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A pombagira

terça-feira, 4 de agosto de 2020

SEXO E AMOR: PRESENTE DOS DEUSES




Presentes dos Deuses: Magia e Sexo O poder do sexo sempre foi uma força motivadora, por toda história registrada do mundo e de suas religiões mesmo quando não reconhecida como tal. O sexo foi elevado às alturas e atirado às profundezas mais abjetas da humanidade, mas nunca deixou de ser, por si mesmo, o dom supremo do Criador. Pois sem ele a todas as formas de vida desapareceriam e o universo não teria organismos vivo presentes em forma física materializada. Em ramificações de Bruxaria Tradicional e Hereditária ou Stregheria fala-se bastante e cultuam-se com muita freqüência os nossos ancestrais. Olha-se para fotos antigas para sentir-se as mãos daqueles que já foram olhando por nós e abençoando nossos passos. No entanto, geralmente pensam-se neles como Espíritos, Guias, Deuses, Lares ou qualquer outra denominação que nos agrade, em especial na Umbanda é assim que se vê a influencia dos espíritos Ancestrais. - o imagético fica sobre uma forma etérea energética não densa, mas que vive tanto num plano astral, mental e espiritual. Se não fosse a sexualidade de nossos ancestrais, não estaríamos aqui. Então, devemos explorar os hábitos sexuais dos gregos e romanos e suas implicações devocionais para melhor entrarmos em contato com o mundo da magia. O trabalho de magia/religião e sexo é tão antigo quanto a humanidade.

Os orientais perceberam isso e conceberam diversas formas de explorar mais uma expressão divina: a da Criação. Com o tempo, os europeus começaram a ver diferentes formas de canalizar essas energias. Os resultados disso se mostram nas diversas culturas: dos fenícios aos celtas da Bretanha. Isso é muito interessante - e saudável - enxergar o sexo como um presente, um instrumento à nossa disposição. Porém, como uma faca que nos ajuda a preparar alimentos ou nos defender de inimigos ele pode ser o nosso carrasco. Sexo é um uma arma forte e destrutiva: de mentes e corações. Ele demanda de muita energia e muito desprendimento, além da intimidade.

Quando aliamos sexo à magia e ao culto ao divino, todas as possibilidades aumentam exponencialmente. Logo, penso que sexo, magia e ética - ou no mínimo, acordos - são companheiros inseparáveis para a sanidade dos magistas. Os grandes desequilíbrios que o mundo e a humanidade enfrentam hoje são em grande parte causados pelo sexo. Tanto pelo abuso dele, quanto pelo seu bloqueio. Muito se matou por causa de sexo; muito se traiu por causa de sexo; muito se fez sofrer por causa de sexo; muito se abusou através do sexo... E a humanidade carrega em seu DNA todas as marcas de todos esses atos.

Muitas pessoas tem dificuldades na vida por causa de dividas carmicas e mal entendimentos. Pois muitos precisam ter uma boa relação e aproveitamento com o sexo e o suprimem. Outros precisam controla-lo e abusam dele sem limites. O pior é que através dele se encontra iluminação ou morte. E o pior encontra-se também maldições. Essas podem ser transmitidas por gerações, de pai pra filho até que alguém consiga quebra-lo. Este responsável pela quebra da maldição nasce com uma mediunidade forte e se souber usar vai quebrar essa maldição.

As maldições atingem a família inteira. Assim como tem famílias prosperas tem também famílias miseráveis, onde nenhum de seus membros não conseguem progredir em nenhum de seus projetos. Muitos conseguem maldições por causa de ódio e ganância, mas grande parte delas é adquirida no caminho perigoso do sexo. O certo é que não podemos viver sem ele, mas temos que saber viver com ele. Nota-se muito facilmente no mapa natal de pessoas quem teve problemas com o sexo em vidas passadas. As posições dos astros se inclinam para uma energia destrutiva que deveria na verdade ser somente criativa. Na Grécia, o sexo podia ser ambíguo. Havia ritos de castração e sacrifício de rapazes nos Mistérios da Samatrácia. Também poderia ser visto como uma dádiva divina, exaltado em diferentes rituais como os de Pã e Priapo.

O fato é que a mitologia e os costumes gregos estavam impregnados por envolvimentos sexuais. Temos hoje ainda mulheres encarnadas vivendo em nosso meio que pertenciam aquela época ou que tem ligação ancestral com pessoas daquele tempo. E o pior é que não buscam resolver seus problemas e exorcizar seus fantasmas. É por isso que temos tantos divórcios, casamentos mal resolvidos e homossexualidade descontrolada. O grande Zeus certamente foi um dos deuses mais notáveis neste campo da sexualidade. Pai de diversos deuses e semideuses, ele pode ser entendido como uma força masculina fertilizadora; uma chuva que caia sobre a Terra a fim de fazer com crescesse e aflorasse. Uma forma de mostrar a fertilidade espiritual - pois era o grande Deus - e material, uma vez que seus filhos eram partes da Criação física. Além disso, mostra um forte aspecto da cultura grega: a conquista sobre outros povos.

As mulheres, humanas ou deusas, fertilizadas pelo deus são uma representação das nações que os gregos dominaram. Outros deuses também podem nos dar símbolos das visões do sexo. Vale pensarmos em Dionísio, deus da embriaguez e do vinho. Suas festas e ritos tomaram a Grécia e Roma, gerando festas alegres, orgiásticas e de fertilidade. Vale também pensar que as Bacantes - sacerdotisas do romano Baco, identificado a Dionísio - levavam o sexo a um ponto animal: mais uma vez o sangue poderia correr juntamente com o gozo em ritos mágickos e religiosos. Sem dúvida o tempo e a "civilidade" dos ocidentais fizeram com que esses ritos chegassem a ser banidos pelos romanos. No entanto já tinham provocado muitos desequilíbrios carmicos pesadíssimos.

Muitas estrelas de cinema e TV pertencem a esse tempo é por isso que a grande maioria tem dificuldade de encontrar seu amor verdadeiro. Muitas conseguem fama e dinheiro, mas são privadas do amor, pensam que estão a usar seus parceiros, no entanto são elas que servem de objetos do prazer como em vidas passadas. Pelo sacrifício que muitas passaram muitas delas sacrificadas brutalmente tiveram créditos de ganhar fama, dinheiro e poder, mas por continuarem sem saber usar os sentimentos e o sexo, são privadas do amor verdadeiro. Muitas devem estar dizendo que não se importam com isso, mas não sabem o quanto estão pesando ainda mais seu carma, as conseqüências só saberemos depois.

Vemos muitas só preocupando-se com dinheiro e profissão, excluindo o dever de ser mães. Assim também suprimem a tarefa de esposa, companheira e perdem a chance de provocar a união dual das duas forças estabilizadoras da vida: feminino/masculino em união tântrica. Roma trouxe uma perspectiva um tanto mais triste para essa questão. Com o passar das gerações, a adoração deixou de estar no sexo como instrumento sagrado: ele se tornou um comércio tão complicado como o que existe nas grandes cidades de hoje. Existiam no auge do Império, pelo menos, 11 diferentes classes de prostitutas. Das mais ricas e influentes, como as "delicatae"; às filhas e esposas de homens influentes que se deitavam com diversos parceiros por prazer, estas são as "famosae"; às "copae" que eram garçonetes de tabernas, que se deitavam por uma pequena quantia de dinheiro com aquele que pagassem.

Uma outra infeliz constatação do Império era a adoção de bebês para se tornarem escravas ou prostitutas quando maiores. Um filme que pode retratar essa questão da decadência sexual e moral de Roma é "Calígula". Mas a culpa não é somente das mulheres, os homens sempre tiveram papel importante nesse contexto e dividem a mesma divida que será depurada também com rigor por todos eles em suas gerações. Na Grécia também existiam prostitutas. Elas estavam em três classes diferentes: "hetíaras" que eram semelhantes às "delicatae"; as "diteríadas" que eram escravas sexuais; "auletríadas" que eram artistas e agradavam os gregos tanto com dança e música como com sexo.

É conveniente pensar que a prostituição não era necessariamente uma fonte de problema na antiguidade, pois existiam sacerdotisas responsáveis pelos cultos sexuais em diversas culturas. A questão se centra no mau uso que tomou a civilização ocidental. Os romanos caíram embriagados pelos seus excessos: terra, sangue e sexo. A divindade, o presente dos Deuses foi esquecido. A experiência espiritual da união carnal se diminuiu ao comércio, pedofilia e escravidão. Estamos rumando para o mesmo caminho agora com muito mais poder destrutivo, pois com o uso da informação em tempo real ainda mais se usa o sexo como comercio e bem lucrativo com uma enorme abrangência avassaladora. Algumas tradições mágickas, incluindo algumas streghe, têm na união sexual um dos pontos da iniciação de seus neófitos.

Ora feitos com um cunho meramente representativo e de encenação, ou pela união de corpos, o hierogamos uma das manifestações do poder criador da divindade, da combinação das essências formadoras da Natureza. Muitas mulheres tem dificuldade em casar ou arranjar um amor. é como se a solidão a envolvesse numa nevoa profundo onde nenhum homem consegue enxerga-la com toda sua beleza que parece está escondida. Isso é severas punições carmicas e que por muitas vezes são quebradas de formas simples e não muito complicadas, as vezes com estímulos magisticos ou ritualísticos quebrando barreiras mentais impostas ao espírito da pessoa. Muitas mulheres dependem apenas de banhos, orações, mantras ou usos de praticas simples para liberarem o poder espiritual que abre os caminhos do amor. Outras precisam apenas se compreender e mudar a rotina, mas demônios cegam seu entendimento e as prendem em solidão.

O sexo é uma necessidade biológica como a de comer e beber. A dádiva está presente no prazer que temos em satisfazer todas essas necessidades. A potencialidade dela está no poder de criação. A trindade que o sexo representa: fertilidade, amor e prazer foram o que manteve o ciclo de sobrevivência humana. Saber saborear essa necessidade traz a dádiva dos Deuses. A criatividade e as mil experiências sensórias que o sexo nos mostra são ferramentas maravilhosas na prática mágica. Apreciar o corpo e a essência do outro pode ser tão delirantes quanto ritos xamânicos ou projeções astrais. A responsabilidade reside em preparação mágica, compreensão do que se faz e uma motivação. O segredo do equilíbrio é prudência.

O sexo, o prazer, a magia e suas expressões podem ser uma bela iniciação; além de um doce momento devocional: com os Deuses e com o nosso parceiro. No entanto não devemos praticar o sexo só como uma busca ou simplesmente por praticá-lo para tentar domina-lo o sexo assim como a magia tem que ser descobertos com paciência, e esperar que ele se revele observando os ciclos naturais. Mas temos a compreensão de nossa natureza e conseguimos controlar parte de nossos desejos o direcionando a um caminho de crescimento e evolução certamente isso não vai demorar muito. Lua na mente e paz no espírito.

E amor nunca deve faltar. Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

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terça-feira, 14 de julho de 2020

Marte o regente pela Cabala



Marte Kabalah – Arvore da Vida: Gevurah Marte rege sobre o signo Carneiro. 


A Marte sempre estiveram associadas as forças viris do guerreiro e do conquistador. Marte exprime por isso o desejo de posse, o querer, o instinto de apropriação. Em sânscrito, Marte encontra a sua etimologia em «Mar», uma das formas do deus védico «Marut», senhor das tempestades, dos furacões e do fogo. Entre os Romanos, os espíritos dos guerreiros eram colocados sob protecção de Marte. Marte é também um símbolo de vitalidade e impulsividade, de energia a todos os níveis. O impulso conquistador que Marte representa, acarreta inevitavelmente as forças da luta, da digladiação e do conflito, que neste astros se encontram representadas. A libido e as mais profundas pulsões estão também representadas em Marte, que pode simbolizar uma energia afectiva ou sexual de tal forma intensa, que acaba não só possuindo como também agredindo o objecto do amor. Na expressão tântrica, Marte equivale a Kundalini, a força serpente que deve ser despertada para lançar o sémen; se o sémen não for liberto, gera-se a energia Kundalini que pode ser distribuída por todo o corpo através dos plexos chamados «chakras». Contudo, traduzindo esta noção para a fisiologia sexual, Kundalini e Marte representam o pénis em erecção e a sua penetração na vagina, um claro simbolismo da virilidade. Num horóscopo, Marte pode não só ser lido como a expressão da força interior de uma pessoa, ( na sua combatividade, ambição, desejo de posse, desejo de afirmação, etc), como também significativo de situações de conflitualidade ou competição, ao passo que também pode ser lido enquanto a representação do grau das forças ou obstinação de um inimigo, ou do grau de adversidades e bloqueios que se enfrentam.

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SIGNOS: ASTROLOGIA CARMICA


Os signos da nossa existência


Antes de mais nada, a Astrologia é uma só, é acima de tudo um instrumento que permite o auto-conhecimento. Através de sua linguagem simbólica podemos interpretar a psique humana.
A palavra psique é de origem grega e significa alma, também denominada corpo astral. O mapa astral é portanto um conjunto de características da alma.

Alma e espírito não são a mesma coisa. Explicados de uma forma bem simplista, poderíamos dizer que enquanto a alma é de natureza mais emocional, o espírito é de natureza mental.

Partindo de um princípio espiritualista, a alma é um suporte para o espírito em evolução na matéria. A evolução espiritual consiste de sucessivas reencarnações, nas quais o espírito vai arquivando uma série de experiências, que somadas e amadurecidas, se torna a Sabedoria a ser alcançada pelo homem aqui na Terra. Os 12 signos do zodíaco, na sua essência, traduzem esse caminhar evolutivo.

O mapa astral interpretado a partir desse ponto de vista, é a bússola dessa viagem espiritual. Ele apenas acrescenta essa trajetória, apontando assim um entendimento mais específico dos nossos padrões psicológicos.

Todos nós nos perguntamos: "De onde eu vim? Para onde eu vou? O que estou fazendo nesse aqui-agora? Qual o meu caminho? Qual a minha missão? Afinal, a vida tem um sentido maior?”
O mapa astral kármico tem, portanto, como objetivo, inserir esse arquivo da memória de vidas passadas, na interpretação de nossos padrões psicológicos, para que possamos compreender melhor o sentido e significado das experiências do nosso presente, bem como os fatos de nossa vida.

Enquanto isso o homem investiga cada vez mais o universo. Os físicos tentam solucionar os paradoxos quânticos da vida. Mergulhamos no acaso da mudança de paradigma, mas por hora, ainda precisamos vivenciar essa mudança na própria vida. Por isso as palavras ainda não estão prontas para explicar o novo homem, que nasce sempre do resgate do antigo, porque é fruto do revigorar dos arquétipos coletivos. E dentre esses arquétipos supremos está a visão evolutiva da espécie humana, não como Darwin explicou, mas como as civilizações antigas já percebiam, que estamos num processo cíclico de entradas e saídas da matéria, ou nesse reciclar de estados vibracionais da nossa energia sutil, nos revezando da densidade material, que chamamos estar vivos, portanto encarnados, à morte, estar desencarnados, fora da matéria, onde apresentamos outra vibração energética, e todo esse processo para que seja possível o amadurecimento da Alma humana ou a Evolução Espiritual.

Karma e dharma são termos originados do sânscrito, língua clássica da Índia, berço de uma das mais antigas civilizações, e que até hoje, tendo a evolução espiritual como ponto de partida, acredita que a Alma precisa passar por muitas experiências para concluir seu aprendizado aqui na matéria. E, à medida que novos conhecimentos são conquistados, os valores e as necessidades humanas vão se modificando, acordando assim as aspirações superiores do espírito.

O karma (kar= agir, fazer ; ma= efeito, ação) tem como significado básico "Ação" ,mas traz em um único vocábulo a idéia de que ação e reação caminham juntas, o que mais tarde Newton traduziu como uma das leis básicas da física: "toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário". Dessa forma, o karma pode ser considerado como o destino, a colheita, consequência do que nós mesmos criamos e semeamos. Expressa portanto , o encadeamento das causas e efeitos, garantia da ordem do universo. O dharma, palavra que significa lei, dever, direito, justiça, designa a bagagem moral, intelectual e espiritual que o homem possui na vida presente, fruto do trabalho evolutivo de encarnações anteriores. É o resultado da aquisição individual em material pronto para se expandir. É o potencial para a vivência do karma. Sendo assim, como o passado sempre encontra o futuro, o karma também pode ser entendido como a consequência futura da utilização do dharma, evidenciando que o que se planta hoje, colhe-se amanhã. Por isso o dharma é a tarefa a ser executada nessa vida, e que foi legada à Alma por seu próprio arbítrio. É a retidão, conformidade à ordem cósmica, lei que rege nossa natureza essencial. Caracteriza então a possibilidade de evolução do homem no presente. Tanto revela o que foi aprendido e deve ser revisto, como o que inexiste nele, as qualidades ainda não assimiladas. É portanto a chave para a compreensão da missão do ser nessa vida.

É importante desmistificar a idéia de karma como "a pedra no sapato" que tenho de levar durante toda vida. Pois, assim como as mais belas flores trazem seus espinhos, o karma não é só o espinho, nossas provações, nossos fardos, nossos erros, nossas culpas e promotor dos nossos sofrimentos. O karma é o somatório das tendências da Alma, bagagem adquirida no trilhar da Evolução Espiritual durante as várias encarnações, portanto também são nossos maiores dons, potencialidades já trabalhadas, e que, estão prontas para serem doadas nessa vida, e por isso pode nos proporcionar grandes realizações.

O karma se torna negativo e difícil quando é um vício da Alma, um padrão cristalizado, um hábito, um caminho que a Alma não quer deixar de trilhar porque está apegada, seja por acomodação, ou pelo simples medo do novo. Mas como o karma é a própria formação do destino(do latim destinare= fixar previamente, determinar com antecipação), temos nosso destino nas mãos, não precisamos temer o novo, pois temos o livre-arbítrio para conquistá-lo.

Não podemos esquecer, que nesta Era de Peixes, com o acontecimento Crístico no mundo, a nossa principal lição, é o aprendizado do livre -arbítrio, o uso sábio da capacidade de fazermos nossas escolhas, para que possamos aperfeiçoar nosso Ser Crístico. O termo Cristo é de origem grega (Krestòs), e significa Herói Solar, designando o Iniciado que, assim como o sol, que no centro do sistema centraliza os planetas nas suas órbitas, ao seu redor, tem a capacidade de centralizar seus corpos físico, emocional e mental, encaminhando assim suas atitudes com equilíbrio, portanto é um sábio diante do seu destino.

Essa é a possibilidade que se abre por estarmos nessa roda do karma, encadeando causas e consequências que podem nos levar à mestria do Cristo. Por isso é preciso ser consciente do karma, nossa bagagem. Aceitar o dharma, nossa missão na vida, e se perdoar diante dos medos e das falhas, pois só assim a Alma se renova e floresce no seu processo de amadurecimento espiritual.

Mas como saber o karma e a missão dharmica dessa vida? Existe um grande instrumento que nos ajuda a compreender o karma e conhecer nosso dharma, é a Astrologia. Através do mapa astral, o mapa do corpo astral, portanto o mapa da Alma, podemos traduzir a partir de sua linguagem simbólica, o que a Alma traz como bagagem, tanto os padrões cristalizados que nos trazem sofrimentos, como os dons que temos a missão de desenvolver e doar nessa vida. Pois quando a Alma conhece a si mesma e se conscientiza de seu aprendizado e função, aí sim, a vida se abre como uma flor e transforma-se dentro de nós o nosso sentido de estar vivos.


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