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A pombagira

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Pó estelar poderia forçar pesquisadores a rever conhecimento sobre química do Sistema Solar



Uma rocha espacial se chocou com a Terra em 1969, terminando uma jornada que durou bilhões de anos; o meteorito Allende carrega características que poderiam revelar muitos mistérios.

Um novo estudo, liderado pela Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, identificou uma evidência de que um material interestelar, anterior ao nosso Sistema Solar, estava presente no meteorito Allende. Em 27 de janeiro, a descoberta foi publicada no portal Nature Astronomy.
Estes traços, chamados de grãos pré-solares, são um raro achado, mas o que torna tão revelador este estudo é onde foram encontrados, além de possuírem um formato que pesquisadores não acreditavam ser possível.
Neste caso, os grãos identificados eram compostos por carboneto de silício (SiC), incorporados dentro de uma inserção do meteorito, nomeada Curious Marie, revolucionando o conhecimento que se tinha até então de materiais interestelares desta natureza.
"Seguindo nosso atual conhecimento da formação do Sistema Solar, grãos pré-solares poderiam não sobreviver ao ambiente onde estas inclusões são formadas", salienta Olga Pravdivstseva, pesquisadora de física da Arts & Sciences.
Anteriormente, o meteorito Allende passou por vários estudos científicos, mas até então grãos pré-solares não teriam sido encontrados.
"O fato de que SiC está presente em inserções e não foi completamente destruído na Curious Marie pode ajudar a compreender mais este ambiente", afirma Pravdivtseva. "Esta descoberta nos obriga a rever como vemos as condições inicias da nébula solar."a

Monólito de 2.000 anos revela símbolos ocultos no Peru (FOTO)



Um monólito de 2.000 anos de idade, localizado na selva peruana e decorado com círculos espirais e dentes felinos, ganhou escâner 3D.

Localizada em um vale montanhoso remoto na selva peruana, a pedra esculpida é conhecida apenas por habitantes locais e um pequeno grupo de exploradores. No entanto, agora o monólito passou por uma varredura tridimensional para desvendar desenhos ocultos.
De acordo com o jornal Live Science, o engenheiro de aplicação Jason Kleinhenz, da Exact Metrology, digitalizou a pedra e revelou que os padrões são "abstratos, ornamentados e difíceis de descrever com palavras". Entre os desenhos, o engenheiro encontrou um círculo com um buraco no centro, uma série de linhas retas que irradiam para fora e dois dentes de um deus felino com penas.

© FOTO / EXACT METROLOGY / DANIEL FERNANDEZ-DAVILA
Monólito de pedra com gravuras de 2.000 anos encontrado na selva peruana
O objetivo do estudo era recriar os desenhos esculpidos no monólito que estão em perigo de erosão. Arqueólogo Daniel Fernández-Dávila afirmou que a equipe chegou a sugerir que as antigas gravuras pudessem ter sido corroídas por completo. Porém, os restos dos desenhos ainda eram visíveis a olho nu e o escâner 3D capturou vários detalhes como, por exemplo, dentes de uma "figura felina com penas".
A presença deste deus retratado sugere aos arqueólogos que as gravuras foram feitas entre 200 a.C. e 200 d.C., ou seja, em uma época sem sistema de escrita no Peru.
Arqueólogo se referiu à imagem felina esculpida como sendo "icônica", e não excluiu a possibilidade ds outras imagens estarem associadas à divindade felina.

NASA desliga telescópio que mostrava como funciona Universo após 16 anos de observações



Lançado em 2003, o aparelho tinha como objetivo observar o espectro infravermelho do universo.

A NASA anunciou o fim de sua missão Spitzer Space Telescope, após mais de 16 anos em funcionamento.
"Após a confirmação do encerramento do Spitzer, o gerente de projeto Joseph Hunt anunciou oficialmente o fim da missão", disse a NASA em um comunicado.
The legacy of @NASASpitzer will live on! After more than 16 years of studying the universe in infrared, the space telescope's mission has come to an end. One of our greatest observatories will be remembered for its discoveries: https://go.nasa.gov/2U6wWe1 
Newborn stars peek out from beneath their natal blanket of dust in this dynamic image of the Rho Ophiuchi dark cloud from NASA's Spitzer Space Telescope. Called "Rho Oph" by astronomers, it's one of the closest star-forming regions to our own solar system, about 407 light-years from Earth.Ver imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no Twitter

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O legado de Spitzer vai continuar vivo! Após mais de 16 anos de estudo de infravermelhos no universo, a missão do telescópio espacial chegou ao fim. Um dos nossos maiores observatórios será lembrado por suas descobertas.
Lançado em 2003 acima da atmosfera da Terra para fazer observações do Universo, o telescópio era o mais sensível no espectro infravermelho, permitindo vários avanços no conhecimento espacial nessa matéria.
A missão principal do telescópio terminou em 2009, quando ele esgotou sua reserva de líquido refrigerante de hélio necessário para operar dois de seus três instrumentos, o Espectrógrafo de Infravermelho e o Fotômetro de Imagem Multibanda para Spitzer, continuando a utilizar parte do instrumento que ainda funcionava, a Câmera de infravermelho de Matriz, durante mais tempo que o que os cientistas da NASA planejavam, afirma o comunicado.
Além disso, a agência espacial desenvolveu o mais avançado telescópio espacial James Webb, que poderá substituir o aparelho em 2021, mas que já teve lançamento adiado duas vezes.
Today is the day. 📆

After 16 years of observing our cold, dark, and dusty galaxy 🌌, we're saying goodbye to our Great Observatory 🛰️.

We'll share updates as events unfold in @NASAJPL Mission Control. http://bit.ly/37szk2t 

803 pessoas estão falando sobre isso

Hoje é o dia. Após 16 anos de observação da nossa galáxia fria, escura e poeirenta, estamos nos despedindo do nosso Grande Observatório.
Thomas Zurbuchen, chefe interino do departamento de ciências da NASA, relatou que Spitzer ensinou aspectos completamente novos do espaço e ajudou a entender melhor como o universo funciona.

© FOTO / NASA/JPL-CALTECH/IPAC
Um dos maiores restos da supernova na Via Láctea, nomeada HBH 3 e captada pelo telescópio NASA Spitzer
A agência espacial norte-americana espera que os cientistas de todo o mundo continuem a utilizar os dados recolhidos pelo telescópio para fazer novas descobertas.
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