sábado, 3 de dezembro de 2016

Fé e sincretismo: Dia de Santa Bárbara, padroeira dos Bombeiros, tem missa e festa no Pelourinho

Fé e sincretismo: Dia de Santa Bárbara, padroeira dos Bombeiros, tem missa e festa no Pelourinho
Foto: Carol Garcia/GOVBA

Na Umbanda e Candomblé - Dia de Iansã

A Festa de Santa Bárbara, patrimônio imaterial da Bahia, que ocorre neste domingo (4) vai movimentar o Centro Histórico de Salvador. As festividades da Santa, que é padroeira do Corpo de Bombeiros, começa às 5h da manhã, com queima de fogos. Depois, ocorre uma Missa Campal na Igreja da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e uma procissão que levará a imagem da santa ao Quartel da Barroquinha, onde uma nova missa será realizada às 10h. As comemorações seguem com o caruru servido pelo Corpo de Bombeiros aos devotos. O Dia de Santa Bárbara abre o calendário de Festas Populares da Bahia, mobilizando fiéis ao Centro Histórico de Salvador para fazer homenagens e agradecimentos à santa. A festa também conta com shows no Pelourinho. Entre as atrações já confirmadas estão o grupo ‘Vou com Fé: Samba de Oyá’ e os Ensaios dos Blocos Samba Fogueirão, e Jaké, na Praça Quincas Berro D’Água. Também marcam presença Samba do Pretinho, Grupo Movimento e Samba de Verdade, na Praça Pedro Archanjo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Orixás femininas poderosas: Iansã, Nanã, Oxum e Iemanjá

Foto Rerpodução - Autor Angelo Jr. Fografia

 A sensualidade e magia de conquista das lindas filhas de Iansã

 Conheça a Umbanda Astrológica e a Magia Astrológica:

https://www.zoom.com.br/livros?q=Carlinhos+Lima&shortcut=1

Iansã: Conhecida também como Oyá. É a deusa dos ventos e das tempestades, senhora dos raios e dona da alma dos mortos. Também é dona de uma personalidade impulsiva e imprevisível. Foi a primeira mulher de Xangô e ex-esposa de Ogum. Quando foi buscar o amuleto para Xangô, aproveitou e pegou pedaços do amuleto para si, e aprendeu a cuspir fogo pelo nariz e pela boca. O amor entre Iansã e Xangô foi tal que, já separados, quando ele se recolher para baixo da terra em Kossô, ela fez o mesmo em Ifá. As filhas de Oyá são meigas e inoportunas ao mesmo tempo, perseguem obstinadamente seus desejos e costumam ser inconstantes no amor, mas quando se apaixonam vão até o fim. Seu colar tem as cores vermelha ou marrom escuro. Se estiver na presença de Ogum (seu ex-marido), certamente haverá um duelo bravo. Ela comanda furacões e é a única entidade a enfrentar Egungún. Saúda-se Iansã com: Eparrê! Suas ervas são omin ojú (golfo branco), odidí (bico-de-papagaio), efim (malva-branca), piperégun (nativo). Elemento: fogo Símbolo: espada e rabo de cavalo (representando a realeza) Dia da semana: quarta-feira Roupa: vermelho-grená Oferendas: milho branco, arroz, feijão e acarajé.


Nanã: É a deusa da lama e dos fundos dos rios. Também está associada à fertilidade ou fecundidade, à doença e á morte. É a Orixá mais velha de todos e um tipo de avó dos outros Orixás, por isso é muito respeitada. Ela é também chamada Nanã Burukê (ou Buruku). Muito antiga, essa Orixá daometana foi assimilada pela cultura yorubá. Originalmente era conhecida como a Mãe da Terra, aquela que tudo sabe e determina. Mas hoje está relegada ao segundo plano pelas gerações mais novas. Os filhos e filhas de Nanã são carinhosos e gostam de saber de tudo da vida dos que o cercam, mesmo que esses não queiram contar. Não são muito bem-humorados, e ainda por cima são chegados a um verdadeiro dramalhão. Agem como se fossem muito velhos. Diz-se que é vingativa, mas o perdão é seu forte e costuma ser procurada para conselhos sérios. Seu colar tem as cores: branco, azul e vermelho. Suas ervas são omin (beldroega), eregê (erva-tostão), ereximominpala (golfo-de-baronesa), mariwô (folha do dendezeiro). Elemento: terra Símbolo: ibiri (cetro de palha e búzios) Dia da semana: sábado Roupa: branca e azul Oferendas: milho branco, anderê, aberén, acaçá, arroz, mel e dendê.


Oxum: É a mais bela entre os Orixás femininos. Sua personalidade é maternal e tranqüila. É deusa das águas doces (rios, fontes e lagos) e também deusa da riqueza, do jogo de búzios e do amor. Está ligada à fecundidade e procriação. Reina sobre os rios e o ouro. Foi esposa de Ogum, Orunmilá, Oxossi e Xangô. Era a favorita de Xangô em assuntos sexuais. Feminina ao extremo, cheia de dengo, sagacidade e e inteligência. Essa é Oxum, vaidosa, doce e protege as crianças. Seu senso de humor é quase infantil. Mas cuidado: Oxum é uma poderosa e experiente feiticeira. Seus filhos devem tomar cuidado com o álcool, as drogas e as doenças venéreas. As entidades femininas não costumam ser muito chegadas a ela. Suas filhas são meninas bonitas, delicadas, sofisticadas e fúteis. Adoram jóias, adulações e são muito namoradeiras. Têm forte tendência artística ou para qualquer profissão que envolva ascensão social e muito dinheiro. Seu colar normalmente tem a cor amarelo-ouro. Gosta de xinxim de galinha e costuma ser saudade com: “Ore Yeyé ô!”, que quer dizer: “Clamemos a benevolência da mãe!” As ervas de Oxum são: irôko (folha de loko), pepe (malmequer-branco), eim dum-dum (folha da fortuna), ilerin (folha de vintém). Elemento: água Símbolo: abebê (leque espelhado) Dia da semana: sábado Roupa: amarelo-ouro Oferendas: milho branco, xinxim de galinha, ovos, peixes de água doce.


Iemanjá: Considerada deusa dos mares e oceanos. É mãe de todos os Orixás. Seus seios fartos simbolizam a maternidade e a fecundidade. Nasceu na Nigéria, num rio chamado Ogun. Domina mares, rios e lagos. Tem o maior prazer em atender mulheres com problemas de fertilidade. Defende seus filhos com a espada, mas é dócil e materna. Seus filhos costumam ser sensíveis e protetores ao extremo. Gostam de dar ordens. São obstinados, decididos e ansiosos. São voluntariosos e tomam para si os problemas alheios. Gostam do luxo, da riqueza e têm grande tendência a engordar. As mulheres tem seios grandes, pouca nádega, longas madeixas e se acham as mais sabias. Se sua prole for ameaçada, podem se tornar feras. Gostam de estar em grupo falando sobre tudo e sobre todos. Iemanjá porta um leque e usa um colar branco e prata. Gosta de beber champanhe, calda de pêssego, melão e arroz doce. Sua data festiva é 2 de fevereiro. Deve-se saúda-la com: “Odo Iyá!”. Suas ervas são: odum-dum (folha-da-costa), omin ojú (golfo-branco), ereximominpala (golfo-de-baronesa), jamin (cajá). Elemento: água Símbolo: leque e espada Dia da semana: sábado Roupa: branco e azul Oferendas: peixes do mar, arroz, milho, camarão com coco.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Saiba mais sobre bela Oxum!



Em especial no candoble, existem algumas qualidades de OXUM.Em geral, há referência a 16 tipos diferentes de Oxum: das quase adolescentes até as mais velhas, sendo portanto (16) o número sagrado da mãe da água doce.Entre as 16 mais citadas, três são marcadas como guerreiras (Apara, a mais violenta, Yeye Kerê, que usa arco e flecha, e Yeye Iponda, que usa espada), mas a maior parte delas é mais pacífica, não gostando de lutas e guerras, desde Oxum Abotô, muito suave e feminina, até a versão mais velha, a não menos vaidosa e guerreira, Oxum Abalô. Diz a lenda que as mais velhas moram nos trechos mais profundos dos rios, enquanto as mais novas nos trechos mais superficiais.

Aboto ou Oxogbo (feminina e coquete, ajuda as mulheres terem filhos)é a Oxún das nascentes dos rios e dos encontros da ságuas doces e salgadas, muito bonita e vaidosa. Tem fundamento com Yemonjá e Xangô. È cultuada a beira das lagoas. Veste amarelo e geralmente seus filhos são Abikú. Tem fundamento com Nanan devido a lagoa. Ela é consagrada a rainha da cumeeira.

Em CUBA, por exemplo, fala-se das seguintes tipologias: Ibu Kolê; Ibu Akuaro; Ibu Ololodi; Ibu Yumu; Ibu Añá; Ibu Addesa; Ibu Awayemi;Ibu Ayede; Ibu Ceni; Ibu Eledan; Ibu Eleke Oñi; Ibu Fondae; Ibu Iñañi; Ibu Iñare; Ibu Itumu; Ibu Latie Elegba; Ibu Ododoi; Ibu Oddonki; Ibu Odoko; Ibu Oggale; Ibu Okuanda; Ibu Okuase Oddo; Ibu Tinibu; Ibu Ieiê Moro; Oxum Aremu Kondiano; Oxum Awé; Oxum Bumi; Oxum Edé; Oxum Funké. Estas, geralmente, não são qualidades muito conhecidas no Brasil. Em iorubá a palavra Ibu significa “mãe”. Esta palavra está relacionada com as partes mais profundas do rio.

- OXUM( para os nagôs e ketu)
No Candomblé Ketu, Oxum é a padroeira da gestação e da fecundidade, recebendo as preces das mulheres que desejam ter filhos e protegendo-as durante a gravidez.
Protege, também, as crianças pequenas até que comecem a falar, sendo carinhosamente chamada de Mamãe por seus devotos.
- AZIRI ( para os jejes),
- ACOÇAPATÁ (para a casa de fanti-ashanti ou Jejes-nagôs),
- NKISI NDANDALUNDA (para o candomblé banto: Angola e Congo) = Senhora da fertilidade e da Lua, muito confundida com Hongolo e Kisimbi, semelhantes a OXUM.

No Haiti Ochun é a deusa do amor, do dinheiro e da felicidade. Também conhecida como Erzile ou Erzulie, Freda Dahomey.

Fecundidade e Fertilidade significam, por extensão, abundância e fartura. ÒSUN é a divindade da riqueza. "A WURA OLU" (a dona do ouro). O pássaro de Òsun é o ADÀBÁ, tipo de pombo de olhos vermelhos.

DIA DA OXUM: Sábado, no Candomblé. Porém na Umbanda Astrológica o dia é segunda junto com Iemanjá.
MÊS: Maio
SEU AXÉ: 8 (04, 08,16,32..)
CHACRA: Umbilical e Frontal
PLANETA: Vênus/Lua
ASTROLOGIA: Rege Cancer e Libra
ODU QUE REGE: Osé (Oxé)
PEDRA: Topázio
METAIS: Cobre, latão e ouro
ADORNO: Abebé (leque), iba (corrente de peças simbólicas), ada (alfanje)
TAROT: A Estrela (aponta para a realização dos ideais)
FOLHAS: Macaca, baronesa, vitória-régia, oripepê, ojú-oro, oxibatá, oriri, vassourinha-de-igreja
INCOMPATIBILIDADE: Abacaxi, barata
ARQUÉTIPO DE SUAS FILHAS: elegantes, graciosas, sensuais, voluptuosas, desejo de ascensão social.
PROFISSÕES: Odontologia, medicina, veterinária, pedagogia, culinária e estética.
DOMÍNIO: rios, riachos, regatos, quedas d´água , fontes. igarapés, águas suberrâneas, pororoca, encontros d` água, água doce congelada nas calotas polares do Ártico, Antártida e nas regiões montanhosas, água doce que está na biomassa e na atmosfera sob a forma de vapor.
TRAJETO DE OXUM: IGEDÊ ( nascente dos rios), IBUS (lugares profundos dos rios), LEKÉ (onde deságuam os rios)

Observe-se a seguir:
1- IYA OMI é a òsun saudada no siré, também idosa. É aquela que faz as perguntas a Esu no jogo divinatório de Ifá.
2- ÒSUN ABALU (Agba ilu) é considerada como sendo a mais velha de todas. É muito ciumenta e adora receber hortênsias como oferenda. Sua ligação com OMOLÚ, o orixá da peste, tido como o médico dos pobres, é notável e segundo dizem, acompanha este orixá em suas andanças pelos quatro cantos do mundo. É bastante severa e autoritária. Usa azul claro e abèbé.
3- ÒSUN ABALÔ (carrega ogum é uma iansã)
4- ÒSUN IJIMU (ou Ajímu, ou Jimu) - é outro tipo de Òsun velha. Veste-se de azul claro ou cor de rosa. Leva abèbé e seus colares são feitos de contas de cristal amarelo escuro. Representa um tipo semelhante a Abalu, mas talvez mais meiga. É a senhora da fecundidade e do feitiço, é a velha e vira bruxa na beira do rio. Come com Oxalá e Omolu. Não come bicho-fêmea, exceto pata. Aspecto idoso e dado às feitiçarias tem estreita ligação com as IYAMI-AJÉ. Essa estreita ligação é que faz com que as OXUNS alcancem a vitória em suas brigas ou vinganças. Rainha e mãe de todas as Oxum.
5- ÒSUN ABOTO , OXOGBÔ ou YABOTO. Seu culto é realizado nas nascentes dos rios. É a Oxum das nascentes e dos encontros das águas doces e salgadas. Ela deu origem ao nome da cidade de Osogbo. Òsun que ajuda as mulheres terem filhos.
6-ÒSUN APARÁ seria a mais jovem das Òsuns, e um tipo guerreiro que acompanha Ògún (ou Sàngó) vivendo com ele pelas estradas; dança com ele quando se manifestam, juntos numa festa; leva uma espada na mão e pode vestir-se de cor de rosa.
7- ÒSUN AJAGURA, outra òsun guerreira que leva espada, jovem, casada com Aganju, rival de Yasan. Representa um tipo semelhante a Apará; Apara parece, porém mais agressiva, e Ajugura mais orgulhosa.
8- YEYE OGA é uma òsun velha e rabugenta (enquizilada)
9- YEYE KARÊ ou ACARÊ. Guerreira, sua arma é um ofá (arco e flecha). Muito bonita, jovem, autoritária e agressiva. Tem fundamentos com Oxossi.
10- YEYE OKE é, provavelmente, a mesma que Yeye Loke, tipo muito guerreiro.
11-YEYE ONIRA. Guerreira. (Na maioria dos Candomblés se referem a Onira como qualidade de Oyá - mas dizem que na África tinha seu próprio culto em separado).
12 -YEYE OLOKO ou LOKE . Apresenta-se como caçadora, também é muito guerreira. Vive no interior das matas ou florestas e é associada as Iyami. Veste amarelo-ouro e usa ofá, traz ainda uma espada e o abebê. Come com Oxossi e Ewá somente a caça.
13 - YEYE PONDÁ ou YPONDA. É também uma òsun Guerreira, casada com Òsòsi Iboalama, mãe de Logun Edé . Yeye Pondá é a verdadeira òsun ijesa que veio de Ijesa ou de Ipondá Vive no mato com o marido, leva uma espada e veste-se de amarelo ouro. E desconfiada, astuta, observadora, intuitiva.
14- ÒSUN Ê WUJ Í é uma òsun maternal e generosa, saudada no pàdé.
15 -YEYE LOKU ou PÒPÓLÓKUN (que não desce sobre a cabeça de suas filhas), é cultuada em lagoas de águas profundas, onde estabelece a sua residência.
16- YEYE ODO é a òsun das fontes, das nascentes (Òsun dos perdões); talvez seja a mesma que íyá mi Odo ou Iya Nodo, um tipo Yemánjá.

E ainda são citadas as seguintes:
-Yeye Merin ou Iberin . Feminina, coquete e muito elegante. Aspecto maduro da orisá, nessa forma não desce nas cabeças.
-Yeye Àyálá ou Ìyánlá (a avó, que foi mulher de Ogum ). Esta OSUN além de sua ligação com Ogun Alagbede tem sérios fundamentos com Egun. Também tem ligação com as bruxas.
- Yeye Ipetu, a guardiã dos segredos insondáveis, deve ser Oya Petu. Sobre esta OSUN pouco se sabe e nada se fala. A simples pronúncia de seu nome é revestida de muito respeito e considerada quase como um tabu. É cultuada na lagoa e não sobe à cabeça das pessoas.

Em Cuba, há 28 qualidades de OXUM.

sábado, 26 de novembro de 2016

Você conhece as chaves da magia de Salomão?

Livro de Magia - Grimório
Você conhece as chaves da magia de Salomão?

As magias cerimoniais do grande Sábio e Rei


As Clavículas de Salomão é um dos livros mais enigmáticos de toda a magia do tempo e da história. Segundo a tradição mística, o rei Salomão, foi visitado por um anjo que lhe deu todos os tipos de conhecimentos mágicos, para que pudesse usá-los de forma inteligente, incluindo a capacidade de governar sobre os demônios, o monarca usava para construir seu templo lendário. Quando Solomão viu chegar ao final de seus escritos para deixá-los e compartilhar com seu filho Roboão. Esta foi supostamente a fonte da clavícula (O Testamento de Salomão a seu filho). Mas a maioria dessas obras foram perdidas em um incêndio devastador. Apenas grimórios e citações do Testamento foram salvos. A referência mítica às mágicas "poderes" do monarca é suportado pelo Sutra XXVII do Alcorão, que relata como, quando criança, Salomão aprendeu com seu pai, o rei Davi, a "linguagem dos pássaros", que ele tinha e aprendeu quando era um jovem pastor. E o historiador judaico-romano Flávio Josefo (s. I) refere-se que na sua Antiguidades o rei Solomão como um mago e escritor de obras mágicas, deixou diversos segredos em manuscritos. No entanto, de acordo com muitos estudiosos, a Clavícula  teria autoria  supostamente mágica de Antonio Venetian o rabino, que também é atribuído o Grande Grimoire. Em qualquer caso, o rabino afirmou que teria escrito a peça baseada em textos autógrafos do próprio rei Salomão . Ao longo do tempo, estes textos foram copiados em pergaminhos apropriados para se esconder entre as cortinas e assegurar a sua circulação prolificamente nas dimensões. Mas a Inquisição conseguiu  localizar e gravar muitos deles e apenas deixou grimorios, conservados, exceto em algumas grandes bibliotecas. 

Focado neste estudo, Carlinhos Lima, autor da Umbanda Astrológica, fez uma releitura especial das chaves mágicas do Rei Salomão, trazendo uma belíssima edição das Magias Cerimoniais do Rei. Compre o seu exemplar e conheça mais sobre as chaves, pantáculos e signos da magia do Rei Salomão! Compre o seu no link abaixo:


 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mata de São João, Bahia: Imbassaí recebe ‘Encontro de Culturas do Mundo’ em janeiro de 2017

  ‘Encontro de Culturas do Mundo’ em janeiro de 2017
As Baianas do Terreiro Oyá Denã participarão do evento | Foto: Divulgação

Pela cultura

O distrito de Imbassaí, no município de Mata de São João, receberá no próximo mês de janeiro o “Encontro de Culturas do Mundo”. O evento propiciará uma série de atividades, entre elas fóruns sobre temas ligados à cultura e visibilidade para grupos e povos que vivem em conflito. A principal novidade é o “Encontro Multiétnico”, que reunirá sete etnias indígenas nos dias 20, 21 e 22 de janeiro para compartilhar experiências entre si e com o público, no Espaço Cultural Tangará Mirim. A programação será composta por oficinas, exposições e exibição de filmes com proposta de debater questões relacionadas à causa indígena. O evento contará ainda com a exposição “Guarani Kaiowá: Imagens de quando a coragem recusa a humilhação”, do fotógrafo Rogério Ferrari. Já no Encontro de “Músicas e Danças do Mundo”, que acontece entre 25 e 29 de janeiro, contará com presenças internacionais e locais, como as Baianas do Terreiro Oyá Denã, de Camaçari, e o Grupo de Músicas e Danças de São Gonçalo, de Santa Brígida. Maiores informações podem ser obtidas através números (11) 3071-3842 e (71) 98130-0990, além do e-mail: dancandopelapaz@ceuaum.org.br.
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