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A pombagira

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Por que o dia tem 24 horas?



A invenção das horas como medida de duração do dia é obra dos antigos egípcios - que transmitiram o sistema aos gregos e romanos. Eles dividiram o dia em 10 horas entre o nascer e o pôr do sol, com duas horas extras para a aurora e o crepúsculo. Para medir o tempo, contavam com uma invenção própria, o relógio de sol, criado por volta de 1500 a.C. Os egípcios também dividiram a noite em 12 partes, a partir da observação das estrelas. Com a invenção do relógio de água, a clepsidra, por volta de 1400 a.C., passaram a medir facilmente as horas durante a noite. Como dia e noite não têm a mesma duração ao longo do ano (o dia é mais curto no inverno e mais longo no verão) as horas dos antigos tinham durações diferentes dependendo da estação. Eles até mesmo ajustavam seus relógios de água para informarem horas diferentes ao longo do ano. O astrônomo Hiparco (190-120 a.C.) foi o primeiro a propor a divisão do dia em 24 horas idênticas, independentemente da estação do ano. Esse sistema só se tornou comum com a invenção dos relógios mecânicos, no século 14. Em 1793, durante a Revolução Francesa, foi criado o "tempo decimal": o dia (incluindo a noite) era dividido em 10 horas, compostas de 100 minutos, cada um com 100 segundos. A hora decimal não colou e, já em 1795, seu uso se tornou facultativo.



Hitler e a sua astrologia de guerra



 Ingleses tentaram sabotar o adivinho de Hitler


Em público, Adolf Hitler dizia que acreditar em astrologia era “estupidez própria de mentes infantis”. Mas o Führer mantinha a seu lado um astrólogo, o suíço Karl Ernest Kraft. Alguns pesquisadores dizem que foi o alinhamento dos planetas que definiu o começo das principais campanhas da Alemanha na Segunda Guerra. Hitler levava a astrologia tão a sério que uma unidade secreta britânica pensou em contra-atacar com um astrólogo-espião, o alemão Louis de Wohl. Ele ganharia a confiança do Führer e assumiria o lugar de Kraft. O projeto não saiu do papel por causa da resistência do governo inglês.



Manuscrito sobre os incas perdido há 140 anos é recuperado pelo Peru



 O documento, que havia desaparecido na Guerra do Pacífico, contém as memórias de antigos governantes


Encontrado no Brasil, um valioso manuscrito de 1838, que contém as memórias de antigos governantes incas, foi recuperado pelo Peru. Intitulado “Memórias da monarquia peruana ou esboço da história dos incas”, o documento foi escrito por Justo Apu Sahuaraura, um sacerdote católico, herói da independência e descendente direto, por linha materna, do imperador inca Huayna Cápac e do príncipe Cristóbal Paullo Inca. O manuscrito havia desaparecido na Guerra do Pacífico (1879-1884), durante a ocupação de Lima pelas tropas chilenas. "O valor deste documento do ano de 1838 é incalculável. Sempre se considerou uma joia documental extremamente rara, não temos outro caso desta natureza”, declarou Gerardo Trillo — diretor de proteção de Coleções da Biblioteca Nacional — à AFP ao apresentar o valioso manuscrito. O documento regressou ao Peru, em novembro do ano passado, após a família brasileira Mindlin aceitar devolver o valioso manuscrito que possuía desde a década de 1970 à Biblioteca Nacional do Peru — que foi feito através do consulado peruano em São Paulo. “Foi uma década de gestões para que este manuscrito seja devolvido. Inclusive, convidamos quem possuía para contribuir com a memória histórica dos peruanos. Nesses termos a devolução foi feita”, completou Trillo. Com o retorno à Biblioteca Nacional de Lima, o documento foi digitalizado e já pode ser consultado na internet. Além do mais, o material será apresentado durante o programa de história e arte peruana 2020, que acontece na próxima semana no Auditório de Teatro Mario Vargas Llosa.



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