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Os Orixás regentes de 2027

domingo, 23 de agosto de 2026

Escorpianos filhos de Ogum





Astrologia - Escorpião/Ogum
23/10 a 21/11

Não se deixe levar pelo preconceito. Se você cruzar com um tipo honesto, corajoso, íntegro, intenso, magnético, profundo, reservado, perspicaz, enigmático e fiel até que a morte os separe, corra e agarre esta oportunidade, porque você terá topado com um escorpionino. Seu astrólogo diz que os escorpiões são traiçoeiros? Mude de astrólogo, porque o escorpião/Ogum tem um senso de lealdade só comparável ao de um mafioso siciliano - se você mantiver sua palavra, ele manterá a dele até debaixo de uma saraivada de balas. Sua melhor amiga diz que os escorpiões são don-juans incuráveis? Troque de amiga, porque o escorpião, embora tremendamente ligado ao sexo, é tão seletivo que prefere uma vida monástica a transar com qualquer um. Você andou lendo que o escorpião é um dissimulado? Largue esse livro pelo último de Agatha Christie, pois a notória reserva escorpionina não tem nada a ver com hipocrisia.

Um escorpião nunca mente, só omite - e na maior parte das vezes está repleto de razões, porque sua fabulosa antena psíquica pescou que o interlocutor em questão não é lá muito confiável. Um escorpionino tem um faro imcomparável para imposturas, o que lhe torna difícil a vida em sociedade. Isto o transforma, muitas vezes, num introspectivo de cenho franzido: sua capacidade de captar algo de podre no reino da Dinamarca não tem paralelo, em todo zodíaco e em qualquer estatística. Mas se o escorpião saca tudo, inclusive o pior de cada um, é porque tem uma sensibilidade que chega às raias do insuportável. O que o torna, também, muito solidário com o sofrimento alheio - nada de estranhar que Ghandi tenha ascendente em escorpião. Um escorpião nunca foge de problemas. Não fuja dele, portanto, a não ser que você queira passar o resto da vida bocejando entediado.

DOENÇAS:

É sensível a doenças nos órgãos genitais, reprodutores e excretores (bexiga, uretra, intestino grosso, glândulas sexuais) e no nariz. Outros problemas podem ser a dificuldade de eliminação, disfunções no aparelho sexual, inflamações e ulcerações em geral. Eles geram descontentamento com as relações sociais, emocionalidade tensa, dispersão mental e tendência à destrutividade.



Tarólogos como profissão





Ser tarólogo profissional é atuar na interpretação dos símbolos do tarô de maneira estruturada, ética e responsável, auxiliando o consulente em seu autoconhecimento e tomadas de decisão. A atividade exige estudo contínuo, inteligência emocional e respeito aos limites de atuação terapêutica, sendo reconhecida no Brasil pelo Ministério do Trabalho (CBO).

O que faz um tarólogo Interpreta os arcanos maiores e menores conforme o método de tiragem. Analisa padrões de comportamento e momentos de vida do consulente. Orienta sem impor destinos absolutos ou substituir conselhos médicos e psicológicos.

Como se capacitar para a profissão

Estuda a história, a simbologia e os arquétipos das cartas. Faz cursos específicos de formação em tarô e práticas de atendimento. Pratica com constância para ganhar agilidade e sensibilidade na leitura. Ética e postura profissional Mantém sigilo absoluto sobre os relatos e as questões do atendimento. Evita prever tragédias, doenças graves ou dar garantias literais sobre o futuro. Foca no desenvolvimento pessoal e no empoderamento de quem consulta. Mercado de trabalho Realiza consultas online via vídeo ou presencialmente em espaços terapêuticos. Pode atuar de forma autônoma, criando sua própria marca ou usando plataformas de atendimento esotérico. Constrói autoridade por meio de redes sociais ou produção de conteúdo digital.



Animais no altar: o pelicano





O pelicano, pássaro comparável ao cisne e não existe no Brasil, figura tantas vezes nos ornamentos da Cruz, do Tabernáculo, do Altar, das tampas ou pés dos vasos sagrados. Seu primeiro símbolo se prende à lenda de que o macho, ao encontrar no ninho os filhotes mortos por uma cobra, chora-os durante três dias com grunhidos dolorosos, depois abre o peito e derrama seu sangue por sobre os filhotes mortos que, ao serem embebecidos no sangue quente do pai, revivem. Com esse significado, o pelicano aparece sobre uma árvore (a árvore da vida) ou no alto da cruz, por cima do letreiro "INRI". A serpente assassina é o diabo; os filhotes são a humanidade; o sangue derramado é o de Cristo na Cruz, ninho do nascimento da comunidade. Pelo sangue de Cristo os mortos revivem.

Como vemos, não é só na Umbanda, Candomblé e cultos africanistas como um todo que usa-se simbologias, mitos e animais. Em toda história cristã ou qualquer outra religião, se forem pesquisar a fundo, vão achar esse tipo de simbologia. Assim como nos cultos dos orixás, também temos pássaros, arvores sagradas e elementos.



Os caminhos perigosos





Há duas vertentes e caminhos, perigosos para a nossa existência. Um é o caminho do fanatismo que distorce os verdadeiros ideias espiritualistas. E o outro é o excessivo materialismo. O primeiro é contaminado muitas vezes pela obsessão, já o segundo é muitas vezes formado pelo ceticismo.

Ser cético não é ruim, o que torna qualquer coisa ruim é o excesso. Não devemos acreditar em tudo, sem questionar e sem buscar algo que seja capaz de nos convencer. No entanto, há ceticismo sem limites, onde se busca provas incansáveis e fatos que não poderão ser obtidos. Também com o fanatismo o homem cai numa areia movediça perigosíssima, pois quem tá sofrendo de fanatismo, passa a agir cegamente e deixa de raciocinar, apenas segue.

E certas pessoas já nascem com predisposições, pra acreditar em tudo ou para não acreditar em nada. Tem indivíduos que nascem com signos de vulnerabilidade onde ela está sempre propensa a se tornar um fantoche. Ela sempre busca algo para adorar, desde forças do campo espiritual a ídolos humanos da vida material. Tem gente que seria capaz de se sacrificar, se suicidar ou vender a própria mãe para seguir seus ídolos mortais. Da mesma forma que tem pessoas que ficam tão fanáticas, que se jogariam numa missão como homem ou mulher bomba, brigaria com toda família ou renunciaria o amor, para cumprir os preceitos da sua religião. E não há nenhum mérito nisso, só demérito. Nada em excesso é bom...

Mas, tem pessoas que nascem pra crer em tudo, enquanto tem outras que nascem pra não crer em nada. Por isso é muito bom a pessoas se conhecer melhor para poder os excessos, dominar os instintos e ter controle sobre sua própria natureza.


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