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A pombagira

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Veja em VÍDEO 'golfinho' na superfície de Júpiter fotografado pela NASA



Imagens recentes da sonda espacial Juno ao redor de Júpiter exibem uma forma do famoso animal marinho na superfície do planeta gasoso.

NASA continua fornecendo imagens de Júpiter através de sua nave Juno, que orbita o planeta gasoso. As imagens mostram um fenômeno curioso em meio à rotação da sonda em volta do planeta.
É possível ver um contorno semelhante a um golfinho em um certo ponto durante a observação pela câmera da nave, escreve o diário Gulf Today.

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Então, aparentemente os golfinhos são antigos viajantes no tempo alienígenas!
Os cientistas, que observaram as leituras da nave espacial, disseram que, devido a um impacto de Júpiter há 4,5 bilhões de anos com um planeta então ainda em formação, o núcleo do planeta gasoso se tornou menos denso e mais extenso do que deveria ser.
Assim, é necessário que passem vários bilhões de anos "para que o material pesado volte a se estabelecer em um núcleo denso", segundo os pesquisadores.
A sonda Juno da NASA é encarregada de documentar a superfície de Júpiter e observar eventos dentro do maior planeta do Sistema Solar.

Maior telescópio solar tira imagens mais detalhadas da superfície do Sol (VÍDEO)



A imagem foi captada pelo Telescópio Solar Daniel K. Inouye, no Havaí, e demonstra o fenômeno chamado convecção.

O Telescópio Solar Daniel K. Inouye, da Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, localizado no topo de Haleakala, vulcão oriental da ilha Maui, foi capaz de registrar as imagens mais detalhadas até então da superfície do Sol, sendo apenas o começo da investigação sobre Sol e sobre o impacto da estrela na Terra.
As imagens exibem uma área extensa da superfície da nossa estrela e podem fornecer detalhes importantes a cientistas quanto ao padrão do plasma turbulento "em estado fervente" que cobre todo o Sol.
As estruturas em forma de células, cada uma do tamanho do estado do Texas, são como assinaturas de movimentos violentos que transportam o calor do interior até a superfície do Sol.
The NSF's Inouye Solar Telescope provides unprecedented close-ups of the sun’s surface, but ultimately it will measure the sun’s corona – no total solar eclipse required. 😎

More: http://bit.ly/36FAjLo 

13,3 mil pessoas estão falando sobre isso

O Telescópio Solar Inouye da NSF fornece imagens sem precedentes da superfície do Sol, porém no final irá medir a coroa solar sem a necessidade de eclipse solar total.
O plasma solar quente sobe nos centros brilhantes das "células", esfria e logo afunda na superfície em faixas escuras, um processo conhecido como convecção, escreve Space.com
"Agora podemos compartilhar estas imagens e vídeos, que são os mais detalhados do nosso Sol até agora. O Telescópio Solar Inouye poderá mapear os campos magnéticos dentro da coroa solar, lugar onde ocorrem erupções solares que podem afetar a vida na Terra.
Telescópio irá melhorar o nosso conhecimento do que impulsiona o clima espacial e por fim ajudará cientistas a prever melhor as tempestades solares", disse France Córdova, diretor da Fundação Nacional de Ciência dos EUA.

Gelo polar no planeta vermelho desperta interesse da comunidade científica



Novo modelo desenvolvido por cientistas busca explicar natureza peculiar de um depósito de água e gelo no polo sul de Marte, que aparentemente contém tanto CO2 quanto toda a atmosfera do planeta.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), da Universidade do Colorado e do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA desenvolveram um novo modelo que lida com a conexão entre a atmosfera e depósitos de gelo em Marte, relata o portal Phys.org.
De acordo com o portal, a equipe busca confirmar que a presença da fina atmosfera dióxido de carbono em Marte, primeiramente detectada pela sonda Mariner IV, poderia ser explicada pela existência de "depósitos polares de gelo de CO2 estáveis durante um longo prazo" no planeta que "controlariam a pressão atmosférica global".
O novo modelo explora a existência um depósito em camadas de água congelada e de gelo de CO2 no polo sul de Marte, que aparentemente contém tanto CO2 quanto toda a atmosfera do planeta hoje.
"Geralmente, quando se desenvolve um modelo, não se espera que os resultados correspondam tanto ao que se observa. Porém, a espessura das camadas, como foi determinada pelo modelo, corresponde fantasticamente às medições por radares de satélites em órbita", diz Peter Buhler, PhD do JPL e autor do modelo.
A pesquisa sugere que o depósito foi formado pela oscilação de Marte em seu eixo rotacional ao longo dos últimos 510.000 anos, que fez com que o polo recebesse quantidades variáveis de luz solar.
Portanto, o gelo se formava quando o polo recebia menos luz solar, mas se sublimava durante os períodos com mais sol. Este ciclo fez com que se criassem camadas alternadas de água e gelo.
"Nosso trabalho sobre a história das grandes variações de pressão de Marte é fundamental para entender a evolução do clima de Marte, incluindo a história da estabilidade da água líquida e habitabilidade perto da superfície marciana", comentou Buhler.

Enorme 'propriedade real' da Bíblia pode ter sido descoberta em Israel (FOTO)



A propriedade remonta aos primórdios do Reino de Israel antigo, mas deverá desaparecer devido à construção de uma estrada local.

Um enorme complexo que possivelmente serviu como uma propriedade rural sob os antigos reis mencionados na Bíblia foi desenterrado por arqueólogos no norte de Israel, relata o jornal Haaretz.
Segundo o jornal, a descoberta foi feita em Horvat Tevet, localizada nas proximidades da cidade moderna de Afula, durante uma escavação realizada antes da construção de uma estrada.

© FOTO / RACHEL LINDEMAN, COURTESY OF OMER SERGI AND THE HORVAT TEVET ARCHAEOLOGICAL PROJECT
Arqueólogos acreditam que este edifício serviu como propriedade real israelense no século IX a.C
Arqueólogos acreditam que, há uns 2.900 anos, a propriedade serviu como "um local-chave para as autoridades israelenses recolherem e redistribuírem os produtos agrícolas da região vizinha".
"O século em que Horvat Tevet foi uma propriedade real foi também o século em que o Reino de Israel nasceu, e isso traz luz às primeiras relações entre as tribos de Israel, seu nascimento como um reino e seus mecanismos políticos de controle", afirmou Omer Sergi, arqueólogo da Universidade de Tel Aviv, que codirige a pesquisa no local.
Os restos mais proeminentes do complexo aparentemente datam da Idade do Ferro, e foram construídos durante o tempo da Dinastia de Omri.
"Quando você entra no edifício principal de Horvat Tevet, você está no edifício mais bem preservado da Casa de Omri já encontrado em Israel", observou Sergi.
Apesar da importância das descobertas feitas lá, se espera que Horvat Tevet se torne, aparentemente, outro sítio arqueológico em Israel "a ser coberto ou destruído por projetos de desenvolvimento modernos", observa o jornal.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

A criação e a conexão das almas



Ligações eternas

Há uma intensa discussão entre místicos e não místicos, espiritualistas e ateus, ou mesmo entre a comunidade mística sobre a existência ou não da chamada alma gêmea. Bem, há o conceito da dualidade, onde acredita-se que macho e fêmea foram criados de uma vez só, como par de amantes para que a vida tivesse continuidade. As revelações na Bíblia, como são de uma corrente patriarcal, falam da criação do homem primeiro, pra depois surgir a mulher. Mas, eu creio mais na criação conjunta. E com o termo "Alma Gêmea" ou não, acredito que cada indivíduo tem conexão com outro ser do sexo oposto. As discussões sobre os envolvimentos com a do mesmo sexo, caberia um debate pra outra ocasião... Mas, seguindo com o raciocínio da existência de um par, esbarramos na morte. Ou seja, além de crer na existência de uma alma que formaria o par, temos que acreditar na reencarnação. Então, tudo torna-se dogmático e servirá pra todo aquele que se identificar com o tema, pois provas, muitos dizem que tem, mas, não convencem totalmente. O errado é querer pegar um livro como a Bíblia e querer se achar o dono da verdade, quando nem mesmo a Bíblia tem também comprovação de suas verdades! Ninguém pode usar sua fé, pra querer esmagar a fé do outro!
Mas, voltando ao amor entre almas através das encarnações, o que podemos atestar é que há mais indícios prós do que contra, a sua existência! Tem alguém especial que vamos reencontrar em nossa vida, que é sim um reencontro, que não quer dizer que vamos ficar juntos novamente, pois há processos de readaptações e crescimento espiritual. Mas, há aquela pessoa que queremos perto de novo e que sempre vai cruzar nosso caminho. Mas, existem mais de uma alma, ou seja, além da alma gêmea, tem a alma irmã, a alma afim, a alma de costas e a alma contrária, entre outras... Porém a mais desejada será sempre a alma gêmea, aquela que foi nossa grande paixão na maior parte das encarnações. Aquela que foi nossa esposa ou marido em vidas passadas, por diversas vezes... E como eu disse, há mais de uma, mas, apenas uma é o amor mais forte e verdadeiro. Mas, podemos em uma vida casar com outra só por questão de desencontros e crescimento espiritual.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Beleza em movimento: sonda da NASA registra caótico hemisfério norte de Júpiter (FOTO)



A nave espacial Juno da NASA conseguiu recentemente registrar formidáveis tempestades se formando na região caótica no gigante gasoso. Não podiam faltar enormes nuvens em espiral.

As zonas, conhecidas como regiões filamentares dobradas, são uma área turbulenta no hemisfério norte de Júpiter e estão longe de ser parecidas com qualquer fenômeno terrestre.
Ao contrário do nosso planeta, o gigante gasoso não possui superfície sólida. As informações, obtidas pela sonda da NASA, indicam que algumas ventanias de Júpiter duram mais tempo e são mais velozes do que com os processos atmosféricos no nosso planeta.

© FOTO / NASA/JPL-CALTECH/SWRI/MSSS
Imagem de tempestade em Júpiter feita pela sonda da NASA
Os dados obtidos pelas câmeras da Juno foram aperfeiçoados pelo engenheiro da NASA, Kevin M. Gill, transformando-os em uma foto espetacular. Juno estava a cerca de 23.500 quilômetros de distância das nuvens de Júpiter.
As missões da sonda são muito variadas, mas seu objetivo principal é saber mais sobre a atmosfera, o núcleo e os campos magnéticos e gravitacionais de Júpiter.
A sonda Juno foi lançada em 2011. Cinco anos depois, ela se posicionou em uma órbita estável em torno de Júpiter. O aparelho se aproxima do planeta a cada 53 dias.

Detectada rara e massiva explosão de acreção na Via Láctea



Astrônomos da Universidade de Ibaraki, Japão, detectaram um raro evento de uma explosão de acreção, ocasionada pela protoestrela G358-MM1.

Explosões de acreção são geralmente ocasionadas durante formação de estrela com "digestão" de muita substância do meio interestrelar. O evento é extremamente raro e só três fenômenos semelhantes foram observados na Via Láctea, dona de bilhões de estrelas massivas.
No processo, ou seja, na explosão, são ativados maseres naturais – ondas de rádio de altíssima frequência. Maseres ativos podem estar ligadas a eventos extraordinários tais como a formação estelar.

© FOTO / KATHARINA IMMER / JIVE
Representação artística da explosão de onda de calor detectada em uma massiva estrela em formação
Desde 2017, radiotelescópios no Japão, Polônia, Itália, China, Rússia, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul têm unido forças para detectar erupções provocadas pela explosão de matérias em estrelas massivas.
De acordo com o portal científico Science Alert, astrônomos da Universidade de Ibaraki detectaram uma atividade na protoestrela massiva, G358-MM1. A iluminação foi registrada em um curto período de tempo, e fez com que os astrônomos passassem a cogitar se tratar de uma explosão de acreção inigualável.
Dados registrados pelo telescópio LBA australiano trouxeram à tona algo nunca visto antes – a explosão de uma onda de calor vindo da fonte e percorrendo ao redor de uma grande estrela em formação. Vale destacar que explosões podem durar de duas semanas a alguns meses.
Nenhuma explosão de acreção já observada pode ser comparada a essa. Pesquisadores passaram a cogitar haver uma variedade de explosões que dependem da massa e do estágio evolutivo da estrela jovem.
Mesmo depois da explosão, as maseres continuam muito mais brilhantes do que antes. Pesquisadores continuam de olho à espera de possível nova explosão.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Supernova extremamente brilhante pode ser resultado da fusão de duas estrelas



Pesquisadores apontam para um sistema progenitor binário, em que uma anã branca se transforma em uma estrela companheira gigante

Em setembro de 2006, uma estrela na distante constelação de Perseu explodiu. Quando o fenômeno ocorreu, ele era 50 bilhões de vezes mais brilhante que o Sol. Durante 70 dias, o brilho aumentou até ficar dez vezes mais luminoso que sua própria galáxia.
O que intrigou os cientistas é que a explosão, chamada SN 2006gy, era centenas de vezes mais poderosa que uma supernova comum. Era tão brilhante que foi chamada de "hipernova", se tornando o evento luminoso mais forte já detectado. Mais de uma década depois, os estudiosos acreditam ter encontrado uma explicação para o fenômeno.
Os cientistas analisaram novamente as linhas de emissão que irradiaram da explosão cerca de um ano após seu período de pico. A equipe encontrou muito ferro nas emissões, o que, segundo eles, só poderia acontecer caso houvesse a interação da supernova com uma camada preexistente de material estelar que foi ejetado centenas de anos antes da explosão.
Quanto à origem do material, os pesquisadores apontam para um fenômeno que começou não com uma, mas duas estrelas. A equipe diz que um cenário possível prevê um sistema de progenitor binário, em que uma anã branca se transforma em uma estrela companheira gigante ou supergigante. Isso faz com que esse tipo de colisão seja extremamente raro.
Os cientistas dizem que, quando explosões desse tipo acontecem, elas espirram a área com um envelope gasoso de material estelar, à medida que os dois núcleos se fundem lentamente. Se a fusão ocorresse de 10 a 200 anos antes de a supernova ser detectada, as estrelas poderiam ter liberado um envelope gasoso permanente. Quando o fenômeno se tornou uma supernova, o envelope gasoso poderia ampliar o brilho aos níveis vistos na explosão.
Via: SlashGear

Oceano oculto de satélite de Saturno poderia ser habitável, aponta novo estudo



Uma equipe de cientistas do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, EUA, desenvolveu um novo modelo geoquímico de Encélado, uma lua de Saturno, que esconde um oceano por baixo da sua grossa superfície de gelo.

A análise revelou que o dióxido de carbono (CO2) no interior do oceano pode ser controlado pelas reações químicas no fundo marinho.
Além disso, a coluna de gases, que possibilita ter uma ideia de como é o oceano escondido e se ele poderia ser habitável, assim como a umidade marinha liberada pelas fissuras na sua superfície, sugere que os processos no interior de Encélado são mais complexos do que se acreditava antes.
De acordo com o autor principal do novo estudo, Christopher Glein, agora "Encélado parece demonstrar um experimento massivo de captura de carbono de carbono", processo que é estudado na Terra a fim de descobrir se algo semelhante pode ser aplicado para mitigar as emissões industriais de CO2.

© NASA . JPL-CALTECH/SSI
Lua Encélado
A abundância de CO2, explicada pelas reações geoquímicas entre o núcleo rochoso do satélite e a água líquida no seu oceano subterrâneo, juntamente com os descobrimentos anteriores de sílica e hidrogênio, indicam que o núcleo de Encélado tem uma diversidade geoquímica maior, acrescentando a isto a possível presença de fontes hidrotermais no interior da lua.
"A conexão dinâmica de um núcleo complexo com a água marinha poderia potencialmente criar fontes de energia que pudessem sustentar vida", disse Hunter Waite, pesquisador principal da equipe científica.
Em 2017, a NASA encontrou hidrogênio na atmosfera de Encélado, quando uma cientista do projeto Cassini, Linda Spilker, afirmou que o local teria uma "eventual fonte de energia a partir de qualquer micróbio".

Risco de colisão? Asteroide de até 1 km de diâmetro se aproximará da Terra em fevereiro



O Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da NASA informou que um asteroide potencialmente perigoso voará perto da Terra em meados de fevereiro.

Trata-se da rocha espacial de número 163373 (2002 PZ39) que tem um diâmetro entre 440 e 990 metros, informou a agência espacial americana.
O asteroide alcançará o ponto máximo de aproximação ao nosso planeta no dia 15 de fevereiro, por volta das 8h05, a uma distância 15 vezes maior da que separa a Terra da Lua.
O 2002 PZ39 foi descoberto em 23 de outubro de 1995 e faz parte do grupo Apollo, que inclui os asteroides cujas rotas de voo cruzam a órbita da Terra. Por esta razão, também são conhecidos como corpos celestes potencialmente perigosos.

© FOTO / AGÊNCIA ESPACIAL EUROPEIA
Asteroide aproxima-se da Terra
De acordo com informações da NASA, depois de fevereiro, o 163373 se aproximará da Terra somente daqui a 55 anos.
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