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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Misteriosos fluxos saindo de buracos negros estariam modelando galáxias


Um novo estudo sugere que fluxos ultrarrápidos estariam saindo de buracos negros, fazendo com que galáxias sejam remodeladas ao longo do percurso.

Um gás quente ionizado, conhecido como fluxo ultrarrápido (UFO, na sigla em inglês), estaria saindo de buracos negros supermassivos, o que poderia ajudar a explicar a escuridão quase vazia no centro de diversas galáxias, segundo pesquisa publicada pela revista Astronomy and Astrophysics.
"Esses ventos podem explicar algumas correlações surpreendentes que os cientistas conhecem há anos, mas não podem explicar", afirmou o autor principal do estudo Roberto Serafinelli, do Instituto Nacional de Astrofísica de Milão, Itália.
Entre essas correlações está o mistério de como as estrelas na parte interna da galáxia giram mais rapidamente quanto maior for o buraco negro supermassivo em seu centro.

CC BY 4.0 / ESA/HUBBLE, M. KORNMESSER / BURACO NEGRO SUPERMASSIVO NO CORAÇÃO DA UMA GALÁXIA ESPIRAL NGC 3147
Buraco negro supermassivo no coração da uma galáxia espiral NGC 3147.
Conforme dados dos pesquisadores, a energia do UFO está sendo transferida para outros ventos (como os "absorvedores de calor") próximos ao buraco negro, fazendo com que esses ventos se movimentem a velocidades incríveis.
Com isso, ocorre o que os pesquisadores chamam de "fluxo ultrarrápido arrastado", já que o UFO entra na matéria interestelar, fazendo com que a matéria seja empurrada para fora, e limpando, assim, as partes centrais da galáxia a partir do gás.
Vale destacar que galáxias estão produzindo menos estrelas do que antes, o que pode ser resultado dos fluxos de saída e redistribuição dos gases.
"Os UFO são capazes de remover o gás das regiões de formação de estrelas na protuberância, o que pode retardar ou fechar a formação das estrelas", aponta o estudo.

Seremos vítimas do asteroide Apophis? Elon Musk gera pânico e NASA responde


Um voo rasante do asteroide Apophis, que deverá passar a uma distância mínima da Terra daqui a 10 anos, está dando muito que falar na web. Elon Musk comentou e acabou recebendo resposta da NASA.

Há poucos dias, Elon Musk publicou um tweet afirmando que o asteroide 99942 Apophis, conhecido também como "Deus do Caos", que passará pela Terra a uma distância de 31 mil quilômetros em abril de 2029, na verdade não representa perigo nenhum para o nosso planeta, mesmo passando mais perto do que muitos satélites.


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​Belo nome! Eu não me preocuparia com este asteroide em particular, mas uma grande rocha vai colidir com a Terra eventualmente e agora não temos defesa nenhuma.
O fundador e o presidente-executivo da Tesla e SpaceX aproveitou a situação para suscitar preocupações entre os internautas ao dizer que atualmente não temos meios para prevenir o impacto de asteroides e que, nos próximos 100 anos, um destes impactos acabará acontecendo.
A NASA não ficou calada ao comentário de Musk e afirmou que "nenhum asteroide conhecido representa risco significativo de colisão com a Terra nos próximos 100 anos". Além disso, Lindley Johnson, responsável pela área de Defesa Planetária da NASA, confirmou a informação da agência espacial.
Segundo ele, nenhum asteroide de grandes dimensões conhecido tem significativas probabilidades de atingir o nosso planeta neste período de tempo. Contudo, estão sendo desenvolvidos métodos para prevenir uma catástrofe de acontecer.

Astrofísica: Astrônomos descobrem novo planeta orbitando estrela da Via Láctea


Astrônomos do Centro Nacional de Investigação Científica da Universidade Grenoble Alpes, na França, descobriram um segundo planeta girando ao redor da estrela Beta Pictoris, fora do nosso Sistema Solar.

A Beta Pictoris é uma estrela jovem da Via Láctea que está cercada por um disco de poeira, conforme a revista Nature.
"Falamos de um planeta enorme, aproximadamente 3.000 vezes maior que a Terra, localizado 2,7 vezes mais longe de sua estrela que a Terra do Sol", afirmou à AFP Anne-Marie Lagrange, principal autora do estudo.
O novo planeta, chamado de Beta Pictoris C, possui uma massa nove vezes maior que a de Júpiter e leva 1.200 dias para completar sua órbita, assim como o Beta Pictoris B, que é o primeiro exoplaneta deste sistema, descoberto em 2009. Contudo, o Beta Pictoris C está aproximadamente três vezes mais próximo da estrela que ambos orbitam.
A presença do novo corpo celeste foi determinada depois de analisar mais de dez anos de dados obtidos através do espectógrafo de alta precisão HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher), instalado no telescópio europeu ESO do Observatório Astronômico La Silla, no Chile.

CC BY-SA 4.0 / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO SUL (OES)
Beta Pictoris b orbitando em torno de sua estrela
Além disso, o estudo indica que serão necessários mais dados para que seja possível alcançar estimativas mais precisas sobre as características do Beta Pictoris C, bem como sobre a dinâmica do sistema.
Os cientistas esperam obter novas informações sobre o planeta a partir dos dados da missão espacial Gaia, da Agência Espacial Europeia de astrometria, assim como a partir do futuro Telescópio Extremamente Grande, que está sendo construído.
A Beta Pictoris fascina os astrônomos durante os últimos trinta anos, pois permite observar um sistema planetário durante o seu processo de desenvolvimento ao redor de uma estrela.
"Para compreender melhor a fase inicial de formação e evolução, este provavelmente é o melhor sistema planetário que conhecemos", afirmou Lagrange.
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