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domingo, 30 de agosto de 2026

Os astrólogos que erram e não a astrologia!





A astrologia não erra! Quem erra são os astrólogos. Não de má fé, quando se é um astrólogo de verdade o que um profissional da ciência astrológica quer mesmo é levar a verdade, mensagens do Cosmo e conhecimento, então se erram é por incapacidade, afinal não é fácil compreender todos os códigos de uma ciência divinatória! No entanto, sabemos bem que charlatões e pessoas malignas representando os senhores das trevas tem em todos os seguimentos, vemos isso na medicina, nas religiões, na politica e em todos os ramos do conhecimento humano. Mas, quem quer buscar a luz, sem duvida vai agir por intuição e saberá identificar sempre os bons caminhos e pessoas. As pessoas confusas, vivem dois processos - por estar em meio a uma grande guerra espiritual, suas linhas de Esquerda e Direita atuando em choque, por está sendo vitima de influencias externas, como magias, egrégoras malignas ou por não ter desenvolvido sua fé, autoestima e por ter se criado num lar de plena confusão.

Mas, enfim, a astrologia de verdade é divina, a escrita celeste divulgada pelos arcanjos aos antigos ancestrais, logo após a queda de alguns desobedientes no céu! Foi um ferramente dada aos homens pra que ele se aprimorasse, conhecesse mais dos segredos da criação e pra que eles soubessem se defender das energias malignas. Por isso o povo hebreu observava tanto as fases de lunação e as estações em sua ritualística.

Não é atoa que Jesus foi representado na simbologia das visões de João o Evangelista, como um Leão Sagrado, igual ao já divulgado por seus ancestres como o Leão da Tribo de Judá! E os nativos desse signo são nascidos pra comandar, por isso tem realeza na alma, assim não podem fraquejar, não podem perder a autoestima e não podem abandonar sua vida espiritual - de suma importância, observar-se pra não se desencaminhar pelos caminhos do egocentrismo, do orgulho desenfreado e da ditadura.
Normalmente, quando um astrólogo erra, é mais comum se culpar a técnica. Mas os astrólogos sérios, aqueles que estudam uma técnica ad nauseum, já perceberam que toda técnica tem uma margem de erro. Portanto, há que se dar voz ao erro na astrologia. Se você usou a técnica da maneira correta e, mesmo assim, errou, isso não significa de modo algum que ela deva ser jogada no lixo, porque toda técnica tem sua porcentagem de acerto, que pode ser alta ou baixa. Se errou nesse mapa, pode acertar noutro.

Talvez a maioria dos estudantes vão em busca do próximo livro para realizar a fantasia que um renomado autor lhes ensinará o ensinamento mais poderoso da astrologia: pesar os testemunhos. Ao invés disso, eles só encontram mais um livro de astrologia, recheado de coisas que eles já conhecem e que não trazem diferença alguma na sua prática. Sinceramente, acho que o mercado editorial astrológico é movido principalmente por essa mola mestra, oculta nas engrenagens, mas substancial o bastante para enganar os leitores.

Pesar e combinar os significados é uma das coisas mais difíceis de se fazer. Você pode saber toda a teoria, mas não dominar isso. Tal qual uma sobremesa, aprender os rudimentos dessa habilidade pode ser a coisa mais deliciosa da astrologia. Entretanto, não há uma regra clara para se combinar os testemunhos. Se houvesse, seria um saber quase infalível. Portanto, preciso discordar dos meus colegas e defender aqueles que ainda consideram a intuição algo importante.

Os registros mesopotâmicos atestam o que se chama hoje de presságios, como origem da astrologia ocidental. Tal como ocorreu com outras culturas, tratava-se de examinar os céus para ver o que poderia afetar os reinos. A maior parte destes presságios misturavam previsões de tempo e astronomia, mas o que diferenciou os mesopotâmicos de outros povos do Ocidente foi que naquela época eles começaram a gravar de forma sistemática os fenômenos celestes e tentar correlacioná-los com eventos terrestres. Para quem trabalha com astrologia no ocidente, a história segue um rumo definido, que começa na Mesopotâmia – há registros de cerca de 15 mil anos a C, em que as fases da Lua já eram anotadas em pedaços de osso e estas parecem ser as mais antigas observações astronômicas que se conhece. A palavra Mesopotâmia é grega e refere-se ao fato de ser uma terra entre dois rios, o Eufrates e o Tigre (‘mesos” significa meio e ‘pótamos’ significa rios).

Alguns estudiosos imaginam que a história da astrologia tenha se desenvolvido em 3 estágios ou fases, sendo a primeira resultante das anotações dos presságios, ainda sem zodíaco; na segunda fase introduz-se o zodíaco com signos de 30 graus sem que haja nenhum horóscopo individual, mas muita atenção aos trânsitos de Júpiter pelos signos – do qual parece derivar a prática das profecções anuais que mais tarde vai se desenvolver na astrologia – sem casas astrológicas. Waerden assinala este período de 630 a 450 a C; o zodíaco é sideral e seus “ayanamsha”. A terceira fase consiste da astrologia horoscópica. As fontes antigas mencionam os “caldeus” que faziam mapas para pessoas e, segundo até Aristóteles, houve um “caldeu” que previu a morte de Sócrates e que o pai de Eurípides, o famoso dramaturgo grego, encomendou a leitura do mapa de seu filho. Nestes mapas de nascimento, as posições correspondem muito mais a um zodíaco sideral que utilizava um ayanamsha como o Fagan/Bradley do que com um zodíaco tropical.

Pouca gente sabe também que os Tupinambá do interior da Bahia, no Brasil, produziram até marcos geográficos semelhantes aos de Stonehenge na Inglaterra – mas a diferença de valor cultural faz com que esta descoberta, que motivou exposição no Rio de Janeiro em 1997, não consiga nem ao menos romper as fronteiras lingüisticas. Afora o trabalho paciente e difícil de pessoas como Kaká Werá Jacupé, guarani criado por txucarramães, poucos se lembram que os povos da floresta brasileira tinham sim, antes do genocídio, um céu cheio de símbolos e uma vida com significado e propósito, que é, afinal de contas, tudo o que um astrólogo quer saber ver nos mapas do céu de alguém ou de um paí.

A postura de dirigir o olhar não para o que se considera “científico” do ponto de vista atual, mas para tudo o que em alguma época foi proposto como científico, não exige que se faça a defesa da astrologia. Esta exposição não tem a pretensão de fazer uma avaliação de um pensamento muito antigo, mas apenas de levantar alguns registros de como ele se apresenta em alguns momentos da história. Às vezes é necessário não só esquecer verdades que se converteram em partes integrantes do nosso pensamento, como até mesmo, inclusive, adotar certos modos, certas categorias de raciocínio, ou ao menos certos princípios metafísicos, que para as pessoas de uma época pretérita eram bases de raciocínio e de busca tão válidas e também tão seguras como são para nós os princípios da física matemática e os dados da astronomia.

No horizonte da história do conhecimento pode-se observar que há diversas formas de pensamento político, religioso, mágico e outros que procuram refletir sobre questões intimamente ligadas à astrologia. Como, por exemplo, aquelas que se relacionam à natureza e suas leis, ao sentido e lugar que o homem ocupa no universo, à relação homem-cosmos, enfim, ao modo como o homem se comporta frente a um conjunto de forças que, em princípio, não são determinadas por ele. Entre estas podem ser vistas as que se encontram na origem dos grandes problemas humanos, como os que se expressam nos pares de opostos liberdade-necessidade, determinismo-livre-arbítrio, que constituem também o cerne das preocupações de Adorno. Uma noção chave que percorre todos esses sistemas de conhecimento é a de Destino, à qual se relacionam outros termos de suma importância para a história do pensamento ocidental, como Sorte, Acaso, Fortuna, Fatum, Fatalidade, Predestinação, Lei Natural, Providência Divina. Para melhor compreensão desse tema, expor-se-á a seguir um breve panorama da extensão histórica das questões e respostas que são dadas a essa interrogação milenar do ser humano.

Desde os tempos chamados míticos, a preocupação com o destino sempre esteve associada ao cosmo ordenado, interligado, e, por extensão, à astrologia. A partir das primeiras cosmogonias e teogonias e da visão cosmológica desponta, na Grécia arcaica, o conceito de Moira, que se tornará presente em todo o mundo grego, como “porção”, “sorte” que cabe a cada um. Pela função da Moira nenhum indivíduo se constituía sem que a Totalidade Cósmica estivesse constituída em todas as suas partes.

Algumas pesquisas arqueológicas realizadas na Índia levaram à descoberta de fragmentos ósseos datados de 23.000 anos contendo marcas semelhantes a tabelas planetárias, portanto, podemos falar do início do conhecimento astrológico com mais de 20.000 anos. Porém, é a partir da Mesopotâmia (+ de 2.000 A.C.) que aparecem os primeiros registros astrológicos propriamente ditos, ou seja, há mais de 4.000 anos. Este conhecimento dos povos antigos partiu da observação da relação dos eventos celestes com os acontecimentos terrestres. As civilizações naquela época eram essencialmente agrícolas e a observação dos fenômenos celestes se mostrou muito útil para prever, por exemplo, qual seria a melhor época para plantios, ou em que época haveriam enchentes. Os eclipses, por ex., eram tidos como maus presságios. Determinada posição do planeta Marte deflagrava guerras; o ingresso do sol na constelação de Áries delimitava o início da primavera e então percebiam que era um tempo propício às plantações, e assim por diante.

Segundo David Bohm, brilhante físico, colega e contemporâneo de Einstein: "nos encontramos neste momento numa era pós-moderna em termos de ciência: novos paradigmas filosófico-científicos também estão influenciando a astrologia". A Teoria da Complexidade, o Holomovimento de David Bohm, os Campos Morfogenéticos, e muitas outras novas linhas de pesquisa e de integração do conhecimento e da vida humanos, vêem na astrologia um instrumento importante para a compreensão da teia que forma a realidade em que estamos todos inseridos.

Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica estudou e se utilizou da astrologia em seus trabalhos. Ele observou a correlação entre os fenômenos psicológicos e os dados astrológicos, o que contribuiu para a formulação da sua teoria da sincronicidade. Ele definia sincronicidade como "a ocorrência simultânea de um determinado estado psíquico com um ou mais eventos externos que têm um significado paralelo com o estado psíquico daquele momento." Jung compreendia o funcionamento da astrologia exatamente por causa dessa sincronicidade, isto é, a estrutura psíquica da pessoa que iria nascer estava "significantemente paralela" às posições dos planetas no céu naquele momento. Jung chegou inclusive a fazer uma pesquisa astrológica entre casais, correlacionando as escolhas de cônjuges e seus mapas astrológicos.

O horóscopo tradicional se baseia numa lógica bastante simples: as pessoas pertencem a um dos doze signos do zodíaco, de acordo com sua data de nascimento. Devido a um erro amplamente difundido, acredita-se que cada signo está associado a uma constelação celeste. Especialistas, no entanto, rejeitam essa idéia; os signos apenas correspondem a períodos determinados do calendário, numa divisão geométrica do céu em 12 setores, totalmente independentes das constelações do firmamento, cuja coincidência de nomes é resultado de acontecimentos históricos, totalmente superados. Muitos astrólogos, de fato, não dão tanta importância a essa divisão do zodíaco em 12 signos, cada qual supostamente ligado a um tipo de personalidade. A maioria prefere trabalhar com mapas astrais e horóscopos individualizados, calculados com base no local e na hora exatos em que a pessoa nasceu. Mesmo assim, para o público leigo, o lado mais atraente da astrologia é essa tipologia comportamental, segundo a qual os escorpianos são vingativos os capricornianos ressentidos e os librianos, indecisos, por exemplo. Para os psicólogos que se dedicam ao assunto, as previsões astrológicas parecem dar sentido à vida de muitas pessoas, causando a espantosa impressão de que são verossímeis.

Segundo o astrólogo alemão Christopher Weidner, a ciência contemporânea não permite mais que esses profissionais usem velhas desculpas, como a de que os astros indicam tendências, e não fatos específicos. Por não representar uma doutrina dogmática associada a nenhuma instituição (ligadas a religiões, por exemplo), cada pessoa pode adaptar o conhecimento astrológico conforme suas próprias experiências individuais e visão de mundo. Como indicam alguns estudos, aqueles que recorrem a uma aproximação mais elaborada ou “amadurecida” com a astrologia podem ir bem além da simples crença e fazer com que a influência dos astros seja percebida mais como uma experiência subjetiva de coerência. Alguns psicólogos costumam chamá-la de experiência de evidência, relacionando-a ao horóscopo pessoal ou à caracterização de personalidade. Já as previsões muito específicas são vistas com mais reservas. Nada impede, porém, que com base em padrões de comportamento se trace – independentemente dos astros – algumas hipóteses para o futuro. Uma característica fundamental das experiências de evidência é que elas variam na forma como são percebidas e vividas pela pessoa. Enquanto para algumas elas são comuns ou até rotineiras, para outras podem ser raras e intensas.

E nada impede que muitos astrólogos, em busca de credibilidade, tentem se associar à ciência, invariavelmente sem sucesso. Muitos citam como referência o suíço Carl Gustav Jung, criador da psicologia analítica, que teria dito: “A astrologia moderna se aproxima mais e mais da psicologia e já se pode ouvi-la batendo nos portões das universidades! O psicólogo e estatístico francês Michel Gauquelin (1928-1991) é uma referência obrigatória para todos os interessados na validade científica da astrologia. Seu primeiro livro, A influência dos astros, de 1951, faz uma revisão crítica das pesquisas estatísticas nessa área, sugerindo que a configuração do céu no momento de nascimento não era aleatória. Seus primeiros estudos indicaram posições estatisticamente significativas de alguns planetas em certas áreas: Marte, para atletas; Júpiter, para atores; e Saturno, para cientistas. No entanto, trabalhos posteriores, feitos com maior rigor metodológico, mostraram que essas e outras associações eram bastante duvidosas. Em As bases científicas da astrologia, de 1970, afirma: “É certo que os signos do céu, que assistiram ao nosso nascimento, não têm poder algum de decidir nosso destino, de afetar nossas características hereditárias, ou de tomar parte, ainda que mínina, nos eventos que definem nossa vida”.

Também se comenta muito sobre arquétipos, numa clara referência à psicologia junguiana. Em 2002, uma pesquisa com 135 astrólogos alemães avaliou quais eram suas experiências de evidência com mapas astrais e horóscopos. As respostas abaixo incluem várias explicações: 43% Analogias simbólicas 18% Influência dos astros 12% Mecanismos psicológicos 11% Símbolos arquetípicos 10% Clarividência 3% Acaso 2% Influência de deuses e demônios.

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Obrigado aos internautas! Ultrapassamos os 4 milhões e duzentos mil acessos!


Sejam bem vindos a astrologia dos orixás


Quero agradecer aos caros internautas, por este modesto blogue ter ultrapassado os 4 milhões de acessos. Sinal que nossa mensagem tá chegando longe. Contabilizamos acessos de todos os continentes, com visitas de todos os países do mundo, com interesse em astrologia, magia, espiritualidade, orixás, anjos, cabala, numerologia e esoterismo. Pessoas interessadas nas pesquisas e estudos que empreendemos aqui. Sejam todos bem vindos! 

Visitem o canal no YOUTUBE que também vem crescendo substancialmente.
Também agradeço pelo sucesso nos dois livros que já estão terminando a segunda edição...
Sejam bem vindos:

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

A complexidade dos signos astrológicos e dos orixás

 

 

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

A Ciência dos Ancestrais: Babilônios descobriram geometria astronômica 1.400 anos antes dos europeus

Estudo publicado na última edição da 'Science' analisou placas de argila escritas entre 350 e 50 d.C, que revelaram que os astrônomos babilônios realizaram sofisticadas contas geométricas para calcular a posição de Júpiter

 


 


O estudo das placas de argila revelou que os astrônomos babilônios fizeram marcas com sofisticadas contas geométricas que calculavam a posição de Júpiter (Trustees of the British Museum/Mathieu Ossendrijver/Reuters)
Os babilônios podem ter descoberto a geometria astronômica 1.400 anos antes dos Europeus. É o que revelou um estudo, realizado por Mathieu Ossendrijver, professor da Humboldt University, em Berlim. A pesquisa, publicada na última edição da Science, analisou placas de argila de babilônios, possivelmente escritas entre 350 e 50 d.C. e concluiu que astrônomos babilônios fizeram escritos com sofisticadas contas geométricas para calcular a posição de Júpiter em relação ao fundo estrelado no céu.

A ideia de calcular o deslocamento de qualquer corpo utilizando o tempo e a velocidade é comumente associada às descobertas matemáticas na Europa do século XIV. No entanto, Ossendrijver revelou em seu estudo recente que, mais de mil anos antes, os astrônomos babilônios já tinham desenvolvido a mesma técnica.
O professor explica em seu estudo que este é um tipo de cálculo geométrico nunca visto nem mesmo entre povos antigos. Os gregos, por exemplo, utilizavam geometria para calcular espaços físicos, mas, em sua nova descoberta, os babilônios foram capazes de traçar a posição de Júpiter ao calcular matemática abstrata, utilizando o tempo e a velocidade como variáveis.
Placas - Praticamente indecifráveis, as 450 placas analisadas estão no Museu Britânico de Londres. No começo dos estudos o professor ainda tinha dificuldades para compreender a complexidade dos cálculos expostos na argila; ele sabia apenas que os escritos tratavam de geometria. Em 2014, ao receber de um arqueólogo aposentado uma foto de outra placa, ele conseguiu "fechar o quebra-cabeças". A placa, apelidada de Text A, continha uma espécie de abreviatura dos longos cálculos vistos por ele nas outras placas e, a partir daí, começou a identificar os escritos "misteriosos". Os números da placa batiam com os que foram vistos nos cálculos de trapézios.
O cálculo - Os babilônios calcularam o movimento de Júpiter ao realizarem uma associação entre o momento em que o planeta aparecia no céu e sua posição 60 dias depois, com o cálculo de trapézios que já era conhecido por eles. Ao adaptarem as posições do planeta entre os 60 dias aos trapézios, e dividirem este trapézio ao meio (em dois trapézios menores de igual área), eles conseguiriam descobrir o tempo que Júpiter viajaria a metade da distância observada, utilizando como variáveis do cálculo a velocidade e o tempo.
"Na Babilônia, entre 350 e 50 d.C, alguém surgiu com a ideia de desenhar gráficos utilizando velocidade e tempo como variáveis matemáticas. Ao calcular a área deste gráfico, eles realizaram um tipo de conta nunca vista até pelo menos 1350", disse o professor.
(Da redação)
 
 

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Aproveite os últimos exemplares da segunda edição do #livro: astrólogos, estudantes de magia, Wicca, Umbanda, Candomblé e oráculos


Livro de Umbanda Astrológica


Um livro ou os livros muda a vida de uma pessoa, como já mudou de muitas. Eu por exemplo, tenho certeza de que o que eu sou hoje tem tudo haver com a leitura. Desde minha infância a leitura foi um dos principais pilares pra manter-me firme e confiante, como também uma das principais ferramentas na busca do conhecimento não só convencional mas, do algo mais que a alma latejante por compreensão, almeja alcançar. Muita gente tem uma definição espiritual hoje por causa de um livro, seja a Bíblia o Alcorão, um livro raro de Wicca, a Torah ou qualquer outro que sustenta um seguimento religioso, místico e espiritual. Mas, não só nesse âmbito de saberes espirituais, religiosos ou filosóficos, nem só a área acadêmica, mas, em qualquer seguimento, como por exemplo, artístico e o mundo da imaginação. As vezes um livro que você dá de presente pode mudar a vida de uma pessoa, emocioná-la, fazê-la sonhar e reprogramar sua vida. 

Dando livros de presente você não estará dando apenas um brinde material a pessoa, mas, conhecimento, congelado no tempo e que pode ser acessado pra fazer reformas na vida dela. Ler, faz a pessoa sonhar, elevar seus conhecimentos, aumentar sua compreensão e ampliar seu nível cultural, filosófico, espiritual ou simplesmente emocional. Quem nunca se emocionou com uma boa história ou se sentiu feliz em descobrir algo que queria compreender nas páginas de um livro? A Bíblia e outros livros sagrados são os pilares de grandes religiões mundo a fora. Até mesmo a Umbanda e Candomblé, ainda persistem hoje por causa de publicações importantes dentro do seguimento espiritualista, pois apesar de muitos dizerem que a maior base é a Tradição Oral, na verdade ela agua como faca de dois gumes, ou seja, promove a perpetuação dos conhecimentos, mas, também dá margem a distorções, superstições e má compreensão. Por isso, trabalhos como os de Mestre Da Matta, Rivas Neto, Prandi, Verger e outros, são importantes, pra aprofundar o conhecimento, refletir e esclarecer sobre pontos importantes, além de cristalizar coisas que ficam mais fáceis de repassar aos buscadores do amanhã.

Toda decodificação é importante, sem querer deletar nada, mas, catalogando e deixando a vista de quem quer garimpar no mundo do saber aquilo que sua alma almeja. Se ela quer seguir um seguimento, uma vertente, uma origem ou filosofia, mas, que tenha acesso aos códigos pra poder avaliar, questionar e rever seus conceitos. O Ifá o livro da vida dos Iorubás, dos sacerdotes e magos dos orixás, é uma prova disso! Sem os códigos, sem os odus, sem seus orikis, sem as histórias sagradas, grande parte do que conhecemos hoje como Umbanda, Candomblé e outros seguimentos, já estariam extintos.

E pra você querido buscador de conhecimento sobre os orixás, os signos zodiacáis, magia, Umbanda, Candomblé, espiritualismo, oráculos, Ifá, carma e reencarnação, ofereço a você um trabalho de anos de pesquisa, concluído com muita dedicação, sobre conhecimentos que muitos sequer já ouviu falar - a não ser os mais iniciados e que tem acesso as fontes. Para que você possa ter uma noção mais aprofundada, sincronizada e perceber que a Umbanda tem sim códigos, que há uma grande relação entre ela e a astrologia, como também, que ela é em sua essência, magia sagrada, divinatória e divina. E que suas origens são bem mais distantes do que muitos pensam. Além disso que ela é também conhecimento filosófico, orácular, artístico e consagrado por Deus. Também que seus caminhos são diferentes do que a Umbanda muitas vezes vulgar que conhecemos hoje revela e deixa margem as críticas destrutivas, preconceitos e mentiras.

A Umbanda, hoje usada sensacionalmente por muitos e como forma de extorsão, na verdade é um conhecimento sagrado, milenar e que nada tem haver com satanismo - no máximo ela tá ligada a nossa ancestralidade mais primitiva, mais ancestral e pode ter portais abertos por ela, que nos façam acessar nossos medos, nosso carma e nossas dores evolutivas e por isso, assusta a muitos, pois nosso lado mais sombrio nada tem de encantador mesmo. Por isso os senhores do tempo e do carma fecham portas que só Exu, Pombagiras, Anjos da Guarda, Encantados e Guias, conhecem ou acessam, abrindo-as, somente se for e quando for necessário! E por isso bruxos negros, charlatães e insensatos, acabam denegrindo a Umbanda e o Candomblé, por acessar aquilo que não devem, não entendem ou que querem apenas usar em proveito próprio ou contra seu próximo.

Mas, não tenha medo da Umbanda! Antes de criticar, estude-a! Não se arme contra ela, apenas baseando-se em dogmatismos preconceituosos ou a aberrações que se passam pela verdadeira tradição dos orixás e ancestrais. Não se paute por perseguições e sufocamentos feito por mestres míopes que se baseiam na supremacia de religiões europeias, como se eles fossem os donos da verdade ou se a Bíblia fosse o único livro sagrado existente no mundo. Evite os puritanismos, evite o exagero canônico, evite o sectarismo e evite o fanatismo. Não seja um defensor aguerrido de pontos de vista nem pró e nem contra a Umbanda, com o coração cheio de ódio ou como se você fosse o único conhecedor das verdades, pois sempre teremos o que aprender, dia a dia! Tem coisas que achamos hoje que poderão se mostrar de outra forma amanhã ou nos convencer que temos que mudar de opinião! Além disso, não fiquemos nessa lenga-lenga de que temos que ser fixos, tradicionalistas demais e sem flexibilidade como requer as igrejas do passado e de nosso tempo.

E acima de tudo, evitemos a hipocrisia, pois ela é o maior veneno de todos os tempos e que matou milhares de pessoas ao longo da história da humanidade. Que extinguiu crenças e povos, simplesmente pela perseguição de instituições poderosas e dominadoras. Seja você mesmo, ouça seu Deus Interior, antes de ouvir o mundo, pois seitas de nosso tempo, aliena muito mais o homem do que educa espiritualmente e filosoficamente. Porque o deus da maioria dessas seitas é o poder, o dinheiro e por isso fundam partidos, fundam rádios e TV e se aliam a mídia poderosa só pra possuir em suas mãos o controle das massas de manobra. 

Quando Mateus em seu Evangelho cita a volta do Filho do Homem, vemos claramente que ele separa entre bons e maus, citando acima de tudo os bons atos, a boa índole e os bons instintos usados em defesa da vida e dos irmãos. E é isso que a verdadeira Umbanda prega e defende. Por isso, fuja das perseguições e fuja da vontade de perseguir. Fuja dos manipuladores, dos vendedores de "felicidade", daqueles que prometem resolver todos os seus problemas como se fossem "super-magos". Busque aqueles que dizem professam mensagens divinas, que te estendam a mão e não vendam coisas que jamais forma deles. Porém evitem os falos caridosos, aqueles que falam em caridade o tempo todo e que não respeitam tradições. A caridade é um dom que não deve está na boca o tempo todo, pois ela deve vir naturalmente não como um bordão. A Umbanda não é só caridade, ela tem preceitos, fundamentos que devem ser seguidos e a Umbanda não deve ser submissa e subordinada ao Kardecismo o tempo todo. Ser coirmã é uma coisa e ser dominada é outra.

A Umbanda tem seus próprios preceitos, não precisa trilhar a cartilha do Kardecismo ou do Cristianismo só pra ser melhor aceita ou bem vista pela sociedade hipócrita do nosso tempo não! A Umbanda é milenar e tem seus preceitos de paz, amor, esperança e verdade com justiça, sem precisar recorrer a Bíblia ou conceitos de Kardec. Você não deve evitar o mal só porque a Bíblia diz, por medo ou por que tá na lei, você deve evitar o mal porque sua alma quer, porque sua alma deseja o amor e por gesto natural. Você deve fazer o bem por que tem uma boa índole, por que tem um bom caráter e não apenas por medo ou porque sua religião prega.

E a principal mensagem que o espiritualismo deve trazer é o de ser original de se compreender e o de evoluir. E por isso muitas pessoas ao longo da história da humanidade sempre buscaram os oráculos, os sacerdotes e o sagrado, para se compreender, para saber o que lateja na sua alma. Por isso o Faraó buscou José na prisão, para saber o que martelava em seu inconsciente e seus sonhos simbolizavam! Por isso sempre existiram rabinos, profetas, magos, astrólogos e buscadores. Para orientar-nos sobre o que há oculto e acima de nós.
 
 

 

E assim eu vos dedico o meu primeiro trabalho, que espero ser o primeiro de muitos - meu primeiro livro

Umbanda Astrológica - Os Senhores do Destino e A Coroa Astrológica de Orumilá

Lima, Carlinhos

Anubis 


 Ou Livraria

Carlinhos Lima - Astólogo, Tarólogo e Pesquisador

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Doces prazeres: receitas de Nostradamus


Os melhores quitutes do astrólogo


Nostradamus dominava com perfeição a técnica de transformar frutas em geléia. Alguns sabores que ele preparava passaram à posteridade, como marmelo, limão, laranja, figo e cereja. • Também era craque em geléias de flores. Rosas e violetas eram os sabores prediletos. Uma de suas receitas levava pétalas de 900 rosas vermelhas. • Ele não gostava de economia. Uma das receitas mandava cobrir pinhões cristalizados com folhas de ouro. • Seus bolinhos de marzipã, à base de pasta de amêndoas com açúcar, tiravam do sério a rainha Catarina de Médici (1519-1589), esposa de Henrique II (1519-1559) – outra nobre gulosa.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Astrólogos - Contempladores do céu

O astrólogo é uma figura quase tão antiga quanto a própria história, e sua ciência - se é uma ciência - expressa o desejo humano universal para perfurar o véu do futuro - se é que pode ser perfurado. Cochichando nos ouvidos dos reis, o trabalho de escritórios orla decadente, ou manter-se em isolamento para melhor estudar os segredos do céu abobadado, astrólogos viram nas estrelas de um sistema universal, de conhecimento, sem limite. Sua teoria permaneceu uma figura de pensamento, até que, de uma só vez, a astrologia parece desaparecer, como Isaac Newton, pela primeira vez demonstrou o poder de um autêntico sistema científico. Mas, na verdade ela não desaparecerá nunca, porque está inserida na alma do homem. Porque a paixão do homem pelo céu é eterna.

Mas a sua doutrina não desapareceu, e transforma-se, surpreendentemente, em muitos aspectos da ciência moderna. A este respeito, a astrologia não pode morrer porque o desejo de ver o futuro é um desejo humano imortal. Em um tratamento mais fascinante e sofisticado, excelente livro de David Berlinski a nova traça o nascimento, a vida, e poder continuam da astrologia em nosso mundo.
 Uma das primeiras coisas que o homem fez, quando desenvolveu consciência e pensamento, foi contemplar tudo a sua volta. Ele olhava as cores, o mundo ao seu redor e acima de tudo a luz. A Lua sempre fascinou o homem, da mesma forma que um sol nascendo ou se pondo.

Alguns estudiosos dizem que o primeiro ato do pensamento humano foi mágico, ou seja, direcionado a magia, a entender os fenômenos e buscar dominar os elementos. Mas, a meu ver, o primeiro ato do homem consciente foi olhar o céu...
 A verdadeira iluminação não vem de fora. Na verdade, as energias, os conhecimentos e as bênçãos só será captados por nossa alma, se estivermos abertos a recebê-los. Por isso quem se fecha nas trevas da ignorância ou do fanatismo, jamais vai entender ou inserir na alma a sabedoria que vem do Sagrado.

Muitas pessoas nascem com dons de entender com maior facilidade ensinamentos difíceis, de interpretar as coisas, ler os códigos complicados da existência. Alguns viram cientistas, pois sua missão é com a vida material. Outros viram artistas pois sua missão é com o lado belo da vida. Já outros viram agentes que lutam pela saúde se tornando agentes de cura, não só na medicina convencional, mas, em diversos tipos de terapias. Tem também os que viram escritores para levar conhecimento e entretenimento. Enfim os dons são diversos, mas, só vão aflorar e se expandir, naqueles que sonham, que acreditam na realização desses sonhos e acima de tudo que se esforçam pra cumprir sua missão de vida e de alma...
 O ser humano sempre adorou o céu, ate mesmo os livros religiosos como a Bíblia ligam as crenças aos astros. Festas sempre levaram em conta a lua, as estações do ano e muitos outros eventos. O homem sempre tentou entender a vida aqui de certa forma olhando pra cima, pois sabe no fundo da alma que seu trajeto vem de lá... mas, o homem sempre foi um contemplador, não só por estudar mas, por admirar tamanha beleza e grandiosidade! No entanto, a medida que foi se voltando a guerras desnecessárias e ao materialismo aprisionador, foi perdendo seu dom de contemplador. Assim apenas os enviados e escolhidos das estrelas, conservam esse comportamento hoje em dia. Mas, a Astrologia nunca morrerá no coração do homem...
 Cientistas que se acham inteligentes e "donos da verdade', querem ou acham que podem banir Deus da mecânica do Universo, mas, independente dos livros sagrados e religiões, qualquer pessoa com um mínimo de sapiência e sensibilidade, vai notar facilmente que todas as maravilhas existentes nunca se formariam sozinhas, num percurso através das linhas do acaso. Nota-se claramente que tem a mão de um grande artista, de um grande arquiteto e de um grande Criador poderoso.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O Grande conflito entre astrólogos e cientistas céticos

O Grande conflito entre astrólogos e cientistas céticos sempre foi a questão de conseguir-se interpretar um mapa sem saber de quem é e acertar tudo sobre esse nativo. Mas, a astrologia não é uma ciência exata e o astrólogo não tem que provar nada a ninguém, pois a astrologia é uma ciência divinatória e não adivinhatória. Ou seja, ao contrario do que pregam nas escolas de astrologia, o astrólogo não tem que provar nenhuma formula ou regra, mas, seguir toda simbologia, utilizando sua intuição, pois só assim ele vai captar o que mais importa naquele momento e pra aquela pessoa. Não é todo mundo que precisa saber o que está no seu mapa. nem saber todas as configurações de seu horóscopo, apenas se sentir um chamado e se for preciso e o que for preciso. Nem todo mundo tem que saber o que revela cada um dos astros de seu mapa. Por isso não acredito em analises por curiosidade e nem que astrólogos sem intuição possa dominar a astrologia como deveria. Na verdade somos como hardwares e os signos em nós como programas cósmicos operantes onde os planetas são aplicativos e filtros, e onde nossa mente, espírito e corpo, são Hds, memórias e processadores, que vão agindo no caminho existencial. Outro duro embate sempre foi entre astrólogos e religiosos, na questão do livre-arbítrio e destino, e eu volto a afirmar, que existem as duas coisas, mas, que operam em conformidade com a necessidade e escolhas. - na verdade decidimos sobre aquilo que nos é dado e nos é dado, conforme nossas escolhas, atos e merecimentos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Salve os Reis Magos e astrológos, Belchior, Gaspar e Baltazar

Que coisa interessante! No Antigo Testamento, foram colocados trechos intolerantes e mentirosos contra astrólogos e outros seguimentos. Que evidentemente não são originais do autor verdadeiro e sim colocados por copistas que tentaram perseguir mais uma vez pessoas que nada mais querem que buscar se conectar ao Sagrado e conseguir conhecimentos divinos. Porém tiveram que engolir a seco, os trechos do Novo Testamento que falam da vinda de astrólogos do Oriente que seguiam a Estrela de Belém. Mas, você imagina que eles não quiseram retirar esses trechos? É improvável que não! Mas, a história era tão linda que eles não conseguiram tirar. Mas, de muitas maneiras ao longo dos séculos tentou-se achar configurações mentirosas, hora chamando apenas de Reis, outra hora de Reis Magos, mas, a definição magos, já por imposição de quem realmente captou que eles não eram cidadãos comuns. E o interessante que as religiões que dizem ter bases na cultura hebraica, tenta perseguir magos, sem se dar conta que Moisés e Aarão foram grandes magos, que Jacó tinha um cajado mágico, que José fazia previsões e que Sansão não cortava o cabelo pra ter força. E ainda que o povo hebreu saudade as lunações por ordem de seu Deus...

Belchior, Gaspar e Baltazar que, para chegar a Belém, foram guiados por uma estrela. Esses astrólogos abençoados, que estavam atentos aos sinais de Deus e contemplavam incansavelmente o céu como verdadeiros servos do Senhor, pois contemplaram e estudaram suas obras, com tamanha fé e admiração, enxergaram a luz das profecias, ao contrário de sacerdotes judeus que em meio a tanta arrogância sequer sentiram a presença da Estrela Sagrada.

Herodes, representa todos os retrógrados, cegos de consciência, intolerantes, preconceituosos e malignos atacantes de que só busca, paz, conhecimento e graças de Deus. Não tem forma mais sublime de dizer que ama a Deus, do que admirando, louvando e assistindo suas obras com grande temor e encantamento. Pois tudo que Deus criou é perfeito, pois Deus é perfeição. Contemplando-o, somos convidados a ver sua profundidade: a sabedoria do Criador, a incansável fantasia de Deus, o seu infinito amor por nós. Não devemos deixar nossas mentes serem limitadas pelas teorias que chegam sempre apenas até um certo ponto e que, embora não estejam em absoluta concorrência com a fé, não conseguem explicar o sentido da realidade.

Uma prova de que os Evangelhos Apócrifos só são usados quando interessam a igreja é que só são citados quando fortalece alguma teoria que traz benefícios a instituição. Mas, eles não são apenas uma “ameaça” aos cânones da Igreja Católica estão na religiosidade popular e na arte sacra, que buscaram inspiração nas histórias apócrifas. A famosa história dos 3 reis magos que levaram presentes ao menino Jesus e tudo que inspira os presépios natalinos, por exemplo, vêm dos evangelhos apócrifos.
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