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A pombagira

sábado, 10 de julho de 2010

O Oráculo Secreto. 200 Odus (presságios) da cultura Afro-Brasileira



O Odú é um termo africano do dialeto Yorubá e Fon que determina o DNA espiritual de uma pessoa ou local e situação. Tem sua origem na própria criação do mundo e muitos deles não tiveram sua origem na terra. Foi a forma técnica que os sacerdotes das tribos africanas encontraram para decodificarem os enigmas e os segredos do universo e do ambiente que os cercava.

Odú é um presságio de um momento do passado ou do presente que poderá alterar ou não um futuro ora, inexistente. O Odú traz em seu conteúdo uma gama de informações sobre uma pessoa, local, situações diversas ou política. Odus são 401 titulares e mais 1200 “omó-odú (sub-Odús).

E somente os babalawos fazem a leitura dos jogos. Oduduwa tendo o conhecimento do jogo de "perguntas e respostas" (Urim e Purim) dos hebreus, adaptou-o ao sistema africano e codificou-o para entregar o segredo a Setilú, tanto no sistema de "Opélé Ifá", como Ení Ifá e Fu-Fú. Estebeleceu-se imediatamente os dois tipos de leituras que seriam passados às gerações furutas com o nome de Ifá Igbá Ilá e Ifá Obé Keruáti.

O Jogo-de-Búzios e os Odus correspondentes a eles foi instituido por Oduduwá, que investiu um sacerdote chamado SETILU, o qual entronizou a divindade Orúnmilá ou Baba Elérin Ipin que significa "O Céu me fala" ou a Fala do Céu. Setilu então, estebeleceu as regras da leitura desse jogo que passou a se chamar IFÁ, na realidade o verdadeiro nome de Setilú. Setilu criou sacerdotes, especialistas na leitura desses jogos, a quem chamamos de Babalawô, ou seja "pai, senhor dos mistérios e segredos".

Lida com Odú somente sacerdotes (Babáolorisás e Yialorisás), Ologbôs, YialéMolés, Oluwôs, Baabalawôs, Ojés, Alagbás e Alapinis. – Todos devem ter esses “graus” comprovados.
O Odú responde através do Jogo-de-Búzios (16 búzios) mediante suas “caídas” na peneira ou toalha de jogo. O Odú tanto usa os búzios como as castanhas de Ifá (8 metades) conhecida por Opelé Ifá. O Odú se divide em duas partes: Pupa (vermelho) e Funfun (branco) – Ou ainda em positivo ou negativo. Ambos, Pupa e Funfun se alternam no posicionamento, invertendo suas posições. Isto significa que o Odú que hoje está Pupa, amanhã ou na semana que vem poderá estar Funfun.

Sendo o Odú uma espécie de inteligência natural (terrena e extra-terrastre), e as vezes artificial, porém inteligência, possui uma gama de informações e poderes muitas vezes capazes de provocar fenômenos que alteram relevos locais e conseqüentemente a vida de cada habitante deste mesmo local. Em conseqüência os Odus pessoais são alterados e têm que ser tratados ou propiciados. Desta forma passamos a descrever os meandros e os chamados “Segredos dos Odus”. Propicia-se um Odú fazendo-lhe oferendas diversas que variam do conhecimento de cada sacerdote ou especialista. Nunca se despacha um Odú – mesmo ele sendo negativo.

O Odú portanto, é formado por substâncias químicas como água, carbonatos, nitratos, sulfatos, compostos de carbono e amido. Aliás o amido é uma substância química constantemente usado nas oferendas (ebós), aos Odus nos candomblés brasileiros nas formas do milho branco (acaçá), e milho vermelho (axóxó), a água está presente em quase todas as oferendas aos Odus, o potássio, na banana (Obé-jokô), o carbonato que é o cálcio no leite (mungunzá) e outros.

Esta técnica do conhecimento do jogo de Odús propicia o conhecimento e nos prova que existe a interligação entre os Odús (caminhos de Odú) os quais promovem uma mutação gerando outros elementos, “sub-odús” e mesmo Odús. Assim como no decaimento radioativo, o urânio decai para tório e com o decaimento do césio libera-se prótons, nêutrons ou seja ENERGIA pura concentrada, o “caminho de Odú” transita da mesma forma liberando Energia pura concentrada.
Assim, os elementos químicos geradores de substâncias como nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, carbono, sódio, cálcio, ferro e zinco, estão presentes na ritualística dos Odus e no dia-a-dia da prática das casas de orixás. Portanto, longe de serem fantasias criadas por seus praticantes, o ritual dos Odus é um conhecimento técnico de química e física quântica que precede em muito a existência de Isaac Newton. Portanto, válido!

E por assim ser, concentrada, as oferendas de Odús são pequenas sem qualquer suntuosidade ou luxo, porém densas de energia, pois a densidade é igual à massa sobre o volume, ou seja, a densidade é inversamente proporcional ao volume. Quanto maior o volume, menor será a densidade e vice-versa. Quanto a isto ouvimos de uma sacerdotisa Ijexá (na Nigéria) a seguinte explicação: Odú jé Oluabi tabi Oluikú! – (Odú é O Senhor da Vida ou O Senhor da Morte).

Fonte de Pesquisa: Yorubanas

Os Pontos magicos da Umbanda


Desde há muito tempo os Esotéricos de todas as Religiões sabem que o Ser Humano é o Ponto de Junção entre o Plano Espiritual e o Plano Material porque suas funções cerebrais transmitem a percepção do Mundo Físico, captadas por seus cinco sentidos básicos, à sua Consciência Individual, a qual tem o poder de aperceber-se, para além dos reflexos instintivos, dos substratos astrais contidos nesses contatos, gerando a percepção extra-sensorial.

Desta forma, com os Símbolos Sagrados, pode-se invocar, fixar e/ou irradiar a Força Astral de uma Vibração Ancestral em determinadas grafias que, magisticamente fixados em suportes materiais bem preparados, passam a se constituir em Meio de Comunicação entre o ambiente astral e o ambiente físico. É dentro dessas condições que os Símbolos Sagrados têm larga aplicação na Magia Talismânica, mormente no preparo de seu Talismã de Proteção Astral.

Não existe fenômeno material sem substrato astral e vice-versa! Todas as Entidades Astrais, sejam de que Plano Espiritual forem e de qualquer denominação, necessitam do fator "meio", ou seja, de suporte material adequado para se revelarem no Plano Físico.

Assim, também os Símbolos Sagrados não são meros sinais gráficos materiais. Na verdade, eles reproduzem as estruturas esquemáticas dos Campos de Forças do Mundo Astral e refletem o fluxo e a atuação das Forças Sutis Astrais sobre as Forças Elementares Cósmicas, Planetárias e Terrestres.

Por isso mesmo, a Matemática Pitagórica Helênica relacionou o Ser Humano à Entidade Matemática Cinco (número 5), justamente pela existência dos cinco sentidos humanos: visão, audição, tato, olfato e paladar. Daí decorre o fato da Geometria Esotérica relacioná-lo com o Polígono Piramidal por este objeto ter cinco (5) superfícies: quatro verticais inclinadas e uma base horizontal plana.

Um Talismã Mágico, de origem européia medieval, a seguir exibido, demonstra claramente os conceitos acima expressos: [Photo]O Pentagrama apresenta-se nas duas posições antagônicas, positiva e negativa, conforme se veja seu verso ou seu anverso: Os nomes de Adam e Eve contrapõem-se aos de Samael e Lilith, o Arcanjo do Sol e a Potestade da Lua Negra, todos eles personagens míticos Semitas;Uma Figura Humana contrapõem-se à figura do Bode Expiatório.No círculo exterior, apresentam-se letras do Alfabeto Hebraico, as quais têm relações específicas com a Kabalah e que podem ter caráter defensivo ou retaliatório.

A Magia Talismânica Heleno-Semita simboliza-o pelo Pentagrama, a conhecida Estrela de Cinco Pontas, por assim melhor poder expressá-lo em sua Dupla Polaridade : Positiva = Uma só de suas pontas apontando para cima;Negativa = Uma só de suas pontas apontando para baixo. O Pentagrama em posição positiva é o símbolo do Ser Humano harmônico e evolutivo, com seus desejos e instintos submetidos à sua consciência; o Pentagrama em posição negativa é o símbolo do Ser Humano desajustado e regressivo em conflito consigo mesmo, cuja consciência está subjugada aos seus instintos.

Assim, a figura geométrica da Estrela de Cinco Pontas é um símbolo talismânico universal da Raça Humana e tem-se notícias de seu uso no Tantrismo (Índia e Tibet), na Kabalah (Judéia), no Pitagorismo (Grécia), na Magia (Europa Medieval), na Teosofia (nas modernas Europa e Américas). Então, também por que não utilizá-lo? Pois, sendo o Ponto de Junção por excelência entre o Material e o Imaterial, qualquer Ser Humano precisa e depende de manter atuante, equilibrada e benéfica a sua condição de "receptor de percepções extra-sensoriais" procurando sempre repor as energias bio-elétricas que seu corpo físico despende na prática de cultos esotéricos, caritativos ou não.

Para isso, ele precisa estar em sintonia harmônica com a Vibração Original que emana de sua Vibração Planetária, cuja Força Sutil dinamizava os Astros Celestes que regiam a Natureza no momento em que aquele Ser Humano sorveu o primeiro Hausto de Vida em seus pulmões, ou seja, no momento de seu nascimento.

omes Esotéricos e/ou Iniciatórios, bem como pode representar os Vórtices e Canais de Energias Sutis que percorrem o organismo intra e supra corpóreo do Ser Humano, caminhos de energias estes que são, também, controlados pelo Arcanjo Inferior, o Senhor Guardião do Corpo e dos Caminhos do Destino de cada um de nós, os quais ele abre ou fecha conforme os méritos e os deméritos de nossas ações conscientemente perpetradas.

Como vimos, a Vibração Planetária é determinada pelo seu natal e a ele estão ligados seu Arcanjo, Anjo de Guarda e seu Guardião do Corpo e dos Caminhos de seu Destino. Portanto, na Magia Talismânica, não é o bastante representar o Ser Humano pelo Pentagrama; é necessário também: Classificá-lo por Forças Sutis Espirituais, Astrais e Planetárias;Individualizar a sua Falange Espiritual, com seus Mentores e/ou Protetores;Nominá-lo por seu nome astral e/ou iniciatório; E, para isso, a Magia Talismânica tem seus próprios Símbolos Sagrados para representar as suas Vibrações Ancestrais, Mentores e Protetores, aos Planetas e Signos Zodiacais, às Forças Elementares da Natureza, à Numeralogia e Grafia Sagrada com que cria e grafa

Com o conjunto desses Símbolos e com sua Grafia Sagrada, não precisa recorrer à simbologias de origem Egípcia, Tântrica, Hebraica, Grega ou Latina para compor seus Sinetes ou Talismãs.

É de se notar, também, que as representações das formas geométricas (e a matemática que as inspiraram), não são propriedade exclusiva de nenhuma civilização ou época. Elas existem desde sempre na Natureza: a espiral da casca de um caracol, o oval de um seixo rolado, o triângulo de uma lasca de sílex, o cubo, a pirâmide, o hexágono das colméias das abelhas e muitas outras formas encontráveis nos minérios e nos cristais, a forma poligonal de uma estrela-do-mar, etc.! No entanto vemos muitos pontos espalhados por ai, ou que foram inventados ou mal formulados e isso é muito perigoso.

Tambem vemos que a uma mistura muito grande elementos muito desordenados, para que seres espirituais passem seus interesses maldosos fazendo mal as pessoas. Por isso prudencia é fundamental.
Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

O poder dos Arcanos



A leitura das cartas do tarô não tem como objetivo anunciar um futuro fatalista e imutável, mas sim ajudar no auto-conhecimento, alertando sobre tendências de conhecimentos, o tarô funciona como um sinal de atenção reforçando aspectos positivos e apontando mudanças necessárias para uma vida melhor. Quando eu entrei em contato com o tarô eu tinha uma noção muito superficial, mas, com a pratica tive uma conotaçao muito fantastica revelada pelos arcanos, que ja me serviu em diversos assuntos, e eu ja consegui resolver diversos problemaas. Usando os arcanos com mandalas de poder no metodo que eu criei, chamado Tarô dos Portais, que futuramente vou revelar.

O tarô acompanha a humanidade desde tempos remotos, servindo como oráculo de orientação e ajudando a desvendar os segredos da alma humana. São muitos os baralhos de tarô espalhados pelo mundo, mas todos com o mesmo objetivo, facilitar a caminhada da evolução a busca de harmonia e felicidade. Antigamente ele só era usado nos templos pelos grandes Magos Brancos, mas, com a interrupção desastrosa dos Magos Negros, muito foi ocultado dos conhecimentos. E depois de muito tempo, ressurgiu com força no Egito, para que sacerdotes combatesse o mal. Mas, pessoas de má fé tentam até hoje banalizar o tarô.

Um bom tarologo é aquele que busca integrar o conhecimento do significado das cartas com a intuição. O tarô funciona como radar captando as tendências e o tarologo traduz esses sinais. Muitos reis, imperadores e governantes da antiguidade valiam se do poder do tarô para tomada de decisões. Hoje empresários, profissionais liberais e a população de um modo geral continuam ouvindo do tarô sábios conselhos que colocados em prática é mais uma importante ferramenta a busca de equilíbrio.

Há muito baralhos de tarô, os mais comuns possuem 78 cartas, denominadas Arcanos, divididas em 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores. Alguns baralhos priorizam os 22 Arcanos Maiores, mas uma consulta completa orienta a utilização de todos os Arcanos. Orientar se pelo tarô é buscar a sabedoria acumulada por séculos de utilização, por isso o tarô não perde sua importância.

Para se fazer uma boa consulta de tarô, ouça as informações de coração aberto e reflita muito antes de tomar a decisão final.E não se iluda achando que só a intuição e estudos bastam, busque harmonia com seu Mestre Interior, mas, tambem com os Guias do Astral Superior.Que a força do tarô continue ajudando milhares de pessoas em todo o mundo. Com a pratica da Mandala dos Portais, se enviam energias, por pontos poderosos e muitos problemas são dizimados com bloqueios quebrados e inimigos afastados. Entre em contato com poder dos arcanos.
Carlos Lima - Tarologo.

Magia: Pontos com Pemba na Umbanda


Os pontos cabalísticos riscados com Pemba de calcário representam uma grafia de projeção bidimensional de símbolos que se revestem de todo poder mágico, que as forças cósmicas lhe oferecem. Muitos tentaram, mas não conseguiram mostrar os fundamentos ocultos da lei de Pemba, ou dos pontos riscados. É por isso que não se pode copiar e nem interpretar tais pontos. Para o Umbandista, o ponto riscado é um instrumento para os trabalhos magísticos efetuados para entidades, afinal de contas ele possui um grande significado e valor mágico. No entanto, não são só os pontos que movimentam a magia, depende muito do poder e do conhecimento do mago, como também da outorga.

Na verdade é o selo, o cartão de visitas, a identificação, o brasão e bandeira da entidade. É uma espécie de campo de força onde o instrumento utilizado pela entidade em seu efetivo campo de trabalho é a Pemba. E esta maneja as forças de sorte a lhe conferir afinidade com a entidade, identificado a quem ela se subordina, nem como os seus domínios ao ser usado para riscar o ponto. Mas, voalto a lembrar que nem todo mundo está apto a utilizá-los. Não basta conhecer os traçados da magia de pemba, os simbolos e as entidades. Antes temos que observar as épocas, as luas, as configurações do céu e ter prudencia, para seguir as ordens do Astral Superior.

Os antigos magos, não faziam como os sacerdotes de hoje, que só se utilizam da magia por meio de sua vontade. Os Ancestrais, consultavam o céu, os oráculos e pedim permissão. Na verdade só evocavam ou invocavam a magia com plena segurança.

Pode-se afirmar que a Pemba e um instrumento sagrado da Umbanda, pois nada pode se fazer com segurança sem os pontos riscados. A Pemba e confeccionada em calcário e modulado em formato ovóide alongado, e serve para, para ao riscar, estabelecer ritualisticamente o contato vibratório com as energias cósmicas. Os pontos riscados são verdadeiros códigos registrados e sediados ao mundo espiritual, eles identificam poderes, tipos de atividades, e os vínculos iniciáticos da falange. Quando são traçados sem conhecimentos de causas, não projetam sua grafia luminosa e não passam de rabiscos inócuos. Como podemos ver, os pontos riscados é magia, então para se utilizar deles é necessário o devidos conhecimentos.

Muitos pais de santo novatos, usam riscos, formas geométricas sem se preocupar se estão realmente em conformidade com o Alfabeto Sagrado. Também não se importam com a ética, com a missão e com a real essência dos Odús.

Riscar um ponto de traz para frente é inverter ou perverter a força da magia. Então não basta ver um ponto no livro para risca-lo sem o devido conhecimento. O mau uso do ponto riscado pode levar as conseqüências imprevisíveis, comparáveis as de um leigo em assuntos de eletricidade, entrando numa casa de forças e pondo-se a manejar as chaves ou embaralhar os fios, com o que acabara de provocar curtos circuitos, incêndios e eletrocussões em si e nos outros.

Um ponto riscado pode ser usado, dependendo do trabalho ou cerimônia a ser realizada, utilizando Pemba, marrafo (pinga) Fundanga (pólvora) Azeite, com o ponteiro na areia ou ate mesmo mentalmente, o que requer muita prática. Mas lembre-se: só se utiliza a pólvora ou pinga com autorização superior. Outro símbolo também muito conhecido e adotado como símbolo de alta magia é a conhecida estrela de Davi, ou a estrela de seis pontas, que hoje sabemos através do conhecimento revelados aos Umbandistas, tratar-se da estrela do equilíbrio, ou seja, estrela do trono da justiça de Deus, que o nosso divino pai Xangô-yê.

Mutas coisas podem amplificar e movimentar a energia de um ponto riscado, entre eles estão os pontos cantados, as pronuncias magias e o uso dos elementos em sincronia com o ponto como um todo. Assim velas, pedras, incensos e elementos afins com a magia são amplicadores e movimentadores.

É interessante também observar que, quando um filho de Umbanda se apresenta perturbado dentro de um templo, muitas vezes notamos o Babalorixá cruzar seu corpo com Pemba. Isto representa a escrita divida, através da magia para chamar a razão à entidade obsessora, a fim de que ela possa conhecer através deste traçado cabalístico, o seu erro e abandonar este filho que ate então obsidiava. Assim pode-se afirmar sem sombra de dúvida, que sem os pontos riscados nada de poderia fazer com seguranças.

A Lei de Pemba, Grafia Sagrada dos Orixás, é muito ampla e apresenta a necessidade de exposição pessoal e, por sua vez, poderia ser até desastroso pessoas sem "Ordens e Direitos" manipulá-la. Apenas para sua referência, esta grafia são clichês (Yantras), os quais são utilizados pelas entidades e Médiuns Magistas (com a presença ou não de espíritos) para acionarem/projetarem no Plano Astral a movimentação de forças sutÍs com um determinado fim. Se for aplicado de forma incorreta, poderá produzir resultados diferentes daqueles esperados.

O trabalho aplicado de bons mestres como Da Matta, Farias Neto, entre outros, ajudou muito na decodificação da Umbanda. Apesar de não estarmos satisfeitos contribuiu muito para estudiosos como nós. Mas, não cansamos, continuamos em busca de respostas. Uma busca que começou muito antes de Da Matta. Na verdade começou lá atraz, com o Senhor e Mestre Sant Yves.

Na Umbanda, em seus diversos momentos de entendimentos, encontramos várias formas de apresentação desses Yantras, sendo os mais comuns, os de cunho exotérico (externo/aberto), aqueles onde são utilizados estrelas, ondas, flechas, cruzes, luas, etc, que têm os seus resultados em suas aplicações; e, encontramos, também, os de cunho esotérico (interno/fechado) onde são utilizados: direcionamentos, Raízes e chaves, através da grafia Adâmica e afins (leia o Arqueômetro de Saint Yves - Edições em português, espanhol e francês).

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador
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