o sistema binário Alpha Centauri AB mais próximo, onde a estrela B do tamanho do Sol e a estrela maior A giram em torno de um centro comum em órbitas como o Sol e Urano.

© FOTO/ ESO/ NEAR COLLABORATION
Instrumento para monitoramento do sistema estelar Alpha Centauri
Os astrofísicos calcularam os limites das mudanças nos parâmetros orbitais do exoplaneta na zona habitável ao redor da estrela B levando em consideração a influência da estrela A, e descobriram que a estabilidade da inclinação do eixo de rotação do planeta é o maior fator para o desenvolvimento de vida complexa.
Os pesquisadores começaram a comparar à medida que muda o ângulo de inclinação do eixo da Terra e Marte, para efetuar as condições de vida. Em nosso planeta, este parâmetro permaneceu praticamente constante durante toda a história geológica, que proporcionou a estabilidade de um clima e criou condições para a evolução gradual de seres biológicos. Em contraste, flutuações acentuadas na inclinação do eixo de Marte causaram mudanças regulares no clima e a destruição da atmosfera.
O eixo de rotação da Terra está em um pequeno ângulo com sua órbita, que varia de 22,1 a 24,5 graus em uma frequência de 41 mil anos. Esta oscilação é chamada de precessão. A pequena precessão da Terra está ligada ao fato de a posição do seu eixo estar estabilizada devido às ligações gravitacionais com a Lua, um grande satélite. Sem esse satélite, as interações elásticas com Mercúrio, Vênus, Marte e Júpiter causariam desvios mais significativos do eixo, especialmente nos momentos de ressonância.

CC BY 3.0 / NASA/JPL-CALTECH/SWRI/MSSS / KEVIN M. GILL
Grande Mancha Vermelha de Júpiter
O eixo de Marte avança de 10 e 60 graus em cada dois milhões de anos. Com uma inclinação de 10 graus, a atmosfera condensa-se nos polos, criando calotas de gelo. Um cinturão de gelo é formado à volta da linha do equador com 60 graus.
"Se não tivéssemos a Lua, a inclinação do eixo da Terra poderia mudar em cerca de 60 graus", declarou Billy Quarles, chefe da pesquisa do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em um comunicado à imprensa. "Se isso acontecesse, a Terra poderia parecer Marte."
Os pesquisadores depois simularam os parâmetros orbitais de uma potencial exoterra em áreas habitáveis do sistema binário Alpha Centauri. O resultado foi decepcionante. Ainda não foram detectados exoplanetas nas proximidades das duas principais estrelas do sistema, A e B, mas devem ser inabitáveis, pois a precessão dos seus eixos seria muito elevada.
No sistema menor da estrela anã vermelha do Alpha Centauri há um exoplaneta chamado Centauri Proxime b, mas, de acordo com o modelo desenvolvido pelos autores do artigo, ele tem uma precessão muito forte que o exclui do número de planetas habitáveis.
Os resultados do estudo indicam que as chances de sucesso da missão da nanossonda StarShot, que deveria ir para o sistema Alpha Centauri em busca de planetas habitáveis, são baixas.

Cratera gigante na Austrália explicaria com que frequência grandes meteoritos caem na Terra



Após analisar a cratera de Wolf Creek, no oeste da Austrália, cientistas sugerem que grandes meteoritos caem na Terra a cada 180 anos.

A sugestão se contrapõe a estudos anteriores que concluíam que meteoritos de tamanho considerável caíssem em nosso planeta a uma frequência máxima de 13 mil anos.
No entanto, cientistas de universidades americanas e australianas chegaram a uma nova conclusão, conforme estudo publicado pela revista científica Meteorics & Planetary Science.
"Levando em consideração que a porção árida da Austrália é de apenas cerca de 1% da superfície, a frequência sobe para um [meteorito grande] a cada 180 anos", relatou no estudo Tim Borrows, pesquisador da Universidade de Wollongong, Austrália.
Apesar disso, tal frequência de 180 anos não deve ser considerada como uma frequência no sentido literal, segundo cientistas.

Determinando a idade da cratera

Os estudiosos levaram em consideração tanto o tamanho da cratera de Wolf Creek, no oeste da Austrália, quanto as modificações que ela sofreu com o passar do tempo.
Para tanto os cientistas analisaram o decaimento estável do isótopo berílio-10, assim como do alumínio-26, presentes no local.
Além disso, foram analisadas as mudanças das cargas da energia retida na estrutura cristalina da areia fundida após a explosão do impacto do meteorito com a superfície terrestre no local.
Tendo isto em vista, os cientistas concluíram que a cratera surgiu há 120 mil anos, muito mais perto do tempo atual do que os 300 mil anos antes estimados.

Astrofísica: Astrônomos avaliam perigo de asteroide que se aproxima da Terra



Perigo do asteroide que se aproxima da Terra é avaliado por um astrofísico e doutor em física e matemática e pelo chefe do departamento de física e de evolução das estrelas do Instituto de Astronomia da Academia das Ciências da Rússia.

Os cientistas acreditam que o asteroide detectado pelos especialistas da corporação espacial russa Roscosmos no dia 6 de novembro, e que atualmente está se aproximando da Terra, não representa um perigo sério para o nosso planeta.
O chefe do departamento de física e de evolução das estrelas do Instituto de Astronomia da Academia das Ciências da Rússia, Dmitry Vibe, comentou a situação em entrevista ao canal RT e disse que o asteroide detectado "nem é sequer um grão de areia, mas uma molécula".
Antes, o sistema de controle espacial da Roscosmos detectou dois asteroides que se aproximam da Terra.
Um dos objetos tem um diâmetro de 10 a 15 metros e foi detectado com o sistema optoeletrônico.
Segundo os dados do sistema de controle, o corpo celeste está em uma órbita heliocêntrica. A distância mínima da Terra será superior a 139 mil quilômetros.
O astrofísico e doutor em física e matemática Aleksander Panov explicou que o asteroide tem aproximadamente o mesmo tamanho que o famoso meteorito de Chelyabinsk que explodiu no céu acima da Rússia, em 2013, causando danos generalizados em 7.200 edifícios e ferindo mais de 1.000 pessoas.

© SPUTNIK / EKATERINA NENAKHOVA
Maior pedaço do meteorito de Chelyabinsk encontrado em 2013 no lago de Chebarkul e que hoje em dia está no Museu Regional do Ural do Sul

Dia da Baiana terá websérie na internet em homenagem ao símbolo da cultura baiana



Em comemoração ao Dia da Baiana do Acarajé, em 25 de novembro, será lançada uma websérie no YouTube, redes sociais e no site do Visit Salvador da Bahia. A produção da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), concebida pela Usina Digital, é dividida em três episódios e faz uma verdadeira imersão pela história, costumes, indumentária, religião e símbolos atrelados às baianas, que são consideradas patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). 

Um artigo também será publicado nas ferramentas digitais. De acordo o um levantamento da Associação das Baianas de Acarajé (ABAM), Salvador tem 3,5 mil baianas e baianos espalhados por toda a cidade. 

O primeiro episódio contará a “História do Acarajé”, o segundo apresentará ao público o “Tabuleiro da Baiana” e o terceiro descreverá a “Indumentária e Religiosidade em Torno da Baiana”. A ideia de web série é apresentar um pouco do universo dessas mulheres e a magia em torno do processo de produção dos acarajés.  

De acordo com secretário da Secult, Claudio Tinoco, as baianas de acarajé são um patrimônio de Salvador. “Além de representarem as fortes mulheres que temos, elas são símbolo da cultura e da ancestralidade baiana. Quando o turista vê a baiana de acarajé, ele automaticamente já lembra de Salvador. E nada mais justo do que fazer essa homenagem a elas no dia 25 com o lançamento da websérie”, assinalou o gestor. 

Assim é a baiana Dulce Mary de Jesus, 48 anos, que ajuda a mãe no ofício desde criança. Há 22 anos assumiu o ponto da matriarca e monta seu tabuleiro na Praça da Sé, no Pelourinho, onde comercializa suas iguarias.

“Ser baiana é minha vida. O segredo do acarajé é bater bem a massa e amar o que faz”, contou. Devidamente paramentada, ela não abre mão de toda a indumentária branca que ressai aos detalhes coloridos dos colares e turbante. “Me arrumo toda, gosto da roupa, gosto de ficar uma baiana bonita para receber meus clientes, principalmente os turistas que têm verdadeira admiração por nós”.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores