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A pombagira

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

As Linhas Poderosas trabalhando na Umbanda Astrológica

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“AS LINHAS DE UMBANDA” O estudo das Linhas de Umbanda,é deveras complexo e extremamente importante para a “CONSOLIDAÇÃO DA UMBANDA”, e não dogmatização, pois a Umbanda não tem “Dogmas”e sim “Fundamentos Evolutivos”.

Alguém já disse : “A UMBANDA MUITO SE DÁ OU TUDO SE LHE TIRA”. Eis, pois, a primeira dificuldade que parte de sua origem universal ou brasileira. A segunda, prende-se ao seu trino aspecto de filosofia, ciência e religião e a concordância destes aspectos na unidade de LINHAS.

Desde logo, devemos preterir aqueles que formulam arranjos hipotéticos fora da razão, da lógica e do conhecimento. Destas premissas, brota a compreensão que haverá muitas “Linhas”que vão depender de seu apoio conceitual, tomados em conjunto ou separadamente.

Desta forma, nascem as chamadas “LINHAS PRÁTICAS DEVOCIONAIS, DE CABÔCLOS, AFRICANAS, DE SANTO CATÓLICO, DE ORIXÁ, MITOLÓGICAS OU HISTÓRICO- MITOLÓGICOS, ESOTÉRICAS ORIENTAIS OU OCIDENTAIS, DE “QUIMBANDA”, etc... LINHAS PRÁTICAS OU DEVOCIONAIS: Quando se situa a Umbanda como, religião independente de suas origens, ressalta ao observador, seu sincretismo e suas fazes ecléticas. Assim, a Umbanda seria formada por fragmentos de cultos religiosos, onde, aqui e ali há a predominância deste ou aquele, por formação ou escolha eclética.

Estas “Linhas”são constituídas, por agrupamentos de regras ditadas por “Chefe de Cultos” ou por “Entidades Espirituais” responsáveis por eles. Daí, haver tantas “Linhas” quantas forem as idealizações ou necessidades, ambientais das reuniões.

As “Linhas Práticas Devocionais” são livres. Cada Chefe, possivelmente cria a sua “Linha”. Nelas podem ser enquadradas as de “Caboclos”, as de “Africanismo” ou de “Pretos Velhos”, as de “Santos Católicos”, as de “Orixás”e, assim, nada mais são do que “Sistemas de Trabalhos”.
Sobre estas modalidades de reuniões, nada há a criticar. Somente, somos de parecer que não constituem “LINHAS DE UMBANDA”. São “SISTEMAS DE TRABALHO”.

Cada um realiza dentro seu “RITMO”, de, “PROCESSO ESPIRITUAL”, ou na dependência da “COLETIVIDADE” que comanda ou pertence, sua maneira de trabalho. LINHAS HISTÓRICO – MITOLÓGICAS: A filosofia da história, a história, a “Cosmogonia”e a comparação dos “Mitos dos Povos”, trazem novas concepção de agregamento que vão constituir as “LINHAS DE UMBANDA HISTÓRICO-MITOLÓGICAS”.

Enquanto que as “LINHAS PRÁTICAS” ou “DEVOCIONAIS” são formuladas sem regras fixas e variáveis no tempo, as “LINHAS HISTÓRICO-MITOLÓGICAS” tem método distinto, pois seguem a conjuntos de conjuntos de conceitos universais em comparação lógica. Estas, naturalmente entram em choque com as primeiras, pois e de probabilidade mínima coincidirem: “vontade de acertar com cronologia histórica e crônica mitológica”.

LINHAS DE QUIMBANDA: Sobre esta, “lembramos”que são sete as cabeças da besta do apocalipse . Tais cabeças representam os sete instintos baixos do Homem, os sete vícios capitais da Igreja Católica : Soberba; Avareza; Luxúria; Ira; Gula; Inveja; Preguiça.

Logo, alguém que tenha juízo e queira fazer um quadro esquemático com as “sete linhas de quimbanda”, é melhor que aproveite os nomes acima e dêem aos seus respectivas Entidades da Quimbanda . As sete “Linhas da Quimbanda”, se existem, estão dentro dos vícios de cada Homem . É, lamentável, pela incapacidade de muitos “Chefes de Terreira”, hoje, substituindo certos fundamentos da Quimbanda, em troca por “Giras de Kiumbas”, onde possibilita a infiltração dos vícios como: Cachaça, cigarros, charutos, maconha, e outras.

Com a finalidade de conquistar novos adeptos e, fazer exploração através destes vícios, um meio lucrativo. Não desejando generalizar, ou seja, nem todas as Terreiras de Umbanda se utilizam deste expediente. Que, em, futuro próximo, a tendência é prejudicar aquém realmente não se utiliza destes rituais, que na verdade é um passo para “Magia Negra”.

LINHAS ESOTÉRICAS: As Linhas Esotéricas, ou mais precisamente, Linhas Esotérica Oriental, têm por base a constituição planetária: Sol, Mercúrio. Vênus, Júpiter, Marte, Saturno e Lua, onde estes planetas não são “Santos”, “Entidades” ou “Orixás”, ou não foram classificados como tais. Senão vejamos:

a) Não há matéria sem Espírito que a anime;
b) A Filosofia Oriental afirma a existência de “Raios”de personalidades encarnantes, os “Temperamentos”;
c) A Cabala dos Hebreus nos ensina que os planetas representam as forças físicas de seus “Anjos”, e que os “Sete Planetas”são símbolos hieroglíficos de nossas afeições.
Portanto, se pode estabelecer uma correspondência “Básica entre Orixá, Planeta e Raios”- Temperamentos. O Búzio dá o Orixá.
A Astrologia dá o Ascendente.
O Esoterismo Oriental dá o Raio.
Será uma mesma cousa ? Quem sabe o “Prisma”é o mesmo e vamos cores diversas da mesma “Luz Branca”.

LINHA MÁGICA: A Umbanda também é magia, por isso, melhor seria dizer “Linha Mágica de Umbanda”, linhas traçadas pelo raciocínio, através do Saber que é a “Magia da Ciência”, com os recursos da “Metafísica”, da “Tradição”, da “História”, das “Mitologias dos Povos”e das “Cosmogonias Religiosas”, e que se originam do “Uno”, “Olorun”, na sua restrição astrológica.
Como Hermes : “Assim como é em cima é em baixo”. Como Olorun é Uno, Trino e Septenário, assim, também, o nosso Universo, o Sistema Solar é Uno, Trino e Septenário.
OBATALÁ, o Orixá-Deus, é o Uno do nosso Sistema, cujo domínio é de todos os planos com permanência no primeiro, o “Ádico”o “Plano Divino”, e constitui-se nos aspectos: Oxalá – Xangô – Oxu, que por desdobramento, chegam até nós, por formação no Septenário constituindo os “Sete Orixás Criadores”, pertencentes aos Planos Nirvánico e Búdico, e que são, “As Sete Linhas Mágicas da Umbanda”:

OXALÁ – XANGÔ – YEMONJÁ – IBEIJE – OGUM – OKÊ – OXUM, que formam no “Plano Mental Superior”, o “Casual”, as “Doze Hierarquias Criadoras”, até chegarem aos “Planos Astral e Físico- Etéreo”, onde se passam os fatos comuns da Umbanda.
Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Ajeum ou Banquete

Banquete no ritual de candomblé. Quando é encerrado o candomblé todas as filhas da casa ocupam seus postos e começam a distribuir a comida ritual do banquete farto. Sempre tem comida para todos e sempre sobra. Esse banquete é composto de cabritos assados ou cozidos, galinhas, patos, pombos, canjica, milho cozido, inhame, pipoca, acaçá, acarajé, toda comida ritual servida ao Orixá é distribuída para os presentes. Muitos candomblés não permitem bebidas alcoólicas nesse caso é servido o Aluá, nas casas que permitem é servido refrigerante e cerveja.
Algumas casas atualmente não servem comida de santo para os presentes, dependendo das posses do iniciado poderá se contratar um Buffet para o banquete onde serão servidos aos convidados todos os requintes contratados.

Saída de Iaô - pintura corporal colorida

Segunda saída de Iaô, pintura colorida. No final tem a festa que é chamada de "saída de iaô", essa festa é dividida em 4 partes: A primeira saída no barracão é interna sem a presença do público, somente os membros da casa estarão presentes. Pode ter variação de uma casa para outra ou de nação para nação, uns fazem três saídas públicas outros fazem quatro.
Inicia-se o candomblé normalmente despachando o Padê (pode ser despachado durante o dia também, depende da casa) e canta-se algumas cantigas para cada um dos Orixás, enquanto isso os Iaôs estão sendo preparados para a primeira saída no barracão de festas.
Na primeira saída pública o Iaô sai do roncó (nome dado ao quarto onde ficam recolhidos) para o barracão todo vestido de branco, essa saída é em homenagem a Oxalá, trás na testa uma pena vermelha chamada Ekodidé e na parte superior da cabeça o adoxu e pintado com efun, ele vem acompanhado de sua mãe pequena, do Babalorixá ou Iyalorixá e todos que ajudaram na feitura. Nessa saída o Iaô deverá saudar a porta, os atabaques o Axé do centro do barracão onde estar o fundamento da casa e a Iyalorixá. Em seguida é recolhido para mudar de roupa.
A segunda saída pública do Iaô no barracão as roupas são coloridas em homenagem à todos os orixás e a pintura é feita com o pó azul wáji, branco efun, e vermelho osùn. O Iaô sendo de oxalá ou determinados orixás funfuns a roupa não pode ser colorida, predominando o branco, todavia a pintura colorida seja relevante em quantidade discreta.

Iniciação nos Templos

Nos 3 primeiros dias a pessoa ficará descansando e fazendo os ebós de limpeza que serão apurados no jogo de búzios, e tomando banhos com folhas sagradas e abô, ficará recolhida no roncó (quarto específico de recolhimento), próximo ao peji e será feita a primeira obrigação que é o bori, no final dos três dias é suspenso o bori e passa para as fases seguintes.
Em seguida começa a contar o período de 16 dias, aí tem início o longo aprendizado das rezas, costumes, práticas, lendas, histórias e a iniciação propriamente dita, que consiste em raspar a cabeça, fazer curas (pequenos cortes), assentamento do orixá, serão oferecidos animais, comida ritual, flores e frutas.

Ebó I - EBÓ OYA ONIRA

1 Abóbora moranga

4 búzios aberto

4 nós moscada

4 moedas 4 acarajés

4 metros de fita vermelha

4 metros de fita branca

1 saco de morim

Fazer um buraco na ab ó bora, depois de passar no corpo da pessoa coloca-se dentro com as fitas, por num saco de morim. Entregar a Oya Onira, no alto do morro 18 horas ou 24 horas, acender velas e fazer os pedidos.

Barco de Iaô

A iniciação pode ser de apenas um Iaô ou pode ser de muitos nesse caso recebe o nome de "Barco de Iaô". Quando entra para fazer o santo sozinho será chamado de Dofono (homem) ou Dofona (mulher), por ser o primeiro e único.
No caso do barco o primeiro Iaô será chamado de Dofono, o segundo dofonitinho, o terceiro será chamado de Fomo, o quarto de Fomutinho, quinto de Gamo, sexto de Gamutinho, sétimo de Vimo, Oitavo de Vimutinho, nono de Gremo, decimo Gremutinho, decimo primeiro de Caçula e daí por diante, essa sequência de nomes são usadas na maioria das casas de candomblé de cultura Jeje-nagô.
Já houve barcos com quinze Iaôs que se tem notícia, mas isso é muito raro, pois implica muito trabalho e dedicação de muitas pessoas para cuidar dos Iaôs, a maioria das casas recolhem no máximo três ou quatro. Existem Orixás que não podem ser iniciados junto com outros nesse caso será recolhido sozinho.

" OMO ODUS DE EJIONILÊ " "OSOGUIA


Os signos dos ancestrais no livro da vida


1. OLAFIN

2. ODOLUÁ

3. KUDIRÉ

4. SAGRIN

5. EBUIM

6. AKANJI

7. YALANTE

8. EKIO

9. SILIN

10. KOKONISSE

11. IRO

12. SAKONAN

13. SOÍA DA

14. MOROSSE

15. GEA

16. DEJANISSÉ

Observações Importantes:

OSOGUIA foi o único Orixá que driblou a morte por isso ele é sempre chamado em caso de muita aflição.

Os odús vieram primeiro que os Orixás, o n.° 06 se ele não quer presente faz a pessoa perder tudo. Todos comem com ele e ele come com todos, ao afastar ou tirar qualquer outro odú. também deve imediatamente lhe agradar para que o que esteja respondendo de forma negativa faça parir o bom.

Para agradar Obara nunca se deve fazê-lo para uma só pessoa, sempre coletivo, o Tesmo para assentar, nunca para uma só pessoa.

Feitura de santo na iniciação Ketu.

Para saber se uma pessoa precisa ser iniciada ou não no Candomblé, o Babalorixá ou Iyalorixá consulta o jogo de búzios no merindilogun onde terá as respostas. Essa é uma das formas de saber, a outra é quando uma pessoa vai assistir uma festa de candomblé e entra em transe profundo, esse transe é chamado de "Bolar no Santo" é a declaração em público do Orixá que quer a iniciação de seu filho, nesse caso o babalorixá vai consultar o jogo de búzios para saber qual é o Orixá e suas condições, se pode esperar ou se caso de urgência. Normalmente são feitos acordos com os Orixás para que aguardem até o filho ter condições financeiras e de férias para poder se recolher.

A primeira fase da iniciação ou feitura de santo na nação Ketu é de 21 dias, onde a pessoa fica em retiro longe da vida profana e da família, devendo desligar-se de tudo e dedicar-se totalmente aos ritos de passagem, salientando-se que todo o ritual da iniciação não é público.

Salientando também que essa iniciação só pode ser feita por uma pessoa iniciada, segundo as normas do candomblé só pode transmitir o Axé quem os recebeu de alguém iniciado na obrigação de odu ejé.

Quanto ao fato da pessoa ser recolhida para ser Iaô, Ogan ou Ekedi, essa questão só é resolvida durante a iniciação, se a pessoa entrar em transe será um Iaô elegun, se não entrar em transe e for homem, será um Ogan, se for mulher será uma Ekedi.

RELAÇÃO DOS EBÓS

A forma de despachar os ebós, anunciando os nomes dos mensageiros dos recados, fala-se:

OÉ-TURA-WAGBATÈTÈ - VENHA RECEBER DEPRESSA

OGUN - DAGBE -DE WÀ GBA TÈTÈ - CHEGUE PARA RECEBER

WORUN -OFUN -WÀ GBA TÈTÈ - VENHA RECEBER DEPRESSA OWORUN

SERE - O GBA - TÈTÈ - RECEBA DEPRESSA OTURÁ –

AYKÓ WA GBA TÉTÉ - VENHA RECEBER DEPRESSA

OTURUPON - OKARAN - WA GBA TÈTÈ - VENHA RECEBER DEPRESSA

OKARAN - OIERU - WA GBA TÈTÈ - VENHA RECEBER DEPRESSA

Exus e Pombagiras: Entidades mal compreendidas!

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EXU SEMPRE FOI MAL COMPREENDIDO, MAS SEMPRE PRESENTE.

Quando vemos a bela saudação de Exu, percebemos logo de cara que se trata de uma entidade envolvida em mistério que muitas vezes engana a quem o procura se a concentração não for total e se o coração do médium não estiver em plena sintonia com a energia dele.

Também se torna quase impossível a harmonização com essa energia se o médium não se encontrar com a mente e o coração limpos. Pois só assim não cairão nas armadilhas possíveis vidas de Exu. Essas armadilhas podem ser a dominações da nossa mente por meio de nossos desejos e segredos mais ocultos, mas que Exu consegue penetrar facilmente, pois ele não é somente o Senhor dos Caminhos, mas é também o Guardião dos portais do subconsciente humano. E ele pode destrancar muito de nosso inconsciente, fazendo até com que nós confundamos e cheguemos a ficar confuso sobre a diferenciação do que inconsciente ou inconsciente. É por isso que nem todo mundo está apto a entrar em contato com essa força que acima de tudo é um desafio constante.
A Saudação de Exú "Laroiê é Mogiba" ou "nem tudo é o que aparenta ser, mas tudo o que aparenta ser, é, e nem tudo que reluz é ouro". Mostra que falar de Exú não é uma tarefa fácil, porém, inquirir, pesquisar, procurar sua origem e sua finalidade é o direito de quem quer aprender. É por isso que muitos falam o que não devem por não pesquisar nem procurar a verdade alcançável e que pode sim ser atingida por todos que buscam a evolução com prudência, respeito e verdade.
Na caminhada lenta da humanidade Exu ganhou muitas formas e foram dados a Ele inúmeros nomes: segundo revelações ocultas e lendas; no jardim do Éden, seria uma serpente que introduziu o primeiro pecado no seio da humanidade seduzindo Adão e Eva; reconhecemo-lo como o agente, mas não o mal, porque o livre arbítrio dá ao homem o direito de optar. No entanto, mesmo atuar como um agente da tentação é de certa forma uma imagem desconfortável. De Adão e Eva proliferou a humanidade e, com ela os seus Deuses, seu medo e sua curiosidade. E infelizmente ele ajudou a proliferar a confusão e curiosidade desenfreada, que por muitas vezes é mais prejudicial do que benéfica. Mas em sua caminhada evolutiva essa entidade vem lutando pra concertar as coisas, mesmo que muita coisa seja vista de forma distorcida.
Para os fenícios, essa Entidade intrigante foi chamada de Molock, espírito tenebroso, cujo interior era uma fornalha ardente, onde seus seguidores depositavam suas oferendas. Mas devemos reconhecer que naquela época ele ainda não tinha evoluído como hoje, porque a Divina Corrente de Umbanda ainda não tinha sido formada para auxiliar e trabalhar junto com as Entidades na missão evolutiva.
Na Pérsia de Zoroastro atuou ainda mostrando o lado mais negativo de sua natureza, impulsionado pelas varias evocações e evocações. E ele, atendia pelo nome de arrimando, espírito angustiado e vingador! Que realmente atuou tenebrosamente, fazendo com muitas almas se perdessem. Já em cultos dos Egípcios Ele era Duet, um guardião que castigava que punia, para depois de punido, ser entregue ao deus da luz e serenidade; sendo Ele a ligação entre o homem e a mente, a morada de Osíris que é o deus do amor e da criação, no Egito, também era Tifon ou Aprites que causava pânico em muitos que via sua face; recebeu o nome de Digin na China milenar; já para a região muito ligada aos templos onde havia muita meditação espiritual recebeu o nome forte e sombrio de Ravana pelos Hindus; tendo recebido o nome de Azalock dos Escandinavos. Uma personalidade e uma vibração diferente eram percebidas por cada povo, como se sua natureza tivesse múltiplas faces, sendo que a sua astúcia fazia com que se apresentasse conforme a percepção de quem o buscava. Até mesmo para os nativos de nosso país (o nosso Índio Brasileiro), Ele atendia por vários nomes e várias atuações que deixava margem a muitas interpretações e lendas: uma delas Cairé é um fantasma que aparece na lua cheia para punir os maus; ou como o intrigante Catiti; só visível na lua nova que vinha a para atrapalhar a pesca. Também conta-se sobre um ser chamado de Jurupari o qual seria um mau espírito que trás pesadelo, Curuganga outro que metia muito medo nos índios oficia como assombração. E assim, com múltiplas funções e personalidades, não era mais que uma energia, uma força que mexia além da imaginação com o subconsciente do homem atuando como um portal, para seus medos e confusões. Assim Ele sempre se apresentou como um grande desafio para todos os médiuns, sendo poucos que conseguiram entende-lo e harmonizar-se seus pensamentos com Ele. No entanto em tempos passados Ele já foi sincretizado como guerreiro, como um homem a mais ou menos milênios atrás.
Visto como uma forma quase sempre maligna sempre foi pintada pela maioria dos artistas com uma forma grotesca. O hebreu deu a Ele novas formas e, na pia batismal veio a receber os nomes: Diabo? Demônio? Satanás? Coisa ruim? Lúcifer, etc... Pelo pincel do pintor ou o formão do escultor, na metamorfose dos interesses de religiões que amedrontam e não buscaram esclarecer nada, o fizeram como um monstro... Infâmia e o mau gosto do artista que o fez um agregado de homem e animal, com longos cornos e pés caprinos, é uma afronta ao próprio criador. Pois, na verdade, a imagem hoje nada mais é que o reflexo, a exteriorização de consciências mal forjadas.
Na verdade, sabemos que existe sim uma corte de seres inferiores que, por isso mesmo, estão a serviço de seres superiores, aos quais obedecem e servem, sem contestar. Mas, não podemos negar que há um perigo eminente quando o homem se depara com essas forças sem o devido preparo, ou em momentos em que seu coração esteja repleto de ódio, medo e dor. Essas entidades, em especial as que ainda teimas em permanecer na sombra se alimenta de sentimentos ruins e busca usar os fracos, para que sirvam aos interesses do Dragão. Muitas correntes da Umbanda querem apresentar o Diabo como um simples Anjo Caído, que seria mais uma vitima do que um vilão. Mas, não é só o homem que tem livre arbítrio, e sabemos que Ele errou quando optou em se opor ao Deus seu Criador. Por isso sabemos também que tem muitos Exus que ainda trabalham pelo mal e para o mal, que por muitas vezes se apresentam nos templos como lobos em peles de cordeiro. Na magia do negro, Exú é um deva, é um mensageiro, o guarda, o policial, o moço de recado que vive na rua, orientando; servindo de intermediário entre o orixá e o homem. Mas sabemos que em varias formas de magia Exu age da forma mais baixa possível. E não é por que ele seja neutro não, ou porque o homem é que usa sua força para fazer o mal não mesmo. Pode ter certeza que assim como pessoas que tem sede de pecar, tem muitos exus com sede de fazer o mal. Essa historia de dizer que Exu não é nem bom nem mal em mim não cola! O Exu que trabalha pela luz nunca se prestará a fazer o mal. E saibam que o numero de exus que trabalham pela luz vem aumentando consideravelmente em cada fase da evolução humana. Mas da mesma proporção o lado das sombras, também tem aumentado muito, infelizmente!
Entendemos que o Diabo nos ludibriou!... O negro não sabia quem era o Diabo, sabê-lo-ia o bugre dispondo de uma mitologia inferior? Não tinham uma noção semelhante. O bugre conhecia o Caiçore, Curupia, Curuganga, Anhangá, entidades que se tornam pesadelos, que dão mau sonhos e que estorvam a pesca e a caça, contudo, o homem pode amansá-los, dando-lhes pequenas oferendas. Nem sempre oferendas resolveram o problema, muitos foram os indivíduos que enlouqueceram ao longo da historia de nosso país. Muitas pessoas foram internadas como sendo doentes mentais, outras se entregaram a prostituição e outras ainda se tornaram assassinos cruéis por influencia de espíritos malignos que tomaram suas mentes dominaram seus espíritos. Isso foi causado por que muitos fizeram uso de magias perigosas, para enriquecer, conquistar a mulher do próximo e causou muito desequilíbrio carmico.

Quem ameaçaria o Diabo? ... Este pretenso rei será tão porco, tão mesquinho que se venda por alguns presentinhos? De vela? Será isto um rival de Deus? ... Um Diabo, um Satanás?... O bugre e o negro não conheciam esta figura hebraica, pregada e propagada aos quatro cantos do mundo, pelos sacerdotes e seus discípulos. Isso porque as entidades que muitas vezes pareciam resolver problemas na encruza e nos terreiros de macumba, não era o tão famoso Diabo. Porque os planos dessa figura maligna não buscam simples rituais e pequenas ofertas. Ele provocou guerras, sacrifícios e intolerância em muitos cantos do planeta. Se tudo foi provocado pelo homem pode ter certeza que ele teve não só um grande incentivo, como também um forte auxilio.
Para cada elemento, Deus criou uma força dominante, um encarregado, um guardião, um Orixá que rege o plano cósmico, mas criou também o intermediário, o Exú, o deva, o Orixá menor, que atua em harmonia com seu gerente, ou seja, o Orixá. Lá no alto está à energia cósmica, Oxalá, Ogum, Iansã, Oxossi, Oxum, Xangô, Iemanjá e outros; no plano intermediário, Exú Tranca-ruas, Marabô, Gira-mundo, Pomba-gira, e tenho por certo que ele não só atua como agente, como também é o senhor da terra. Representa e influencia a sexualidade humana e atua na fecundação de toda natureza orgânica do planeta. Por isso a imagem hindu da kundalini foi sempre percebida como uma serpente, a qual sobe pela espinha ativando os chacras sexuais. Porém afirmo aquele grupo de Demônios avermelhados, guampudos, com pé de bode, e barba na ponta do queixo, olhos saltados, dentes agressivos... Não é Exú, aquilo é uma concepção primária, falsa mórbida, velhaca, indecente, ridícula... É uma agressão a nossa inteligência; uma infâmia, um disparate, uma ofensa ao Divino criador quando assemelhado a aparência de Exu! Essa descrição é na verdade a figura de Demônios. Mas de que Demônios eu estou falando? Daqueles que são malignos que perdeu sua alma e moram na casa do Dragão feros. Nesse lugar só existe choro e ranger de dentes. Ganha essa forma todos àqueles que se afastam da bondade, do amor e da luz. Assim ganham formas animalescas e horripilantes, sendo que todas as suas estruturas, físicas, mentais e espirituais tornam-se temerosas aberrações ridículas.
Este Demônio hebreu não é o Plutão dos gregos, não é o Tifon dos Egípcios, não é o Arimam dos Babilônios, não é o Digin do Chinês, não é o Ravana do Hindu, não é o Bará do negro e não é o Caissoré do Bugre. Esse Demônio bestificado não faz parte desse Panteon! Ele é na verdade pior que todos, pois se esses pertencem ao mundo dos mitos e mesmo tendo vindo a atuar em certas épocas, Ele não é passageiro ou arquétipal como eles. É sim o Príncipe das Trevas, o Grande Tentador, que incita ao homem deixando louco por pecar. Pode ter certeza que quem não acredita na existência do Diabo torna-se uma presa ainda mais fácil para suas tentações.
Aqui aplaudo com entusiasmo, aqueles que tiveram a honradez de procurar um novo sincretismo, tentando introduzir uma imagem condizente com o altruístico, trabalho desses incansáveis e maravilhosos Exús. Os quais trabalham na Umbanda tentando levar auxilio evolutivo a todos os buscas compreender a sombra pra alcançar a luz, pois sem isso, nunca conseguiremos. É por isso que grandes mestres só se revelaram na dor. Mas falo aqui de Exus iluminados, e que já atingiram um auto grau evolutivo e não de Satanás, cujo intuito é só de destruir a humanidade. E pode ter certeza que esse Grande Tentador ainda vai enviar o temido Anticristo Negro há seu tempo. Isso foi atestado pelos grandes profetas e iniciados.
Estamos realmente marchando para um novo sincretismo, assimilando-os com guerreiros, com seus aparatos, unidos e delineados. A marcha do tempo se encarregará de expurgar o horrendo, e hoje temos em nosso meio a imagem verdadeira, e ela é bem diferente!
Aceitamos na Umbanda que Exú é como lagarta que se enclausura para mudar em linda borboleta, mas tenho por certo que nem todos conseguem, porque um grande numero é arrebanhado para o mal.
Exú não é um fim em si mesmo, mas já atuou assim para muitos quando trabalhou para o mal e pelo mal. Exú é como são chamados os seres naturais que habitam uma dimensão x, e são, em quase tudo, semelhantes aos seres humanos que vivem no plano material. Possuem corpo bem delineado, revestido com um plasma semelhante à pele humana. Eles são irradiadores de luz, mas energizam uma energia ou vibração que estimula e desperta, são extremamente estimuladores do vigor. E assim como temos seres humanos maus, temos também Exus muito maus. Porque estes estímulos provocados por Exu, muitas vezes traz loucura escravidão e até morte. Por isso cuidado ao lidarmos com esses seres nunca é pouco. Saiba que o nível de prudência é que diferencia um mago para o outro!
Dizem que Exús concedem sempre quando os solicitam, mas se errarem, o ser, logo serão punidos pelo pólo negativo do mistério que afrontaram. Assim é a lei, e diante dela, cada um é responsável por tudo o que fizer. A lei sempre está atuando e bloqueando os pontos de captação, impedindo os seres de desviarem-se do que o destino lhes reservou para a encarnação que estão vivendo. Quando a causa do bloqueio é emocional, basta anular a fonte de desequilíbrio, que o ser readquire o seu vigor, mas quando a lei está bloqueando, ai pode-se invocar, quem desejarmos que nada será conseguido.
Exú é regido pela lei, seria o último a afrontá-la. Ele olha para alguém (consulente) e de imediato sabe se é desequilíbrio emocional, ou imposição da lei. Por isso considero que um Exu Iluminado poderá como um consultor às vezes melhor que qualquer Guia.
Se a lei está atuando, ele, o Exú não deixa de ajudá-lo, mas em outros sentidos, que com certeza ajudarão as pessoas a reabilitar-se diante dessa Lei. É mais ou menos assim, quase simples. Mas nem sempre compreensível para todos.
Se um encarnado está sofrendo uma atuação bloqueadora no seu sétimo sentido, por exemplo, porque em uma encarnação anterior abusou das coisas relativas ao sexo, ele não ajuda, mas estimulam outros dos seus sentidos. Daí cabe ao individuo buscar conhecimento e entendimento para se libertar. E isso só será possível através do crescimento espiritual. O desejo de realizar alguma coisa nobre que o creditara diante da lei, e também anulam em seu emocional as ansiedades relativas ao sexo, livrando-o de algum tormento. O melhor antídoto e mais precioso remédio para o veneno de Exu que nos acrisola é o amor, a caridade e a misericórdia. Deve-se também perceber que, vigor e desejo sexual, são coisas diferentes.
O vigor é qualidade de energia, desejo, independe de vigor e tem causa própria. Um não depende do outro, são coisas distintas, ainda que num determinado ponto se cruze e se estimulem os seres de forma tão intensa que chegam a cometer loucuras. E são nesses momentos de loucuras que o homem entra mais profundamente em contato com o mal que há dentro de si, tornando-se presa fácil à tentação destrutiva. Mesmo seres impotentes não dispensam a companhia do sexo oposto. Se compraziam só em tocá-las. Desvirtuam-se de tal forma, que ao desencarnarem, seus emocionais deformados os lançaram em aberrantes tormentos do sexo. Por isso muitas Pombagiras ainda atuam maleficamente sobre o inconsciente das pessoas trazendo confusão, dor e loucura.
Em vida, ao invés de aquietarem-se, porque o corpo carnal havia deixado de gerar energias físicas, se emocionavam tanto, que virava uma obsessão. Quando sabiam de algum mago que operava nesse campo, pagava verdadeiras fortunas tentando reaver um vigor que já se havia ido, restando o desejo. E assim provocou-se muito desequilíbrio, tanto pessoal, quanto coletivo, por meios de reflexos mentais e espirituais. Muitos deixaram como herança para seus descendentes uma áurea maléfica e a maldição dada a eles foi repartida. Por isso a atuação do antigo Provérbio: “os pais comem as uvas e os filhos cegam os dentes”.
O desejo dirige o vigor e não o contrário. O vigor não se incomoda com as aparências, os modos, a cor, a raça: o desejo direciona o vigor das pessoas tornando-as seletivas quanto a seus pares sexuais. Sabendo disso, muitas entidades malignas incitaram fortemente o desejo de muitos trazendo intolerância, abusos e escravidão sobre a terra.
O desejo por alguém em especial estimula relações duradouras. Ninguém abdica do que se deseja, seja o que for. Alias diz-se que o desejo é a causa dos grandes males da humanidade. O mistério de Exú atua no vigor, na potência e na força. Em sua dimensão, somente essas energias são manipuladas. Já o desejo, é gerado em outra dimensão paralela a esta, e a energia lá gerada são divididas em outras dimensões, onde estimulou nos seres o desejo por alguma coisa. Assim existe uma grande diferença entre a atuação de Exu sobre a fecundação entre outros seres vivos e entre os homens. Isso se dá porque ele atua em cada nível com uma forma adquirida na sua trajetória evolutiva. Pois no mundo vegetal ele ainda é um simples elemental, como também entre os animais irracionais, mas entre os homens ele já é um Deva ou Ministro do Criador.
Sem desejo os seres tornam-se apáticos, estacionam no tempo e não evoluem, pois não, por que eles desejam nada além do que tem em si mesmo. Sem o desejo a paralisia seria total, não haveria reprodução, nem tão pouco a evolução. Com o desejo, por exemplo, de conhecermos, chegaremos lá se aplicarmos esse desejo de forma bem direcionada. Quando um Exú entra na vida de alguém, é porque o pólo oposto desse alguém está em desequilíbrio. Assim, quando isso acontece o dever do individuo é o de buscar restabelecer esse equilíbrio perdido, descobrindo a causa dele ter ocorrido.
Os domínios das trevas possuem tronos poderosíssimos, energeticamente falando. Ali, ocupados por espíritos humanos desvirtuados, anjos caídos e o tenebroso Príncipe das Trevas, que deram início a aquilo que chamamos de trevas da ignorância. No positivo a luz é constante, no negativo, constante é a escuridão. Dizem que lúcifer foi apenas o condensador de todo o magnetismo tipicamente humano de natureza negativa. Como alguém pode querer estar na luz, se antes não conheceu as trevas. Mas nunca devemos esquecer que a luta deve ser para alcançar a luz e nunca permanecer nas trevas como Satanás optou.
A umbanda sempre convida a todos os que transitam nos dois sentidos pelos caminhos da vida; pois a cada um conduzirei, e a todos reconduzirei ao paraíso, que perderam numa noite escura, que mudou os rumos da humanidade revelando, sofrimento e morte.
Exú é energia e mistério. Enquanto energia é vitalizador e transformador, enquanto mistério é agente da lei maior. É vitalizador ou desvitalizador dos sentidos capitais de um ser, e atua como transformador de muitos desses seres. Por isso Ele se apresenta como um desafio perigoso sendo que muitos ao tentar entrar em contato com Ele não conseguem dominar essa transformação, mas são dominados por ela totalmente.
Para alguns, Exú, enquanto elemento cósmico mágico, só é ativado ou desativado se for devidamente pago com oferendas simbólicas. Mas na verdade não é só assim, pois quase sempre a necessidade de uma ritualística muito mais complexa. Já Exú, enquanto elemento religioso atua como esgotador de karmas individuais e como vitalizador ou esgotador da religiosidade das pessoas. E ainda Exú, enquanto mistério auxiliar do mistério contido no Orixá lida com seus aspectos negativos naturalmente, e os ativa ou desativa segundo as reações de quem for alcançado e atingido por eles (os aspectos negativos dos orixás). A direção apontada por Exu depende em especial da afinidade com o médium.
Enquanto linha esquerda da Umbanda, Exú incorpora nos seus médiuns e dá consultas gratuitas a quem dispuser-se a falar com ele, aconselhando, orientando, defendendo, ajudando a superar suas dificuldades materiais ou espirituais, familiares, sexuais ou de trabalho, etc., mas sempre a partir de sua visão cósmica das situações, de seu senso de oportunismo e de seu entendimento pessoal de como deve proceder para responder a quem solicitou. No entanto para que ele venha a atuar nesse nível é preciso que o mesmo tenha trilhado um caminho de luz o trabalhado com empenho pela mesma.
Escrevendo reto por linhas tortas Exú; escreve torto por linhas retas na maioria das vezes em todas as etapas de sua evolução, pois Ele é a entidade que mais compartilha com o homem todos os processos evolutivos, sendo Ele a Entidade mais próxima do homem. Assim diz-se que ele escreve torto em linhas tortas. Só não consegue escrever reto em linhas retas... Porque tem duas cabeças, uma instintiva e outra emotiva; uma é movida por suas necessidades (instinto) e outra movida por seus interesses (emoção). Mas se alcança a evolução espiritual ele também consegue escrever certo em linhas muito certas, mas só quando a parte emotiva se torna mais forte, sendo que o amor é quem impera. Essa é a fase onde ele passa de Senhor dos Caminhos, para arrebanhador de almas (Caboclos) ou orixá.
As duas cabeças de Exú representam sua natureza dual (é bom ou mau) que ora o instiga a satisfazer as suas necessidades, ora o induz a satisfazer as necessidades alheias. Na verdade como todo ser humano!
Por isso, se um Exú for assentado na tronqueira de um terreiro, ou em um lugar qualquer, ele tem que ser servido e saudado antes do início de qualquer ritual. Mas acredito que essa é uma regra criada nos templos que só se interessavam na busca do poder e da magia. Pois nos templos que buscavam a iluminação espiritual os orixás senhores da vida e do carma vem em primeiro lugar.
Exú é o mais humano dos mistérios da Umbanda, porque assimila tudo o que seu médium vibra em seu íntimo. Não é a toa que ele é o senhor de toda força fecundadora da terra. E se assim é, é porque Exú é especular (semelhante a um espelho) e reflete em si a natureza emotiva do seu médium, através da qual ele manifesta quando incorpora. Mas nem só atua como reflexo do homem, mas de tudo que é considerado de Esquerda no cosmos, como por exemplo, as tempestades, os vulcões, os venenos, os elementos radioativos e nucleares, etc. Assim devemos tentar entender a nós mesmos para que facilite o entendimento de tudo a nossa volta. Na Umbanda-Astrológica percebemos as Vibrações de Exu na carta natal, através de muitos fatores, como: a posição de Plutão, a soma dos aspectos desafiadores, dos elementos, da Lilith, de pontos e partes do horóscopo somado; das posições planetárias etc., o bom de analisarmos o mapa com intenção de verificarmos as entidades atuantes é que podemos perceber quais áreas e com que personalização Exu atua na vida do nativo.
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Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.
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