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Os Orixás regentes de 2026

domingo, 26 de julho de 2026

Deus sacode nossa alma e nossa vida, quando quer nos livrar das correntes do mundo

Mudar de vida
O Criador impõe mudanças necessárias

Os desafios de Deus nos livra das paixões que nos aprisionam


As escrituras nos mostram que Moisés, Jacó, Davi, Elias, o próprio Jesus e outros, tiveram que se exilar, se retrair, se fechar e ficar longe do mundo, pra poder encontrar harmonia e certezas. Assim como entre os orixás, Obaluaê, o orixá da Terra, como também Nanã, o orixá da Lama da criação ou Oxóssi e Ossaím, os responsáveis pelas matas, vegetais e meio ambiente, também precisaram se afastar da bagunça, do furdunço e do blablabla das pessoas pra se harmonizarem psicologicamente, espiritualmente e sentimentalmente. E muitos de nós, pra nos blindar de casamentos ruins, amores ruins, amizades ruins e atos socias ruins também precisamos nos exilar, nem que seja de forma psicológica, pra nos matermos firmes. O grande erro das pessoas é persistirem em comportamento depressivos que só deterioram. 

As vezes nossos ancestrais e o Criador, muitas vezes nos tira do eixo ou nos leva pra longe de tudo pra que nosso destino se ajuste e caiamos na real. Tem gente que insiste em correr atrás de quem não lhe dá valor ou se humilhando por simples teimosia a falsos amigos e até familiares que os ignoram. E nem sempre é por consciência. Grande parte desses casos se dá de forma inconsciente, porque a pessoa tem uma ancestralidade muito desestruturada e seu psicológico não tem firmeza pra fazer escolhas compatíveis com suas necessidades. 

E muita gente até se ilude, ao fazer um montão de amigos numa igreja nova que entrou ou porque acha que se tornou santo só por ter aderido a uma seita nova e acha que tudo passará a dar certo como se fosse um passe de mágicas. Mas, vejam que mesmo os grandes mestres como os que citei acima, não foram poupados dos desafios só porque creiavam em Deus, muito pelo contrário! Todos eles tiveram que abrir mão de uma vida confortável e até de grandes amores. 

No entanto, o que vemos hoje é uma falsa "teologia da prosperidade" onde a pessoa compra uma Bíblia, passa a vestir roupas sociais e a cantar músicas gospel e ai parece que a vida vira "um paraíso na Terra". Quando na verdade é justamente ao contrário! A fé, quase sempre nos desafia a virar tudo pelo avesso. O próprio Jesus teve que sair de sua cidade, de perto de sua família, de seus amigos de infância e sair por toda galileia pregando. Não tem "almoço graties", como querem pregar os novos líderes religiosos da modernidade. 

Quando a vida nos sacode é que realmente Deus está buscando nos acordar do sono do materialismo, das paixões que nos acorrentam e tentando nos puxar pra missão que realmente importa. Assim quando nos venderem o paraíso e a riqueza como se apenas porter uma Bíblia as portas da felicidade se abrirão, saiba que é apenas mais uma armadilha do mundo e do Diabo. Deus é paz, amor e justiça - no entanto, ele como nos diz o Salmo "nos provará no fogo, como acrisola a prata e o ouro". Deus quer sim nossa felicidade, mas, como disse Jesus "meu Reino não é desse mundo...", ou seja, o que importa é a alma e não a carne. Os luxos, vaidades religiosas, carrões bonitos na porta dos templos e fama de pregadores, não condizem com os códigos levíticos ou sacerdotais sagrados. Tudo é apenas modismo quando não sacode nosso espírito e não acorda nossa alma. Fanatismo, vaidade religiosa e ganância, nada tem haver com o valor do Cristo Planetário e nem com as obras do Criador. 




Espiritualidade: Conheça a Umbanda Astrológica

 



Luz na Mente e Paz no Espírito através dá Umbanda Astrológica.


Portas abertas e olhos fechados nas novas perspectivas de entendimento do Orixá. Com algum tempo de leituras e pesquisas incessantes sobre o assunto, a Umbanda me aparece com o curioso aspecto de religião em formação e transformação de conceitos. Muitas são suas faces. Teses são apresentadas sobre seus múltiplos aspectos, almejando sempre a expressão completa, a totalidade das Leis que a regem, ou seja, sua Codificação. Do muito e do pouco já dito, aparecem alguns pontos comuns, a presença das manifestações espirituais de antepassados culturais brasileiros como o Preto Velho, o caboclo, o boiadeiro e tantos outros que se "manifestam" nos inumeráveis terreiros espalhados por este Brasil afora.

Do uso da magia para fins diversos e cânticos sagrados (as curimbas), não há terreiro ou tenda que não possua. Estamos então diante de um caldeirão fervendo, chamado Umbanda. Seus mistérios vão desde o seu nome correto uns dizem possuir origem sânscrita! Passando por sua origem - histórica ou mítica - e pelos Orixás - quais seus nomes corretos, quais deles devem ser cultuados e de que forma. Uma dentre as várias correntes existentes no movimento umbandista, vem crescendo em aceitação, seja em sua prática ritualística, seja em sua parte teórica e mesmo no esboço para uma filosofia dá Umbanda dita esotérica, cujo divulgador mais conhecido foi W.W. da Matta e Silva (1917 -1988) escritor de nove livros sendo que, o primeiro é também o mais importante deles, "Umbanda de Todos Nós", primeira edição em 1956.

As dificuldades de entendimento desta raiz estão - assim como toda a Umbanda - imersos ainda em alguns véus, principalmente aos novos umbandistas, ou melhor, aos umbandistas que não tiveram a oportunidade de conviver com os primeiros praticantes desta religião.

Infelizmente eu também não tive esta oportunidade, não obstante meu espírito intrigado e sedento por conhecimento. Das coisas às quais me interesso não me deixa desistir da pesquisa, da investigação, da procura pelos primórdios desta religião. bem como suas diversas correntes que quem sabe num futuro próximo ou distante venham a se unir em nome de um conhecimento único ou constituir escolas de entendimento que apesar de distintas em suas práticas apenas fazem engrandecer a Umbanda.

A origem histórica desta Umbanda voltada ao esoterismo e agora numa visão Astrológica e a mudança paradigmática operada por esta corrente no entendimento do Orixá, influenciando drasticamente em suas formas de culto, bem como o ponto arquimediano que vem permitindo esta operação foi muito importante para facilitar ao pesquisador ou buscador um caminho para os conhecimentos dos Anciãos, e isso pode ser ainda mais abrilhantado e engrandecido com o novo Conceito mais atualizado da Umbanda Astrológica e a fusão dela com o candomblé, pois ambos são originários da mesma fonte e servem de pilares para que o homem não caia nos vícios da deturpação. 

Dois motivos principais me impulsionam a pensar assim: a busca por novas informações que possam engrandecer meus conhecimentos e a discussão por parte de todo o meio umbandista, principalmente os seguidores desta corrente, sobre as trilhas abertas nas Matas da Jurema por este diferente pensamento instaurado e nem sempre, creio eu, tão bem analisado ou discutido em seus alicerces. A sua adoção depende de modificações profundas no consciência umbandista e que dificilmente estão sendo percebidas. E se o canto do Sabiá dentro das Matas da Jurema é sedutor, a picada da cobra Coral é certeira, venenosa e quase sempre mortal. Afirmo que nenhuma das palavras que escrevo neste momento em nada afeta a importância dos personagens envolvidos, seja pelas ideias, seja pela influência que vem exercendo no espírito de tantos. Meu objetivo único é conhecimento.

Respeitada é a religião cujos integrantes tem conhecimento de suas origens e de sua doutrina. As mudanças operadas pela Umbanda mais esotérica no culto aos Orixás e o ponto arquimediano desta mudança exige paciência dos leitores e atenção redobrada, pois talvez o texto se torne algo mais denso para compreensão. Nada mais claro nos é hoje que, com a vinda dos africanos para o Brasil, vieram com eles também a suas religiões. Estas, com o passar dos tempos e outras causas que não cabe a mim discutir se uniram e se amalgamaram constituindo então aquilo que hoje chamamos de Candomblé.

O Candomblé possui como cerne de sua adoração os Orixás, chamados por uns de Inkices e por outros Voduns. Estes de modo geral foram antepassados dos povos que para cá vieram, como por exemplo, Xangô era rei da cidade de Oyó e Ogum da cidade de Irê. Com uma série de contos sagrados os Itán-ifá, que hoje simplesmente identificamos por "lendas" do candomblé, constituem toda a base deste sério sistema religioso possuindo inclusive uma profunda filosofia nos conceitos para entendimento do Homem e a profunda integração com a Natureza. Estes mesmos Orixás eram lembrados por seus feitos quando humanos, e pelos motivos de suas transformações em Orixás.

As transformações destes homens importantes em Orixás por vezes remetem a uma guerra ou a uma grande paixão, podendo passar por grande ódio ou desilusão, ou por possuírem poderes de cura. Eram lembrados também por suas principais características na Terra (Aye), como ser justo, ou brigão, vaidoso, charmoso ou mesmo vingativo. A lembrança destes Orixás, portanto seus cultos consistem em oferendas destas ou daquelas comidas, panos de diversas cores, ou bebidas que mais os agradam e isto também relacionado a todo um sistema de práticas de magias e curandeirismos daquele povo, ou melhor, daqueles povos.

Geralmente estes importantes homens ao se transformarem em Orixás tornavam-se elementos da Natureza como um rio, uma árvore, o mar, ou do Orum poderiam ter domínio de uma força natural como os trovões, as chuvas, as matas. Então podemos ressaltar que para os povos africanos e também em seus cultos no Brasil, a ligação dos Orixás é com a Natureza sendo eles próprios os elementos da Natureza ou Forças Divinizadas dela e não com os astros, cuja presença em todo o sistema de culto aos Orixás é inexpressiva ou mesmo inexistente.

"Os iorubás como povos da floresta, pouco se interessam pelos astros, para eles, florestas e rios são mais importantes que a Lua ou as estrelas." "A morada dos deuses iorubás, emblematicamente, não fica no céu, mas sob a superfície da terra." (Prandi, R. 2002).

A noção da "morada dos Orixás sobre a superfície da terra" é um conceito importantíssimo para este culto, pois representa, a meu ver, um profundo enraizamento do homem na Natureza. Tudo está aqui e aos nossos olhos e mãos. Isto é o Orixá, os rios, o mar, as matas, as folhas e o vento e tudo isto que é a Natureza é o Orixá.

Guardemos claramente isto em nossa mente e espírito. No entanto eu acho que isso torna o Candomblé mais humano e menos divino, sob o ponto de vista de que os orixás foram homens cometeram erros e fracassos na terra durante suas encarnações, e influenciaram assim todos os cultos as divindades quando seus adeptos incluíram nos seus rituais gostos e costumes dos mesmos enquanto encarnados em nosso planeta. Então olhar a o Candomblé como uma religião onde as divindades são espíritos elevados e pertencentes ao reino Virginal que nunca encarnaram ou pecaram torna essa crença mais valorosa e encantada. Portanto, o conceito da influencia dos astros soa mais belo aos meus ouvidos, por serem eles mais elevados e eternos que os homens.

O meu livro sobre Umbanda Astrológica traz a tona uma nova forma de pensar sobre os Orixás e suas atuações sobre nós.


Carlinhos Lima: Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.


As belas cartas do tarot

 


O tarô Rider-Waite Criado por Arthur Edward Waite e desenhado, sob sua supervisão, por Pamela Colman Smith, foi editado pela primeira vez em Londres, em 1910, pela Rider & Co. As 78 cartas têm cerca de 7x12cm e os cantos arredondados. É considerado o primeiro baralho de tarô moderno; apresenta figuras simbólicas nas cartas numeradas que “explicam” o significado dos arcanos menores. A estrutura pictórica dos arcanos maiores baseia-se no tarô de Marselha, porém as figuras situam-se dentro dos limites da moldura da carta.

A perspectiva é correta, o fundo da maioria das cartas é azul claro, como o céu ao ar livre, mas às vezes amarelo ou cinza e, em alguns poucos casos, preto. Alguns personagens (nos arcanos menores) são representados dentro de ambientes fechados.

O traço de contorno dos desenhos (sempre preto) possui diferentes espessuras. Os desenhos possuem alguma modelação, não são tão chapados quanto os de Marselha, mas o uso das cores também é relativamente limitado, apesar de haver uma gama maior.

As figuras são trajadas à moda medieval, à semelhança das cartas de Marselha, com algumas referências clássicas, a exemplo da coroa de louros, que aparece em diversas figuras. Ou seja: sob o ponto de vista da estética pictórica, foi buscada uma certa fidelidade em relação ao baralho-referência (Marselha); não houve uma atualização cultural para a época em que este baralho foi desenhado (1910). Todas as cartas são assinadas no canto inferior direito com o monograma da artista, contendo suas iniciais P. C. S. Em seu verso há o desenho tarotée em azul e preto. Na verdade qualquer que seja o seguimento e a forma empregada no taôr será sempre lindo comtemplar as cartas do baralho e todos os taros. Eu sou doido por tarô e amo o seu simbolismo.


Carlos Lima - Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

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