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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tarô na Umbanda-Astrologiaca = desvendando os arcanos com o Arqueômetro

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O taro não nega nenhuma das fases humanas, tanto a nível, mental, físico ou espiritual. Ao investigarmos os naipes, com profundidade, podemos perceber que o baralho nos fala de temas polêmicos profundos e ocultos que mexe com a nossa fé e imaginação. Como por exemplo, Castigo Divino, Inferno, reencarnação, Céu, Demônios e muitas outras coisas. Além do mais, ele nos mostra que está contido nele, passagens de tempo, ciclos, ritmos, elementos, astro-síntese e contagem das Eras, igualmente como a Astrologia.

Cada carta tem um significado oculto importante e está ligada aos princípios hierárquicos do cosmos. Tem sim ligação com a Roda Zodiacal, aos devas, aos anjos e aos Senhores do carma. E assim como o Zodíaco tem sim uma contagem de tempo em seus Arcanos, com seus símbolos, elementos e toda configuração geral.

O Tarô esta ligado as outras ciências. Ao contrario do que muitos pensavam ele não é um simples jogo, pra se tentar adivinhar o futuro, pelo contrario, ele é sim um jogo divinatório que tem um simbolismo oculto importante, o qual ajuda o homem a descobrir parte dos mistérios a que procura desvendar pra seguir sua evolução.

Na Astrologia por exemplo se fala muito na Era de Aquário e em todas as conseqüências que sua chegada vai causar e que estamos vivendo dentro dos contextos da Era de Peixes que ruma pra seu final. Mas, no Tarô qual Arcano Rege esta Era? Bem, essa Era, que foi marcado por muitas provações, religiosidade e busca do Espiritual, tem a regência do Arcano 18 (a Lua).

Por isso uma era conturbada cheia de guerras, desuniões e confrontos. Esta carta mostra uma neblina na alma do homem e sua simbologia mostra a necessidade do homem em buscar o Sagrado, pra se refugiar de seus Demônios internos que o persegue constantemente. Essa carta, mostra através de sua simbologia, os medos do homem e de como ele busca refugio nos submundos, apesar de olhar para o alto como se buscasse uma proteção lunar, ele se enfia no mundo do fanatismo, sectarismo em meio a falsas religiões, demagogia e utopia espiritual. E o pior é que quando nem isso o satisfaz ele busca no plano da mente uma satisfação pro seu vazio existencial. Daí se envolve com drogas, crimes e corrupção. Essa corrupção que cito aqui, não se refere apenas em termos de dinheiro, mas, de vender a alma literalmente, para o mundo do crime, onde as pessoas se prostituem vendendo o seu corpo, sua imagem e se prostitui com os demônios da cobiça, da luxuria se denegrindo a alma com tanta brutalidade que ela vai se tornando num ser cada vez mais longe do seu Criador.

Tolo são aqueles que não acredita na existência de Demônios, eles existem sim de muitas formas, não apenas em forma mentais, ou Egrégoras, mas, tem sim uma forma física, são seres malignos, que nos tentam e querem nos levar através de nossas fraquezas e pecados, para o mundo dos mortos. Como todos os mistérios, aquele é desvelado no Barith-Ha-Kadoshah: Ha-Bashorah, Ha-Kadoshah, de São Lucas, 8, 27. Observai estes números lunares e mensais:

Lucas = 8, 27-31: 8:27 — "E, quando desceu para a terra, saiu-lhe ao encontro, vindo da cidade, um homem que, desde muito tempo, estava possesso de demônios e não andava vestido nem habitava em qualquer casa, mas nos sepulcros."

8:28 — "E, quando viu a Jesus, prostrou-se diante dele, exclamando e dizendo com alta voz: Que tenho eu contigo Jesus, filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me atormentes." (O Helião de Melquisedec.)

8:29 — "Porque tinha ordenado ao espírito imundo que saísse daquele homem; pois já havia muito tempo que o arrebatava. E guardavam-no preso com grilhões e cadeias; mas, quebrando as prisões era impelido pelos demônios para os desertos."

8:30 — "E perguntou-lhe Jesus, dizendo: Qual é o teu nome? E ele disse: Legião; porque tinham entrado nele muitos demônios."

8:31 — "E rogavam-lhe que os não mandasse para o abismo."

Aqui, como em todas as partes, resplandece a humanidade celestial de Jesus, a do divino modelo, da divina imagem de IHOH, sobre o tipo no qual foi criado o homem no mundo divino, no Aïn-Shoph do Verbo: Aïn, o Anterior, como disse Moisés.

O Verbo Criador e Encarnado satisfaz aos demônios. Graças à sua piedade, passarão da mais terrível prova, a do Fogo, para uma mais doce, a da Água.

8:32 — "E andava pastando ali no monte uma manada de muitos porcos; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e concedeu-lho."

8:33 — "E, tendo saído os demônios do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se de um despenhadeiro no lago e afogou-se."

Quantas coisas podíamos dizer sobre o que foi dito! Em toda a Sabedoria Ancestral, a água é o veículo do espírito, e o espírito que anima tem como correspondência zoomórfica uma pomba aérea e aquosa e o espírito do animal impuro, uma porca. E assim que o nome do Bautista é o da pomba que se pode ler no Arqueômetro na conjunção das letras trígono da Terra dos Viventes, debaixo da linha de horizonte do Triângulo das Águas Vivas.

Esse hierograma é IO unido à letra solar N. E o Ioni cosmogônico dos Vedas e o IO-NaH de Moisés. iOaN, Juan (São João).


O Arcano da Lua, mostra como a Lua influencia a mente, em seus níveis mais profundos da alma, a psicose humana, mexe com as marés, com a imaginação e tem total influencia em todo o sistema produtivo no mundo biológico do Planeta. A Lua, sempre foi sinônimo de influencia entre os loucos, por isso os doentes mentais são chamados de lunáticos. Ela também representa no Taro a obsessão por espíritos impuros e na Umbanda-Astrológica é Egum. Mas, não só demônios em evolução como também Demônios infernais, que dificilmente poderão encontrar de volta o caminho pra luz.

Para que possam subir um grau na existência do mundo, que é invisível somente aos olhos semicegos da carne, esses Demônios sabiam que precisavam da graça de Jesus, e a possibilidade de repelir, sobre corpos impuros, o fogo subetéreo que os consumia. Sabiam também que, depois desse sacrifício à Divina Substância, precisavam da água lustrai que somente a divina presença do Senhor vivificava. E como eram almas de homens, que de algum modo foram infernalizadas pelos seus crimes, sofriam: a piedade divina os perdoou porque eles lhe suplicaram. Ela perdoará da mesma forma o ladrão à direita na cruz.

Seja o Verbo Criador, Encarnado ou Ressuscitado é a existência da vida eterna e esta vida, em toda a sinergia da sabedoria divina, em toda a energia do divino amor; a existência da vida soberana com seu dom real da graça. Suas Leis diretas não são abstratas, são viventes; são seres criados, existente e subsistentes. Mesmo que os filósofos que fabricam Deus e o Universo segundo a sua imagem, em geral não admitem a graça, a piedade e tudo o que de perto ou de longe tem mais a ver com o coração que com o cérebro. Seu ideal subjetivo é uma espécie de impassibilidade desdenhosa das paixões e até do sentimento, já que, passível, voltamos a encontrá-lo também na Psicologia chamada animal e, no fundo, analítica do homem. Esquecem que atrás da passividade que implica o termo paixão existe uma energia mãe, ativa, que expressa o termo afeto, o fogo cujo pensamento é a claridade; mas é surpreendente quando nos encontramos com a abstração em lugar da vida.

Fa-ri, um dom de graça real outorgado pela Existência Divina ao nada ou ao caos. É um Habeas corpus universal; e a chamada Ananké é, de fato, a providência, a previsão, a provisão dessa mesma graça soberana. Mais ainda, essa carta constitucional da existência divina é livre e aceita eternamente em sua mesma substância, pelos mesmos seres arcangelicais, e esses seres são a palavra vivente do Verbo, como as letras de seu alfabeto psíquico: A-Th.

O antigo Fatum, que o Ananké, que o ateísmo, injustamente encarregadas pela Escola Iônica, por Hesíodo e por Homero, do governo dos deuses que são nossos anjos (às vezes nossos demônios), e da ordem universal invisível aos nossos olhos terrestres. É por essa razão que São João, lido na língua das XXII letras, em siríaco, ou em hebraico, diz: "O Princípio é o Verbo, e o Verbo é o ATh dos ALHIM"; o que significa que os ALHIM são o Verbo como na ontologia andrônica das funções ou faculdades do ROuaH ao NePheSh, e as do NePheSh ao NiShema.

Assim quando o homem está sob a influencia da Lua, ele se deixa levar pela neblina das emoções e se deixa pegar pelo vazio, ao contrari ode quando olha para o Sol e se banha na luz do Criador. Procurando no Arqueômetro, por exemplo, os três hierogramas da ontologia humana. Veremos imediatamente todas as suas correspondências no duplo Universo, começando pela divina Trindade, sua héxada e seu centro solar, aquele do Lumen de lumine, ou de qualquer Sol ou coração astral de qualquer coração solar que seja.

ALHIM, ATh-Ha-ShaMa-Im, Alma dos Céus fluidos e Ath-A-ReTs, alma da unidade e da universalidade gravitante". Pois A = 1, e ReTs significa: gravitar, correr em círculo; em sânscrito: StaR: estrela, astro, astralidade. Assim a Astrologia é um presente do Criador, pra que possamos acompanhar todos os movimentos cíclicos. E a criação do Taro, foi pra condensar uma forma de sabedoria contida no Zodíaco e tornar mais palpável ao homem que não pode alcançar o tempo todo a simbologia astrológica contida na Roda Zodiacal.

Quarenta e cinco é o número de Adão. Trezentos e sessenta é o número do espírito que preside à harmonia do tempo sem limites, o Ga-Na hebraico do Na-Ga védico. 360 = 45 x 8; 8 = H que governa Câncer, a Porta do Homem. É o H de Heva. 360 = 9 x 40 e 40 = M. Veremos, ao descrever a reforma de Krishna, a função desta última letra. O duplo hierograma HAM e SHIN tem por número 45, de uma parte, e 360, da outra. Sua soma é o número 405 = 45 x 9.

O nome dado pela infanta egípcia a Moisés engloba, como vimos, o nome do Jesus M-OUSHI, ISHO. Se os rabinos não puderam encontrá-lo na escrita habitual do nome de Moisés, MOShE, é porque eles ignoravam a separação da Chave de 5, dada por Daniel em várias palavras cujo significado precisava ser ocultado. Em hebraico, porém, essa Chave é dada em outro hierograma: MOUShI-Wo, o Libertador. Moisés foi realmente o libertador, não tanto dos judeus, mas da ortodoxia patriarcal, na qual impôs o Selo divino em nome de Jesus.

Os rabinos têm procurado em vão por toda a parte a etimologia de Matatron; está no sânscrito MATA, Matesis. TRON, Tràna, salvador e salvação. O Talmud e a Qabbalah chamam o Inspirador celestial de Moisés com o nome de Moetatron, mas isso não é mais do que um véu do nome verdadeiro. A pronúncia realmente foi alterada, afetando as interpretações dos povos árabes e judeus no som do "e", em certas posições da letra "a"; como em Alhim pronunciado Elohim; porém, escrito desta forma: MAeTATRON = 316 = ISHO.

As dificuldades que envolvem o sentido do termo Matatron, tão nebuloso aos que ignoram essas correspondências, surgem também em outro nome, Shadaï que tem dado canseira e tirado a paciência de muitos Rabinos; porque existem duas escritas deste nome, que é lido deste modo: ShADAI = 316 é o Verbo, o ShVa-DHA em vattan, o Swadha em védico e IShO, Jesus.

A correspondência dos termos com os números sobreviveu à divisão das línguas. Por exemplo: M = 40, pronunciado MA, significa a água em vattan, em védico e em muitas outras línguas orientais. No extremo Ocidente, entre os incas, ATL = 40, raiz do termo Atlante, também significa água. Essa chave, que explica somente uma das correspondências sagradas da palavra arqueomeinca, pode ser aplicada em todos os Livros Sagrados, inclusive em todas as mitologias. Isso prova o que dissemos em nossas notas sobre a CaBaLaH dos patriarcas e de Nosso Senhor Jesus Cristo, seu inspirador. Nisso, os judeus foram apenas intermediários, mas às vezes de uma forma involuntária e inconsciente, com exceção dos seus Profetas.

O nome do Pai proclama o Filho, a divina Essência e a divina Existência. IHOH, que significa "Eu a Vida" e "Eu Sou", tem por número 26. Esse número misterioso, tomando as letras pelo seu valor numérico, dará CO em vattan e em védico, e depois, em sânscrito, CV, CaVi, o criador pelo seu Verbo, Deus Poeta.

No primeiro trígono arqueométrico, aquele do Verbo e de Jesus, essa poesia divina é lida como PhOSh-Ya, e, dirigindo-nos pelo védico e o sânscrito ao grupo chamado semítico, porém anterior a Moisés e à PhOSh-Ya. vemos que essas antigas línguas têm o mesmo sentido da manifestação solar, da Cosmo-Fania do Ya, da Suprema Beleza Criadora, e tem seu radiante esplendor nas mesmas letras do Nicod bilo ShOPh.

Por outro lado, incluindo os Cabalim dos alfabetos que chamamos de "lunares", entre outros, os Koranitas esotéricos dizem, conforme o livro litúrgico chamado Maksurâ, na folha 40: "Chama-se Maetatron ao chefe que vê Deus cara a cara; é chamado igualmente de IeShOua". A figura bíblica de IShO sob essa relação teóptica é Josué olhando para o Sol. Veja aqui que mais uma vez o homem direcionado, para a Luz, se banha na fonte de sabedoria com o brilho do Sol e não na ilusória luz refletida pela Lua.

A humanidade na regência de uma Era governada por este Arcano, se torna doentia, onde as drogas a cada dia ganha mais terreno, o crime só aumenta e muitos distúrbios mentais ganham forçam na alma dos seres com muitos distúrbios que geram distorções de caráter e desmoralizam a alma, como a pedofilia, a corrupção, prostituição em todos os níveis e corrupção desenfreada. Podemos notar claramente que no Arcano da Lua, verificamos um esquema formado por uma simbologia sombria, quase sem cor, num cenário noturno e triste. Assim quando se vive essa influencia na alma, o homem busca satisfação no campo da imaginação e quando não consegue pode se deixar por obsessão e vícios horríveis.

Baseado em Dados do Alfabeto Vatâmico, Esotéricos do Arqueometro de Sant Yves.

Carlos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.


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