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A pombagira

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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Magia Negra e Magia Branca

  Magia Branca
Magia Negra e Magia Branca

Saber ser um mago com sabedoria


O Heptameron é um dos quatro maiores livros de magia na história da humanidade. Juntamente com A chave de Salomão, o Grimorium Verum e A Constituição do Papa Honório, forma uma linha de tratados sobre Magia Negra, escritos na Antigüidade e na Idade Média. Também é chamado de Quarto Livro de Cornélio Agrippa. Porém, a autoria foi atribuída a ele sem que, no entanto, fosse citado por seu pretenso autor em nenhuma outra obra. Este livro foi dividido em duas partes: a primeira ensina a comunicar-se com os espíritos do Ar, através de invocações a serem realizadas durante os sete dias da semana. 

Na Segunda parte, uma série de fórmulas ensina como conjurar entidades para descobrir tesouros, escutar segredos, fazer alguém se apaixonar, abrir cadeados e mais uma série imensa de utilidades práticas do cotidiano. Tanto no Heptameron quanto nos outros tratados de Magia citados, as descrições são extremamente confusas. Alguns rituais são simplesmente impraticáveis. Por serem de Magia Negra, exigem instrumentos e elementos impossíveis de serem obtidos. Neste livro encontra-se gráficos ligados a Cabala e uma simbologia complexa, além das descrições em latim, compreensíveis apenas àqueles que possuam um conhecimento prévio. Mas ainda sim, se não for de grande utilidade, é válido como um estudo.
Em se falando de magia na Umbanda, Mestre Da Matta, Mestre Itaoman, Rubens Saraceni, N.A Molina e alguns aplicados estudiosos, trouxeram muitos avanços, mas, ainda há uma lacuna, muito profunda, que talvez, nunca seja preenchida, pois é um assunto vastíssimo e que cada Era tem suas configurações particulares, pois a magia que funciona num século, quase sempre perderá sua serventia num seculo seguinte. Porém baseado nos conceitos de Umbanda Astrológica, também trarei minha contribuição ao conhecimento magístico, e também trabalho num livro exclusivo de magia, que no seu devido tempo disponibilizarei.

A Alma e a Cabala


Alguns pontos comuns entre o Zohar e a tradição da Cabala são encontrados quando referem-se aos elementos que compõem a alma. Segundo esta análise, a alma humana é composta de três partes distintas que são plenamente despertas apenas em indivíduos evoluídos espiritualmente. O nefesh é comum a todos os seres humanos e passa a integrar o indivíduo no momento de seu nascimento. É a fonte da natureza física e psicológica. É considerado a parte inferior (irracional) da alma que está associado aos instintos e desejos físicos. O ruach é a parte mediana responsável por virtudes morais e capacidade de distinção entre o bem e o mal.

O ruach é desenvolvido ao longo da vida e depende da nobreza de valores de cada indivíduo, como suas crenças e ações. O neshamah é a alma superior. É o elemento determinante que distingue o ser humano de outras formas de vida e está relacionada diretamente ao intelecto. Também é desenvolvido no decorrer da vida. Ainda, no Raaya Meheimna (manuscrito posteriormente incorporado ao Zohar) há alusões a outros dois elementos: o chayyah (permite ao homem a percepção do poder divino) e o yehidah (nível mais elevado que permite total integração com Deus). Há também elementos que se manifestam eventualmente na alma humana. O Ruach HaKodesh permite a capacidade profética.

O Neshamah Yeseira permite uma maior profundidade espiritual ao judeu durante o Shabbat (descanso semanal que, segundo o judaísmo, foi ordenado por Deus). Esta habilidade adquirida pela alma pode se desenvolver ou retroceder totalmente, de acordo com a fé do judeu. O Neshoma Kedosha que se manifesta nos judeus ao atingirem a maioridade e está relacionado ao estudo dos mandamentos da Torah. Assim como o Neshamah Yeseira, o Neshoma Kedosha também está passível de desenvolvimento ou regressão, dependendo do empenho de cada indivíduo. Entretanto, segundo estudiosos (como o Rabino Joseph Saltoun), a Cabala também aplica-se em diversas áreas dos conhecimentos e necessidades humanas, tantos espirituais como físicas. É possível, por exemplo, compreender a origem da alma, relacionamentos afetivos, destino e livre arbítrio, por exemplo.

A Cabala e suas conexões


O estudo cabalístico não se limita ao universo judaico. A partir do século XVIII houve um processo de popularização da Cabala entre diversas tradições ocultistas; favorecendo sua infiltração e conexão com outras faces do esoterismo, até mesmo no ocidente. Desse modo, variações cristãs da Cabala passaram a ser estudadas. A Cabala também passou a integrar e combinar-se em correntes neopagãs. Jesus Cristo poderia ter sido um conhecedor dos mistérios cabalísticos. O Heptameron (tratado medieval de magia) utiliza-se de símbolos cabalísticos. Na idade Média, devido à intolerância religiosa, o estudo da Cabala era secreto. Vários sistemas de Magia utilizam a cabala como referência. O ocultista francês Eliphas Levi foi um dos estudiosos cabalísticos. A Cabala Hermética (como é conhecida no Ocidente) foi abordada pelo ocultista inglês Aleister Crownley; assim como o Amanhecer Dourado de George Cecil Jones. Em 1922, foi fundado pelo Rabino Berg, na cidade de Jerusalém, o Centro de Estudos da Cabala, que favoreceu sua disseminação além dos limites do judaísmo.

A Árvore da Vida


A Árvore da Vida é um recurso simbológico que representa alguns conceitos cabalísticos. É formada por dez Sephira que emanam de Ain Soph, que é a representação da própria natureza divina da qual deriva cada sephira. Cada uma das dez sephira representa uma dimensão para a realidade. Assim, cada uma funciona como um canal que conduz a "Luz do Mundo Infinito" até o homem. Graficamente, as sephira estão alinhadas em três colunas que estão interligadas por meio de vinte e duas conexões. Estão dispostas em camadas triangulares sendo que cada uma está relacionada a um plano: Emanações (Atziluth), Criações (Beriah), Formações (Yetzirah) e Ações (Asiyah). As dez sephiras que compõem a Cabala são Keter, Chochma, Biná, Chesed, Gevurah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malchut.

Astrológia e Sexo: Fertilidade e desejo da mulher


De acordo com a pesquisa do Dr. Eugene Jonas (pronuncia YohNash), um psiquiatra e ginecologista Checo, a Concepção pode ser prevista a partir das estrelas, o sexo da criança pode ser predeterminada, escolhendo a hora da concepção segundo a signo astrológico da Lua, as mulheres realmente experimentam dois ciclos de ovulação mensais, uma compreensão do ciclo lunar nos fornecem uma forma confiável de controle de natalidade e defeitos de nascimento podem ser evitados através do emprego de análise astrológica escolhendo o melhor momento de sua concepção.

Na verdade, quando testado em 10.000 mulheres, o conceito do Dr. Jonas de Cosmo-fertilidade foi encontrado 97% de confiabilidade. Certamente uma das descobertas mais impressionantes do século em termos de seu significado para as mulheres modernas, você acha que o método de ciclo astrológico seria de conhecimento comum. Então, por que não mais casais sabem sobre ele? Dr. Jonas começou a pesquisa em 1956 como resultado de ter tropeçado em um fragmento de um texto babilônico-assírio antigo que dizia: A mulher é fértil apenas durante uma certa fase da lua.

Infelizmente, os astrólogos antigos não ofereceram nenhuma explicação sobre que fase da lua, eles estavam se referindo. Jonas sentiu consternado mas destemido. Hungria e nas proximidades tinham apenas legalizado o aborto. Sendo um católico romano, o Dr. Jonas que tinha oposição ao aborto por razões éticas. Ele também estava preocupado com o aborto efeito traumático psicológico pode ter sobre seus predominantemente romanos sua clientela de católicos. Ele sabia muito bem de sua prática que o método do ritmo não era confiável como um meio de contracepção. Ele leu no fragmento de uma possibilidade de contracepção segura e uma esperança para as mulheres supostamente estéril de conceber. 

Jonas estava bem qualificado para testar o conceito. Além de suas credenciais médicas, Jonas era um de um grupo de cientistas-astrólogos que se chamavam Cosmobiologistas. Os cosmobiologistas buscavam observar e delinear os efeitos das condições cósmicas e campos de força sobre a matéria viva. . Porque eram cientistas e médicos credenciados, Jonas e seus colegas tiveram o cuidado de dissociar-se o que eles consideravam as mais fantasiosas formas de previsão do horóscopo. Moderno-dia cosmobiologista Reinhold Ebertein escreve: Embora muitos seguidores de luta tímida astrologia de pesquisa científica e, especialmente, as estatísticas e esforços, Cosmobiologia usam cada tipo de pesquisa e metodologia para promover o seu conhecimento e ajudar a produzir resultados mais precisos . 

Jonas também tinha feito uma extensa pesquisa sobre a correlação de atividade das manchas solares com a vida humana na terra. Ele havia estudado astronomia, assim como a astrologia. Ele também estava ciente de que os cientistas de outros séculos, como Hipócrates e Kepler tinha praticado astrologia e que haviam observado uma correlação entre a crescente e minguante da lua e os ciclos de fertilidade. Depois de descobrir o antigo fragmento, Jonas foi ao trabalho, com a elaboração natal de gráficos ou cosmogramas como os Cosmobiologistas preferiram chamá-los, compará-los com gráficos de concepção, em busca de um padrão. No verão de 1956, após várias semanas de intensas pesquisas, Jonas chegou ao que ele chamou de as três primeiras regras fundamentais sobre a concepção, a determinação do sexo e da viabilidade do feto, os quais podem ser precisamente formuladas.

Em Umbanda Astrológica, assim também como Astrologia Sexual, usamos também esses conceitos. Em Umbanda Astrológica em especial, verica-se a relação das linhas, assim como a relação dos astros, pra ver o grau de fertilidade, o poder dos elementos e a configuração de orixás. Por exemplo: soma-se quem predomina os orixás propciadores de fertilidade ou esterilidade, de libido ou de impotência. Pois como sabemos a determinadas linhas e fatores que inclinam os nativos a esses estados, negativamente ou positivamente. Futuramente demonstraremos aqui alguns exemplos.
1968-1970, o Dr. Jonas Centro de Investigação com o seu Conselho Científico.
Da esquerda para a direita: Dr. Jonas , Dr.Gulas, Prof Kurt Rechnitz , Prof Raisz, Dr. Lemhenyi, Dr Barna, Dr. Rejdak, Dr. Bilik .

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