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A pombagira

domingo, 2 de fevereiro de 2020

FOTO mostra belos detalhes de galáxia espiral e seu misterioso centro supermassivo



Uma imagem captada pelo telescópio espacial Hubble, da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA), mostra em detalhes uma galáxia espiral barrada e seu misterioso buraco negro.

Como pode ser observada na foto, a galáxia, listrada com ramos de poeira avermelhada, é a NGC 1022, classificada como uma galáxia espiral barrada e localizada na constelação Cetus.
"A barra de estrelas pode ser observada no centro da galáxia, com braços em movimento emergindo de suas extremidades [...] Essa barra é menos proeminente que em alguns primos barrados da galáxia e proporciona uma aparência achatada, entretanto, as faixas de poeira em torno do disco garantem sua beleza", segundo um comunicado da agência.
Galáxia espiral barrada, NGC 1022
Galáxia espiral barrada, NGC 1022
A imagem faz parte de um estudo sobre uns dos habitantes mais notórios do Universo, os misteriosos buracos negros.
A NGC 1022 e seu buraco negro supermassivo foram descobertos pelo astrônomo William Herschel em 10 de setembro de 1785.

Microrganismos perigosos estariam 'comendo' EEI? Cientista responde



Cientista deixa claro que os microrganismos existem e são conhecidos há muito tempo, e avalia o grau de perigo que eles podem representar.

De acordo com alguns relatórios, os microrganismos estão comendo a Estação Espacial Internacional (EEI): os astronautas encontraram mais de 100 pontos danificados pela corrosão. Como resultado, a despressurização pode estar ameaçando a estação.
Especialistas acreditam que é por isso que agora é necessário encontrar formas de controlar essa corrosão e arranjar os dados. Na Rússia, já estão instalando o equipamento necessário para testá-lo na EEI.

© CC BY-SA 2.0 / SAWTOOTH / EARTH FROM ISS
Terra vista da Estação Espacial Internacional (EEI)
O serviço russo da Rádio Sputnik falou com um pesquisador do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências da Rússia, Nathan Eismont, para saber mais sobre a origem da ameaça.
"Os microrganismos não foram detectados ontem. Sabe-se há muito tempo que estão lá, mas a questão é qual é sua natureza, e se eles são perigosos. No entanto, posso assegurar para vocês que a despressurização da EEI é muito improvável neste momento", disse Eismont.
Esses organismos são estudados através da recolha de amostras da corrosão espacial, e depois trazidos de volta à Terra para análise detalhada. Eismont não descarta que eles tenham se transformado em algo mais perigoso, o que seria "um problema de outro nível". Mas até agora não houve tais descobertas e, na sua opinião, falar sobre o perigo iminente para a estação é um exagero grosseiro.

Outros fatores

O que tem um grande impacto na estação e na sua tripulação é a radiação. A única coisa que os salva da destruição é o campo magnético da Terra. Se estivesse orbitando Marte, por exemplo, a viagem seria imensamente mais perigosa para as pessoas a bordo e para os dispositivos, diz o cientista. É por isso que a EEI voa a essa altura, e não mais alto.
Outro efeito nocivo da radiação tem a ver com os painéis solares dos dispositivos espaciais, uma vez que sua eficácia é drasticamente reduzida sob estas condições. Na verdade, pode até haver casos em que os painéis solares parem temporariamente de funcionar. Ao longo dos anos, estas peças essenciais tiveram de ser substituídas à medida que foram se desgastando por radiação.
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