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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

É os astrologos que erram e não a astrologia que é errada!

A astrologia não erra! Quem erra são os astrólogos. Não de má fé, quando se é um astrólogo de verdade o que um profissional da ciência astrológica quer mesmo é levar a verdade, mensagens do Cosmo e conhecimento, então se erram é por incapacidade, afinal não é fácil compreender todos os códigos de uma ciência divinatória! No entanto, sabemos bem que charlatões e pessoas malignas representando os senhores das trevas tem em todos os seguimentos, vemos isso na medicina, nas religiões, na politica e em todos os ramos do conhecimento humano. Mas, quem quer buscar a luz, sem duvida vai agir por intuição e saberá identificar sempre os bons caminhos e pessoas. As pessoas confusas, vivem dois processos - por estar em meio a uma grande guerra espiritual, suas linhas de Esquerda e Direita atuando em choque, por está sendo vitima de influencias externas, como magias, egrégoras malignas ou por não ter desenvolvido sua fé, autoestima e por ter se criado num lar de plena confusão.

Mas, enfim, a astrologia de verdade é divina, a escrita celeste divulgada pelos arcanjos aos antigos ancestrais, logo após a queda de alguns desobedientes no céu! Foi um ferramente dada aos homens pra que ele se aprimorasse, conhecesse mais dos segredos da criação e pra que eles soubessem se defender das energias malignas. Por isso o povo hebreu observava tanto as fases de lunação e as estações em sua ritualística.

Não é atoa que Jesus foi representado na simbologia das visões de João o Evangelista, como um Leão Sagrado, igual ao já divulgado por seus ancestres como o Leão da Tribo de Judá! E os nativos desse signo são nascidos pra comandar, por isso tem realeza na alma, assim não podem fraquejar, não podem perder a autoestima e não podem abandonar sua vida espiritual - de suma importância, observar-se pra não se desencaminhar pelos caminhos do egocentrismo, do orgulho desenfreado e da ditadura.
Normalmente, quando um astrólogo erra, é mais comum se culpar a técnica. Mas os astrólogos sérios, aqueles que estudam uma técnica ad nauseum, já perceberam que toda técnica tem uma margem de erro. Portanto, há que se dar voz ao erro na astrologia. Se você usou a técnica da maneira correta e, mesmo assim, errou, isso não significa de modo algum que ela deva ser jogada no lixo, porque toda técnica tem sua porcentagem de acerto, que pode ser alta ou baixa. Se errou nesse mapa, pode acertar noutro.

Talvez a maioria dos estudantes vão em busca do próximo livro para realizar a fantasia que um renomado autor lhes ensinará o ensinamento mais poderoso da astrologia: pesar os testemunhos. Ao invés disso, eles só encontram mais um livro de astrologia, recheado de coisas que eles já conhecem e que não trazem diferença alguma na sua prática. Sinceramente, acho que o mercado editorial astrológico é movido principalmente por essa mola mestra, oculta nas engrenagens, mas substancial o bastante para enganar os leitores.

Pesar e combinar os significados é uma das coisas mais difíceis de se fazer. Você pode saber toda a teoria, mas não dominar isso. Tal qual uma sobremesa, aprender os rudimentos dessa habilidade pode ser a coisa mais deliciosa da astrologia. Entretanto, não há uma regra clara para se combinar os testemunhos. Se houvesse, seria um saber quase infalível. Portanto, preciso discordar dos meus colegas e defender aqueles que ainda consideram a intuição algo importante.

Os registros mesopotâmicos atestam o que se chama hoje de presságios, como origem da astrologia ocidental. Tal como ocorreu com outras culturas, tratava-se de examinar os céus para ver o que poderia afetar os reinos. A maior parte destes presságios misturavam previsões de tempo e astronomia, mas o que diferenciou os mesopotâmicos de outros povos do Ocidente foi que naquela época eles começaram a gravar de forma sistemática os fenômenos celestes e tentar correlacioná-los com eventos terrestres. Para quem trabalha com astrologia no ocidente, a história segue um rumo definido, que começa na Mesopotâmia – há registros de cerca de 15 mil anos a C, em que as fases da Lua já eram anotadas em pedaços de osso e estas parecem ser as mais antigas observações astronômicas que se conhece. A palavra Mesopotâmia é grega e refere-se ao fato de ser uma terra entre dois rios, o Eufrates e o Tigre (‘mesos” significa meio e ‘pótamos’ significa rios).

Alguns estudiosos imaginam que a história da astrologia tenha se desenvolvido em 3 estágios ou fases, sendo a primeira resultante das anotações dos presságios, ainda sem zodíaco; na segunda fase introduz-se o zodíaco com signos de 30 graus sem que haja nenhum horóscopo individual, mas muita atenção aos trânsitos de Júpiter pelos signos – do qual parece derivar a prática das profecções anuais que mais tarde vai se desenvolver na astrologia – sem casas astrológicas. Waerden assinala este período de 630 a 450 a C; o zodíaco é sideral e seus “ayanamsha”. A terceira fase consiste da astrologia horoscópica. As fontes antigas mencionam os “caldeus” que faziam mapas para pessoas e, segundo até Aristóteles, houve um “caldeu” que previu a morte de Sócrates e que o pai de Eurípides, o famoso dramaturgo grego, encomendou a leitura do mapa de seu filho. Nestes mapas de nascimento, as posições correspondem muito mais a um zodíaco sideral que utilizava um ayanamsha como o Fagan/Bradley do que com um zodíaco tropical.

Pouca gente sabe também que os Tupinambá do interior da Bahia, no Brasil, produziram até marcos geográficos semelhantes aos de Stonehenge na Inglaterra – mas a diferença de valor cultural faz com que esta descoberta, que motivou exposição no Rio de Janeiro em 1997, não consiga nem ao menos romper as fronteiras lingüisticas. Afora o trabalho paciente e difícil de pessoas como Kaká Werá Jacupé, guarani criado por txucarramães, poucos se lembram que os povos da floresta brasileira tinham sim, antes do genocídio, um céu cheio de símbolos e uma vida com significado e propósito, que é, afinal de contas, tudo o que um astrólogo quer saber ver nos mapas do céu de alguém ou de um paí.

A postura de dirigir o olhar não para o que se considera “científico” do ponto de vista atual, mas para tudo o que em alguma época foi proposto como científico, não exige que se faça a defesa da astrologia. Esta exposição não tem a pretensão de fazer uma avaliação de um pensamento muito antigo, mas apenas de levantar alguns registros de como ele se apresenta em alguns momentos da história. Às vezes é necessário não só esquecer verdades que se converteram em partes integrantes do nosso pensamento, como até mesmo, inclusive, adotar certos modos, certas categorias de raciocínio, ou ao menos certos princípios metafísicos, que para as pessoas de uma época pretérita eram bases de raciocínio e de busca tão válidas e também tão seguras como são para nós os princípios da física matemática e os dados da astronomia.

No horizonte da história do conhecimento pode-se observar que há diversas formas de pensamento político, religioso, mágico e outros que procuram refletir sobre questões intimamente ligadas à astrologia. Como, por exemplo, aquelas que se relacionam à natureza e suas leis, ao sentido e lugar que o homem ocupa no universo, à relação homem-cosmos, enfim, ao modo como o homem se comporta frente a um conjunto de forças que, em princípio, não são determinadas por ele. Entre estas podem ser vistas as que se encontram na origem dos grandes problemas humanos, como os que se expressam nos pares de opostos liberdade-necessidade, determinismo-livre-arbítrio, que constituem também o cerne das preocupações de Adorno. Uma noção chave que percorre todos esses sistemas de conhecimento é a de Destino, à qual se relacionam outros termos de suma importância para a história do pensamento ocidental, como Sorte, Acaso, Fortuna, Fatum, Fatalidade, Predestinação, Lei Natural, Providência Divina. Para melhor compreensão desse tema, expor-se-á a seguir um breve panorama da extensão histórica das questões e respostas que são dadas a essa interrogação milenar do ser humano.

Desde os tempos chamados míticos, a preocupação com o destino sempre esteve associada ao cosmo ordenado, interligado, e, por extensão, à astrologia. A partir das primeiras cosmogonias e teogonias e da visão cosmológica desponta, na Grécia arcaica, o conceito de Moira, que se tornará presente em todo o mundo grego, como “porção”, “sorte” que cabe a cada um. Pela função da Moira nenhum indivíduo se constituía sem que a Totalidade Cósmica estivesse constituída em todas as suas partes.

Algumas pesquisas arqueológicas realizadas na Índia levaram à descoberta de fragmentos ósseos datados de 23.000 anos contendo marcas semelhantes a tabelas planetárias, portanto, podemos falar do início do conhecimento astrológico com mais de 20.000 anos. Porém, é a partir da Mesopotâmia (+ de 2.000 A.C.) que aparecem os primeiros registros astrológicos propriamente ditos, ou seja, há mais de 4.000 anos. Este conhecimento dos povos antigos partiu da observação da relação dos eventos celestes com os acontecimentos terrestres. As civilizações naquela época eram essencialmente agrícolas e a observação dos fenômenos celestes se mostrou muito útil para prever, por exemplo, qual seria a melhor época para plantios, ou em que época haveriam enchentes. Os eclipses, por ex., eram tidos como maus presságios. Determinada posição do planeta Marte deflagrava guerras; o ingresso do sol na constelação de Áries delimitava o início da primavera e então percebiam que era um tempo propício às plantações, e assim por diante.

Segundo David Bohm, brilhante físico, colega e contemporâneo de Einstein: "nos encontramos neste momento numa era pós-moderna em termos de ciência: novos paradigmas filosófico-científicos também estão influenciando a astrologia". A Teoria da Complexidade, o Holomovimento de David Bohm, os Campos Morfogenéticos, e muitas outras novas linhas de pesquisa e de integração do conhecimento e da vida humanos, vêem na astrologia um instrumento importante para a compreensão da teia que forma a realidade em que estamos todos inseridos.

Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica estudou e se utilizou da astrologia em seus trabalhos. Ele observou a correlação entre os fenômenos psicológicos e os dados astrológicos, o que contribuiu para a formulação da sua teoria da sincronicidade. Ele definia sincronicidade como "a ocorrência simultânea de um determinado estado psíquico com um ou mais eventos externos que têm um significado paralelo com o estado psíquico daquele momento." Jung compreendia o funcionamento da astrologia exatamente por causa dessa sincronicidade, isto é, a estrutura psíquica da pessoa que iria nascer estava "significantemente paralela" às posições dos planetas no céu naquele momento. Jung chegou inclusive a fazer uma pesquisa astrológica entre casais, correlacionando as escolhas de cônjuges e seus mapas astrológicos.

O horóscopo tradicional se baseia numa lógica bastante simples: as pessoas pertencem a um dos doze signos do zodíaco, de acordo com sua data de nascimento. Devido a um erro amplamente difundido, acredita-se que cada signo está associado a uma constelação celeste. Especialistas, no entanto, rejeitam essa idéia; os signos apenas correspondem a períodos determinados do calendário, numa divisão geométrica do céu em 12 setores, totalmente independentes das constelações do firmamento, cuja coincidência de nomes é resultado de acontecimentos históricos, totalmente superados. Muitos astrólogos, de fato, não dão tanta importância a essa divisão do zodíaco em 12 signos, cada qual supostamente ligado a um tipo de personalidade. A maioria prefere trabalhar com mapas astrais e horóscopos individualizados, calculados com base no local e na hora exatos em que a pessoa nasceu. Mesmo assim, para o público leigo, o lado mais atraente da astrologia é essa tipologia comportamental, segundo a qual os escorpianos são vingativos os capricornianos ressentidos e os librianos, indecisos, por exemplo. Para os psicólogos que se dedicam ao assunto, as previsões astrológicas parecem dar sentido à vida de muitas pessoas, causando a espantosa impressão de que são verossímeis.

Segundo o astrólogo alemão Christopher Weidner, a ciência contemporânea não permite mais que esses profissionais usem velhas desculpas, como a de que os astros indicam tendências, e não fatos específicos. Por não representar uma doutrina dogmática associada a nenhuma instituição (ligadas a religiões, por exemplo), cada pessoa pode adaptar o conhecimento astrológico conforme suas próprias experiências individuais e visão de mundo. Como indicam alguns estudos, aqueles que recorrem a uma aproximação mais elaborada ou “amadurecida” com a astrologia podem ir bem além da simples crença e fazer com que a influência dos astros seja percebida mais como uma experiência subjetiva de coerência. Alguns psicólogos costumam chamá-la de experiência de evidência, relacionando-a ao horóscopo pessoal ou à caracterização de personalidade. Já as previsões muito específicas são vistas com mais reservas. Nada impede, porém, que com base em padrões de comportamento se trace – independentemente dos astros – algumas hipóteses para o futuro. Uma característica fundamental das experiências de evidência é que elas variam na forma como são percebidas e vividas pela pessoa. Enquanto para algumas elas são comuns ou até rotineiras, para outras podem ser raras e intensas.

E nada impede que muitos astrólogos, em busca de credibilidade, tentem se associar à ciência, invariavelmente sem sucesso. Muitos citam como referência o suíço Carl Gustav Jung, criador da psicologia analítica, que teria dito: “A astrologia moderna se aproxima mais e mais da psicologia e já se pode ouvi-la batendo nos portões das universidades! O psicólogo e estatístico francês Michel Gauquelin (1928-1991) é uma referência obrigatória para todos os interessados na validade científica da astrologia. Seu primeiro livro, A influência dos astros, de 1951, faz uma revisão crítica das pesquisas estatísticas nessa área, sugerindo que a configuração do céu no momento de nascimento não era aleatória. Seus primeiros estudos indicaram posições estatisticamente significativas de alguns planetas em certas áreas: Marte, para atletas; Júpiter, para atores; e Saturno, para cientistas. No entanto, trabalhos posteriores, feitos com maior rigor metodológico, mostraram que essas e outras associações eram bastante duvidosas. Em As bases científicas da astrologia, de 1970, afirma: “É certo que os signos do céu, que assistiram ao nosso nascimento, não têm poder algum de decidir nosso destino, de afetar nossas características hereditárias, ou de tomar parte, ainda que mínina, nos eventos que definem nossa vida”.

Também se comenta muito sobre arquétipos, numa clara referência à psicologia junguiana. Em 2002, uma pesquisa com 135 astrólogos alemães avaliou quais eram suas experiências de evidência com mapas astrais e horóscopos. As respostas abaixo incluem várias explicações: 43% Analogias simbólicas 18% Influência dos astros 12% Mecanismos psicológicos 11% Símbolos arquetípicos 10% Clarividência 3% Acaso 2% Influência de deuses e demônios.

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