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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O QUE ESTÁ EM CIMA É IGUAL AO QUE ESTÁ EM BAIXO

O conhecimento do movimento dos astros na Abóboda Celeste sempre foi comum a todos os povos da Antiguidade. Séculos de observações celestes fizeram os Antigos constatarem que certas estrelas eram fixas, enquanto outras moviam-se. Além disso, de um ponto de observação fixo na Terra, o Sol parece deslocar-se pelo Espaço em um movimento circular, passando sempre pelos mesmos grupos estelares, os quais, para serem memorizados, foram sendo agrupados em "desenhos" hipotéticos que receberam significativos nomes, tão bem escolhidos, que até hoje perduram : Carneiro, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Balança, Escorpião, Sagitário, Cabra, Aquário e Peixes. Como a maioria desses "desenhos" lembram seres animados - Carneiro, Leão, Touro, Cabra, Gêmeos, etc - os Gregos chamaram todo esse conjunto por ZOÉ, significando Vida ou Existência e, assim, a cultura greco-latina cunhou a palavra ZODÍACO. Mas, em razão dessa aparente viagem do Sol e seu séquito de planetas por esse círculo de constelações fixas, já os anteriores Vedas Indianos a chamaram de Estrada dos Anjos, ou seja, KEJA-DEVA e que resultou em nossa língua, passando antes pela língua árabe, em CALENDÁRIO. 

Por aparentar ser circular, esta Estrada dos Anjos e da Vida foi dividida, a grosso modo, em 12 (doze) partes iguais, correspondendo à cada constelação 30 graus ou trinta dias do ano, começando no dia 21 de Março, o qual marca o Ano Novo Esotérico em todo o mundo. Também por marcarem um determinado espaço do Calendário, cada uma dessas Constelações passou a ser conhecida como o seu símbolo particular, ou seja, o seu SIGNO ZODIACAL.
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