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segunda-feira, 4 de julho de 2022

A mulher e carma sexual - na visão da Umbanda Astrológica e religiões

 

Espiritualidade e sexualidade


Muita gente tem a vida sentimental e sexual desorientada, por causa dos dogmatismos religiosos, distorções e engôdos forjados por supostos espiritualistas. Tem muita gente que tem uma essência altamente sexualizada e apenas se prende dos preconceitos, passando a ter assim distúrbios psicossomáticos e transtornos espirituais. E é nessas pessoas que não vivenciam sua sexualidade com liberdade e harmonia bioenergética, que a pomba-gira mais tem que atuar. Só que quase sempre não consegue, pois essas pessoas se fecham demais, travam os chacras e ficam se ter ajuda. Ai passam a ter até certas imposições cármicas e jugos pesadas. Por isso sinta sua essência original e não fique se autobloqueando...

Karma Familiar: A cada ser humano lhe corresponde um pai, uma mãe, uns irmãos, um marido/esposa e uns filhos. Com todos eles temos uma ligação através da Lei do Karma. Alguma coisa lhes devemos, e eles nos devem algo, de acordo como nos tenhamos comportado com eles em vidas passadas. Por isso as vezes nos toca filhos, pais ou irmãos loucos, monstros, siameses, leprosos, tuberculosos, toxicodependentes, alcoólicos ou epilépticos. Também podemos merecer uns pais e/ou filhos que nos maltratam e abandonam. Um marido que atraiçoa e maltrata a sua esposa e vice-versa. Karma Colectivo: É cobrado a várias pessoas que tem Karmas individuais semelhantes. São reunidos e sofrem um acidente, uma inundação, uma seca, uma peste, epidemias, etc. 

Karma Nacional: É o castigo que sofre toda uma nação, por exemplo; um terramoto, uma guerra civil, etc. Karma Mundial: É o castigo que recebe toda a humanidade como consequência das suas más obras. Exemplo; as guerras mundiais. Karma-Duro: É o Karma devido às más acções cometidas em vidas passadas. Ao não realizar suficientes boas obras na vida, o karma se desenvolve e temos de pagá-lo com muita dor e sofrimento. O Karma-duro não é negociável. Exemplo: a sida, o cancro, a epilepsia, etc. Karma-Saya: É a união kármica que se verifica de cada vez que um homem tem relações sexuais ou fornica com uma mulher. Devido a essa união as duas pessoas compartem entre si Karmas e defeitos. No Karma-saya, o casal fica unido no livro do Karma. É uma ligação astral, sexual e Kármica. Karma Individual: É o castigo ou consequência que recebe cada ser humano pelas suas más obras cometidas nesta ou em vidas passadas. Por causa deste Karma individual, uns nascem cegos, outros órfãos, outros tuberculosos, com cancro, lepra, epilepsia, com corpos monstruosos ou com deformações, siameses, etc. O Sábio Salomão já o referiu nos seus Provérbios: “O que o homem semear, isso colherá”. 

Reencarnação significa normalmente vem para consertar as coisas com base em quão longe você foi com o seu egoísmo. Diga que você não poderia resistir seu desejo de receber para si mesmo sozinho, você não poderia resistir a seu egoísmo. Então, infelizmente, na próxima vida você teria que ser reencarnado em algo que não tem desejo, a fim de aprender a experimentar cumprimento sem ele. Você vai ter que lidar com os problemas. Karma é muito semelhante à palavra hebraica tikun. Nossa tikun é composta de comportamentos negativos transitados de vidas anteriores, o que significa que nós estamos aqui para realizar algo que não poderia realizar na última vida. É por isso que é muito bom conselho dos cabalistas para se dar bem com as pessoas que têm dificuldade em se relacionar com. Se você não fizer isso, você pode acabar sendo a esposa, marido, filho ou pai dessa pessoa, porque você tem que terminar o seu karma ou tikun com eles. 

Você pode ter grandes desejos, mas você deve controlá-los. Por exemplo, se há algo que você quer, provavelmente você deve tê-lo. Mas se você quiser e você não pode resistir, isso significa que ele está controlando você. Você não está controlando-o. A ideia é dominar o seu desejo, seja ele comercial, sexo, drogas, amizade, reconhecimento ou aprovação. Dependência significa que você não pode lidar com o desejo. Há quatro níveis em que uma alma pode residir: humano, animal, vegetal ou mineral. Se você tem vontade egoísta nesta vida, na próxima vida você vai ter que lidar com o ser capturado em uma pedra (mineral), vegetal ou animal. Não é uma punição. É porque você não sabia o que fazer com o desejo de receber como um ser humano. Então, você tem uma forma (como, mineral, vegetal ou animal), em que o seu desejo de receber é menor do que um ser humano. 

As quatro categorias que eu mencionei são, basicamente, as quatro categorias de desejo. Os seres humanos têm os desejos mais fortes. Os animais têm menos, e vegetais, menos ainda. Minerais não têm quase nenhum desejo. Por exemplo, alguém que tenha matado alguém tem que ser reencarnado em uma pedra, em um mineral. Rabbi Isaac Luria explica seu livro, Portões da Reencarnação. Ele diz, por exemplo, uma vaca que come um vegetal também leva em minerais do solo. Então, o assassino está vindo através do vegetal para o estômago da vaca. Diga a vaca é abatido de forma kosher, eo bife está agora em sua mesa. Quando você come o bife com a meditação correta você é capaz de elevar a alma da vaca, a alma do vegetal, ea alma do mineral. Em seguida, a alma tem a chance de se tornar um ser humano na próxima vida. 

Embora ainda seja importante para uma mulher estar contente com seu marido, filhos e netos, bem como com sua vida profissional, isto não é mais suficiente para ela. Seu ego é tão desenvolvido que ultrapassa os limites da família, do trabalho e até da nação. Ele quer espiritualidade. Hoje, as mulheres estão nos mesmos círculos sociais e têm o mesmo poder que os homens e, em muitos casos, até mais. Como resultado, o sentimento de vazio e as tentativas de encontrar satisfação e felicidade não estão mais relacionadas com a família ou mesmo com a vida profissional da mulher. 

Os dias atuais nos fazem recordar a época de Abraão, que formou o primeiro grupo de cabalistas na Babilônia antiga. Naquela época as mulheres que atingiam a espiritualidade estavam do lado dos homens. Elas estavam em um nível espiritual igual ao dos homens. As grandes profetas, como Dvorah, Hulda e outras, alcançaram níveis espirituais ainda superiores que os dos homens. As pessoas viviam na percepção de Deus, e as crianças eram ensinadas estas verdades desde cedo. Mas após o declínio da humanidade, nós raramente vemos mulheres cabalistas. Havia algumas que atingiram a espiritualidade, desde a época da destruição do Segundo Templo ate nossa geração, mas elas eram em número limitado. 

Entendendo e cumprindo sua função espiritual no mundo, assim como elas entendem a sua função na família. Em outras palavras, a queda espiritual da humanidade que levou à desvalorização do status espiritual da mulher tem de ser remediado em nossos dias. Assim, hoje nós temos que responder à demanda que vem de tantas mulheres. Não se trata apenas de uma demanda, mas de uma real necessidade. As mulheres naturalmente sabem como organizar a família, como fazê-la funcionar, como cuidar dos filhos, do marido e da cozinha. Elas deveriam entender igualmente bem que elas têm uma habilidade interna para saber como o mundo tem que ser organizado de acordo com sua raiz espiritual. Elas também deveriam saber que elas têm o poder de fazer os homens executarem seus desejos. 

Era sempre muito comum para os homens. Ao longo da história, muitos homens embarcaram na busca espiritual. Já as mulheres, apenas recentemente. E essa busca é definitivamente muito mais que procurar por satisfação psicológica na família ou vida social. Assim, uma mulher pode certamente estudar a sabedoria da Cabala, mesmo que tenha sido diferente no passado. Não tem nada a ver com este mundo. E um desejo do “ponto no coração”, como os cabalistas o chamam. Significa que por cima de todos os desejos físicos e humanos, como comida, sexo, família, dinheiro, poder e conhecimento, de repente um novo desejo aparece em uma pessoa. Este desejo está além do nosso mundo, e aparece em homens e mulheres. Uma mulher que está buscando a espiritualidade sente que sua satisfação vem de algo maior que esta vida. Ela tem um tipo diferente de desejo. Ela pode ter marido e filhos, uma família e um lar. Tudo isso pode dar a ela conforto, mas sua busca por espiritualidade é em um nível totalmente diferente. 

Na realidade moderna, as mulheres têm que se preocupar em cuidar de coisas que nunca haviam se preocupado antes: como trabalhar e cuidar da educação das crianças, como evitar guerras e problemas econômicos, e assim por diante. Lutando para encontrar um equilíbrio entre todos estes desafios sociais e pessoais, sem sentir um forte apoio do homem, as mulheres estão se tornando mais independentes e adotando mais papéis tradicionalmente atribuídos aos homens. Às vezes elas até se esquecem de que são mulheres. Na verdade, elas são a força motriz que inspira e impulsiona os homens a praticar atos heróicos e nobres. Não é à toa que há um ditado que diz, "Deus quer o que a mulher quer". 

Nosso mundo é regido pelas leis da natureza, como sempre, e se observarmos atentamente, vemos que em todos os níveis de existência, nenhuma espécie de vida pode existir, ou melhor, viver ou sobreviver por si só. A existência só é possível através da complementaridade com a "outra metade". Em outras palavras, cada elemento na natureza é sempre um elemento complementar ao seu oposto, e somente juntos podem ser completos e perfeitos. Mesmo no nível vegetativo, a divisão, em partes masculina e feminina, é claramente evidente. Esta especialização é enraizada em todas as coisas na natureza, e dita que o equilíbrio pode ser alcançado somente se as duas partes, masculina e feminina, interagir corretamente uma com a outra. No entanto, todo o mundo é e sempre foi dirigido pelos desejos das mulheres, porque as mulheres são destinadas pela natureza para inspirar e dar significado às vidas das pessoas que lhes são especiais. Elas estabelecem objetivos, definem as direções, elas conduzem todos os pensamentos, e fazendo isso, desenham nosso futuro em comum. No entanto, elas têm perdido a consciência do seu papel e destino e tentam fazer tudo sozinhas. 

Agora, vemos o núcleo da existência humana, a família, em desordem, como evidenciado pela alta incidência de divórcios, uso de drogas e depressão, que exacerba os sentimentos de vazio nas mulheres. As mulheres com seus desejos intrinsecamente guiando o mundo são a força motriz invisível e fundamental para conduzir todos nós para a realização completa e perfeita realização espiritual. O desejo das mulheres para a realização espiritual abastecerá as mudanças, que são desesperadamente necessárias para que os homens, naturalmente, cumpram a sua parte que é a de trazer o nosso mundo conturbado para a forma correta. Este elevado e crescente vazio, que também nós estamos encontrando, já não pode ser preenchido pelas “coisas” materiais normais que costumávamos comprar ou fazer. A humanidade está começando a perceber que a única coisa que vai preencher o vazio é a realização espiritual eterna. O vazio que mulheres sentem é também a ferramenta que podemos usar para sair deste estado de vazio atual. Então nossas partes "a feminina" e "a masculina", em perfeito complemento, irão trabalhar em completa unidade que irá transcender a todos nós para essa nova e bonita realidade! E a lei primordial vem operando em toda a realidade desde o início dos tempos, construindo o nosso mundo em uma ordem estritamente definida, garantindo que a parte "feminina" da realidade defina a direção para onde tudo está indo. 

Netzach é a esfera do amor e da atração. É também a esfera de nossas emoções. É a parte de nossa consciência que atrai os outros nos com as bênçãos que nos chegam através de outras pessoas. É o nível do sentimento de consciência que nos dá a compreensão em todos os relacionamentos Tocando este nível de consciência desperta-nos ao Amor, idealismo e Sexualidade. Ela nos ajuda a superar impureza em todos os níveis. Devemos aprender a fluir com a natureza. Durante o tempo em que estamos a trabalhar a este nível temos de persuadir e convidar as pessoas e as coisas que nós amamos em nossas vidas. Devemos usar técnicas especiais simples que se abrem os níveis de consciência para evocar e persuadir o que desejamos em qualquer lugar do universo. 

O amor está lá para nós, mas temos de perceber e aceitar isso. Quando trabalhamos no nível de Netzach (Neht Sach) estamos abrindo nossa consciência Love. Netzach é associada com o planeta Vénus. Temos de aprender a evocar e persuadir com nossos olhos. Este olhar olho é algo que parecem ter nascido com o conhecimento de. Se você já teve alguém flertar com você, que você não estava interessado, você vai entender o que estou dizendo sobre os olhos. A primeira coisa que fazemos, consciente ou inconscientemente é evitar os nossos olhos para longe do pretendente indesejado para não levá-los em ou dar-lhes a idéia errada. 

As mulheres se casam por vários motivos, amor e atração, a necessidade de ser desejado (Algumas mulheres sentem mais valioso quando um homem quer mantê-la. Segurança, este pode ou não ser por dinheiro. Uma mulher pode sentir que a vida é mais seguro, em muitos aspectos, se ela está em um relacionamento sério. E é claro que ela pode se casar por dinheiro e / ou fama sozinho. Muitas vezes, depois que uma mulher se casa com ela torna-se desiludido. As pessoas, homens e mulheres podem ter uma ilusão de que o casamento será o estado perfeito de ser apenas para encontrar seus sonhos / ilusões destruídas. Normalmente o amor é cego. No entanto, há muitos sinais do conto conto que, muitas vezes, evitar. Mulheres arranjar desculpas para o comportamento de um homem por uma série de razões. Em primeiro lugar, a mulher é protetora, mas outra razão é que ela espera que seu amor vai mudar um homem. Ela pode querer que o relacionamento tanto que ela fecha os olhos que ela vê. 

As pessoas são influenciadas pela televisão, mídia, cultura pop e entretenimento e toda sorte de coisas que pode mexer com um estado de espírito. As pessoas muitas vezes trazem influências externas em seus valores de relacionamento que podem ter um efeito. Se as pessoas são sugadas para a realidade bate-papo mostra que muitas vezes enviam vibrações negativas de problemas de outras pessoas, como cometer adultério, abuso e outros problemas de casa de demolição que, em seguida, colocá-lo em sua cabeça que alguns destes problemas estão efetuando-los em suas relações, por exemplo, . Então, as pessoas vêem problemas virtuais que acontecem em novelas na televisão e eles estão constantemente a ser bombardeados por entrada negativa que terá um efeito adverso em suas próprias realidades e pensamento. Ele é projetado para ser assim para criar uma distração de sentir amor emoção. A perseguição por coisas materiais, dinheiro, sucesso, poder e fama, que são processos de pensamento egoísta rompe e separa a unidade ea escravidão de amor entre os casais. Qualquer forma de negatividade trazidos para o relacionamento, especialmente por meio do pensamento e do desejo trará sérias implicações e restrições ao relacionamento. 

A Kabbalah ensina que homens e mulheres são iguais, mas têm sido divididos entre si e dentro de si. O sexo é considerado um santo sacramento, que pode trazer a dividida de volta juntos. Uma metáfora cabalística diz que os vasos que Deus usou durante a criação foram quebrados e do nosso trabalho na vida é para reparar esses vasos. Sexo realizado em um contexto amoroso é um método poderoso para tal reparação. 

E o que o budismo tem a dizer sobre a situação social das mulheres? Escusado será dizer que não há uma resposta simples. Fiel à sua própria ênfase sobre a impermanência, o budismo tornou-se bastante diferente em diferentes culturas. Se o budismo não é tanto o que o Buda ensinou que o que ele começou, somos apresentados a um conjunto complicado de ensinamentos, práticas e tradições históricas, que nem sempre são coerentes entre si. Este ensaio centra-se na Tailândia, um dos mais devotadamente budista nações do mundo. 1 Tailândia também tem o que é provavelmente o maior e mais organizado comércio do sexo no mundo: até um milhão de trabalhadores do sexo (de uma população total de cerca de 70 milhões de pessoas), superando facilmente a diminuição do número de monges budistas (menos de 300.000 bhikkhu). As religiões têm uma função dupla na sociedade: eles ajudam a moldar os nossos valores mais importantes, atitudes e comportamentos, mas também absorvem e refletem os valores pré-existentes, atitudes e comportamentos. Então, qual o papel que o budismo atualmente joga no encorajamento ou a racionalização do negócio do sexo Thai? Qual o papel que poderia desempenhar em desencorajar a prostituição, e capacitar as mulheres em geral? Os textos budistas mais antigos revelam uma curiosa ambivalência sobre as mulheres, o que nos faz lembrar de colocar mensagem transformadora do Buda em seu contexto social original. Embora reverenciado como as palavras originais do Buda Sakyamuni, estes ensinamentos foram preservados por via oral durante cerca de 400 anos antes de ser escrito, oferecendo muitas oportunidades para algumas passagens para ser intencionalmente ou não 'corrigida' por monges menos esclarecidos do que o Buda. Tão importante quanto isso, no entanto, é preciso lembrar que o Buda histórico foi criado em uma cultura muito patriarcal. Seus ensinamentos como eles chegaram até nós, talvez, revelar uma luta contra esse condicionamento machista.

Religiosamente, uma grande parte do problema é que as mulheres são acreditados para ser poluído e poluente. Isto refere-se não só à sua associação com o sangue (o 'confusão' da menstruação e no parto), mas especialmente para o seu papel como mulher sedutora e sedutor, uma ameaça incontrolável para a castidade de homens ascéticos tentando seguir um caminho espiritual. As mulheres foram castigados por seu desejo sexual mais forte, o que hoje parece ser um exemplo clássico de projeção psicológica: ascetas culpando seus próprios problemas com o celibato sobre as mulheres, os objetos de sua cobiça. Budismo No início não escapou completamente este misoginia, pois existem muitas dessas passagens no Pali Canon, alguns deles atribuído ao Buda, que alertou seus monges sobre a impureza da sexualidade em geral, e as armadilhas das mulheres em particular. Um símbolo disto é as três filhas de Mara, o símbolo budista do mal (embora um símbolo bastante branda em comparação com o malévolo Satanás do Cristianismo), que lhe tentado pouco antes de sua iluminação final: embora o próprio Mara é do sexo masculino, a sua prole Raga luxúria, Arati má vontade e Thana desejo são sempre retratados como feminino. 

Mas e quanto ao potencial espiritual das mulheres? Essa é a prova de fogo para o patriarcado religioso, e que o Buda passou - mas evidentemente ele levou um tempo. Mais uma vez, os textos sugerem alguma ambivalência. Não era até cinco ou seis anos após sua iluminação que ele concordou em se encontrar com uma delegação de mulheres, liderado por sua tia e mãe adotiva Mahapajapati Gotami. Eles pediram uma ordem de freiras bhikkhuni a ser estabelecidos, para se juntar a Sangha masculino de monges bhikkhu. Várias vezes o Buda se recusou, mas quando seu assistente Ananda perguntou-lhe se as mulheres eram iguais em sua capacidade de iluminação, ele admitiu que eles eram tão capazes de seguir a vida contemplativa. Ele, então, cedeu a seu pedido repetido - mas com condições especiais, oito regras adicionais de conduta, que fizeram freiras sempre subordinar aos monges 3 . Sem surpresa, a evidência textual interna sugere fortemente que essas regras foram adicionados à passagem posterior. O texto passa então a ter o confidências Buda em Ananda que, se não as mulheres foram admitidas como monges, seus ensinamentos teriam sobrevivido mais de mil anos, mas, devido à admissão de mulheres, seria só últimos quinhentos anos 4 . Seja ou não essa previsão realmente foi feito pelo próprio Buda, que acabou por ser errado: os ensinamentos budistas continuam a existir, e de certa forma eles estão prosperando mais do que nunca. 

Em outras palavras, quando se trata do caminho espiritual, discriminando acordo com o gênero é uma ilusão. Tão longe, tão bom ... por um tempo. Mas uma vez que o Buda não estava mais por perto para manter um olho em coisas, o patriarcado começou a reafirmar-se, e as circunstâncias de mulheres budistas começaram a deteriorar-se, para ambas as freiras e leigas. Nos países Theravada a ordem bhikkhuni encolheu e desapareceu - na Tailândia, apenas cerca de 300 anos depois de ter sido estabelecida 6 . Alguns sutras Mahayana alegou que as mulheres devem primeiro renascer (ou transformado magicamente) em homens antes que eles pudessem se tornar totalmente iluminado Budas, e esta crença tornou-se comum no budismo asiático. Outras escrituras Mahayana, no entanto, continuou a apresentar imagens mais positivas das mulheres que são mais consistentes com o conceito central Mahayana de shunyata "vazio": se os homens e mulheres são igualmente shunya - ambos sem qualquer auto-essência -, então não há motivo para qualquer discriminação de gênero. No Chan / filho / Zen Budismo da China, Coréia e Japão, por exemplo, a mente iluminada não é nem homem nem mulher, e há exemplos notáveis ​​de adeptos do zen do sexo feminino. Mas tais sutilezas espirituais não servem para verificar a revalidação da superioridade masculina em culturas budistas. Com a exceção parcial de Taiwan, onde a ordem bhikkhuni Mahayana está prosperando hoje, as mulheres são vistas como inferiores aos homens nas sociedades asiáticas budistas. E há uma explicação budista para isso: os infelizes o suficiente para nascer como as mulheres estão colhendo os frutos de seu karma inferior. 

Nas sociedades budistas onde as mulheres não têm permissão para ser totalmente ordenado como monges, as mulheres são muitas vezes dito por monges que ter nascido uma mulher é o resultado de um mau karma. A fim de tornar este problema, a única coisa que as mulheres podem fazer é acumular muito mérito nesta vida, para que em sua próxima vida que vai nascer um homem, e, em seguida, eles podem se tornar um monge, se optar por. Esta maneira de pensar faz com que as mulheres se sentem inferiores e que eles são os culpados pelo resultado de suas vidas. Torna-os mais dispostos a aceitar a violência baseada no género seja lá o que eles experimentam, uma vez que é visto como um resultado direto de seu destino infeliz em ter nascido mulher. 

Já no contexto e conceito da Umbanda Astrológica, nascer mulher não é uma maldição, mas, uma bênção. A força feminina é poder de transformação de criação e de sentimento. O que há de carmico por trás das reencarnações da mulher não é diretamente um carma criado por elas mesmas, mas, pela imposição dos outros. Muitas vezes a mulher se prostitui e tem práticas ruins, forçada por homens manipuladores, ditadores e demoníacos. Na verdade eu creio que muitas mulheres hoje vivem carmas, gerados por imposição de terceiros e até hoje o que mais faz a mulher sofrer é que ela não usa a força que tem pra dizer não e se esquivar, e assim como há milênios no Paraíso, ainda tem o mesmo costume de ir pelos palpites e tentações lançadas pelos outros, como fez Lúcifer em frente a árvore do conhecimento. 

quinta-feira, 24 de março de 2022

Seitas que iludem em nosso tempo

Concebido por Lutero com a promessa de libertar o ser humano da intermediação dos padres católicos na comunicação com Deus, o protestantismo – pelo menos em sua versão mais nervosa e moderna no Brasil, encarnada pelos evangélicos - é que, paradoxalmente, atrai a presença física do fiel ao templo.

A maioria dos católicos, por outro lado, faz suas orações e agarra-se a crenças que dispensam a intermediação dos padres. Esse paradoxo se mantém pela constatação de que mais forte do que todas as religiões, mesmo a católica com seus milênios de tradição, é a religiosidade.

A crença e a prática religiosa passaram para a esfera do individual, hoje se quer ter bens materiais antes dos bens espirituais. Acreditar deixou de significar a adesão plena a alguma igreja concreta. Se acredita nas encenações de alguém que tem programa na TV, se considera um Pop Star, que mostra historias de pessoas que conseguiram um novo emprego, compraram uma casa nova e diz que a receita pra isso, é somente ler a Bíblia, gritar o nome de Jesus e pagar o Dizimo.

A necessidade de encontrar um sentido para a vida e de tornar suportável a perspectiva da morte foi o que carregou a religiosidade por todas as sociedades humanas através dos séculos. Essa necessidade foi mais forte e onipresente num tempo em que os homens acreditavam que a vontade de entidades sobrenaturais controlava tudo - o regime de chuvas, as pestes, o humor do soberano. O verdadeiro sentido pleno do Religare era buscar ser divino. Hoje busca-se ser um humano feliz, é por isso que essa onda de que "Jesus me dá tudo" tornou-se uma febre, mesmo nada batendo com os ensinamentos dele! A ciência e a vida moderna cuidaram de esvaziar esse céu mágico. O mundo, como escreveu o francês Marcel Gauchet, desencantou-se. A religiosidade, no entanto, continua sendo na alma humana o mesmo lago plácido onde o homem busca repouso nas horas de sofrimento extremo. É pela posse da senha que dá acesso a essa região mental que as religiões lutam.

Isso poderia até ser visto como positivo se realmente tirasse o homem do fanatismo, intolerância e preconceito religioso, mas, o que vemos é o contrario. O que se vê é o lema do Anticristo cada vez mais vivo "Dividir para governar". Então vemos por ai o adepto dizendo: "Minha Igreja é mais santa, mais pura e melhor que a sua". E assim essas contendas vai provocando disequilbrios no carma e isso ecoa até as outras dimensões trazendo consequenciais gravíssimas. Por que reflete-se na alma nos mais vulneráveis os jovens. Por isso a droga se espalha, o crime toma conta das ruas e o clima de medo é cada vez maior. Pois onde Deus não encontra mais lugar, o narcótico tem toda liberdade pra entrar.

Mas, quando falo aqui de Deus, não falo de um Deus somente bíblico, mas, de um Deus Criador que não tem dono e que quer apenas o nosso crescimento espiritual. Um Deus que não usa artifícios, mas que tem que ser buscado, não pra nos trazer uma casa nova ou um carro, mas, pra nos manter vivos espiritualmente.

As contendas entre os cultos afro-brasileiros, também provoca disequilibrio, vemos que desde o continente africano a Guerra Civil assola milhares de vitimas, tudo isso, porque querem transformar Deus em "Meu Deus".

Vemos citações no livro de Isaías e de outros Profetas alusões a paz onde animais são representados como nações e onde o Senhor nos fala do Leão comendo junto com o carneirinho sem devora-lo. Esse sim um sinal de união, sem lutas nem disputas pelo poder. Vemos nesses trechos uma referencia ao Zodiaco, onde o nativo de qualquer signo, pode sim se dar bem com qualquer outro nativo e que todos nessa Roda da Vida só estão aqui para buscar a evolução.

Uma coisa importante a se notar é que mesmo esses que professam a Bíblia, seguem as Escrituras, pois, ela nos fala que não existe sacerdócio, que não seja moldado como os princípios de Mesquisedek. E nenhuma dessas novas Igrejas da onda tem sacerdócio. Vimos que até mesmo a imagem do pastor apresentado por Cristo como ele mesmo disse: "Eu sou o Bom Pastor", tinha toda configuração dos sacerdotes antigos. Que tinham o poder de arrebanhar, mas, que tinha também a simbologia do sacerdócio. Pois assim como os magos tinham o cajado, o pastor tinha também na mão a vara, para controlar o rebanho.

Os orixás também tem sua configuração sacerdotal, veja que Ogum tem sua simbologia de Guerreiro, com suas armas de luta contra o mal, que Oxóssi é o caçador com seu arco e flecha na caça pela evolução e manutenção da vida etc. E assim se segue com todas as linhas e todos os orixás.

Por isso aquele que se firma em ilusões, também se assemelha aos que fazem suas casas na areia. Isso porque devemos buscar nossos tesouros espirituais e não materiais. Outra coisa que não devemos esquecer é que Satanás é um mestre de ilusões. Ele em pessoa se apresentou a Cristo como anjo de luz, e nem sempre por falar em Deus uma pessoa está com Ele. "Nem todo que diz Senhor, Senhor entrará no Reino do Céu". O que nos confirma o ditado popular: 'Nem tudo que reluz é ouro".

Nas antigas iniciações como até mesmo a do próprio Cristo, vimos que ele cresceu pelo sofrimento, não pelo luxo e conforto de carrões importados, com um estilo de empresario europeu. Pelo contrario ele passou fome, sede, frio e medo. A nossa busca requer de nós sacrifícios. Essa historia de um paraíso na Terra fica bonito na TV, mas, a vida real é outra e a busca espiritual está sendo deixada de lado. Simplesmente por gritar o nome do Senhor Jesus, pagar Dízimos ou ir a Igreja todo dia, pode até fazer bem a nosso ego, mas, nosso espírito requer muito mais de nós. Certa vez Tobias perguntou ao Anjo Rafael, o que precisava para salvar sua alma e ele respondeu: "Orar, Jejuar e dar esmolas". Isso confirmado por Jesus nos Evangelhos, quando ele separa os rebanhos, os bons dos maus, tocando num ponto crucial: Amor ao próximo e caridade.

E ainda nos lembremos das palavras de Jesus que nos disse que no fim dos tempos surgiriam Falsos Profetas, pregando e curando em nome do Salvador. Tudo um engodo e laços de Satanás. Porque a Reino dos Céus não se vende, não se empurra goela a baixo e não se coloca lado a lado com o dinheiro. Veja que até mesmo os povos primitivos, que não conheciam as Escrituras, nem a magia cerimonial tão estudada por nobres ja entendia isso. Nas aldeias o seu Pajé ou Sacerdote principal da comunidade sabia usar os conhecimentos com maestria, simplicidade e num estilo sacerdotal como os Grandes Magos do Astral Superior. É por isso que os Caboclos são de suma importância no meio umbandistico.

Todo esse embrulho que vemos hoje que esse enorme crescimento das seitas são efeitos dos ajustes cósmicos, pois se na Era de Peixes víamos o ser buscar mais espiritualidade, hoje com as influencias ja sentidas pela Era de Aquário, vemos a humanidade mais visar o lado social, a busca pelo movimento material fazendo seu céu na terra, e lembremos que Urano é o regente dos anarquistas.

Carlinhos Lima - Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.
 
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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Aproveite os últimos exemplares da segunda edição do #livro: astrólogos, estudantes de magia, Wicca, Umbanda, Candomblé e oráculos


Livro de Umbanda Astrológica


Um livro ou os livros muda a vida de uma pessoa, como já mudou de muitas. Eu por exemplo, tenho certeza de que o que eu sou hoje tem tudo haver com a leitura. Desde minha infância a leitura foi um dos principais pilares pra manter-me firme e confiante, como também uma das principais ferramentas na busca do conhecimento não só convencional mas, do algo mais que a alma latejante por compreensão, almeja alcançar. Muita gente tem uma definição espiritual hoje por causa de um livro, seja a Bíblia o Alcorão, um livro raro de Wicca, a Torah ou qualquer outro que sustenta um seguimento religioso, místico e espiritual. Mas, não só nesse âmbito de saberes espirituais, religiosos ou filosóficos, nem só a área acadêmica, mas, em qualquer seguimento, como por exemplo, artístico e o mundo da imaginação. As vezes um livro que você dá de presente pode mudar a vida de uma pessoa, emocioná-la, fazê-la sonhar e reprogramar sua vida. 

Dando livros de presente você não estará dando apenas um brinde material a pessoa, mas, conhecimento, congelado no tempo e que pode ser acessado pra fazer reformas na vida dela. Ler, faz a pessoa sonhar, elevar seus conhecimentos, aumentar sua compreensão e ampliar seu nível cultural, filosófico, espiritual ou simplesmente emocional. Quem nunca se emocionou com uma boa história ou se sentiu feliz em descobrir algo que queria compreender nas páginas de um livro? A Bíblia e outros livros sagrados são os pilares de grandes religiões mundo a fora. Até mesmo a Umbanda e Candomblé, ainda persistem hoje por causa de publicações importantes dentro do seguimento espiritualista, pois apesar de muitos dizerem que a maior base é a Tradição Oral, na verdade ela agua como faca de dois gumes, ou seja, promove a perpetuação dos conhecimentos, mas, também dá margem a distorções, superstições e má compreensão. Por isso, trabalhos como os de Mestre Da Matta, Rivas Neto, Prandi, Verger e outros, são importantes, pra aprofundar o conhecimento, refletir e esclarecer sobre pontos importantes, além de cristalizar coisas que ficam mais fáceis de repassar aos buscadores do amanhã.

Toda decodificação é importante, sem querer deletar nada, mas, catalogando e deixando a vista de quem quer garimpar no mundo do saber aquilo que sua alma almeja. Se ela quer seguir um seguimento, uma vertente, uma origem ou filosofia, mas, que tenha acesso aos códigos pra poder avaliar, questionar e rever seus conceitos. O Ifá o livro da vida dos Iorubás, dos sacerdotes e magos dos orixás, é uma prova disso! Sem os códigos, sem os odus, sem seus orikis, sem as histórias sagradas, grande parte do que conhecemos hoje como Umbanda, Candomblé e outros seguimentos, já estariam extintos.

E pra você querido buscador de conhecimento sobre os orixás, os signos zodiacáis, magia, Umbanda, Candomblé, espiritualismo, oráculos, Ifá, carma e reencarnação, ofereço a você um trabalho de anos de pesquisa, concluído com muita dedicação, sobre conhecimentos que muitos sequer já ouviu falar - a não ser os mais iniciados e que tem acesso as fontes. Para que você possa ter uma noção mais aprofundada, sincronizada e perceber que a Umbanda tem sim códigos, que há uma grande relação entre ela e a astrologia, como também, que ela é em sua essência, magia sagrada, divinatória e divina. E que suas origens são bem mais distantes do que muitos pensam. Além disso que ela é também conhecimento filosófico, orácular, artístico e consagrado por Deus. Também que seus caminhos são diferentes do que a Umbanda muitas vezes vulgar que conhecemos hoje revela e deixa margem as críticas destrutivas, preconceitos e mentiras.

A Umbanda, hoje usada sensacionalmente por muitos e como forma de extorsão, na verdade é um conhecimento sagrado, milenar e que nada tem haver com satanismo - no máximo ela tá ligada a nossa ancestralidade mais primitiva, mais ancestral e pode ter portais abertos por ela, que nos façam acessar nossos medos, nosso carma e nossas dores evolutivas e por isso, assusta a muitos, pois nosso lado mais sombrio nada tem de encantador mesmo. Por isso os senhores do tempo e do carma fecham portas que só Exu, Pombagiras, Anjos da Guarda, Encantados e Guias, conhecem ou acessam, abrindo-as, somente se for e quando for necessário! E por isso bruxos negros, charlatães e insensatos, acabam denegrindo a Umbanda e o Candomblé, por acessar aquilo que não devem, não entendem ou que querem apenas usar em proveito próprio ou contra seu próximo.

Mas, não tenha medo da Umbanda! Antes de criticar, estude-a! Não se arme contra ela, apenas baseando-se em dogmatismos preconceituosos ou a aberrações que se passam pela verdadeira tradição dos orixás e ancestrais. Não se paute por perseguições e sufocamentos feito por mestres míopes que se baseiam na supremacia de religiões europeias, como se eles fossem os donos da verdade ou se a Bíblia fosse o único livro sagrado existente no mundo. Evite os puritanismos, evite o exagero canônico, evite o sectarismo e evite o fanatismo. Não seja um defensor aguerrido de pontos de vista nem pró e nem contra a Umbanda, com o coração cheio de ódio ou como se você fosse o único conhecedor das verdades, pois sempre teremos o que aprender, dia a dia! Tem coisas que achamos hoje que poderão se mostrar de outra forma amanhã ou nos convencer que temos que mudar de opinião! Além disso, não fiquemos nessa lenga-lenga de que temos que ser fixos, tradicionalistas demais e sem flexibilidade como requer as igrejas do passado e de nosso tempo.

E acima de tudo, evitemos a hipocrisia, pois ela é o maior veneno de todos os tempos e que matou milhares de pessoas ao longo da história da humanidade. Que extinguiu crenças e povos, simplesmente pela perseguição de instituições poderosas e dominadoras. Seja você mesmo, ouça seu Deus Interior, antes de ouvir o mundo, pois seitas de nosso tempo, aliena muito mais o homem do que educa espiritualmente e filosoficamente. Porque o deus da maioria dessas seitas é o poder, o dinheiro e por isso fundam partidos, fundam rádios e TV e se aliam a mídia poderosa só pra possuir em suas mãos o controle das massas de manobra. 

Quando Mateus em seu Evangelho cita a volta do Filho do Homem, vemos claramente que ele separa entre bons e maus, citando acima de tudo os bons atos, a boa índole e os bons instintos usados em defesa da vida e dos irmãos. E é isso que a verdadeira Umbanda prega e defende. Por isso, fuja das perseguições e fuja da vontade de perseguir. Fuja dos manipuladores, dos vendedores de "felicidade", daqueles que prometem resolver todos os seus problemas como se fossem "super-magos". Busque aqueles que dizem professam mensagens divinas, que te estendam a mão e não vendam coisas que jamais forma deles. Porém evitem os falos caridosos, aqueles que falam em caridade o tempo todo e que não respeitam tradições. A caridade é um dom que não deve está na boca o tempo todo, pois ela deve vir naturalmente não como um bordão. A Umbanda não é só caridade, ela tem preceitos, fundamentos que devem ser seguidos e a Umbanda não deve ser submissa e subordinada ao Kardecismo o tempo todo. Ser coirmã é uma coisa e ser dominada é outra.

A Umbanda tem seus próprios preceitos, não precisa trilhar a cartilha do Kardecismo ou do Cristianismo só pra ser melhor aceita ou bem vista pela sociedade hipócrita do nosso tempo não! A Umbanda é milenar e tem seus preceitos de paz, amor, esperança e verdade com justiça, sem precisar recorrer a Bíblia ou conceitos de Kardec. Você não deve evitar o mal só porque a Bíblia diz, por medo ou por que tá na lei, você deve evitar o mal porque sua alma quer, porque sua alma deseja o amor e por gesto natural. Você deve fazer o bem por que tem uma boa índole, por que tem um bom caráter e não apenas por medo ou porque sua religião prega.

E a principal mensagem que o espiritualismo deve trazer é o de ser original de se compreender e o de evoluir. E por isso muitas pessoas ao longo da história da humanidade sempre buscaram os oráculos, os sacerdotes e o sagrado, para se compreender, para saber o que lateja na sua alma. Por isso o Faraó buscou José na prisão, para saber o que martelava em seu inconsciente e seus sonhos simbolizavam! Por isso sempre existiram rabinos, profetas, magos, astrólogos e buscadores. Para orientar-nos sobre o que há oculto e acima de nós.
 
 

 

E assim eu vos dedico o meu primeiro trabalho, que espero ser o primeiro de muitos - meu primeiro livro

Umbanda Astrológica - Os Senhores do Destino e A Coroa Astrológica de Orumilá

Lima, Carlinhos

Anubis 


 Ou Livraria

Carlinhos Lima - Astólogo, Tarólogo e Pesquisador

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domingo, 16 de junho de 2019

A Cabala e as religiões, estudam



A Cabala e as religiões, estudam desde que entraram em contato com a magia e a espiritualidade, o poder das energias e como evocá-las pra tirar algum beneficio delas. Essas energias são evocadas ou invocadas, e estudadas através do simbolismo. Por isso na Umbanda tem a Lei de Pemba, os pontos riscados, todos conceitos elementares pra se compreender as forças atuantes. Assim como a astrologia estuda o simbolismo do zodíaco, a cabal estuda as sephirotes, poder das letras sagradas e nomes sagrados. Também a Umbanda, estuda raízes, códigos e chaves, como se faz com Tarô, numerologia e I-Ching. Ou seja, quanto mais se estuda, mais temos que estudar... Axé a todos.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Vida e morte: As religiões, com suas inumeráveis filosofias



As religiões, com suas inumeráveis filosofias, intromissões e distorções feitas por religiosos, cegos, loucos, fanáticos, demagogos ou fracos, causam conflitos, incompreensões e duvidas insanáveis. Que apenas causam no homem falta de fé e angustia. Apenas os bons de coração, iluminados e bem guiados, se destacam no meio a tanta falácia intolerante da maior parte das religiões. E má pregações, causam barbáries, como as que vimos nessa semana no Paquistão ou em muitsa partes onde o terror, passou a ser uma causa de braços religiosos insanos. O mundo não precisa de religião, mas, de espiritualidade. E saibam que nem todo religioso é espiritualizado, assim como nem todo espiritualizado tem religião. Aliás, quando se é iluminado e espiritualizado, dificilmente terá religião. E se tem, acabará se destacando e se tornando maior do que a religião a que pertence.
Se as religiões, focassem mais a fragilidade de homem e a necessidade dele de viver bem e em paz na terra, jamais teríamos as barbaridades no mundo inteiro e que estamos cansados de ver. Por mais que tenhamos filosofias religiosas, nenhuma consegue nos livrar da morte e nenhuma tem sido suficiente pra apenas gerar amor a vida, ao ser humano e a Deus! Pois sempre acabam se perdendo na busca pelo poder, na vaidade e na disputa.

domingo, 15 de julho de 2018

Espiritualidade: a fé verdadeira nasce dos corações e não das religiões



Nem todo mundo que reza tem fé verdadeira, nem todo mundo que não reza, é uma pessoa sem fé. Assim como nem todo mundo que vai a igreja com frequência é gente boa. E nem todo mundo que não vai a igreja é ruim! Cada um tem sua história, sua escolha pessoa, sua missão de vida e funções na ordem cósmica. Não meça o outro com as suas medidas e não meça a si mesmo pelos preceitos e conceitos dos outros. O importante é ser pleno, confiante e verdadeiro consigo mesmo, como também com os outros!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Culto aos orixás: Por que as religiões de matriz africana são o principal alvo de intolerância no Brasil?

Adeptos praticam religião no Terreiro Templo do Oriente, na Zona norte do Rio; muitos já sofreram discriminação, diz líder Luiz Fernando Barros


Divulgado nesta quinta-feira, Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o documento reacende o debate: por que os adeptos da umbanda e do candomblé, e suas variações, ainda são os mais atacados por conta de sua religião? O tema ganhou as páginas dos jornais recentemente, em casos como o da menina Kaylane Campos, atingida por uma pedrada na cabeça em junho do ano passado, aos 11 anos, no bairro da Penha, na Zona Norte do Rio, quando voltava para casa de um culto e trajava vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília, sem deixar feridos. Na época, a imprensa local já registrara 12 incêndios semelhantes desde o início daquele ano somente no Distrito Federal. A BBC Brasil ouviu especialistas sobre as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana e o que pode ser feito. Para eles, há duas explicações. Por um lado o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que desde o Brasil colônia rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, pelo outro, a ação de movimentos neopentecostais que nos últimos anos teriam se valido de mitos e preconceitos para "demonizar" e insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.

Relatório e dados 

Os entrevistados destacam que, pela primeira vez, a CCIR, criada em 2008, aliou os dados estaduais a números nacionais, informações de outros institutos e relatos de três diferentes pesquisas acadêmicas. Os dados do Disque 100, criado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos, apontam 697 casos de intolerância religiosa entre 2011 e dezembro de 2015, a maioria registrada nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Estado do Rio, o Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (Ceplir), criado em 2012, registrou 1.014 casos entre julho de 2012 e agosto de 2015, sendo 71% contra adeptos de religiões de matrizes africanas, 7,7% contra evangélicos, 3,8% contra católicos, 3,8% contra judeus e sem religião e 3,8% de ataques contra a liberdade religiosa de forma geral. Dentre as pesquisas citadas, um estudo da PUC-Rio sugere que há subnotificação no tema. Foram ouvidas lideranças de 847 terreiros, que revelaram 430 relatos de intolerância, sendo que apenas 160 foram legalizados com notificação. Do total, somente 58 levaram a algum tipo de ação judicial. O trabalho também aponta que 70% das agressões são verbais e incluem ofensas como "macumbeiro e filho do demônio", mas as manifestações também incluem pichações em muros, postagens na internet e redes sociais, além das mais graves que chegam a invasões de terreiros, furtos, quebra de símbolos sagrados, incêndios e agressões físicas. Ivanir Costa, babalaô registrado há 35 anos e iniciado na Nigéria há 11 anos, está envolvido com a luta contra a intolerância há mais de duas décadas, e encabeçou a redação do relatório, como presidente da CCIR.

Ele diz que a própria ausência de dados consistentes nacionais, que dialoguem entre si, e a subnotificação dos casos, são indícios de como o tema ainda precisa ser levado mais a sério no Brasil. "Há alguns avanços isolados em lugares como o Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, mas estamos muito aquém do que precisa ser feito neste setor", diz o religioso, que recebeu em 2014 o Prêmio Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República pelo trabalho na comissão.

  principal alvo de intolerância no Brasil?
A menina Kailane Campos (à dir.)r foi agredida em 2015 por estar portando vestimentas religiosas; caso teve ampla repercussão

Racismo e neopentecostais 


Para Francisco Rivas Neto, sacerdote e fundador da Faculdade de Teologia com Ênfase em Religiões Afro-Brasileiras (FTU), baseada em São Paulo e a única reconhecida pelo Ministério da Educação como formadora de bacharéis no tema, é impossível dissociar a intolerância do preconceito contra o africano, o escravo e o negro. "Os afro-brasileiros são discriminados, tratados com preconceito, para não dizer demonizados, por sermos de uma tradição africana/afrodescendente. Logo, estamos afirmando que o racismo é causa fundamental do preconceito ao candomblé e demais religiões afro-brasileiras", diz. Já a pesquisadora Denise Pini Fonseca, historiadora, ex-professora da PUC-Rio e coautora do estudo que visitou os mais de 800 terreiros fluminenses, acredita que a origem da intolerância esteja muito mais conectada à crescente influência de alguns grupos neopentecostais no país. "É claro que o racismo tem influência, mas acredito que é muito mais forte o discurso de alguns movimentos neopentecostais que são na realidade um projeto teopolítico que se apropria de símbolos muito poderosos para atingir seus interesses, e que elegeram as religiões de matrizes africanas como alvo", diz. João Luiz Carneiro, doutor em ciências da religião pela PUC-SP, especialista em teologia afro-brasileira pela FTU e autor do livro Religiões Afro-brasileiras: Uma construção teológica (Editora Vozes), defende que os dois fatores estariam completamente conectados. "A ligação entre esses dois fatores está muito bem resolvida na academia. As razões profundas na questão racial e o discurso neopentecostal que reforça no imaginário popular que é o macumbeiro, o sujo, o que faz o mal", indica.

Para ele, é nítido o processo histórico em que boa parte do que é produzido pelo negro brasileiro é desumanizado, desvalorizado ou considerado estranho, exótico, folclórico, e a ascensão do discurso de alguns neopentecostais que estimula a visão da religião africana como ligada ao culto ao demônio, diabo, satanás, rituais satânicos, macumba ou que fazem o mal. Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista, formado em Teologia e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo e que integra o movimento Missão Integral – que congrega diferentes lideranças evangélicas –, acredita que os casos de intolerância no país são localizados e "fazem parte de um recorte de tempo muito específico que estamos vivendo". "Não faz parte da índole do povo brasileiro e nem da índole cristã, quer seja católica ou evangélica. E evidentemente não faz parte da índole do Evangelho", disse ele à BBC Brasil em junho de 2015, após o ataque à menina Kaylane, no Rio. "Acho que é algo isolado, mas preocupante também para a imagem da Igreja Evangélica, que está sofrendo muito por conta de lideranças radicais que estão construindo no imaginário da sociedade brasileira uma ideia do ser evangélico que não corresponde à grande parcela da nossa população que se identifica como tal."

Casos de intolerância 

Luiz Fernando Barros, de 52 anos, já experimentou diversos exemplos de intolerância ao longo dos 37 anos em que atua como religioso da umbanda. "Já coloquei minha roupa branca religiosa no trabalho e vi que as pessoas queriam caçoar, fazer pouco dos meus valores espirituais. Temos filhos que frequentam escola pública e não podem usar as contas (colares religiosos). Já tive estátuas quebradas no meu templo, tentativas de invasão. Uma irmã nossa foi demitida de um hotel na Zona Sul do Rio quando a gerente descobriu que ela era de umbanda. Não foi o argumento oficial, mas ficou nítido para ela", conta. Ele foi um dos vários pais de santo que revelaram à BBC Brasil em reportagem publicada no ano passado que se viu forçado a aumentar a segurança de seus terreiro após repetidas invasões. Um deles, Pai Costa, de 63 anos e há 45 atuando como líder religioso, já tinha sofrido três invasões na época e teve de gastar R$ 4.500 em sistemas de vigilância.

Outro exemplo é o de Pai Márcio de Jangun, babalorixá, advogado e escritor iniciado há 36 anos no candomblé e com terreiro aberto há 15 anos. Ele diz que a intolerância pode ser sutil e parte do cotidiano, o que também configura discriminação e crime, apesar de não envolver violência física. "Já me recusaram vender flores quando perceberam que seriam usadas em terreiro de candomblé. No transporte público, a pessoa se levanta por não querer ficar sentada do seu lado, se benze. É algo que infelizmente faz parte do cotidiano e que os praticantes de religiões africanas lidam todos os dias no Brasil", diz. No relatório da CCIR há casos como a invasão e depredação do centro de umbanda "A Caminho da Paz", no Cachambi, na Zona Norte do Rio, em fevereiro de 2015, assim como incêndios e destruição de estátuas no Distrito Federal. Também são documentados xingamentos contra crianças judaicas num clube de elite da Zona Sul do Rio, na Lagoa, durante as Mascabadas, olimpíadas de colégios judaicos de todo o país, e o ataque a uma professora de teatro que recebeu uma pedrada na perna aos gritos de "muçulmana maldita" uma semana após os atentados à sede da revista Charlie Hebdo, em Paris, no início do ano passado.

Papel do Estado 

Um dos objetivos de aumentar o escopo do relatório da CCIR é chamar a atenção para o problema e nacionalizar o debate, além de pressionar Estados e o governo federal para a implementação de políticas públicas mais efetivas. Outra meta é cobrar a execução da legislação já existente, que tipifica o crime de intolerância religiosa.

No Rio de Janeiro, apesar de alguns avanços pontuais, os especialistas cobram a implementação de uma delegacia especializada, aprovada por lei em 2011 mas ainda sem previsão para sair do papel. São Paulo e Distrito Federal já criaram tais espaços. Consultado pela BBC Brasil, o governo fluminense confirmou que "não há previsão para a criação" da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância como determinou a Lei Estadual 5931, aprovada em 25/03/2011. O governo ressaltou, no entanto, papel pioneiro com a criação do Centro de Promoção da Liberdade Religiosa & Direitos Humanos, em 2012, e disse que todas as delegacias de polícia do Estado estão aptas a registrarem casos de intolerância religiosa. Na visão dos especialistas, este é justamente um dos principais problemas. "Quando a pessoa vai a uma delegacia, o policial registra a queixa como briga de vizinho, rixa, ameaça. Falha ao não aplicar a lei de intolerância religiosa, que prevê a tipificação penal adequada", diz o professor André Chevarese, do Instituto de História da UFRJ, que coordena o Laboratório de História das Experiências Religiosas. "Além disso, juízes tendem a ser condescendentes, não punem da forma adequada. O Estado falha ainda ao não educar melhor, não incluir mais o ensino sobre África, sobre religiões de matrizes africanas, sobre a importância das culturas africanas para a construção do país", diz. Ivanir Costa, da CCIR, diz que ao longo do tempo já presenciou a entrega de documentos às mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, e que ouviu promessas, mas até agora falta vontade política para implementar medidas nacionais mais eficientes, a exemplo do que foi colocado em prática na questão da violência contra a mulher. "Não temos órgãos que acolham denúncias e orientem vítimas em todos os Estados. Não temos uma base de dados nacional, os números são muito discrepantes ao redor do país. Há pouquíssimas delegacias. Delegados, policiais e juízes descumprem a lei. É um cenário muito incipiente ainda", avalia.

Fonte:

sábado, 7 de dezembro de 2013

Mente sã, coração limpo e alma iluminada! São mais importante que religiões...

Não importa a sua fé, mas, se seu coração é limpo! Não importa sua crença, mas, se sua alma é pura! Não importa sua religião, mas, se seus atos são verdadeiros e justos...

No ano de 2014 ano de Júpiter, astro que rege a busca religiosa, espiritualista e filosófica, muitas pessoas tendem a trocar de religião ou simplesmente experimentar buscas novas. O lado oculto das pessoas estarão estimulados, especialmente as pessoas dos signos de agua (Peixes, Câncer e Escorpião), mas, não só eles. Na verdade também Capricórnio e Sagitário, tendem a se envolver com questões ligadas a sexo e magia. E muitas pessoas, especialmente as mais novas e em maior número as mulheres tendem a se aprofundar na magia sexual. Muitos serão iniciados em buscas esotéricas e tentarão entender mais o plano espiritual. Especialmente do segundo semestre ao ultimo trimestre do ano, com a junção das forças de Júpiter e Vênus, sendo que Júpiter estará ainda mais potente com a luz solar e fogo, incitando assim as pessoas a buscarem mais sexo. Consequentemente muitos praticarão com ritimo mais intenso, também mecanismos como Tantra e magia sexual. E para os signos de fogo, especialmente Leão, o segundo semestre tende a ter muito sexo...

Será um ano pra buscar entender um pouco mais a região do outro, ao invés de simplesmente criticar sem conhecimento de causa...

sábado, 7 de maio de 2011

Não critique a fé dos outros em nome de sua falsa fé!


Atenção voces que pouco conhecem da Biblia e que na verdade só aprendem os textos pra   ludibriar, distorcer e manipular as pessoas! Não adianta mandar textos da Biblia como se essa visão distorcida que vocês tem fosse a verdade absoluta que todos que estudam, vejam bem estudam e não apenas aprendem os textos pra manipular, sabe muito bem que a verdade é bem diferente.

Não pensem que eu não conheço a Biblia, pois eu estudo  há mais de 20 anos, e se ligue, eu estudo, não apenas leio movido pelo fanatismo, sectarismo ou maluquice a quem muitos se deixam atolar. Outros colocam uma gravata no pescoço, começam a viver bem, mentindo e manipulando as pessoas, adquirem bens materiais, vivem dia e noite na fornicação, nos apetites do ventre, mas, tão todo sabado gritando hipocritamente o nome do Senhor. Ignoram o principal mandamento, o primeiro que diz: "Não chamar o Santo nome de Deus em vão"! Lembrem-se disso, hipocritas, insolentes e comedores da vida dos outros...

Não venham com essa historinha de idolatria que conheço muito bem os escritos biblicos. Não perco meu tempo pra debater, mas, me prontificarei de ora em diante a esclarecer aqui certas contendas, até por que tem pessoas que mesmo atraidas pela Umbanda, astrologia e busca sagrada, se afastam por medo, por causa das distorções, calunicas e injurias de seres malignos, que não passam de lobos em peles de cordeiros. Veja bem que o Cristo em sua missão se desviou dos religiosos, antes acolheu muito mais os pecadores e aqueles que se arrependeram de verdade. E não aqueles que se vangloriavam de tá no Templo o tempo todo e na verdade eram escravos dos apetites do ventre, usando a Lei pra manipular e viver no luxo, conforto e luxuria.

Sobre idolatria não precisamos ir fundo, basta lembrar a todos que duas das maiores e principais religiões vigentes no mundo hoje se originou de objetos magicos e cultuou imagens mais do que ninguem. Do Budismo nem preciso falar muito, pois, todo aquele que entrar em contato vai notar facilmente o caráter esoterico, com simbologias, templos, estatuas e muito mais.  Mas, o que todos tentam ignorarm  apagar e mentir é sobre a origem do Islamismo e do Judaismo. Pra quem tá com o pé atraz sobre o que eu tô dizendo, é só dá uma recorrida ao Antigo Testamento e vêr como se iniciou, onde se iniciou e como se deu toda tragetória do povo  hebreu. O que Moisés e Arão cultivaram ao longo da tragetoria, qual o costume inclusive de Abraão no Monte, onde ia sacrificar aos deuses? O que os mulçumanos vão  adorar em Meca  todos os anos, o que tem dentro da Kaaba? Qual a ligação desses povos com o Cubo, com a geometria sagrada e assim por diante? O que tem haver esses dois povos e  religiões com um meteorito que caiu no monte Moriá? Enfim antes de falar do que não sabem, verifiquem o que sabem e se está completo e correto!

O que significava a Arca, de que eram feitas as tabuas, os santurarios feitos, os numeros escolhidos, as vestes sagradas dos sacerdotes, os incensos, os rituais, os Querubins e muitas outras coisas, que hoje em dia imbecís mau intruidos, mau intencionados e sem sabedoria alguma tenta distorcer. Gritar o nome de Crito não tem significado algum! Veja que o proprio Cristo disse: "nem todo que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino do Céu". Tudo há um proposito, um por quê, por isso, que existem as ritualisticas sagradas. Veja que pra se curar no deserto das mordidas de cobra, os infiéis tinham que olhar para uma serpente de bronze! Enfim, vão estudar que a luz na consciencia de vocês se abrirá.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

sábado, 16 de outubro de 2010

Não negue sua fé!


Ainda por conta do preconceito e da história de perseguição, os números dos religiosos de candomblé, umbanda e outras manifestações de matriz africana ficaram aquém da realidade no Censo 2000.

Só para vocês terem ideia, na Bahia apenas 0,11% disseram ser de candomblé. Por isso é mais do que importante a campanha intitulada Quem é do Axé, diz que é, promovida pelo Coletivo de Entidades Negras (CEN), uma entidade que nasceu na Bahia e hoje já está presente em vários outros Estados brasileiros.

O vídeo que vocês podem conferir que é bonito e não esqueça: se você é religioso de matriz africana, nunca negue sua fé.

Fonte Mundo Afro/A Tarde
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