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A pombagira

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

O que é o amor? Como sentimos? Realmente amamos de verdade?


Se perguntarmos o que é o amor, cada um vai responder de uma forma. Alguns usarão a poesia, outros a filosofia, a psicologia ou sua experiência de vida e assim por diante. E é na verdade a resposta mais difícil de se dar. Até porque o amor é o mais nobre dos sentimentos, a maior das magias, a melhor das graças e o maior dos mandamentos. Constituindo-se assim no maior poder, capaz de afrontar e vencer até a morte, os pecados e o Diabo. Então podemos definir sim o amor de diversas formas, menos como maligno. Apesar de muitas pessoas dizerem que sofrem por causa dele, na verdade o amor nunca traria sofrimento. A verdade é que ele se apresenta apenas de forma plena e nunca encaixado a ilusões, mentiras ou malefícios. Assim, quando alguém ama e sofre ao mesmo tempo, é porque há uma lacuna, uma incompreensão e uma falta de harmonia. Ou seja, se sofremos por não sermos correspondidos, certamente a culpa é nossa e porque não entendemos que não se força ninguem a nos amar. E quando dizemos que não conseguimos esquecer um grande amor, pode até ser verdade, mas, conseguimos ao menos não sofrer com ele, e isso ocorre, quando compreendemos nosso interior e todo que vem de fora.

Muitas pessoas investem em platonismo, fetichismo, age de forma egoísta, egocêntrica, excêntrica e quer que tudo aconteça da forma que eles querem. Isso ocorre porque quase sempre não respeitamos o outro, a individualidade e não controlamos nossa passionalidade. 

Não é dificil ouvir a seguinte frase "eu não entendo como essa gostosa casou com esse cara feio...!" ou "como esse cara lindo e famoso quis essa mulherzinha sem graça?", bem há uma serie de razões que vão além da beleza fisica. Vemos que mulheres lindas, famosos e vaidosas, que gastam uma grana preta no salão, quase sempre casam-se com caras sem graça e sem beleza ou muitas vezes mais velhos que ela. Bem tirando a ambição e interesses tantos materiais, que grande parte tem, há em diversos casos outros fatores ainda, como não querer se envolver com alguem que seja bonito como elas, tanto por ciúmes como pra não competir, ou porque viveram romances desastrosos anteriormente e preferiram focar outros dotes daquele parceiro.

A verdade é que cada um é cada um e cada signo tem sua forma de amar. Não aquela formula mostrada em revistas que só levam em conta o signo solar, mas, o horoscopo individual de cada é que forma a essência do amor de cada individuo. Assim tambem como cada orixá, cada ori, cada carma e cada ancestralidade é que revela os saldos trazidos por cada alma, pra trilhar um destino que rume a felicidade... Namasté a todos.

Carlinhos Lima - Astrologo.

Júpiter em Câncer


A partir do dia 25 de junho deste ano, mais precisamente as 22h40 (horário BSB) o nosso querido planeta grande e gasoso entrará no signo de Câncer. Signo que representa a família, mas também representa o passado, o transbordo de emoções. É o signo mãe, que chora, que faz o drama mexicano, mas que também ama incondicionalmente, doa-se por completo e sabe como exprimir seus sentimentos, seja para dar um bom castigo ou para afagar.

O período vai favorecer os nativos de Câncer, tende também a ser uma ótima fase pra juntar as escovas de dente, começar sua família, estreitar laços familiares. Ou seja, se namora há tempos, talvez seja uma boa hora pra falar sobre o futuro (se isso for o objetivo da pessoa). Se está longe de sua família ou com assuntos chatos a resolver, esse vai ser um período em que o vento estará a favor dos reconciliamentos. E se já está casado e pensando em ter filhos, ótimo momento para a expansão familiar: gravidez, adoção, cachorros-gatos-periquitos.

Vaishlách: a história de Jacó voltando para sua terra depois de mais de 30 anos no exílio


Em Vaishlách, lemos a história de Jacó voltando para sua terra depois de mais de 30 anos no exílio. Quando está quase lá, ele fica sabendo que seu irmão, Esaú, está indo ao seu encontro com 400 homens. Imediatamente, acha que seu irmão ainda não esquecera o passado de desavenças entre eles e que está vindo para matá-lo. Imediatamente Jacó monta uma estratégia para se preparar para o confronto. Os Sábios da Cabalá notaram que esta estratégia envolvia: "tributo, prece e guerra."

Primeiro, Jacó envia presentes e tributos a Esaú, na tentativa de aplacar sua ira. Em seguida, Jacó faz uma oração sincera, e, por fim, prepara-se de fato para uma guerra. Segundo a Cabalá, os irmãos Esaú e Jacó representam forças polares dentro do próprio homem. Esaú representa nossa identidade autocentrada, egoísta e animalesca, ao passo que Jacó personifica nosso lado mais espiritual, nossa conexão com a alma transcendente.

A inimizade e a rivalidade entre os irmãos refletem a tensão interminável e o conflito entre estas duas forças em nossa vida. Nenhum de nós está isento desse confronto diário com Esaú. Constantemente recebemos a notícia de que Esaú está vindo para cima do nosso Jacó com 400 homens. Ou seja, constantemente temos rompantes de egoísmo e ataques de desejos animais e autocentrados. E para lidar com essas forças, podemos usar a estratégia de Jacó: "tributo, prece e guerra". Antes de mais nada, temos que dar tributos ao nosso lado Esaú, devemos creditar a ele algumas das nossas conquistas. Se fôssemos totalmente privados deste lado, também não seríamos o que somos hoje. Porém, esses tributos e louvores devem ser comedidos, sob risco de colocarmos este aspecto nosso no centro de nossa vida.

Para isso, usamos a prece. A prece nada tem a ver com reza, oração, ou rituais feitos dentro de um templo religioso. A prece é o contraponto dos tributos dados a Esaú. Assim como há que se reconhecer a existência da alma animalesca em nós, é preciso um tempo para reconhecer a nossa alma mais elevada. É quando deixamos de lado o ego e pensamos no outro, é quando pensamos em traços nobres em nós, como o amor, a amizade e a felicidade. O ideal é, portanto, que possamos dividir as energias entre esses dois lados. Pender para qualquer um deles não é saudável. Isso pode ser ilustrado na seguinte anedota:

Sherlock Holmes e Dr. Watson vão acampar juntos. Montam a tenda e entram nela para desfrutar uma noite tranquila perto da fogueira. No meio da noite, Sherlock se vira para o Dr. Watson e pergunta: “E aí, no que está pensando agora?” Watson responde: “Sherlock! Isto é um espetáculo. Estou contemplando as estrelas no céu, pairando acima de nós. Estou encantado pelo esplendor romântico da noite, e estou fascinado com esta vista magnífica do céu estrelado. E você, no que está pensando?” “Que alguém roubou a nossa tenda,” responde Sherlock. Neste caso, Watson representa o nosso lado espiritual, que se maravilha com as coisas do mundo, e Sherlock o nosso lado prático. Se ficamos muito "Watson", alguém rouba nossa tenda e não nos damos conta. Por outro lado, se ficamos muito "Sherlock", só vemos a tenda roubada, e não conseguimos olhar o céu.

No entanto, é importante lembrar que só isso não basta. A estratégia de Jacó tem um terceiro ponto. Dividir nossos tempos e esforços entre tributos e preces, entre a alma animal e a alma mais elevada, não é o suficiente. Ainda é preciso se preparar para a guerra, caso ela se faça necessária. Se vemos alguns traços em nós que nos incomodam, devemos declarar guerra contra eles. Quando percebemos algo em nós mesmos que é realmente um inimigo, a estratégia de tributos e prece não ajuda. É preciso uma batalha, um combate.

Curiosamente, no entanto, a guerra acaba não sendo necessária. O texto nos conta que quando Esaú se aproxima de Jacó, ele o abraça e o beija, esquecendo de todo o passado, e lembrando apenas que ambos são irmãos. Assim, embora nos preparemos para a guerra, e isso seja aceitável, se seguimos à risca a estratégia de tributos e prece, a necessidade da guerra é anulada. Se realmente conseguimos integrar as duas polaridades dentro de nós, e se conseguimos fazer com que Esaú e Jacó se beijem e se vejam como irmãos, vivemos em paz e harmonia, sem a necessidade de conflitos. 
Y. A. Cabalista

Energias astrológicas atuando sobre o Brasil


No mapa natal do Brasil, esta quadratura que está em atuação no céu revela-nos a raiz de toda essa busca popular por transformações, só que os planetas estão em signos opostos do atual aspecto no céu. Quando D. Pedro proferiu a famosa frase "Independência ou morte!" contra seu pai, o rei português D. João VI, que essa proclamação seria de ora em diante o "mantra" brasileiro das últimas centenas de anos. Tem sido assim, desde então, até aos dias recentes em que a democracia começou a funcionar a sério. Quem levantar o mapa do Brasil [7 Setembro 1822 - 16h11 - São Paulo, Brasil] verificará com rapidez que nesse dia, Plutão estava retrógrado em Áries / Carneiro, no grau 0º14' e Úrano estava também retrógrado, em Capricórnio, a 3º24', por sua vez conjunto a Neptuno também retrógrado, em Capricórnio, a 2º30'.

Este Netuno que estava junto, é na verdade um dificultador, aquele que deixa tudo difuso, cria neblinas e ilusões, mesmo agora. Porém vimos que o Lula, mesmo fazendo tantas lambanças, se passou em bem, iludiu a nação pelo país imáginário do PT e criou-se como um mito, porque Netuno estava bloqueando o signo do Ascendente do país e Urano, o regente desse Ascendente, passeava em Peixes, danto todo aval e fechando a consciência do brasileiro. Mas, agora não. Pois todos dois mudaram as configurações, posições e mudaram a neblina, por isso o marketing da Dilma não tá funcionando como o esperado por seus marqueteiros...

É a influência, aceita por todos que um aspecto no céu, pode replicar no mapa natal. Parece ser o que está a acontecer no Brasil. Por isso, fico feliz com este acordar brasileiro, porque as coisas são como são e nada mais.

Mas, temos que ver a configuração em sua totalidade e isso faz-nos enxergar como ela é complexa, perigosa e as vezes impede uma mudança de verdade. Pois continua colocando muita desorientação na cabeça do povo - o lado positivo disso é que mascaras caem, com Saturno em Escorpião e poderosos caem de seus tronos com Plutão em Capricornio. Mas, o lado negativo é que com a proxima entrada que é de Júpiter exaltando-se em Câncer e se oponto a este Plutão, fortalece o nebuloso e sonhador Netuno. E o que isso tem de ruim? Bem, poderá fazer com que oportunistas das ruas, manipuladores falsos e que voltem a iludir as pessoas apenas mudando os metodos, subam ao poder. Uma prova dessa miopia do povo é apostar no Joaquim Barbosa, que como vimos em suas declarações recentes, que aliás, ele como presidente do Supremo não poderia expressá-las, mostra-nos que ele pode até ser bom juiz, mas, certamente um péssimo político e com a mente muito retrograda e cheia de ideias surreais! Propor que haja candidaturas de pessoas sem partidos é no minimo uma aberração em qualquer sistema. E se nos EUA tem essa possibilidade de qualquer lançar candidatura, devemos entender que por outro lado, ninguém nunca consegue se eleger sem o apoio dos colegiados manipuladores de lá. Portanto a realidade é outra bem diferente.

Mas, voltando aos astros, vimos que essa quadratura e as configurações como um todo que agem sore o momento, tiveram o gatilho disparado por Marte em Gêmeos que gerou a força nas redes sociais e nas ruas. Marte então por Ogum é o grande general como já disse em outro post. Ele em determinadas posições sempre vai esquentar ou esfriar movimentos, pois Urano e Plutão estão em portais de sua responsabilidade...

Carlinhos Lima - Astrólogo.

Mesmo que a guerra esteja assolando lá fora Deus está dentro de nós e nos tranquiliza!


O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.

C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conhecia os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:

“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.

Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso (Para obter informações mais detalhadas sobre as afirmações de Jesus a respeito de sua divindade, consulte “Jesus afirmou ser Deus?”).
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