Total de visualizações de página

A pombagira

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O uso da Magia em todos os tempos


[del.jpg]
A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, Babalorixá, etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do séc. XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares .

Antigamente chamada de Grande Ciência Sagrada pelos Magos, a Magia é uma ciência oculta que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades internas espirituais e ocultas do Homem, até que este tenha o dominio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais que visam entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e da Divindade. A etimologia da palavra Magia, provém da Lingua Persa, magus ou magi, significando tanto imagem quanto um homem sábio. Também pode significar algo que exerce fascínio, como por exemplo quando se fala da magia do cinema.

Há registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Adquiriu o ritual de enterrar os mortos. Nomeou as forças da natureza que (provisoriamente) desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.

Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três Magos os primeiros a dar as boas vindas ao Messias recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.

Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações. É claro que tambem uma das causas pra essa perseguição sempre foi o uso indevido da magia, por individuos, sensacionalistas e sem nenhum codigo de Etica, o que chamou mais atenção ainda para esse campo que de certa forma, se tornou banal e alvo de preconceito, justamente por estes motivos. Mas, mesmo assim os grandes e prudentes iniciados, mantiveram a magia viva e ela persiste sem perder o seu brilho. itualísticas, que se confundem com a própria prática religiosa - a celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do Orixá riscado no chão pelo umbandista.

Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.

A magia seria também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as potências supernaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, "a arte de provocar mudanças a partirr da vontade" No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.

Na Umabanda, o uso da Magia tambem em todo seu cerimonial, tanto de iniciação quanto de culto, é de suma importancia. Mas, tambem passou por crises, perseguições e ridicularizações, por causa da falta de escrupulos e prudencia de boa parte de seus adeptos. A magia contemporânea encontra raízes no trabalho de iniciados como Eliphas Levi e Papus.

A Teosofia, ou a moderna Teosofia, tem como um de seus fundadores Helena Petrovna Blavatsky, que foi buscar no oriente a fonte de seu importante sistema filosófico. Este sistema não se apresenta exatamente como os sistemas utilizados pelos estudiosos de magia, mas, antes, pretende transmitir o conhecimento esotérico universal que estaria contido em toda e qualquer tradição filosófica ou religiosa.

Blavatsky considera, por exemplo, que todos os homens são magos no sentido último da palavra, pois todos podem utilizar o divino poder criador, seja através do pensamento, palavra ou ação. Mas, nunca se deve buscar a magia, por vaidade, egoismo ou simplesmente por curiosidade, pois como diz o ditado popula: "A curiosidade matou o gato". Isso porque, a magia, é bela, mas, tambem é perigosa e atua como uma faca de dois gumes.

Podemos destacar que a Magia Sexual é uma das mais usadas e buscados em todos os tempos, sendo ela uma das grandes causadoras de tantos desequilibrios no carma da humanidade. Agrupam-se neste item diversos sistemas (Thelemita, gnóstico, etc.) que representam uma versão ocidental da Tantra. A base destes sistemas é a concepção que o sémen do homem e a vulva da mulher são sagrados.

A magia sexual divide-se em diversos sistemas diferentes e conflitantes, a maioria deles derivados do sistema originalmente desenvolvido por Paschal Beverly Randolph e depois por Theodore Reuss na Ordo Templi Orientis (O.T.O.) Citamos entre os diversos sistemas de magia sexual:

• Ansariético: Criado pelos Ansarichs ou Aluítas (em inglês: Ansaireth ou ainda Nusairis) na Síria antiga
• Eulis: Criado por Pascal Beverly Randolph, um iniciado entre os Aluítas
• Sistema da 0. T. 0.: Sistema de magia sexual que foi a base da Tantra ocidental
• Sistema da Fraternitas Saturni: É derivado da O.T.O.
• Sistema Maatiano: Criado por dissidentes da O.T.O.
• Sistema da 0. T. O. A.: Derivado da O.T.O., faz uso de práticas astrais de magia sexual
• Caos: Sistema mágico baseado em "auto-magia sexual"
• Movimento Gnóstico Cristão Universal: Sistema de magia sexual acentuadamente ascético fundado pelo neo-gnóstico Samael Aun Weor.

Candomblé
Sistema semelhante ao Vodu e popular no Brasil. Consiste na invocação de certos espíritos chamados de Orixás. Usa-se muitas matanças e rituais pesados nos cultos de candomblé, mas, quando se tem bons sacerdotes, não há perigo, somente sendo prejudicial, quando pessoas que não tem escrupulos fazem uso dos sistemas de magia.
Samael Aun Weor
Samael Aun Weor, fundador do Movimento Gnóstico Cristão Universal, ensinou a magia sexual como um dos pilares fundamentais do que chamou Revolução da Consciência. Sua principal característica é o que o próprio autor chama de "ascética revolucionária da Era de Aquário". Ainda de acordo com o autor, metafisicamente, seu processo consiste na "mescla inteligente da ânsia sexual com o entusiasmo espiritual". Contudo, em termos que se atêm somente à fisiologia desta classe de magia sexual, esta consiste, em suma, na conexão dos órgão genitais masculinos e femininos (chamados pelos termos orientais Lingam e Yoni) evitando-se o orgasmo, tanto masculino quanto feminino, e a perda do sêmem.

O.T.O.
A Ordo Templi Orientis, fundada por Theodore Reuss e Karl Kellner no princípio do Séc. XX baseou-se inicialmente na aplicação dos conhecimentos do Tantra sobre o sistema da Maçonaria. Quando o ocultista inglês Aleister Crowley, passou a ter o controle da ordem seus rituais e filosofia básica foram reformulados para serem interpretados e trabalhados sob a chamada Lei de Thelema. A O.T.O. acabou sendo a origem de diversas dissidências que adotaram diferentes visões sobre a magia. Dentre as dissidências que realizam um trabalho considerado sério podemos citar a Ordo Templi Orientis Antiqua (O.T.O.-A.) e a Tiphonian Ordo Templi Orientis (T.O.T.O.).

Magia Enoquiana
Magia Enoquiana é um sistema simbolicamente complexo, que consiste na evocação de energias (também chamadas de entidades), e foi proposto pelo astrólogo e alquimista John Dee e por Edward Kelley. O sistema foi posteriormente estudado pela Golden Dawn e por Aleister Crowley.
Magia Musical

Criado por uma renomada ocultista, Juanita Wescott, estudiosa do Sistema de Franz Bardon. O Sistema de Magia Musical faz uso dos mais elevados ensinamentos do Hermetismo e da Cabala, do ponto de vista de Franz Bardon.

Xamanismo
Sistema que deu origem a diversos cultos e religiões e cuja origem remonta à Idade da Pedra. O Xamã é uma espécie de curandeiro, com poderes mágicos especiais. O Vodu, Sistema popular no Haiti. Assemelha-se ao Candomblé. Já a Umbanda, fusão das religiões afro-brasileiras, notadamente o Candomblé, com o espiritismo kardecista, com predominância deste último. Difere do Candomblé, também, por considerar vários tipos de orixás como espíritos de pessoas mortas. A Quimbanda, é um Sistema de magia que trata da invocação de entidades chamadas Exus, podendo-se com a ajuda dessas entidades, fazer tanto o bem quanto o mal.

Wicca
É uma religião (propagada por Gerald Gardner) que possui, em sua base, a prática da magia no auxílio da evolução humana. Thelema, Sistema criado por Aleister Crowley a partir do recebimento "Liber AI Vel Legis" ("O Livro da Lei"). Trata-se do início de uma Nova Era (Aeon) de Aquário, onde o ser humano percebe-se como centro de seu próprio universo, assim divino. Thelema, em grego, significa vontade. Os axiomas mais importantes para os Thelemitas, constantes no "Livro da Lei" são: "Faze o que tu queres que há de ser tudo da Lei" (Do what thou wilt shall be the whole of the Law") e "Amor é a lei, amor sob vontade" (Love is the law, love under will"), que diferentemente do que muitos interpretam não significa "fazer o que quiser", mas sim a realização daquilo que chamam de "Verdadeira Vontade", sempre lembrando que isso é um ato de amor perante a humanidade, mas esse amor sob vontade.

O importante, seja qual for o sistema que você busque, deve ter em mente, que é necessario ir de encontro a evolução, saber que o mestre é uma pessoa sensata, etica e prudente, sem sensacionalismo, egoismo ou vulgaridade. E acima de tudo que não jogue voce nos abismos das sombras do reino maligno do Dragão Feroz.


Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

REENCARNAÇÃO E NOSSA EVOLUÇÃO

[ATgAAACcWznip5_DFfwwROQScQogqp4gg-eOQU-6aMJCAX9tWL_DGskHJbSfwqDxtB7N0EPhSVR5ODp5fjmIP3NGbrYtAJtU9VA01CkSlnokqJSwt46kcgDOwmT8bw.jpg]
Reencarnação Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu? Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria.

Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?” Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia.

Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu. Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.

Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele. Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade. Isto está cristalinamente claro.

Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los. Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos) Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém.

Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.

Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher. Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima? No entanto Jesus não criou qualquer religião.

Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras. Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma. Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos.

Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito. Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico. Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia. No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).

Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento. Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...” A idéia da reencarnação também aparece em outros textos: Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”. Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação? Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito: “O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Mediunidade tem que ser trabalhada

[pineal.png]
Não é fácil ser médium e mais difícil ainda é ser médium de Umbanda. A mediunidade é o elo de ligação, o caminho e a meta das pessoas possuidoras desse dom. E longe de ser um instrumento passivo, o médium, como mediador que é, tem o dever de buscar o auto-aprimoramento e a reta conduta pois, esses são os sintonizadores maiores da mediunidade.

É como disse o mestre: "Uma árvore má não pode dar bons frutos"… e é plantando que se colhe, ou seja, nossas afinidades refletem o nível e o tipo de espíritos que atraímos para nosso campo mediúnico. Sabemos o quanto é penoso o caminho da matéria, quantos pseudo-atalhos existem no caminho da evolução, incontáveis atalhos que não levam a lugar nenhum e, para conseguirmos uma sintonia fina com "canais" superiores precisamos de três coisas básicas: humildade, simplicidade, e pureza de pensamentos, sentimentos e ações.

A primeira vista parece simples, mas quando pisamos no chão, nos damos conta de nossa fraqueza que, nos atira a caminhos escuros e incertos. Então, só apelando para o Astral superior é que conseguiremos trilhar o verdadeiro caminho da espiritualidade pois, se estamos fracos, nossa fé verdadeira pautada pela razão nos libertará. E gradativamente conquistaremos e domaremos o nosso pior inimigo que, está em nosso íntimo. Ainda, em termos científicos podemos definir a mediunidade como um aumento variável da percepção extra-física ( PES ), causada por modificações e acréscimos energéticos nos chacras de determinadas pessoas, e ressaltamos que esse processo ocorre antes de encarne ou seja, a nível Astral.

Essas pessoas, os médiuns, possuem o dom mediúnico por terem missões kármicas dentro do movimento espiritualista. A palavra mediunidade significa modo, meio de manifestação, ou intermediação. E partindo do fato de que a mediunidade está vinculada a missões definidas, não é correto afirmarmos que todas as pessoas são médiuns; Podemos dizer que todos são suceptiveis à influências espirituais mas, isso não é mediunidade. Saibam também que existem diversas formas de mediunidade, tais como: a clarividência, a clariaudiência, vidência etc. E existe uma forma de mediunidade mais acentuda, a mais utilizada na Umbanda, que é a mediunidade de incorporação.

O médium de incorporação é aquele que além da ligação e proteção da corrente espiritual de sua vibração original ( Orixá ), possui uma forte ligação com determinadas entidades espirituais. Essa ligação vem de ligações kármicas e do acordo firmado no plano Astral, pelo próprio médium antes de seu reencarne, onde o mesmo se compromete a trabalhar pela causa espiritualista em determinado movimento ou culto. Por essa razão que ouvimos pessoas dizerem que foram falar com a entidade tal, e ela lhe aconselhou para que vestisse a roupa branca, ou seja, que assumisse sua missão mediúnica.

Vocês que passaram por isso, se conversaram com "entidades de fato" e foram chamados para o trabalho, não percam tempo. Procurem um templo que mais se afinize com suas idéias e assumam seu compromisso que, certamente serão mais felizes e realizados. Dentro da mediúnidade de incorporação existem três tipos básicos de atuação que carcterizam graus kármicos e de consciência, expressos nos médiuns de karma: probatório, evolutivo, ou missionário. Os médiuns de karma probatória se afinizam e trabalham com entidades no grau de protetores.

A maioria de nós está nessa condição e utiliza o caminho da mediunidade como apaziguador para débitos kármicos antigos. Há também, os médiuns de karma evolutivo se afinizam e trabalham com entidades no grau guia, eles possuem um mediunismo mais apurado com possibilidades de desenvolver a clarividência e a clariaudiência, na depêndencia da função desenpenhada, a qual lhe foi confiada no astral.

Por fim, existem raros médiuns no grau de missionários, eles são mestres com grandes missões junto a coletividade a qual pertencem, e se mediunizados podem contactar e manifestar entidades no grau de Orixás Menores; Eles possuem vários dons mediúnicos, associados a um grande conhecimento, adquirido em encarnações pretéritas, e alicerciados pela luz do amor e da sabedoria que só raras pessoas possuem.

Enfim, independente do grau ou atividade mediúnica, todas as entidades espirituais trabalham e todos os médiuns estão aptos a desenvolver também, importantes trabalhos que contribuirão para evolução mundial. Se cada um fizer sua pequena parte, por amor, teremos um mundo bem melhor porque o futuro realmente depende de nós ! O IMPORTANTE É SABER QUE SÃO MUITOS OS TIPOS DE MEDIUNIDADE É QUE NEM TODOS DEVEM INCORPORAR.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Hipocrisia Religiosa


[O]
A Umbanda é uma religião tipicamente brasileira. Mas, ao contrario do que muitos pensam, suas origens são muito remotas. Além do sincretismo clássico entre a herança religiosa africana e o Catolicismo, a Umbanda absorveu elementos do Espiritismo kardecista, de modo que, no decorrer dos rituais, o fiel se comunica com espíritos desencarnados. Isso tudo, só predudicou a Umbanda, pois o kardecismo imprimiu na alma do umbandista muito sectarismo e preconceitos descabidos. O Catolicismo tambem prejudicou muito, principalmente a parte ritualistica da Umbanda. Esse negocio de umbandista ter preconceito do Candomblé além de ridiculo é abssurdo!

Os ubandista que tem muitos pais de santo homossoxuais, (nada contra), quero lembrar que a sexualidade está presente em qualquer grau que ele ocupe, são cheios de preconceitos. Dizem que fotos de mulher nua, é sombrio! Não me façam rir! As capelas do Vaticano estão cheias de imagens de pessoas nuas, mas, só porque são artes sacras, tudo mundo engole goela a baixo, com a maior facilidade. Tambem pode se usar imagens de orixas nuas, mas, de pessoas comuns não! Até que ponto vai a hipocrisia das pessoas.

Nunca o ser humano conseguirá evoluir sem trabalhar seu lado esquerdo que nunca conseguira nega-lo. As pessoas mais criticas de sexualidade, sõ as que mais se envolvem em casos secretos e traiçoes, e são as que mais gostam de praticar o sexo. Ridiculo tanta hipocrisia.

Recebi um comentario de uma mulher que dizia que o blog que tenho nao fica bom com fotos de mulher nua. No entanto, queria saber como fazia pra tomar o marido da irmã! Vê se pode! Bem eu nem vou relatar o tanto de baboseira hipocrita que ja conheci nesse ultimos meses, pois, no fundo todo mundosabe. Mas, hipocrita ou não a mulher fruta, seja que nome tiver, não pode mostrar o rabo que todo mundo quer ver! E a Play Boy, cada vez vende mais! Alem do mais, o Brasil vive com fama, por causa do carnaval e das bundas das brasileiras.
[20070219-oti.JPG]
Ai alguem vem me falar que religião é diferente. Bem a origem da Umbanda e Candomblé vem de nativos, que dançavam nus, e faziam muito sexo, admitam voces ou não! É só ir ver o costume de varias tribos. Bem, mas, cada um é cada um. E pra finalisar a questão é só darem uma olhadinha em todas as lendas dos orixas, quanta traição, troca de parceiros etc. Chega de hipocrisia! Acorda pra vida. Muitos desses hipocritas se fosse em roma tiram logo uma foto ao lado de um estatua nua, achando que ta abafando.

As práticas existentes dentro dos terreiros de Umbanda variam muito. Alguns demonstram uma ligação mais forte com o Espiritismo, outros se aproximam mais do Candomblé. Em comum, têm a força dos rituais, denominados giras, em que os filhos e filhas-de-santo entoam cânticos e dançam ao som dos atabaques. As cerimônias geralmente acontecem à noite e se estendem madrugada adentro. Os espíritos que "descem" incorporam-se nos fiéis que estão participando da gira.

Aqueles que "recebem" os espíritos são chamados de cavalos. Durante a incorporação, o "cavalo" permanece inconsciente, e quem fala através dele é seu "guia", ou seja, a entidade espiritual a ele associada. Para auxiliar os cavalos, existem os cambonos, que ocupam papel relevante na hierarquia do terreiro. Mas a posição mais elevada cabe à mãe ou ao pai-de-santo, que é a pessoa responsável pelos trabalhos espirituais.

Nos terreiros umbandistas, o ponto focal é o congá, altar profusamente enfeitado com flores, velas acesas e colares de contas coloridas, que simbolizam os diferentes santos e orixás. No congá, imagens de Jesus, Nossa Senhora e santos católicos dividem espaço com estatuetas de pretos-velhos, caboclos, ciganos, marinheiros e outras entidades espirituais. Essa historia de querer sincronizar os santos catolicos com orixas além de ser uma imposição da Igreja é muito ultrapassado. E desafio a qualquer pessoa que possa evoluir sem equilibrar sua esquerda. Até mesmo os grandes mestres tiveram que enfrentar seus medos, e o Diabo no deserto pra poder evoluir. Não se vence o pecado fugindo dele, mas, conhecendo e evitando que ele se concretize.

A HIERARQUIA DO TERREIRO

Babalorixás (Babalaô, quando homem, e Ialorixá, quando mulher) - São os dirigentes.

Zeladores (jibonã e sidagã) - Auxiliam os dirigentes.

Ogã e Sambas - Tocam os atabaques e observam a disciplina.

Pais e Mães-Pequenas (Baba Mindim) - Assistentes do dirigente. Em geral, ajudam no trabalho de desenvolvimento da mediunidade dos filhos de fé.

Cambonos e coroados (feitos e / ou confirmados) - Prestam assistência aos cavalos, durante a gira.

Filhos de fé (aceitos) - São aqueles que se preparam para entrar em desenvolvimento.

Filhos de fé (em observação) - Freqüentam os trabalhos para o desenvolvimento de seus dons mediúnicos.



Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores