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A pombagira

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A mediunidade é importante quando é iluminada!




As deusas e as Incorporações
Retornando no tempo até os cultos de Astarte, era extremamente comum (para não dizer mandatório) que a principal sacerdotisa de cada culto, em determinado momento do ritual, incorporasse a Deusa.

Quando digo “incorporar”, quero dizer EXATAMENTE da maneira como vemos diariamente em centros espíritas, Kardecistas e templos de Umbanda/Candomblé.

No entanto a diferença era que havia sempre antes de cada incorporação um grande preparo ritualistico, muito bem elaborados, pelos Magos que conduziam a cerimonia. Além disso, só algumas mediuns tinham essa permissão e só se tentavam incorporar após a observação ampla da configuração astrologica no céu e se os oraculos dessem permissão para tal feito. E ainda, tinha que serem cumpridas normas de responsabilidade das mediuns sacerdotizas, como jejuar, orar, limpar a mente e o corpo inclusive com abstinencia sexual.

Onde não se observavam esses preceitos, muitas vezes via-se no lugar de deusas iluminadas e espiritos Ancestrais, descer espiritos sombrios ou até mesmo muito malignos. Eram esses que pediam, massacres, sacrifios sagrantos e incitavam ao sexo desenfreado e orgias.


A sacerdotisa possuía todos os atributos e características necessárias (além de um treinamento espiritual, emocional e mental) para deixar seu corpo limpo e preparado; entrava em transe ritualístico profundo e utilizava sua condição de médium para incorporar a deusa, que conversava com seus seguidores dando-lhes informações e conselhos. Isto faz nossa segunda ligação com os Psycopompos e seus profundos significados esotéricos: Hecate representa esta conexão entre os médiuns e o Plano Astral. E como conhecemos hoje a Senhora Pombagira tambem quando não vista por um prisma banal, distorcido, ou num estigma vulgar e demoniaco, opera nos terreiros da mesma forma com a mesma importancia.

Os druidas
Druidas (e druidesas) eram pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta. A palavra Druida significa “Aquele que tem conhecimento do Carvalho”. Eles sabiam conectar-se ao Astral Superior, mas, tinha a perfeita observancia das Leis, como normas fundamentais e acima de tudo o respeito ao proprio corpo.

O carvalho, nesta acepção, por ser uma das mais antigas e destacadas árvores de uma floresta, representa simbolicamente todas as demais. Ou seja, quem tem o conhecimento do carvalho possui o saber de todas as árvores.

Está intimamente ligado ao título de “Aquele que trabalha com a madeira” vindo dos tempos do Rei Salomão e da Arca e, o mesmo título de “Mestre Carpinteiro” dos antigos Essênios. A ritualística druida é muito parecida com o cristianismo primitivo da doutrina Cátara.

É importante dissociar as palavras “Druida” de “Celta” porque muita gente faz confusão. Celta é o nome do povo, enquanto Druida é o nome dado a uma casta de sacerdotes especiais que viviam entre os celtas e agiam como conselheiros destes. É a mesma relação entre “judeus” e “rabinos”.

Mediunidade Druida
A conexão entre Druidas e Mediunidade vem do Xamanismo (que é uma das origens de toda a magia celta) e das incorporações dos xamãs com os Espíritos dos Antigos (ou Espíritos Ancestrais) da mesma forma que se utiliza na Verdadeira Umbanda que visa usar sabiamente os rituiais com respeito e fundamentos sem sensacionalismo.

Da mesma maneira que os xamãs incorporam os espíritos ancestrais, os grandes sacerdotes druidas não apenas incorporavam os Deuses em seus rituais, mas também estudavam estas interações entre o Plano Material e o Plano Espiritual. Isso somente era usado pelos que tinham alta mediunidade e um grau muito grande de preparo e prudencia, nunca na forma banizado como estamos acostumados a ver hoje.

Infelizmente, por causa do mau uso e de perseguições malignas, muitos dos conhecimentos ocultistas da antiguidade tiveram de se refugiar nas Ordens Secretas, especialmente sob a proteção Templária e Rosacruz.

O Sagrado feminino, a intuição e a mediunidade foram esmagados e permaneceram em dormência até o Renascimento. Neste período “Queima Ele, Jesus”), qualquer manifestação de mediunidade era vista como “coisa do demônio” e passível de fogueiras e exorcismos. Existem diversos casos na literatura medieval que retratam casos de mediunidade como sendo tratados como “possessão demoníaca” e afins.

O mundo permanecia (passado?) em uma Idade das Trevas. Essas abssurdas persseguições foram instigadas por Magos Negros do Astral Inferior, que sempre quiseram destruir os mediuns, iniciados e escolhidos pelo Astral Superior. Tambem é comum ver hoje lobos lançando Igrejas disfarçados de cordeiros, ainda seguindo as ordens desses filhos do Dragão, na verdade reencarnaram só pra trazer confusão e testar a consciencia dos escolhidos. - Queim tem ouvidos ouça! Axé a Todos.


Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O poder Anscestral


A vida não se finda com a morte. Àtúnwa, é o nome dado ao Processo Divino de Existência Única na Cultura Jejê -Nago: A Continuidade Da Vida. Olodumarê, O Supremo Deus Yorubá no momento do nascimento oferece aos humanos um conjunto de forças Sagradas que possibilita a Vida. São elas:

- Ara:O Corpo Físico vindo da lama.
- Ese:Elementos do organismo humano.
- Okan:Coração Físico e espiritual - Órgão que centraliza

o poder de vida e sede da Inteligência, do Pensamento e da Ação.
- Ojiji:Essência Espiritual.
- Emi:O Sopro Divino de Vida.
- Ori: A Individualidade e a Identidade.
- Odu: O Destino e o Caminho a Ser Percorrido.
- Asé ou Axé: Força Movimentadora da Vida.
- Orisá: Guardião de cada Existência Humana.

Todos estes aspectos não morrem. Voltam às suas origens, isto é, ao Orun, pois pertencem a Olorun e, só Ele pode liberá-las. Estas Forças Divinas animaram os antepassados, os ancestrais, as raízes mães do Asé Orisá, ao partirem do Orun e voltarem ao Aiye, para animar Seus descendentes e discípulos. A Ancestralidade confirma a Imortalidade, pois a vida continua no Orun, como Ancestrais. Do Orun a Ancestralidade a tudo assiste. No Culto de Orisá, ancestrais significa: "Aqueles que um dia tiveram a energia de vida no Aiyê e, que cuja energia de vida é repassada as novas gerações, garantindo a continuidade da Vida e do Culto aos Deuses Africanos. "Como Conclusão a vida presente depende da vida passada de nossos ancestrais.

No orùn, nossos antepassados vivem num só espaço, com harmonia e paz.. Nossos antepassados são imortais. A este grupo damos o nome de ANCESTRALIDADE. Lá, no orùn, não há divisões e nem rivalidades. E aqui no aiyê, deveríamos entender que somos um corpo só: sem divergências entre as nações, sem preconceito de não negros ou brancos, sem discriminação de homens ou de não homens, ou mulheres ou de não mulheres. Somos todos filhos de AXÉ. Herdeiros dos imortais.

Tudo que temos hoje ou que somos hoje é herança de nossos Ancestres. Mas, sabemos que alguns encontraram a santidade, outros não. Alguns se elevaram e muitos outros cairam ou continuam em processo de evolução e é por isso que a ação dos orixás sobre a terra é de suma importancia, porque através dos mediuns os Grandes Ancestrais operarios do Astral Superior, podem servir aos propositos maiores da Hierarquia Suprema e subir de vez seus graus evolutivos a caminho da Luz. E quando um Anscestral encontra um descendente, bom, iluminado e de mediunidade pura a qual ele coloca a serviço da evolução espiritual o processo de evolução lançado pela Umbanda funciona perfeitamente como em todos os seguimentos que o amor anscestral opere em prol da elevação da alma.

Em Umbanda-Astrologica, observo sempre a Casa a12 do Horoscopo a ação dos Planetas Exteriores sobre a Trindade no mapa e tambem os Nodos Lunares, para ver de que forma eles refletem influenciam e imprimem o sela Anscestral na alma do nativo.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Astrologia em muitos niveis de avaliação do simbolismo



A astrologia é, antes de tudo, uma questão para as imagens. O objeto de estudo do leitor dos céus são as imagens geométricas produzidas pelos astros em sua dança. Este leitor, o astrólogo, lança questões para estas imagens, o que no final das contas é sempre uma questão de aparências, uma vez que lidamos com o que nos parece, com o nosso olhar diante da singularidade de uma geometria. Seria este olhar um olhar objetivo? Objetividade é acreditar que as características do observador não interferem nas descrições de suas observações. Deste modo, as questões lançadas para as imagens, por parte do astrólogo, têm por conseqüência a criação de universos, de perspectivas, de verdades sempre multânimes. O astrólogo, ao ler uma imagem, cria um universo e se torna co-responsável pela conversão do símbolo de seu cliente numa manifestação dinâmica - a qual podemos chamar de "destino".

Na Umbanda tambem os sacerdotes, observam muito a questão das imagens, pois para montar um arquetipo de um individuo observa-se muitas questões e quase todas ligadas as imagens. Só por meio de imagens pode se montar configurações na Lei de Pemba e é grande a importancia da simbologia em todos os processos. Tanto ritualisticos, como mitologicos e energeticos. Até mesmo a questão de fetiche para assentamentos são importantissimos.

Enquanto prática perspectivista, a astrologia admite o ponto de vista do observador (o astrólogo) que toma os céus como um cenário através do qual a alma se derrama, e os significados - que não vêm prontos, mas são criados - podem ser construídos em muitos níveis diferentes. Esses niveis dependem muito do observador, assim tambem como na Umbanda, onde os sacerdotes não devem só levar em conta aspectos mitologicos ou personificações empregadas ritualisticamente. Tudo depende de uma aplicação em varias etapas que devem levar em conta tanto a configuração simbolica quanto a interpretação casual.

Me refiro a ter que observar as condições de vida do individuo, pois uma entidade pode atuar de uma forma em uma epoca e de outra maneira em outra. Tudo depende das necessidades carmicas e das adaptações que precisam serem feitas. Padrões não existem e sim parametros que tem que ser observados.

Se você pensa que o que estou dizendo é muito complicado, faça uma experiência: faça seu mapa com três astrólogos diferentes. Eles não cairão em contradição, mas fornecerão visões diferentes para os mesmos símbolos astrais. Todas estas visões estão certas, mas nenhuma delas pode assumir status de "A Visão". Quem está no centro do seu mapa é você. Assim é se lhe parece. A leitura do seu mapa, por parte de outro, tratar-se-á sempre de um olhar a partir de outro céu. Como poderíamos, então, imaginar objetividade por parte de qualquer pessoa que tenha a pretensão de ser "objetiva"? Isso acontece em todas as formas de oraculos, como Buzios, Taro, numerologia etc. Porque não depende apenas da simbologia dos oraculos, mas da energia do momento e de como o interprete capta essa energia. Não que isso cause confusão, a confusão pode vim do consulente. E com razão. Tudo depende de como essas informações são passadas a ele.

Esta "forma de sentir, de ver, de pensar" a astrologia não é lá muito tradicional - o que não lhe retira o mérito. Os puristas do astral apostam na existência de uma "verdade", de uma "interpretação certa" para as imagens astrológicas. É apenas no florescimento do Romantismo que se abrem as portas de uma filosofia da subjetividade que termina por se desenvolver numa mutação do pensamento, um constante "construir" de perspectivas que se baseiam na verdade do sujeito, assunto de constantes investigações por grandes pensadores como: Hegel, Kierkergaard, Schopenhauer, Nietzsche, Freud, Jung, Sartre, Marx, Hegel, Einstein, dentre tantas outras grandes mentes que, ainda que não necessariamente "conhecedoras da astrologia" (com exceção, talvez, de Jung, que passeou pelo assunto), trouxeram à baila aquilo que a astrologia nos ensina há milhares e milhares de anos: o real é o que nos parece. Afinal de contas, o céu estudado é aquele que se vê, e não o "céu real". No final das contas, a astrologia é mesmo uma questão de imagens. Todos os pensadores relacionados, ainda que ignorantes em astrologia, podem ter suas percepções reduzidas a dois elementos fundamentais: todos versam sobre o espaço e o tempo - os dois elementos fundamentais da astrologia que, combinados, criam a "cruz" dinâmica que chamamos de carta astrológica. Uma imagem permanentemente mutante, apresentando não uma, mas múltiplas verdades.

No entanto isso não interfere em nada, na busca por conhecimento, e é ai que entra a importancia do interprete que se antenado em harmonia com os conhecimentos cosmicos vai passar naquele momento com seu estilo de compreensão os ensinamentos verdadeiros e valiosos ao seu consulente. Mas a grande maioria não tem o conhecimento necessario e só lança confusão e isso ocorre em todas as areas onde se empregam oraculos e ciencias preditivas.

O pensamento perspectivista, uma questão de imagem, nos apresenta à possibilidade de uma nova transcendência, ou melhor dizendo: uma transcendência inversa, onde não há um sistema absoluto de medidas, de certezas, de verdades, nada "uniforme" que abarque e pasteurize os elementos numa "mesma coisa". Ao absoluto, o luto. Enquanto desejar-se viabilizar a astrologia por intermédio da estatística (esta fascinante forma de tortura em que se espremem os dados até que os números confessem aquilo que queremos ouvir), do céu pouco ou nada entenderemos.

Na verdade assim como a astrologia a Umbanda também não se deve a ter somente em citações mitologias, lendarias ou magisticas, mas devemos sim tentar entender de que forma os orixas tentam nos ensinar a cada momento. Pois cada um temos uma missão diferente. E assim as energias podem se manifestar de muitas formas. Por isso só a simbologia não nos vai esclarecer tudo, mas deve sim ser usada simultaneamente, com a intuição e com o tempo presente, em cada sessão de busca por conhecimentos. Para termos um melhor uso de conceitos, ensinamentos e energias atraves de leituras e simbolismos é o uso da Ética e da Prudencia em qualquer aréa que atuemos.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Discernimento é sempre importante.


Há o conhecimento natural que um homem adquire no decorrer da sua vida, por experiências, estudos, leituras, convivência com outras pessoas, viagens, pesquisas, buscas constantes motivadas pela ânsia de saber. O dom da ciência é uma revelação sobrenatural de algum fato desconhecido e que Deus quer que o homem tome conhecimento, através do seu espírito, pela ação do Espírito Santo. Isso só pode acontecer pela ação do Espírito Santo.

Por experiencia propria, também posso afirmas que o homem descobre muita coisa por meio de orientações externas paranormais e sobrehumanas. Ou seja, ele pode sim ser auxiliado, por seres não encarnados. E eu tenho certeza que muitos dos avanços tecnologicos e cientificos que temos hoje foram revelados assim. Para constatarmos isso é só observar a historia de grandes homens e inventores que tiveram inspirações ou revelações por meio de sonhos e visões.

Eu mesmo ja passei por essa experiencia de orientações espirituais, mas acordado e muito consciente. Somente em um estado de alta concentração meditativa. Isso aconteceu em um tempo em que eu estava muito confuso e desorientado. Naquele tempo onde eu estava em busca de respostas fui muito feliz, pois todos os incentivos e auxilios como tambem as respostas foram constatadas e concretizadas com muito sucesso. No entanto cada caso é um caso e quase sempre quando buscamos respostas não encontramos, pois tudo tem um tempo determinado. Mesmo lendo as palavras de Cristo que nos disse "Buscai e o Pai responderá", sabemos na prapica que isso não ocorre a todos que buscam. Até mesmo os grandes sabios passam por duros momentos de meditações, jejuns e provações para receberem algum auxilio.

No entanto sabemos que sempre em todo historia vimos e ouvimos falar de "escolhidos" com dons especials (mediunidade) que tinham uma maior facilidade em se comunicar com esferas superiores e com seres iluminados, pois tinham um grande dom.

Este dom permite que a pessoa identifique fatos recentes, como cumprimento de profecias bíblicas antigas. Somente o conhecimento da Palavra de Deus, permitirá que a pessoa reconheça uma profecia e o seu cumprimento. Exemplos: • O jovem Samuel, foi chamado por Deus e recebeu uma palavra de conhecimento sobre o futuro da família do sacerdote Eli. I Samuel 3:1-14. • Mais tarde, Samuel recebeu a revelação de que Saul seria ungido rei de Israel, e que ele estava escondido entre as bagagens. I Samuel 9:15-16 e I Samuel 10:22. • O profeta Eliseu preveniu o rei de Israel para não seguir por determinado caminho, por onde o rei da Síria passaria. I Reis 6:8-12. • Eliseu prediz abundância de comida. II Reis 7:1. • Eliseu recebeu uma palavra sobre Geazi, seu ajudante, que desobedeceu recebendo presentes do general sírio. II Reis 5:25-26.

No entanto muitos tem esse dom, mas não conseguem desenvolver prudencia e discernimento muitos acabam perdendo o dom que tinham muitas vezes por cair em erros e pecados.

O dom de discernimento não se limita, apenas a discernir espíritos demoníacos no momento de uma possessão. Discernimento é a faculdade de perceber diferenças, distinguir entre a verdade e o erro e de julgar as coisas claramente. O discernimento será útil na seleção do que ouvimos, falamos, lemos, vemos. É uma questão de disciplina! É ter percepção para reconhecer falsos profetas, espíritos enganadores e distinguir e separar entre o sobrenatural da parte de Deus e da parte das trevas.

“Vede pois como ouvis”. Lucas 8:18a. “Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus”. Tiago 1:5. “... todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar...”. Tiago 1:19b.
O discernimento, impedirá o desenvolvimento da raiz do mal, já cortada pela obra realizada na Cruz, mas arraigada na natureza humana. O discernimento favorecerá o crescimento espiritual, com a libertação dos desejos impuros da mente, da rebeldia e oposição à Palavra. “... tendo os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal”. Hebreus 5:14. “Se alguém tem ouvidos ouça... atendei ao que ides ouvir”. Marcos 4:23-24a.Existe uma relação entre o ouvir e o falar. Se alguém aceita tudo o que ouve, sem fazer uma seleção e sem distinguir a verdade da mentira, induzirá outros a crerem na mentira. O discernimento e a percepção, influenciarão nossas escolhas. É um dom essencial para a Igreja neste final de tempos. O conhecimento da Palavra de Deus é condição básica para o alcance e apuração da percepção e do discernimento. Este dom não pode ser confundido com perícia ou capacidade de analisar o caráter das pessoas, para descobrir falhas nos outros, isso até é proibido na Bíblia. “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados...”. Mateus 7:1-2a.

A pessoa com discernimento está preparada para reconhecer a fonte de certas doutrinas, aparentemente bíblicas, mas que distorcem as Escrituras. Com isso o crente é livre do mal e pode ajudar a outros. Muitas vezes ouve-se pregações, depoimentos, entrevistas e até milagres enganosos, com aparência de autenticidade. A pessoa com discernimento, conhecerá a mentira oculta e ajudará a manter a pureza e a santidade.

“O Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios”. I Timóteo 4:1.

Esses demônios se aproveitam da ausência de dons para enganar a muitos. Uma pessoa fica vulnerável, se não houver a sabedoria e a aplicação da Palavra de Deus. Para tudo o que é verdadeiro, há sempre uma cópia falsificada. Faz parte da natureza humana copiar quando não pode criar. Isso acontece em todos os setores: na moda, na indústria, no comércio, nas artes, na música e também nos assuntos espirituais. Os demônios imitam os dons do Espírito.

O uso correto dos dons vai depender muito da nossa comunhão com Deus, porque o nosso espírito é dotado de faculdades que possibilitam a intimidade com Deus. A interrupção de um testemunho, ou até de um sermão contradizente com a Palavra, é zelo pela casa de Deus.

É correção e disciplinação necessárias ao amadurecimento da alma e o aperfeiçoamento dos dons. A pessoa sincera não se sentirá humilhada, mas aceitará a correção com dignidade para seu próprio crescimento espiritual diante de Deus e da Doutrina de Deus. A utilização prática do discernimento dará à pessoa condições de julgar e impedir o abuso e a usurpação dos dons.

Uma pessoa que diz ser usada por Deus e afirma que Deus falou quando Deus não falou, está usando sua mente ou está influenciada por sugestões malignas. Sem discernimento, muitos preferem acreditar na pessoa e duvidar de Deus. Isto tem conduzido muitas pessoas e Igrejas inteiras à incredulidade, ao abatimento e a duvidar da justiça de Deus. Tem sido causa de perturbação em muitos lugares. Tem feito muitos estragos em Igrejas, que preferem proibir os dons espirituais, do que discipliná-los.

O dom de discernimento tem que estar aliado ao temor a Deus e nunca ao temor humano. Temer a Deus é condição fundamental da fé cristã, temor humano é doença dos tímidos e dos fracos. Jesus não teve temor humano quando chicoteou os vendedores no Templo. Ele é o nosso modelo. Não teve nenhum respeito humano, quando o assunto era a limpeza do Templo. “E, entrando Jesus no Templo, começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam, dizendo-lhes:Está escrito: A minha Casa é Casa de oração, mas vós fizestes dela covil de salteadores”. Lucas 19:45. Ler Mateus 21:12-13; Marcos 11:15-16 e Romanos 10:1-7.

Apurando o discernimento: Os escritores bíblicos não se cansam de apresentar em seus escritos, tudo o que eles observaram e assimilaram sobre a natureza, compreendendo e transmitindo os ensinamentos para a vida prática. A expressão: “quem tem ouvidos ouça”, encontrada muitas vezes na Bíblia, significa: “apure seus ouvidos para entender o que está além do que você vê, ouve e sente”. O ruído das ondas, as marés, o mar revolto ou calmo, falam da soberania de Deus; o som do vento traz notícias sobre o tempo, relâmpagos, trovões, tornados, terremotos, falam da Justiça e do Juízo de Deus sobre a terra.

Parte Prática: Vejamos o legado deixado por alguns dos patriarcas bíblicos que observaram, no seu tempo de vida, e nos transmitiram: · Jó fala da águia, da avestruz, do corvo. Jó 38:41. Ao mesmo tempo diz que a avestruz não tem sabedoria. Jó 39:13-17. Ler todo o capítulo 39. · Salmos citam: pardal, mocho, pelicano e andorinha. Salmos 84:3 e 102:6-7. · Na caminhada do povo, no deserto, Deus providenciou uma: nuvem de dia como cobertura para o sol. Salmos 78:14. Ler Salmos 77:14-20. · E uma coluna de fogo para iluminar a noite. Salmos 105:39. · Deus preparou, para o seu povo durante sua peregrinação, um caminho no deserto, no mar e no rio, lugares onde não havia caminho. Salmos 107:40; Salmos 106:9; Salmos 78:13; Salmos 66:6. Ler Salmos 114. · Provérbios fala de quatro pequenos seres cheios de sabedoria: formiga, coelho, gafanhoto e aranha. Provérbios 30:24-28. · O livro de Cantares de Salomão menciona 15 espécies de animais e 21 espécies de plantas.

Muita confusão tem acontecido, não só na religião Cristã, mas no meio esoterico, espiritualista e em especial naqueles que usam e abusam de rituais, magias , como tambem comuniação com mortos ou espiritos de outras dimenções. Por isso o importante é ter sempre prudencia e nunca esquecer do discernimento.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Os conceito dos pontos riscados


CONCEITOS DE PONTOS RISCADOS: Para o Umbandista, o ponto riscado é um instrumento para os trabalhos magísticos efetuados para entidades, afinal de contas ele possui um grande significado e valor mágico.

Na verdade é o selo, o cartão de visitas, a identificação, o brasão e bandeira da entidade. É uma espécie de campo de força onde o instrumento utilizado pela entidade em seu efetivo campo de trabalho é a Pemba.

E esta maneja as forças de sorte a lhe conferir afinidade com a entidade, identificado a quem ela se subordina, nem como os seus domínios ao ser usado para riscar o ponto.

Pode-se afirmar que a Pemba e um instrumento sagrado da Umbanda, pois nada pode se fazer com segurança sem os pontos riscados. A Pemba e confeccionada em calcário e modulado em formato ovóide alongado, e serve para, para ao riscar, estabelecer ritualisticamente o contato vibratório com as energias cósmicas. Os pontos riscados são verdadeiros códigos registrados e sediados ao mundo espiritual, eles identificam poderes, tipos de atividades, e os vínculos iniciáticos da falange.

Quando são traçados sem conhecimentos de causas, não projetam sua grafia luminosa e não passam de rabiscos inócuos. Como podemos ver, os pontos riscados é magia, então para se utilizar deles é necessário o devidos conhecimentos.

Riscar um ponto de traz para frente é inverter ou perverter a força da magia. Então não basta ver um ponto no livro para risca-lo sem o devido conhecimento. O mau uso do ponto riscado pode levar as conseqüências imprevisíveis, comparáveis as de um leigo em assuntos de eletricidade, entrando numa casa de forças e pondo-se a manejar as chaves ou embaralhar os fios, com o que acabara de provocar curtos circuitos, incêndios e eletrocussões em si e nos outros.

Um ponto riscado pode ser usado, dependendo do trabalho ou cerimônia a ser realizada, utilizando Pemba, marrafo (pinga) Fundanga (pólvora) Azeite, com o ponteiro na areia ou ate mesmo mentalmente, o que requer muita prática. Mas lembre-se: só se utiliza a pólvora ou pinga com autorização superior. Quanto ao uso da Pemba, estudo o sentido e o valor das cores, só utilize a Pemba preta aquele que foi autorizado para tal.

Na umbanda o mais usual é o trabalho com a Pemba branca, azul, verde e amarela, também é usual a cor derivada do vermelho. Lembrem mais uma vez que todo ponto riscado é magia, com todo significado da sua grafia e ondas vibratórias. Por exemplo, a suástica como símbolo sagrado, cujas utilizações dadas há tempos imemoriais, símbolo este utilizado mesmo pelos Papas da religião católica, teve suas ondas invertidas pelo pseudo-arianos e como símbolo, acobertou e direcionou a Segunda Guerra Mundial.

Outro símbolo também muito conhecido e adotado como símbolo de alta magia é a conhecida estrela de Davi, ou a estrela de seis pontas, que hoje sabemos através do conhecimento revelados aos Umbandistas, tratar-se da estrela do equilíbrio, ou seja, estrela do trono da justiça de Deus, que o nosso divino pai Xangô-yê. É interessante também observar que, quando um filho de Umbanda se apresenta perturbado dentro de um templo, muitas vezes notamos o Babalorixá cruzar seu corpo com Pemba.

Isto representa a escrita divida, através da magia para chamar a razão à entidade obsessora, a fim de que ela possa conhecer através deste traçado cabalístico, o seu erro e abandonar este filho que ate então obsidiava. Assim pode-se afirmar sem sombra de dúvida, que sem os pontos riscados nada se poderia fazer com seguranças, nem com firmeza.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
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