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Os Orixás regentes de 2027

sábado, 12 de setembro de 2026

Padrões de beleza e a vaidade

 


Assim como a moda, os padrões de beleza estão em constante mutação. Seja para se adequar às roupas da estação, seja para nos deixar loucas da vida enquanto tentamos aderir aos arquétipos vigentes, as tendências não param quietas. Tem tendencia pra tudo. E tudo hoje é padronizado. Basta olharmos para os outdoors que, pronto!, a cor dos cabelos da garota-propaganda já mudou, a chapinha deu lugar a fartos cachos, e as unhas, antes longas e escuras, estão curtas e claras. Acompanhar as tendências não é tarefa fácil. Que o digam as modelos, que vivem de exibir tudo o que o mercado é capaz de lançar.

Das gostosonas às sequinhas, os mais variados biotipos serviram de inspiração e estamparam armários adolescentes. Todas essas mulheres, cada qual em seu tempo, foram ícones do mesmo patamar de Gisele Bündchen. Pode parecer difícil de acreditar, mas algumas décadas pra frente, é bem provável que Gisele - ela mesma – caia no esquecimento para dar espaço às novas vertentes.



A moda responde a um desejo pela juventude e pela magreza, duas coisas que toda mulher quer, ou pelo menos o que querem que acreditemos. Pois vemos hoje mulheres ganhando milhões e morando em cidades de primeiro mundo como se fossem padrões de beleza. Mas na verdade só tem o couro e o osso, muito diferente das gostosonas e mulheres de verdade que vemos nas praias do Brasil.


O único período em que não existiu um padrão dominante foi na Idade Média. Mas essa fase, em que as mulheres viveram de bem com seus espelhos, não durou muito. Durante o renascimento, voltou a imperar o ideal greco-romano de beleza, que elegeu o equilíbrio das formas como um objetivo a ser alcançado. Nada de mais, e nada de menos, apenas o necessário. E assim foi dada a largada para os regimes, cirurgias plásticas e distúrbios alimentares.


O pintor e escultor colombiano Fernando Botero, pintando gordinhas e gordinhos de bochechas rosadas, ficou famoso por sua releitura dos ideais de beleza do renascimento. Nascido em 1932, Botero trabalhava na contramão da tendência de sua época, que valorizava cinturinhas de pilão, contidas por corseletes e cintas. Parece que o artista apenas antecipou a profusão de campanhas publicitárias que pipocam atualmente. A mais célebre dessas campanhas, da marca Dove, explora a diversidade feminina e busca o belo em variadas formas de expressão. A ideia da campanha da Dove, intitulada “Real Beleza“, surgiu a partir dos resultados de uma pesquisa realizada pela StrategyOne com 3.200 mulheres. A pesquisa avaliou como essas mulheres, compreendidas entre os 18 e 64 anos, e pertencentes a dez países – dentre os quais o Brasil – se sentiam diante do espelho.

Os resultados, que revelaram que a maioria das mulheres está insatisfeita com sua aparência, espantaram a psicanalista Susie Orbach, uma das coordenadoras da pesquisa. Surpreendentemente, as brasileiras ficaram em segundo lugar no índice de insatisfação física (37%), perdendo apenas para as japonesas (59%). Mariana Le Brun foi uma das modelos da primeira campanha da marca. A vontade que muitas mulheres têm por se adequar aos padrões atuais é responsável por histórias dramáticas e até casos fatais. Quando, em 1996, a modelo Claudia Liz submeteu-se a uma lipoaspiração, acabou num coma que durou quatro dias. Além das cirurgias plásticas que são realizadas desnecessariamente, meninas desenvolvem cada vez mais cedo anorexia e bulimia, doenças que se tornaram um problema a partir da década de 80 e do sucesso de modelos como Linda Evangelista, Claudia Schiffer e Cindy Crawford. E a moda, claro, sempre acompanhando a tendência.

Se correr atrás de medidas ínfimas é uma tarefa difícil e arriscada, o melhor a fazer é procurar a beleza particular que existe em cada uma de nós. Essa historia de padronizar a beleza é uma armadilha do demônio da vaidade, e é incentivado pela mídia e pelo mercado da moda. A mulher deve evitar a todo custo cair nessa armadilha. O que ela deve é sim cuidar da saúde e do corpo para viver bem e não por vaidade.

Carlinhos Lima - Escritor, Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.


Signos: Devemos buscar nossa parte divina

 


A busca incessante por um par perfeito ou por sua alma gêmea se origina da existência de um complemento divino que está inserido no subconsciente de qualquer ser humano. No caminho da evolução de cada alma, cada complemento segue seu próprio destino, como uma consciência individualizada e independente da sua outra metade. Durante a jornada terrena alguns destes complementos alcançam a sua liberdade e a sua ascensão, enquanto seus complementos divinos ainda permanecem mergulhados nos mundos ilusórios da tridimensionalidade. Todos os seres humanos têm o seu complemento divino e cada complemento tem o aspecto da energia masculina e a outra parte, a energia feminina. No mundo em que vivemos – plano físico - essas energias se manifestam através da razão – positivo e masculino – e da emoção – negativa e feminina – duas características marcantes entre dois seres de sexos opostos.




A união dessas duas energias em níveis elevados de consciência ocasiona a harmonia, a serenidade, a paz interior e a felicidade plena. É o estado perfeito da Unidade. Por isso, quando dois complementos se encontram na maturidade espiritual, suas auras se transformam numa pura Luz Branca e os dois seres são vistos como duas Chamas Gêmeas.

O reconhecimento do seu parceiro espiritual e que seja o seu complemento divino – pois só existe um único par - somente é possível durante o processo de autoconhecimento e a busca do seu Eu Interior. Isto acontece porque sem um crescimento na parte espiritual e um entendimento sobre a evolução da alma humana, fica impossível ver ou mesmo aceitar o seu complemento – caso esteja encarnado nesta vida atual – como o seu par perfeito e verdadeiro. Muitas vezes a ilusão do mundo terreno ocasiona a separação dos complementos divinos e os induz nas escolhas de outros parceiros com os quais mergulham nos prazeres carnais e emoções desenfreadas, perdendo-se de seus verdadeiros pares.

A nossa compreensão sobre os complementos divinos era a de que apenas um deles descia à encarnação enquanto a outra parte ficava no plano espiritual aguardando a volta do parceiro. E quando se permitia a descida dos dois complementos divinos numa mesma encarnação, isto acontecia porque tinham uma rotina comum – uma missão - a ser cumprida na jornada terrena.

A relação física entre dois complementos divinos na tridimensionalidade é marcada de forma muito passional. O fato de serem uma mesma essência, o Amor que os une é intensamente forte e marcante levando-os, muitas vezes por causa da imaturidade espiritual, a viverem emoções profundas e prazeres desenfreados, ocasionando cenas de ciúmes que muitas vezes acabam em separações dolorosas, comprometendo o que poderia ser considerado a mais perfeita união entre dois seres de sexos opostos.

As pessoas tem que compreender que não temos apenas a alma gêmea, mas também uma alma cármica, quando não temos o merecimento de encontrar nossa parte divina, então nos encontramos com a nossa parte probatória. Se conseguirmos evoluir e fazer o outro evoluir, essa alma certamente passara a ser nossa parte harmoniosa assim como a alma gêmea. Viemos a essa vida encarnando muitas vezes tanto para crescer quanto para fazer outros crescer. Uma alma perdida pode perder muitas outras! Por cuidado com quem tentas usar e também por quem se deixa usar, podemos compartilhar carmas e tornar nossa vida mais difícil e cheia de sofrimentos.


Carlos Lima (Carlinhos Lima) - Escritor, Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.



As Mulheres Modernas

 



O "sexo sem amor" está se tornando cada vez mais frequente para as mulheres. A prática sem compromisso era, até pouco tempo, mais comum para os homens, mas, os tempos mudaram. As mulheres conquistaram muitos direitos, inclusive este, o nem sempre bem visto direito de ter prazer sem um compromisso sério.

Durante anos, o homem teve o monopólio da "fobia do relacionamento sério". Mas o que dizer sobre as mulheres que possuem essa fobia? Sim, mulheres! Agora são elas que emendam um romance no outro sem ter aquela vontade de juntar os trapos. Talvez você também possa ter a fobia de relacionamento sério, veja a seguir uma lista dos sintomas.

- Depois que a empolgação do primeiro romance passou você fica aborrecida com a maioria dos relacionamentos;
- Você tem o hábito de se envolver com homens complicados (casados, que namoram outra, moram longe ou são completamente diferentes de você no campo emocional);
- Possui uma longa e elaborada lista com os pré-requisitos que seu parceiro ideal deve ter;
- Você considera os relacionamentos das suas amigas casadas uma chatice;
- Você sai com mais de um homem ao mesmo tempo para evitar que se torne dependente.

Caso queira mudar, veja algumas dicas abaixo: aceite suas incertezas
Um dos maiores erros é pensar que qualquer incerteza é um sinal de que o relacionamento esta indo por água abaixo. Você pensa: "se eu estou tão confusa, isso significa que alguma coisa está errada". Mas indecisão e ansiedade são comuns no processo de envolvimento com outra pessoa.

Encare o fato de que não haverá um momento sequer na sua vida em que estará com 100% de certeza sobre o que deve fazer. Então, se você tiver 80% de certeza de que ele será um bom companheiro, não perca tempo com questionamentos.

Ação
Depois de determinado o parceiro, é hora de começar a agir. Tenha consciência, cuidado, mas não fique parada. Se não der certo, parta para outra. Afinal, reconhecer que ele tem 80% de chances de ser o par ideal ajuda a reduzir os riscos de um erro, mas não o elimina por completo.

Evite a bola de cristal
Se você está à beira de se tornar exclusiva de um único homem, é muito fácil entrar em pânico e questionar sobre o que você estará sentindo daqui um ano, cinco ou dez anos. Até porque, as pessoas mudam.

Como você saberá se irá sentir daqui cinco anos o mesmo que sente hoje? A resposta é: você não saberá. Não importa quanto tempo perca pensando no futuro, o fato é que não há garantia nenhuma de que as coisas irão funcionar.

Não importa quantos psicólogos ou astrólogos você visite, ninguém poderá dizer o que você deve fazer com sua vida ou o que vai ocorrer no futuro. Portanto, a melhor coisa a fazer é focar no presente.

Pergunte a si mesma: "eu estou fazendo o que eu quero nesse exato momento?". Se a resposta for sim (ou 80%), então vá adiante!

Pare de procurar defeitos
Cavar brigas, mudanças repentinas de humor, fazer com que seu parceiro sinta que ele sempre está errado são atitudes que podem promover o fim da relação.

Muitas de nós têm o hábito perfeccionista e por isso tentamos controlar todos os aspectos da vida a dois. E é claro, se você não estiver pronta para um relacionamento sério, ninguém será bom o bastante. Então, ou você aceita seu parceiro da forma como ele é ou desiste dessa relação.

Arrume espaço e tempo
Embora seja importante ter uma vida cheia de atividade, há mulheres que ultrapassam os limites.

Pode ser impressionante a enorme quantidade de amigos e os hábitos que você tem, mas se não tiver tempo na sua vida para um relacionamento, não fique surpresa se não der certo.

Se você é obsessiva com os cuidados com seu animal de estimação, trabalha demais, seu tempo é todo absorvido pelo seu filho, provavelmente não terá tempo e espaço para um comprometimento. "Casar de papel passado", como diria nossa avó, não é mais tão importante para as mulheres, dizem os especialistas. Juntar os "trapos" e morar junto sem oficializar a união é cada vez mais comum e resulta na mistura de namorado + marido, o "namorido".
Todas essas transformações, são causas das influencias de Urano através dos signos, Não só por que ele é o regente da Nova Era, mas porque ele subiu na roda zodiacal atingindo o ultimo signo do zodíaco no qual se encontra de posição trocada com seu dispositor o qual está em Aquário. Por isso essa vontade imensa das mulheres quererem trocar os papeis com os homens. Mas isso não é bom e prejudica muito o andamento da família. Por isso há tantos desiquilíbrios nos sentimentos humanos, com tantas traições e separações.

Carlos Lima - Escritor, Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador


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