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A pombagira

domingo, 3 de maio de 2009

Unos com a Natureza e os Ancestrais



O puro lótus branco, a única planta que frutifica e floresce simultaneamente, emerge das profundezas dos pântanos e simboliza a manifestação da natureza universal de Buda ou a consciência de Cristo.

Suas flores são consideradas sagradas pelos budistas da Índia, Tibet, e China. As flores de lótus foram muito usadas na arte e na arquitetura do Egito antigo.

A Flor de Lótus ou Nelumbo nucifera é uma planta aquática da gênero Nelumbo, conhecida vulgarmente como lótus. Apesar disto, esta planta não integra a família Nymphaeaceae (Nymphaeales), onde estão classificados a maioria dos lótus, fazendo parte da família Nelumbonaceae (Proteales).

Trata-se de uma planta nativa da Ásia, habitante de cursos d'água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d'água por longos pecíolos. Produz belas flores rosadas ou brancas, grandes e com muitas pétalas.

Este lótus é cultivado como planta ornamental em jardins aquáticos de todo o mundo. Sua simbologia, entretanto, é uma de suas virtudes mais visadas: é associada à pureza e à ressurreição. Segundo o Budismo, o Buda teria nascido embalado por uma folha de lótus, e logo ao nascer teria caminhado sobre a água, e de cada passo seu, teria brotado uma flor desta espécie. "Flor de lótus" também é o nome de uma posição de meditação.

Os grandes Magos, que sabiam usar a magia natural podia captar o poder e a energia do ambiente. Eles sabia manipular as flores, as ervas, as frutas e sementes. Eles não precisam de coisas dificies e sabiam manipular o axé em qualquer ambiente, porque sabiam se conctar com cosmos em qualquer local. Os grandes Mestres não tinham medo, nem bloqueios, porque eles captavam as ordens do Astral Superior, respeitavam a natureza e se tornavam unos com ela, por isso tinham uma mediunidade fina, limpa e iluminada. Assim podiam captar o som, as cores e a força dos elementos.

O primeiro Orixá Menor que trabalhou no Raio Cosmico de Oxossi, sabia, entender os animais, os passaros e defendia as matas. O primeiro a encarnar na Terra, como o Senhor Ossanha, sabia todos os segredos das Plantas, manipulava a medicna natural e podia curar com facilidade. A primeira bela princesa Oxum, a Militar nesse raio, das aguas doces, tinha o poder das flores, a benção da fecundação e a sua beleza resplandecia.

Cada característica da natureza – um rio, uma montanha, um lago, uma floresta, a chuva, os ventos, o trovão, as estações do ano – tudo isso possui, do ponto de vista druídico, um espírito próprio. Não se trata aqui do conceito de espírito pessoal, mas sim a energia vital por trás do elemento em questão, com a qual é possível estabelecer um diálogo, uma relação, um contato – de espírito para espírito. A esse princípio damos o nome de ANIMISMO: reconhecer a presença da alma (anima em latim) em tudo que existe. Se algo tem alma, é vivo; se é vivo, é sagrado. Se é sagrado, é divino. Se é divino, é dos deuses.

Com isso em mente, podemos entender a real natureza dos deuses e deusas, são devas Espiritos Ancestrais que ganharam o poder dos elementos: eles são os espíritos que habitam nosso mundo, dando-lhe forma e interagindo conosco.

Um sinal inequívoco dessa visão está preservado até hoje na toponímia de diversos rios em terras celtas: o rio Shannon, na Irlanda, deve seu nome à deusa Sionann; na Escócia, o Clyde é a manifestação física da deusa Clótha; na Gália, a deusa Sequana é quem anima (animar = “dar alma”) o rio Sena – e assim por diante. Diversas montanhas, florestas, nascentes e lagos das paisagens celtas refletem a mesma crença de que a paisagem é povoada por poderosos espíritos da natureza – em outras palavras, deuses e deusas, os mensageiros Ministros do Criador.

Um dos mais belos pontos do druidismo é o que trata da natureza da alma: ara os celtas, a alma de um indivíduo é a manifestação temporal de uma consciência maior, que é o conjunto de todas as almas. Essa alma, segundo os druidas, é indestrutível, assim como o espírito do universo. Ao descrever a profunda filosofia druídica a respeito da alma, os atores gregos demonstavam espanto em identificar num povo a seus olhos “bárbaro” ensinamentos comparáveis aos do grande filósofo Pitágoras.

O conceito da ‘Awen’ já foi traduzido como “espírito que flui” através de nós, ‘êxtase poético’, arrebatamento profético e até mesmo como “musa” – segundo os gregos, o espírito feminino que inspira as artes. A chave para a compreensão da real natureza da Awen é a palavra inspiração. Inspirar e receber algo, introjetando-o. Como o ar que inspiramos em nossa respiração enche nossos pulmões, a Awen nos toca, nos estimula, nos transforma. Similarmente, da mesma forma que temos de expelir o ar de nossos pulmões para continuarmos vivos, a Awen – a inspiração que recebemos – deve ser transformada em ação. De espírito para espírito, de alma para alma.

A Awen é um conceito abstrato: é como uma sinapse que nos une aos diversos aspectos do universo: é através dela que nos relacionamos, estabelecendo vínculos, pontes e interconexões com todos e cada um dos aspectos de nossas vidas, ressacralizando-a. As crenças dos druidas da Antigüidade, os feitos dos heróis e heroínas celtas e suas lendas e mitos maravilhosos nos inspiram a atualizar o druidismo para nossos dias, tornando-o uma espiritualidade ativa, coerente, embasada e transformadora. Isso é um dos aspectos da Ancestralidade Druídica.

Assim tambem a Umbanda-Astrologica vem confirmar o valor e a necessidade de respeito pelos nossos Ancestrais. Em Umbanda, Candomblé e outros cultos, até mesmo o Cristianismo, uma das partes mais importantes é o culto e respeito aos Ancestrais.

Todos nós estamos familiarizados com o conceito de ancestralidade significando “linhagem sangüínea”. Somos filhos de um pai e de uma mãe – nossos primeiros ancestrais – e também de avós, bisavós, trisavós e assim por diante, recuando até a aurora dos tempos e – assim nos explica a moderna genética - nos irmanando com praticamente todos os seres humanos.

Essa ancestralidade sangüínea determina, através da transmissão de informações genéticas, quem somos fisicamente: a cor de nossos olhos, tez e cabelos, estatura e compleição física etc. A eles todos devemos o simples fato de existirmos.

Mas essa não é nossa única ancestralidade: outra, tão importante quanto a sangüínea, determina no que cremos, nossos valores, nossa filosofia – em outras palavras, determina a herança de nossa alma: é a Ancestralidade Espiritual. Dessa, vem a ação dos Orixás sobre nós e asim atuam em nossa vida.

Quando optamos por seguir um determinado caminho espiritual, seja ele qual for, ingressamos numa senda aberta por outros antes de nós. Para que possamos trilhar esse caminho com segurança, é necessário que conheçamos suas características, sua história, suas origens e transformações. Essa é a nossa Ancestralidade Espiritual. E ela não é limitada pela ancestralidade sangüínea, pois se assim fosse não haveria nenhum budista que não fosse indiano, nem cristão que não fosse de origem judia. Ou ainda, nenhum Pai de Santo, que não tivesse um pé na Africa.

Da mesma forma que é possível traçar uma árvore genealógica que nos mostra quem são nossos ancestrais de sangue, é importante que possamos traçar uma ‘genealogia’ espiritual que nos ponha em contato com o sagrado e inesgotável manancial de inspiração que vem dos druidas históricos. Isso é honrar nossa história, nosso caminho, nós mesmos.

O incentivo ao desenvolvimento pessoal, individual. Qualquer texto, qualquer conjunto de mandamentos e regras pré-determinadas inibem, pelo simples fato de serem impostas, a individualidade. Afinal, como diz o ditado inglês, “o leite de um homem é o veneno de outro”: o que é correto para um não é necessariamente correto para os demais. A situação piora ainda mais quando falamos de regras e conceitos escritos séculos, milênios atrás, quando os valores sociais, os costumes, as relações entre os seres humanos e entre estes e a paisagem em que vivem eram totalmente diferentes.

Carlos Lima (Carlinhos Lilma) - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Os ataques do Mal e obssessão


Os tenebrosos têm uma infinidade de recursos para atacar de diversas maneiras ao homem: Os ataques durante o sono geralmente são através dos sonhos intelectuais, emocionais, sexuais, instintivos e motores.

Durante o estado de vigília, através de abordagens fascinações, dependências etc. Os ataques de magia negra se referem às diversas formas de despachos, bonecos com agulhas, macumbas etc. As obsessões psíquicas: tratam-se de entidades perversas que assumem o comando da máquina humana. Verdadeiras legiões de egos que sugam as energias vitais do possuído.

Outra forma muito conhecida de ataque dos tenebrosos é através de inimizades, calúnias, intrigas e difamações, que se infundem na mente dos outros, para que estes nos ataquem. Há uma infinidade de doenças que são provocadas pela ação nefasta de entidades psíquicas. São doenças de tipo imaginárias como impotências sexuais, hipocondrias e até mesmo suicídios.

Os ataques de magia negra podem causar males através dos vícios, tais como as drogas, álcool, e também por meio de diversas formas negativas de cultura que impõem novos padrões de comportamento sexual, modas, novelas, filmes, propagandas enganosas etc. Os danos provocados pelos falsos profetas são também uma forma de ataque dos tenebrosos.

Eles geralmente experimentam uma parte da verdade, desenvolvem parcialmente alguns poderes internos e são dominados pelo fanatismo, mi-tomania e paranóia avançada. Para conseguirem seus propósi-tos, não hesitam em envolver seus seguidores com ameaças e medos, tornando-se insuportáveis fiscalizadores da consciência alheia. Esses falsos profetas, patriarcas e gurus, inconscientemente, são megalomaníacos e inimigos da liberdade individual.

Ataques Através das Larvas Astrais(Elementares) As formas mentais e emoções negativas se crista-lizam no mundo astral sob a forma de larvas astrais que são uma espécie de vírus astral, invísivel aos olhos do homem comum. Destacamos alguns tipos de elementares Íncubos: São larvas resultantes da atividade men-tal mórbida das mulheres (com relação à luxúria).Súcubos: Larvas resultante da atividade mental mas-culinaFantasmatas: Larvas de pessoas desencarnadas.Dragões: Larvas encontradas nos quartos de pros-tíbulos, resultado da promiscuidade sexual. Entre outras larvas destacamos os Caballis, Basiliscos, Áspis, Leos etc.

Sintomas Prováveis de Ataques dos Tenebrosos:
1. Palpitação, taquicardia.
2. Vômitos, enjôos e diarréia.
3. Pesadelos noturnos.
4. Depressão sem motivo.
Idem,cansaço.
5. Dificuldade súbita de respirar
.6. Olheiras(olhos fundos).
7. Manchas escuras pelo corpo.
8. Dificuldade súbita de falar.
9. Amnésia parcial ou total. 10. Sensação de frio no plexo solar (frio no estômago). O anjo Aroch ensinou-nos uma conjuração contra tenebrosos, que diz textualmente o seguinte: 3x BELILIN, BELILIN, BELILIN.. Ânfora de salvação, quisera estar junto a ti O materialismo não tem força junto a mim. BELILIN, BELILIN, BELILIN... (Diz-se cantando) Um dos mais aborrecedores procedimentos e dos mais comuns usado pelos magos negros para causar danos as suas vítimas é o dos bonecos.

Desde logo nos abstemos de explicar como se trabalha com esses bo-necos e como os tenebrosos os empregam para nào dar armas a certos sujeitos irresponsáveis e desumanos Sintomas e Terapêutica Teúrgica A pessoa atacada por meio de bonecos é facilmente reconhecida: sente uma grande angústia, palpitações intensas no coração, depressão de ânimo, dores pungentes no cérebro e externamente nas fontes, dores no coração, bem como em outras regiões do corpo. Em tais casos, devem ser organizadas sessões curativas para sanar esses pacientes embruxados. O enfermo sentar-se-á numa cadeira frente a uma mesa sobre a qual se terá colocado um mantel branco.

No mantel deverão estar um Cristo, um copo com água e um candelabro com velas acesas. O taumaturgo, o curan-deiro, sentará por sua vez frente ao paciente. As pessoas interessadas, se houver, amigos ou parentes do enfermo, também acompanharão ao redor da mesa sob a condição de que possuam uma fé sincera e uma grande força.

Depois, quando tudo já esteja devidamente acondicionado e disposto, se invocarão os grandes Mestres da Luz, dizendo-se em voz alta a CONJURAÇAO DOS QUATRO Caput mortum, imperet tibi Dominus per vivum et devotum serpentem!Cherub, imperet tibi Dominus per Adam Jot-Chavah. Áquila errans, imperet tibi Dominus per alas Tauri!Serpens, imperet tibi Dominus tetragrammaton per angelum et leonem!Michael... Gabriel... Raphael... Anael...Fluat odor per spiritum Elohim.Maneat terrae per Adam Jot-Chavah!Fiat firmamentum per Iahuvehu-Sabaoth.Fiat judicium per ignem in virtute Michael... Anjo de olhos mortos, obedece ou dissipa-te com esta água santa.Touro alado, trabalha ou volta à terra, se não queres que te aguilhoe com esta espada. Águia acorrentada, obedece diante deste signo ou retira-te com este sopro: Serpente móvel, arraste-te a meus pés ou serás atormentada pelo fogo sagrado e evapora-te com os perfumes que eu queimo. Que a água volte à agua, que o fogo arda, que o ar circule, que a terra caia sobre a terra, pela virtude do Pentagrama, que é a Estrela Matutina, e em nome do Tetragrama que esta escrito no centro da cruz de luz. Amen.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
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