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A pombagira

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domingo, 24 de junho de 2012

Pesquisas: orixas do Candomblé




RELIGIOSIDADE: O SINCRETISMO RELIGIOSO
Os cultos afro-brasileiros são sistemas de crenças herdados dos africanos, que foram trazidos como escravos para o Brasil a partir do século 16. A maior parte desses negros era proveniente da costa Oeste da África, onde predominavam dois grandes grupos: os Sudaneses e os Bantos.
Os sudaneses vêm da região do Golfo da Guiné, onde se situam hoje a Nigéria e o Benin. Pertenciam às nações Haussais, Jeje, Keto e Nagô, e foram os principais precursores do Candomblé. Os bantos agregam as nações de Angola, Benguela, Cabinda e Congo. Dessas nações, herdamos, entre outros elementos culturais, a capoeira e a congada.
Os cultos religiosos trazidos por esses povos sincretizaram-se com o Catolicismo, dando origem aos chamados cultos afro-brasileiros: candomblé, culto vodu, umbanda e quimbanda. Tem ainda o Catimbó e varios outros seguimentos menos divulgados.
CANDOMBLÉ
O Candomblé foi introduzido no Brasil pelos negros ioruba, na Bahia. Basicamente, é uma religião que cultua os orixás, deuses associados às forças da natureza, e sua liturgia é realizada no interior dos terreiros, também conhecidos como roças. Foi um começo dificill, até porque os negros não tinham muito estudo, e os conhecimentos eram transmitidos quase todo por tradição oral.
Da Bahia, o Candomblé se disseminou por muitos outros estados brasileiros - aliás, tornou-se uma presença marcante no Rio de Janeiro. Mas, hoje o Estado de São paulo tem muito interesse pela cultura dos orixas, apesar de preferir mais a Umbanda, o Candomblé tambem, é muito respeitado principalmente na Capital. Em Pernambuco, o Candomblé é chamado de Xangô, nome de um dos orixás mais cultuados na tradição afro-brasileira.
Os orixás
Eua: Filha de Oxalá e Iemanjá, é uma deusa casta, que tem o poder de se tornar invisível e de penetrar nos mistérios de Ifá (o deus da adivinhação). Seus domínios são as ilhas e penínsulas, o céu estrelado, a chuva e a faixa branca do arco-íris. No sincretismo religioso, está associada a Nossa Senhora das Neves. Na verdade ela é Irmã Gemêa de Oxumaré e é muito confundida com ele. Na Umbanda-Astrologica vejo grande importancia nesta orixa, com tantos poderes, quando os de seu irmão.
Exu: Filho primogênito de Oxalá e Iemanjá, Exu é aquele que abre os caminhos. Por isso, é sempre o primeiro orixá a ser invocado nas aberturas dos trabalhos, nas oferendas e na leitura do oráculo de búzios. Simboliza a energia dinâmica, o impulso sexual, o fluido vital. Também está associado à comunicação, por ser o intermediador entre os homens e os orixás.
Iansã: Filha de Oxalá e Iemanjá, Iansã tem os atributos da sensualidade, do dinamismo e da coragem. É uma deusa guerreira, representada sempre como uma mulher forte, que porta uma espada e um iruexim (espécie de chicote). Também é senhora dos eguns, os espíritos dos mortos. Seus domínios são os ventos, as tempestades, os raios e o fogo. No sincretismo religioso, está associada à católica Santa Bárbara.
Ibejis: São os orixás crianças, filhos gêmeos de Iemanjá e Oxalá. Simbolizam a dualidade: o quente e o frio, a luz e a escuridão, o masculino e o feminino, o divino e o humano, o início e o fim. No sincretismo religioso, estão associados a Cosme e Damião.
Iemanjá: Esposa de Oxalá e mãe de quase todos os orixás, Iemanjá tem diferentes manifestações, nas quais recebe os nomes de Inaê, Janaína e Oloxum. Seus atributos são a feminilidade, a generosidade, a abundância e a maternidade. No sincretismo religioso, está associada à Virgem Maria.
Ifá: Deus da advinhação, Ifá é o "dono" do jogo de búzios. Seu principal atributo é o conhecimento: ele sabe o que espera cada divindade e cada ser humano, pois é o senhor dos segredos do destino. É um orixa de alta luminosidade e poucas pessoas tem ele muito proximo. Quem tem ele, tem o dom muito forte de premonição e sabe interpretar oraculos com eficiencia. No Tarô é o Arcano 21.
Logum: Filho de Oxóssi e Oxum, tem os atributos da elegência, da beleza e da sedução. Durante seis meses do ano, ele assume a forma masculina e caminha pelas matas, domínios de seu pai caçador. Nos outros seis meses, assume forma feminina e parte para as águas doces, que pertencem à sua mãe. É sempre representado como um adolescente, e também é chamado de Logunedê ou Logun-Edé. No sincretismo religioso, está associado a São Miguel Arcanjo e a Santo Expedito.
Nana: Também chamada de Nanã Burukê, esta é uma orixá muito antiga, que em diversos mitos aparece como co-criadora do mundo (no mesmo patamar de Oxalá e de Olorum). É uma das esposas de Oxalá (ao lado de Iemanjá) e em muitas regiões brasileiras recebe o carinhoso apelido de Vovó. Tem como atributos a fecundidade, a riqueza e o ciclo de morte e renascimento. Seu domínio é a lama, mistura de terra e água que simboliza a origem da vida. No sincretismo religioso, está associada a Santa Ana, mãe de Maria.
Oba: Filha de Oxalá e Iemanjá, deusa guerreira das águas revoltas, Obá é uma sofredora. Conta a lenda que ela era uma das esposas de Xangô, mas sofria por ver que o marido só tinha olhos para a bela e ciumenta Oxum. Inocentemente, foi se aconselhar com a favorita do esposo, e perguntou-lhe qual o segredo para conquistar o coração de Xangô. Astuta, Oxum sugeriu que Obá cortasse a própria orelha e a servisse como um quitute sangrento para o marido - diante desse gesto, ele ficaria louco de paixão! No entanto, Oxum sabia muito bem que Xangô não tolerava ver sangue, e depois que Obá seguiu o maquiavélico conselho, o deus guerreiro criou verdadeira repulsa por ela! No sincretismo religioso, Obá está associada a Santa Catarina, Santa Joana D´Arc e Santa Marta.
Obaluaiê: Filho de Oxalá e Nanã, esse orixá, que também é conhecido pelos nomes de Omulu e Xapanã, é o senhor da morte e da vida, da doença e da cura. Seu rosto se oculta sob uma vestimenta de palha, material empregado nos ritos fúnebres africanos. Conta a lenda que, ao nascer, Obaluaiê era tão feio que sua mãe não suportou olhá-lo, e quem o criou foi a doce e maternal Iemanjá. No sincretismo religioso, está associado a São Lázaro e a São Roque.
Ogum: Filho de Oxalá e Iemanjá, Ogum é o desbravador de todos os caminhos. Tem a coragem, a força e a impetuosidade como atributos. Segundo os africanos, foi o criador do ferro e da metalurgia, tendo aberto novas perspectivas para a civilização humana. No sincretismo religioso, está associado a Santo Antonio e a São Jorge.
Olorum: É o orixá que simboliza o céu. Não é representado sob nenhuma forma material, e seus atributos são a totalidade, a perfeição e a universalidade. É um nivel muito elevado, simbolo do poder do Criador.
Ossaim: Filho de Oxalá e Iemanjá, este orixá, que também recebe o nome de Ossanha, tem como atributos a cura e a magia. É o orixá das folhas, e portanto, das ervas medicinais. De acordo com os mitos africanos, ele é muito respeitado por todos os outros deuses, pois até os orixás dependem do poder das folhas para se revigorarem. As palavras que ativam o poder curativo das plantas é um mistério dominado exclusivamente pelos sacerdotes de Ossaim.
Oxalá: É o pai supremo, que separou o mundo material do mundo espiritual, criou os seres vivos e gerou os orixás. Tem o poder de reger a vida e a morte, e ao mesmo tempo em que é bondoso e tolerante, também pode tornar-se firme e severo. No entanto, Oxalá prefere sempre seguir o caminho do amor. Suas esposas são Nanã e Iemanjá, e o único orixá que se encontra acima dele é Olorum (o céu). Quando representado em sua forma jovem, Oxalá recebe o nome de Oxaguiã. No sincretismo religioso, está associado a Jesus.
Oxossi: Filho de Oxalá e Iemanjá, é o orixá provedor, cuja habilidade em caçar garante a alimentação de todos os outros deuses. Seus atributos são a fartura e a perseverança (afinal, é preciso saber a hora certa para atirar a flecha!). Seus domínios são as matas. É considerado como o guardião da agricultura e da natureza. No sincretismo religioso, está associado a São Jorge e a São Sebastião.
Oxum: Filha de Oxalá e Iemanjá, Oxum tem como atributos a beleza, a fertilidade, a riqueza e o poder de gestação. É uma deusa vaidosa e sensual, que personifica a feminilidade. Seus domínios são as águas doces (que irrigam e fertilizam os campos) e o ouro. No sincretismo religioso, está associada a Nossa Senhora das Candeias e a Nossa Senhora Aparecida.
Oxumaré: Filho de Oxalá e Nanã, ele é o arco-íris que liga o céu e a terra, a serpente que fecunda o solo e gera riquezas. Feminino e masculino ao mesmo tempo, simboliza a interação das energias. Além disso, é senhor da dualidade, do movimento, do girar incessante da vida, da perpétua renovação. Em forma de serpente, Oxumaré morde a própria cauda e assume uma forma circular que lhe permite manter em equilíbrio os corpos celestes. No sincretismo religioso, está associado a São Bartolomeu.
Xangô: Senhor dos raios, do fogo e das pedras, Xangô é um dos orixás mais populares do Brasil. Seus atributos são a firmeza de caráter, o senso de justiça, o amor à verdade, o orgulho e a autoridade. No sincretismo religioso, está associado São Francisco de Assis, São Jerônimo, São João Batista e São Pedro.
Os preceitos
Cerimônias Privadas: São os ritos realizados pelos membros do terreiro sem presença do público. Normalmente acontecem como preparação para os cultos abertos. Destas cerimônias, fazem parte a preparação e a oferenda de comidas para os santos e os sacrifícios ritualísticos.
Ebós: Oferendas para os orixás. Geralmente são comidas, nas quais se incluem os animais sacrificados para esse fim. Mas, tudo dentro de criterios rigidos.
Incorporação: Durante os rituais, são entoados cânticos de louvor aos orixás. Geralmente, as letras dessas cantigas ressaltam as características de cada divindade, e destinam-se a invocá-las. Costuma-se entoar de três a sete cânticos para cada uma delas. Quando a entidade finalmente "desce", incorpora-se nas filhas-de-santo a ela consagradas. Assim, as filhas de Iansã "recebem" Iansã, as de Oxalá, incorporam o próprio, e assim por diante. Depois de todas as filhas (e filhos) de santo estarem incorporadas e devidamente paramentadas, elas dançam em roda no barracão, ao som as cantigas e dos atabaques, e dessa maneira os orixás asseguram sua proteção a seus descendentes.
Jogo de Búzios: Oráculo usado como canal de comunicação entre os homens e os deuses. É comandado por Ifá, o orixá da adivinhação. Mas, não é só por jogar buzios que o sacerdote vá ver tudo, depende do grau do mestre e do tipo de jogo dele.
Quizilas: Coisas que desagradam aos orixás. Nesse grupo, se incluem certos tipos de alimentos, além de cores, perfumes e uma infinidade de elementos. Por exemplo: O sangue é a quizila de Xangô.
Obrigações: De tempos em tempos, o adepto do Candomblé tem o dever de prestar certas homenagens e de fazer oferendas para seus orixás, de modo que possa contar sempre com seus favores e sua proteção.
Raspagem: É a Iniciação efetuada no Candomblé. O aspirante é submetido a uma série de processos ritualísticos, entre os quais se inclui a completa raspagem de sua cabeça e seu recolhimento à camarinha, onde permanecerá durante um período preparatório. No dia de sua saída, é dada uma festa (a chamada "Saída de Santo"), e a partir dessa ocasião o filho (ou filha) de santo torna-se capacitado a incorporar seu orixá durante os trabalhos.
ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DE UM TERREIRO
Agogô: Sineta de ferro dupla, que é acionada pelo alabê para dar início à cerimônia.
Atabaques (rum, rumpi e lé): Instrumentos musicais tocados durante as cerimônias por filhos de santo designados especificamente para essa função.

    Barracão: Grande sala, onde ocorrem os rituais, inclusive as cerimônias abertas ao público.
Camarinha: Pequenos "quartinhos" espalhados pelo terreiro, dentro dos quais os filhos e filhas de santo se recolhem por ocasião de sua iniciação.
Peji: Altares das Divindades. Nos pejis são depositadas as oferendas.
Alabê: Responsável pelos atabaques e pelo toque do agogô, que marca o início dos trabalhos.
Axoguns: São os filhos-de-santo encarregados de executar os serviços sacrificiais. Trabalham sempre sob a supervisão do babalorixá ou da ialorixá responsável pela casa.
Babalorixá: Chamado também de zelador do terreiro ou pai-de-santo, é o dirigente dos trabalhos. É sobre ele que recai a responsabilidade pelos trabalhos espirituais realizados na casa. Aplica-se essa expressão somente para o sexo masculino.
Ekede: É uma espécie de "monitora". Durante os rituais, ela conduz as iaôs incorporadas até seus respectivos pejis, e as paramenta com as roupas e as armas correspondentes ao orixá incorporado.
Ialorixá: Exatamente a mesma coisa que babalorixá, só que neste caso, trata-se de alguém do sexo feminino. Também é chamada de "mãe-de-santo" ou zeladora.
Iaôs: Filhas-de-santo, que entoam os cânticos de louvor aos orixás e dançam em roda, durante os trabalhos. Em geral, são entoadas de três a sete cantigas para cada orixá. Quando este "desce", incorpora-se nas iaôs correspondentes. Vale ressaltar que as iaôs dividem todas as atividades realizadas no terreiro, inclusive limpeza, preparação das oferendas, etc.
Ogans: Para alguns terreiros eles são Filhos-de-santo, no que se refere a parte material e fisica, encarregados de garantir a manutenção do terreiro, por meio de contribuição financeira ou de algum benefício obtido por meio de seu prestígio pessoal. São sempre designados pelo responsável da casa. Cabe ao Conselho de Ogans garantir a subsistência material do terreiro. E no sentido espiritual, a função de “ogã” como popularmente as pessoas chamam na Umbanda e no Candomblé, enfatizo a importância deles serem bem preparados para exercerem tal função em um terreiro. Infelizmente ainda hoje a mentalidade de que o ogã é “qualquer um que não incorpore” persiste. Mas o ogã como peça fundamental dentro do ritual é também um médium intuitivo que tem como função comandar todo o “setor” da curimba. Por isso faz - se necessário que seja escolhido uma pessoa séria, estudada, conhecedora dos fundamentos da religião. Além disso, o ideal é que o “neófito” que busca ser um novo ogã procure uma escola de curimba, onde aprenderá os fundamentos, os toques de nação e “como”, “o quê” e “quando” cantar. Mulheres também podem ser atabaqueiras e curimbeiras. O “cargo” de ogã vem do candomblé e apenas é dado a pessoas do sexo masculino. A mulher no Candomblé não toca atabaque, por alguns dogmas da religião, principalmente em relação à menstruação, mas, acho que tudo tem haver com eras e ciclos e o ciclo atual agora é outro. Mesmo sem quebrar a tradição, creio que tivemos evolução cosmica e ancestral para que permita-se a mulher tambem tocar aos deuses. Na Umbanda não importam-se com dogmas e conceitos do candomblé, mas seguem-se os conceitos, a meu vêr, sectaristas e intolerantes, quando querem dividir, passados diretamente pelos guias e mentores, mas, muitas vezes confundidos ou manipulados por encarnados fanáticos. Nuca vimos um caboclo ou preto – velho proibindo mulher de tocar atabaque, mas afirmo, que mesmo na Umbanda há necessidade de respeitar as tradições e a mulher tocar e cantar sim é possivel e belissimo, mas, temos que tem sempre a ordem do Astral primeiro, e, diga – se de passagem, a mulher pode tocar muitas vezes melhor do que os próprios homens.
Pai-pequeno (ou mãe-pequena): Assistente direto do babalorixá ou da ialorixá.
Existem ainda os "Candomblés de Caboclo", típicos dos cultos trazidos pelos negros de Angola. Nessas cerimônias, as filhas e os filhos de santo incorporam não apenas os orixás (que jamais conversam com os presentes), mas também os espíritos de "caboclos", que seriam entidades de luz da corrente indígena.
Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador

Umbanda em harmonia com a Astrologia




Eu quero agradecer as centenas de acessos em todas as minhas paginas, as centenas de e-mails, de incentivo e de interação sobre os assuntos! Isso é prova que somente alguns retrogrados com muitas mascaras e egos inflamados, são hipocritas. Estou trabalhando com afinco 24 horas, pra trazer novas informações e novas linhas de pensamento, sobre a Umbanda-Astrologica. Apesar de alguns torcerem contra cada vez mais, a Umbanda-Astrologica vem ganhando espaço. Isso mostra que muito tem que ser explicado no que hoje chamamos de Umbanda. E que muita gente que misturama a Umbanda, com Kardecismo e outras coisas retrogradas cheias de preconceitos, além de tentarem macular os importantes cultos afros, que tanto contribui com a busca ao Sagrado, nunca conseguirão imprimir nos fieis, a intolerancia ou sectarismo.
Visões que venho tendo e a energia que venho sentindo me empolgando, mostra que os Senhores do Carma querem sim trazer renovação. A Umbanda Esoterica trouxe uma grande revolução e é a base desse novo estilo que venho trazendo. Todas as chaves reveladas, por Sant Yves, são a base principal da Umbanda Estorica e a Proto-Sintese, mas, a Umbanda-Astrologica vem acrescentar uma nova visão. Mesmo usando as bases da Umbanda Estorica, com todo respeito e carinho, o que venho trazer é uma nova filosofia. Longe de pretensões, venho tentar simplificar conceitos e mostrar uma nova visão da Sagrada Umbanda fundida a Astrologia dos Orixás.
Todos me perguntam qual é a diferença entre essa nova visão e a Umbanda Esoterica que conhecemos? Bem, em primeiro lugar, a visão que tomamos parte da Astrologia como chave pra explicar a Umbanda, ao contrario da Umbanda Esoterica que toma o sentido inverso. Outro ponto, que quero deixar claro é que tento trazer a Umbanda dos templos para os buscadores, e não enviar os buscadores para os templos. Tambem, tem outros aspectos, muito importantes, como o uso de todos os planetas e não apenas 7; não descartando os principios do Candomblé e sem excluir a ação de orixas importantes como Oxumaré, Nanã e outros não muito focados na Umbanda Esoterica. Ou seja, tenho uma visão mais ampla, focando os 7 Raios como Vibrações e não apenas como 7 orixas.
Tambem a maneira de interpretar os orixas pelos signos é diferente, pois não uso a Umbanda pra identifiar os orixas no zodiaco, mas, uso a Astrologia pra identificar os orixas na Umbanda. Assim eu não venho partindo dos principios umbandistas pra astrologia, mas, da Astrologia pra Umbanda. Por isso, chamo de Umbanda-Astrologica, pela revelação astral da espiritualidade e não da revevelação astral pela espiritualidade. Enfim, tudo parece ser igual, mas, tem um prisma um pouco diferente. No entanto sem se descartar nada, só somar, pra se popularizar e não fanatizar.
Um dos grandes problemas que vejo hoje nos cultos e na busca das pessoas é o modismo. Esse é o principal fator que cega as pessoas induz a hipocrisia e a sectarismos absurdos. Uma coisa que é moda hoje, é o que ja aconteceu em outros tempos, quando a Ordem Dorica foi confrontada com a Ordem Yonica. As pessoas queriam imprimir que o homem é livre e poderoso mesmo sem as Divindades. Isso é um erro, achar que o mentalismo resolve as dores da alma.
Colocar a força da Inteligencia humanda a cima da Sabedoria Divina, além de ser um erro, tambem induz o homem ao pecado. Foi justamente essa tatica que a Serpente usou, com nossos ancestrais. Quando o homem passa a achar que é livre e poderoso ele passa a desobedecer, se tornar teimoso e anarquico. É justamente isso que Satanas quer. Que não acreditemos no pecado, na sua existencia e não tenhamos consciencia de nossos proprios erros, pra que continueos errando. As pessoas preferem ficar envoltos na sua hipocrisia, para não adimitir os desejos e assim se iludirem num poder que não o induz a mudar os conceitos.
Muitos se dizem chocados com as imagens que coloco nas postagens! O interessante, e´que elaas agem como se não tivesse tesão ou se nunca fossem viver sua sexualidade. Eu ja coloco de proposito, pra chamar a atençao das pessoas, pra suas hipocrisias, tanto internamente, quanto em nivel externo, ou seja o que são imprimidos nelas desde que nasceram.
As pessos se dizem chocadas com uma foto de mulher nua, como se não fizesse parte do nosso ser os desejos e a sexualidade. Mas, não aguentam ver uma cena libidinosa sem olhar. Na verdade a espiritualidade não se faz com imagens agelicais e coisinhas esotericas. Até quando temos que ficar com imagens de caboclos com penachos na cabeça e esoterismo barato? O ser humano tem que aceitar que tem defeitos, desejos e que não é se escondendo que vai controla-los, mas, entendendo eles a fundo. Devemos sempre lebrar que: "Nem tudo que reluz é ouro". Ou que: "Nem tudo é o que parece ser".
Muita gente, pensa que se enchermos templos com coisas bunitinhas que a essencia é melhor do que se enchrmos de coisas polemicas. Bem vendo as visões dos profetas percebemos que as visões deles, não eram de anjos lindinhos com roupas douradas, mas, de imagens monstruosas, cheias de olhos e cabeças. Se voce tivesse uma visão dessas diria que era um anjo ou demonio? E se visse um anjo de luz como cristo viu no deserto diria que era Satanas? Claro que não nossa hipocrisia e despreparo nunca deixaria que enchergassemos a verdade como ela é. Por isso não julgue o que não sabe profundamente. O Diabo não se apresenta com um ser do Mal, ele tenta nos ludibriar. Muita gente, que se diz casta e que vive com a Biblia na mão na verdade esconde muitos erros, desejos e defeitos. Veja a parabola do Fariseu e o Republicano nos Evangelhos.
O ser humano só vai evoluir quando admitir que é um pecador cheio de defeitos, que tem desejos, medos e fraquezas. E não ficar brincado de santo, com uma ideia de poderes mentais, pensando que a força biologica pode se confrontar com as ordens cosmicas espirituais.

Carlos Lima (Carlinhos Lima0) Astrologo, Tarologo e Pesquisador

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A psicologia na Umbanda Astrológica



A Dimensão arquetípica dos orixás O culto dos Orixás atravessou o oceano, vindo no coração dos povos negros escravizados, e fincou fortes raízes em solo brasileiro. Aqui estes deuses encontraram-se com outros que vieram de Portugal, através da religiosidade popular do colonizador, e não pela teologia oficial da Igreja: bem como enlaçaram-se das práticas indígenas da pajelança.

Neste contexto histórico, a religiosidade brasileira desenvolveu formas, cores, ritos e símbolos, dos quais podemos citar a Umbanda como o mais representativo culto de desenvolvimento sincrético.

Neste sentido, podemos afirmar que as divindades do Candomblé e Umbanda povoam a psique simbólica da maioria dos brasileiros, aproximadamente como os deuses helênicos povoavam a dinâmica simbólica da antiga Grécia.

O conhecimento do conteúdo simbólico contido nos cultos de Orixá fornece chaves de entendimento para processos psiquicos, sejam estes individuais ou coletivos. Isto só é possível graças às analogias míticas, que podemos traçar entre os deuses de várias culturas. Por exemplo, deuses que têm por elemento o raio e o trovão: Zeus, Tupã e Xangô. E assim como a astrologia estas divindades se sincronizam muito bem com os deuses das mais variadas mitologias. Mas, a mitologia africana, é muito boa através de suas muitas lendas para nos ajudar a compreender a ação de todos eles sobre o home.
Em um contexto de população fortemente influenciada pelos cultos afro-brasileiros, é de vital importância que o conteúdo mítico-simbólico destes cultos sejam conhecidos e compreendidos em seu sentido psicológico. Os símbolos e deuses cultuados nos cultos afro-brasileiros são mitologias vivas, pois que a religião está viva, diferentemente dos deuses e mitos helênicos, que na atualidade só podem ser compreendidos através de um exercício de interpretação cognitiva, visto estar o helenismo, como religião do povo, morto.
Uma das possibilidades de utilização desta mitologia viva é a compreensão de vivências pessoais, de símbolos e de sonhos através da amplificação. Buscar o sentido psicológico do símbolo e entender qual a sua mensagem é uma das metas do psicólogo que atua em clínica, sem perder de vista o contexto sócio-cultural de quem o procura, e isto inclui a vivência religiosa do sujeito em questão. O universo religioso de quem busca ajuda psicoterapêutica deve ser respeitado e compreendido como um meio de expressão da psique individual, seja esta uma expressão patológica ou criativa.

Uma figura bem conhecida do panteão africano, é a figura mítica de Obaluaê, o médico ferido, análogo à Quiron, o centauro. Esta imagem serviu de elemento simbólico sintetizador de seu conflito, e através de sua amplificação e integração, pode a paciente abandonar os medos de rejeição e vivenciar uma relação íntima criativa e realizadora. O estudo dos símbolos religiosos de nossa população oferecerão, como já têm oferecido, um inestimável auxílio para a compreensão da psique brasileira. E a Umbanda-Astrologica vem me ajudando muito a interpretrar dodos estes simbolos. Eu me espanto a cada dia com o crescimento e aceitação desse novo seguimento da Umbanda Brasileira muito bem mesclada com a Astrologia e fincada em bases do Esoterismo milenar do Oriente. Axé a Todos!

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Dicas de livros de Umbanda pra quem gosta de pesquisar

Breve o livro de Umbanda Astrológica, com uma nova visão de Umbanda, mais alinhada a  astrologia e o esoterismo das culturas antigas dos ancestrais. Técnicas de leituras do mapa natal, orixás, anjos, odus, grau a grau do zodíaco, magia, oráculos e o tema principal: destino, carma e livre-arbítrio.


Muitas pessoas entram em contato procurando por livros de Umbanda. Aqui estão vários desses livros importantes livros trataram, recentemente, sobre o tema literatura umbandista, resolvemos disponibilizar uma lista com o nome de alguns livros que tratam sobre a Umbanda, sob os mais diversos pontos de vista, organizada por ordem alfabética do nome do autor.
O objetivo aqui é dar uma ideia, principalmente para o pessoal mais novo na religião, de que muito já foi escrito sobre a Umbanda, apesar de muitos umbandistas não terem o hábito da leitura. Alguns são muito bem escritos, outros na minha opinião, nem tanto, mas, democraticamente recomendo a analise de leitor, pois uma coisa pode parecer boa pra uns e ruim pra outros, assim todo mundo é livre pra pensar e decidir o que é melhor pra si. Abraços e Axé

Autor Ano Livro
Ab’d’ Ruanda ? Ley de Umbanda
Ab’d’ Ruanda 1954 Umbanda (catecismo)
Abguar Bastos 1979 Os cultos mágico-religiosos no Brasil
Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira 2009 A Linha do Oriente na Umbanda
Alexandre Cumino 2004 Deus, deuses, divindades e anjos
Alfredo de Alcântara 1949 Umbanda em julgamento
Altair Pinto ? Breviário do umbandistas
Altair Pinto ? Dicionário da Umbanda
Aluízio Fontenele 1950 A Umbanda através dos séculos
Aluízio Fontenele 1951 Exu
Aluízio Fontenele 1952 O Espiritismo no conceito das religiões e a lei de Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1953 Conhecimentos indispensáveis aos médiuns espíritas (dois opúsculos doutrinários)
Antônio Alves Teixeira Neto 1957 Umbandismo
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Como desmanchar trabalhos de Quimbanda – Volume I
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Pomba-Gira (as duas faces da Umbanda)
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Umbanda dos Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Como desmanchar trabalhos de Quimbanda – Volume II
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 O livro dos Exus (Kiumbas e Eguns)
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 O livro dos médiuns de Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Oxalá
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Oxóssi
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Ogum, o Orixá guerreiro
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Umbanda através dos astros
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Umbanda e suas engiras: umbandismo
Antônio Alves Teixeira Neto 1970 Despachos e oferendas na Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 A magia e os encantos da Pomba-Gira
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Obaluaê, Omulu (vida e morte)
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Omulu: o médico dos pobres
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Umbanda e Quimbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1973 O rosário do Preto-Velho
Antônio Alves Teixeira Neto 1975 Curas, mandingas e feitiços de Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto 1983 Saravá Tranca-Ruas
Antônio Alves Teixeira Neto e Luiz Léo Sampaio 1968 Nossos Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto e Nancy de Oliveira Lopes 1975 Preto-Velho e seus feitiços
Antônio Eliezer Leal de Souza 1925 No mundo dos espíritos
Antônio Eliezer Leal de Souza 1933 O Espiritismo, a magia e as sete linhas de Umbanda
Armando Cavalcanti Bandeira 1961 Umbanda, Evolução Histórico-Religiosa
Armando Cavalcanti Bandeira 1970 O que é Umbanda
Átila Nunes ? Antologia de Umbanda
Babá Oxê Xangô das Pedrinhas 2005 Mixórdia Espiritual
Benedito Ramos ? Ritual de Umbanda
Benjamim Gonçalves Figueiredo ? Okê caboclo
Bennto de Lima 1997 Malungo: Decodificação da Umbanda
Brasão de Freitas ? Cultura umbandística
Byron Tôrres de Freitas ? Na gira da Umbanda e das Almas
C.F. Urubathan ? Alquimia de Umbanda
Caio de Omulu 2002 Umbanda Omolocô: liturgia, rito e convergência (a visão de um adepto)
Cândido Emanuel Félix 1965 A cartilha da Umbanda
Cândido Procópio Ferreira de Camargo 1961 Kardecismo e Umbanda: uma interpretação sociológica
Carlos Eugênio Líbano 2000 Umbanda, Religião Brasileira
Celso Alves Rosa (Decelso) ? Umbanda para todos
Celso Alves Rosa (Decelso) 1970 Umbanda de caboclos
Conceição da Oxum 1993 O livro encantado da Cigana
Dalva da Oxum 1992 Os senhores dos caminhos: Exu, Ogum, Oxóssi
Dandara e Zeca Ligiéro ? Iniciação à Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 1991 Umbanda e sua história
Diamantino Fernandes Trindade 1993 Umbanda: um ensaio de ecletismo
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Leal de Souza: o primeiro escritor da Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Manual do médium de Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Umbanda brasileira: um século de história
Diamantino Fernandes Trindade e Edison Cardoso 1989 A Umbanda na sua vida diária
Diamantino Fernandes Trindade, Wagner Veneziani Costa e Ronaldo Antonio Linares 2008 Os Orixás na Umbanda e no Candomblé
Diana Brown 1985 Uma história da Umbanda no Rio. In: Umbanda e Política
Domingos Rivas Miranda Neto ? A Umbanda ao alcance dos jovens
Edson Orphanke 1990 A Umbanda às suas ordens
Edyr Rosa Guimarães e Almir S. M. Lima 1982 Universidade da Umbanda
Emanuel Zespo 1941 O que é Umbanda
Emanuel Zespo ? Codificação da Lei de Umbanda – Parte Cientifica e Parte Prática
Epaminondas de Oliveira 1996 Aumbhandan: o elo de volta ao Supremo
Etienne Sales de Oliveira 2007 Umbanda de Preto-Velho: a tradição popular de uma religião
Federação Espírita de Umbanda 1942 Primeiro Congresso Brasileiro do Espiritismo de Umbanda
Fernando M. Guimarães 2004 Grifos do passado
Florisbela Maria de Souza ? Obras psicografadas
Florisbela Maria de Souza 1949 Umbanda: caboclos, pretos, crianças, sereias
Florisbela Maria de Souza 1958 Umbanda para os médiuns
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1994 Exu: o grande arcano
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1996 Fundamentos herméticos de Umbanda
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1993 O arcano dos 7 Orixás
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1989 Umbanda: a proto-síntese cósmica
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1990 O elo perdido
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1991 Lições básicas de Umbanda
Gilson S. Santos 1992 Os Orixás africanos e as Sete Linhas de Umbanda
Heraldo Menezes ? Aimoré, Urutatão, Iara
Hilton de Paiva Tupinambá 1982 Sacramentos na Umbanda
Ivan Horácio Costa (Itaoman) 1990 Pemba: a grafia sagrada dos Orixás
J. Alves de Oliveira ? Magias da Umbanda
J. Alves de Oliveira 1970 O evangelho na Umbanda
J. Alves de Oliveira 1985 Umbanda cristã e brasileira
João de Freitas 1970 Exu na Umbanda
João de Freitas 1941 Umbanda
João Sebastião das Chagas Varella 1972 Cozinha de santo (culinária de Umbanda e Candomblé)
João Severino Ramos 1953 Umbanda e seus cânticos
João Varela ? Ervas sagradas na Umbanda
João Varela ? Manual do filho de santo
João Varela ? Orixá e obrigações
Joãozinho Sete Pedreiras 1994 Noções elementares de Umbanda
Joãozinho Sete Pedreiras 2001 Umbanda: a luz que clareia nosso caminho
Jorge de Oliveira 1971 Umbanda transcendental
José Álvares Pessoa 1968 Umbanda, religião do Brasil
José Antônio Barbosa 1960 Manual dos chefes de terreiros e médiuns de Umbanda
José de Arimatéia Nunes ? Orações da Umbanda
José Guilherme Cantor Magnani 1986 Umbanda
José Henrique Motta de Oliveira 2008 Das Macumbas à Umbanda
José Ribeiro ? O poder das ervas na Umbanda
Leni W. Saviscki 2006 Causos de Umbanda: a psicologia do Pretos-Velhos
Leni W. Saviscki 2007 Causos de Umbanda Volume 2: outras histórias
Leopoldo Betiol 1956 ABC de Umbanda
Leopoldo Betiol 1963 O batuque na Umbanda
Liana Salvia Trindade 1985 Exu: símbolo e função
Lísias Nogueira Negrão 1979 A Umbanda como expressão de religiosidade popular. In: Religião e Sociedade
Lísias Nogueira Negrão 1996 Entre a cruz e a encruzilhada: formação do campo umbandista em São Paulo
Lourenço Braga 1942 Umbanda e Quimbanda
Lourenço Braga 1956 Umbanda e Quimbanda – Volume 2
Lourenço Braga 1946 Trabalhos de Umbanda e Quimbanda
Luely Figueiró ? Trabalhos de Pretos-Velhos
Luiz Carlos Pereira e Edson Calixto Martins 2006 A Umbanda como ela é
Luiz Carvalho de Assunção 2006 Reino dos mestres: a tradição da jurema na Umbanda nordestina
Marco Boeing 2008 Histórias que a Umbanda nos conta
Maria Elise G. Machado (Yamaracyê) ? Teologia umbandista: o mestre iluminando consciências
Maria Elise G. Machado (Yamaracyê) ? Umbanda: o despertar da essência
Maria Helena Farelli ? As sete forças da Umbanda
Maria Helena Farelli ? Como combater o feitiço
Maria Helena Vilas Boas Concone 1987 Umbanda, uma religião brasileira
Ney Nery dos Reis (Omolubá) ? ABC da Umbanda: única religião nascida no Brasil
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Magia de Umbanda: instruções religiosas
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Maria Molambo: na sombra e na luz
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Umbanda, poder e magia: chave da doutrina
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Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1988 Cadernos de Umbanda
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1990 Yemanjá, a rainha do mar
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Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2001 Chama crística
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2004 Jardim dos Orixás
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2006 A missão da Umbanda
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2008 Umbanda pés no chão
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2009 Diário mediúnico
Norberto Peixoto, Ramatís (espírito) e Babajiananda (espírito) 2005 Vozes de Aruanda
Norberto Peixoto, Ramatís (espírito) e Vovó Maria Conga (espírito) 2003 Evolução no planeta azul
Oceano de Sá (Yokaanam) 1954 Evangelho de Umbanda Eclética
Ogossi Nabeji ? Ogum, Xangô
Oliveira Magno ? A Umbanda e seus complexos
Oliveira Magno 1950 Umbanda Esotérica e Iniciática
Oliveira Magno 1951 Práticas de Umbanda
Oliveira Magno 1952 Umbanda e ocultismo
Oliveira Magno 1953 Ritual prático de Umbanda
Oswaldo C. Oliveira ? A nova Umbanda
Patrícia Birman 1985 O que é Umbanda
Paula Montero 1985 Da doença à desordem: a magia na Umbanda
Paulo Gomes ? Umbanda sagrada e divina
Paulo Newton de Almeida 2003 Umbanda: à caminho da luz
Pompílio Possera de Eufrazio ? Catecismo do umbandista
Raimundo Cintra 1985 Candomblé e Umbanda: o desafio brasileiro
Raul Giovanni da Motta e Wani F. Lody Pereira 1994 Introdução ao Xangô, Umbanda e Mestria da Jurema na cidade de Natal (RN)
Renato Ortiz 1986 Breve nota sobre a Umbanda e suas origens. In: Religião e Sociedade.
Roger Feraudy 1986 Umbanda, essa desconhecida
Rogério d´Avila e Maurício Omena ? Umbanda e seus graus iniciáticos
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade ? A Umbanda na sua vida diária
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Iemanjá e Ogum
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Nanã Buruquê e Abaluaiê
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Oxum e Oxosse
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Xangô e Inhaçã
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1988 Cosme/Damião e Oxalá
Ronaldo Antonio Linares, Diamantino Fernandes Trindade e Wagner Veneziani Costa 1986 Iniciação à Umbanda
Rubens Saraceni ? A evolução dos espíritos
Rubens Saraceni ? A lenda do sabre dourado
Rubens Saraceni ? A magia divina das sete pedras sagradas
Rubens Saraceni ? A magia divina dos elementais
Rubens Saraceni ? A magia divina dos sete símbolos sagrados
Rubens Saraceni ? A tradição comenta a evolução
Rubens Saraceni ? As sete linhas de evolução
Rubens Saraceni ? As sete linhas de Umbanda: a religião dos mistérios
Rubens Saraceni ? Código de Umbanda
Rubens Saraceni ? Diálogo com um executor
Rubens Saraceni ? Formulário de consagrações umbandistas: livro de fundamentos
Rubens Saraceni ? Lendas da criação: a saga dos Orixás
Rubens Saraceni ? O ancestral místico
Rubens Saraceni ? O código da escrita mágica simbólica
Rubens Saraceni ? O guardião da meia noite
Rubens Saraceni ? O guardião da pedra de fogo: as esferas positivas e negativas
Rubens Saraceni ? O guardião das sete portas
Rubens Saraceni ? O guardião dos caminhos: a história do senhor Guardião Tranca-Ruas
Rubens Saraceni ? Orixá Exu Mirim
Rubens Saraceni ? Orixá Exu: fundamentação do mistério Exu na Umbanda
Rubens Saraceni ? Orixá Pombagira
Rubens Saraceni ? Orixás: teogonia de Umbanda
Rubens Saraceni ? Os arquétipos da Umbanda: as hierarquias espirituais dos Orixás
Rubens Saraceni e Mestre Xaman 2003 Os Decanos: Os Fundadores, Mestres e Pioneiros da Umbanda
Rubens Saraceni ? Os guardiões dos sete portais: Hash-Meir e o Guardião das Sete Portas
Rubens Saraceni ? Rituais umbandistas: oferendas, firmezas e assentamentos
Rubens Saraceni ? Umbanda Sagrada: religião, ciência, magia e mistérios
Rubens Saraceni 1990 O cavaleiro da estrela guia: o início da saga
Rubens Saraceni 1991 Hash-Meir: o guardião dos sete portais de luz
Samuel Ponze 1954 Lições de Umbanda
Sandro da Costa Mattos ? O livro básico dos Ogans
Sílvio da Costa Mattos ? O arraial dos penitentes
Sílvio L. R. Garcez (Aramaty) 2001 Teologia umbandista: cosmologia e física de alta energia
Sylvio Pereira Maciel 1950 Alquimia de Umbanda: o poder vibratório
Sylvio Pereira Maciel 1950 Umbanda Mista
Sylvio Pereira Maciel 1974 Irradiação universal de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto ? A origem de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto ? Fundamentos da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas ? As mirongas da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas ? Camba de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1951 Doutrina e ritual de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1955 As impressionantes cerimônias da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1972 Umbanda: guia e ritual para organização de terreiros
Tancredo da Silva Pinto e Gerson Ignez de Souza 1972 Tecnologia ocultista de Umbanda no Brasil
Tancredo da Silva Pinto e vários autores 1971 Cabala Umbandista (volume I)
Telma Pechman 1982 Umbanda e política no Rio de Janeiro. In: Religião e Sociedade
Vagner Gonçalves da Silva 2000 Candomblé e Umbanda
Vários autores 1944 O culto de Umbanda em face da lei
Vicente Paulo de Deus e Mário Azevedo (espírito) 2002 Mediunidade: um mergulho no mundo oculto dos terreiros
Waldemar Bento ? A magia no Brasil
William Carmo de Oliveira (Obashanan) 2001 Teologia umbandista: do movimento à convergência
Wilson T. Rivas (Ytaçuan) ? Oxóssi 7 Flechas
Wilson T. Rivas (Ytaçuan) 1994 Umbanda é luz
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Lições de Umbanda e Quimbanda na palavra de um Preto-Velho
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Mistérios e práticas da lei de Umbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Segredos da magia de Umbanda e Quimbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Umbanda e o poder da mediunidade
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Umbanda: sua eterna doutrina
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1956 Umbanda de todos nós
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1967 Doutrina secreta da Umbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1969 Umbanda do Brasil
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1975 Macumbas e Candomblés na Umbanda
Yoshiaki Furuya 1994 Umbandização dos cultos populares na Amazônia: a integração do Brasil? In: Possessão e Procissão: religiosidade popular no Brasil
Yvone Maggie 1977 Guerra de Orixá: um estudo de ritual e conflito
Zaydan Alkmin ? Zé Pelintra: dono da noite, rei da magia
Zora A. O. Seljan 1973 Iemanjá: mãe dos Orixás

terça-feira, 12 de junho de 2012

A luz espiritual da Umbanda Astrologica

Proteção angelicial

É a “UMBANDA-ASTROLOGICA”, o renascimento dos velhos princípios, titubeantes ainda, mais a névoa já é menor. A codificação; é pouco. Escrevem-se “livros”de doto gênero. Nova confusão. O neófito perde-se na entrada do “Templo”.
Concorrem as diversas correntes espiritualistas, os ramos de uma árvore, quer através de suas obras ou de seus membros, para reerguer as velhas tradições, concretizando-as na “Umbanda”, provocando um movimento de caráter nitidamente evolutivo e sem fanatismo.
“A “Umbanda” não é espiritismo, esoterismo,teosofia, mentalismo, como muitos julgam. Ela é tudo isso e muito mais: é também magia.” De suas origens se deduz que ela é conhecimento (Magia), sob aspectos básicos de filosofia, ciência e religião. É FILOSOFIA, porque estuda os problemas gerais relativos aos sumos princípios de interpretação do Cosmos e a intuição universal da realidade em que se fundamenta. Admite uma única Lei. A lei de Umbanda baseada na moral e na ética, a da causa que é o próprio efeito, a realidade única indefinível, Olorun (Deus).
É CIÊNCIA, porque estuda racionalmente os fenômenos de ordem psíquica e física, comprovado pela experiência suas Leis. Tem como meio de pesquisa os métodos e processos da Psicologia, Psicanálise, dos estados Anímicos, Mediúnicos e Mentais; do Magnetismo, Hipnotismo, Matemática, Química, Física, Botânica, Zoologia, Geologia, Arqueologia e das demais ciências chamadas Acadêmicas e Herméticas.
É RELIGIÃO, porque mantém “um culto”e uma liturgia baseada em “símbolos” com caráter : “MONOTEISTA” por venerar somente um Deus, em Espírito e Verdade, não passível de representação; NATURAL, pela consciência do mundo com as forças que o impulsiona; MORAL, pela consciência do ser em si mesmo, das idéias de progresso espiritual; REDENTORA, pela consciência em Deus, quer por abstração negativa, como Buda, quer por abstração positiva, como Jesus Cristo.
A “Umbanda”é, pois, a religião da “natureza”, da “moral” e da “redenção”. Segue os ensinamentos de Jesus Cristo, condensados em seu único mandamento: “Ama o próximo como a ti mesmo, para que possas amar a Deus acima de tudo”. Não é nova a revelação, porque a revelação é Una é o pensamento através do tempo, expresso em conhecimentos.
DEFINIÇÃO : Definiríamos a Umbanda como: “O CONJUNTO DOS CONCEITOS E PROCESSOS DE ORDEM FILOSÓFICA, CIENTÍFICA E RELIGIOSA, COM A FINALIDADE DE EVOLUÇÃO MATERIAL ESPIRITUAL DAS FORÇAS INTRÍNSECAS E EXTRÍNSECAS QUE REGEM O HOMEM”.
“UMBANDA UNIVERSAL E MATER”
O caráter de “Conhecimento, Revelação e Tradição”, assegura à “Umbanda” sua “Universalidade” nos diversos matrizes da “Filosofia, Ciência e Religião”:
É o que se conclui, por dedução do que nos conta a sua origem.
É a “Mater Filosofia-Ciência-Religião” una em seu trino aspecto básico, fonte primitiva de “Quando o Mundo não era Mundo”, d’onde brotam, através dos tempos, os atuais “Conceitos Universais”. E ao inserir os conceitos astrologicos a Umbanda-Astrologica, coloca o homem em conexão com o cosmo, pela via do caminho das estrelas e da luz espiritual.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Os problemas espirituais que tiram o sossêgo das pessoas


Nós temos vários corpos. Dois dos mais importantes são o físico e o energético. Se o corpo energético tem energia negativa (densidade), o físico fica com densidade, perdendo a sua energia original e perdendo imunidade contra as doenças.

A falta de energia é responsável por distúrbios tais como a depressão, dores nas costas, algumas doenças e até falta de vontade de viver. Ao limpar o corpo energético da densidade, o corpo físico também se limpa, atraindo a cura para os seus próprios distúrbios.

A limpeza espiritual devolve a energia original, o que provoca um bem-estar geral e eventualmente o regredir de algumas doenças.

“Vocês consideram o corpo físico separado do corpo energético. Imagina um corpo em conflito com a sua própria energia. Como se fossem dois. É como se fossem dois seres a operar, é como se pudessem escolher e tratar apenas de um. Toda a teoria energética de cura se inicia numa Limpeza Espiritual.”

Saiba quais os principais sintomas de problemas espirituais

Ansiedade
Ataques de pânico
Cansaço, falta de energia
Crises não diagnosticadas
Depressões
Doenças físicas, psíquicas ou psicossomáticas
Doenças generalizadas
Dores nas costas
Falta de sono
Fobias
Hipoactividade
Mal estar generalizado
Medos
Mudanças constantes de humor
Ouvir vozes
Pressão no peito
Problemas recorrentes (quando as mesmas coisas estão sempre a acontecer)
Quando há uma hipersensibilidade a um ou mais assuntos
Quando há uma perda
Stress
Tristeza

OUTRAS PATOLOGIAS KÁRMICAS
Cancro
Casos de violação
Epilepsia
Esquizofrenia
Hiperactividade
Ideias de suicídio

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Buscai as verdades em seu caminho


Ha varios anos eu estudo as ciencias que gosta, em especial, a Astrologia o Tarô e outros seguimentos, como Umbanda, Candomblé etc. Mas, antes de tudo eu era um buscador que buscava respostas. E como sempre todo mundo tem em primeiro plano a influencia da famila, ou seja, segue-se sempre as orientações da religião a que a familia da gente pertence. Assim, como minha familia é catolica, eu entrei em contato primeiramente com a Biblia. Formam anos de muitos estudos focados nos livros da Biblia. Mais e mais lendo do principio ao fim.

Eu lia Biblia inteira, umas 6 vezes, cheguei a ficar enclausurado num quarto por meses, centrado em estudos. Mas, não tentanto interpreta-la por conta propria. Sempre pesquiser textos teologicos e teorias de grandes teologos, como Santo Agostinho e São Geronimo.

Mas, o que mais me puxava eram os textos que se referiam a espiritualidade e não as historias das guerras dos hebreus ou todas aquelas lendas e mitos contidas nos livros historicos do Antigo Testamento. Eu sempre tentei captar as mensagens esotericas contidas nos textos dos Grandes Mestres da historia biblica. E então comecei a perceber que a Biblia ao contrio do que pregam os bibliolatras, não forcene todas as respostas, porque você só tem duas opções: ou aceita a Biblia e segue os ensinamentos dela a risca ficando refém de religiões e conceitos dogmaticos, como guardar dias santos e se bloquear em muitos sentidos achando que isso ou aquilo é pecado, ou seguimos o que nos disse a propria Escritura: "Clamai a Sabedoria nos quatro cantos", mas, não falo em inteligencia humana, mas, em sabedoria divina.

Quando você opta por buscar conhecer melhor a si mesmo, percebe que os ensinamentos biblicos além de serem direcionados a interesses de grupos, nota facilmente, que todos eles tem um conotação de epoca, cultura e influencia do ambiente onde foram gerados, o que modifica de certa forma o carater das mensagens divinas. Então você vai perceber que precisa de complementos de buscar em outros cantos e filosofias para controntar ou tirar a limpo. E é ai que se entra em contato com outros ramos filosoficos e religiosos. Porque se assim não for, se prendem as pessoas em dogmatismos, sectarismos e fanatismos.

E assim eu entrei na minha busca por outros campos. Entrando em contato com coisas que me exclareceram a mente, trouxeram outros entendimentos e que me livraram de uma vida conturbada, cheia de interrogação, fazendo-me conhecer melhor e a espiritualidade sem embrulho.

Porque a Biblia não está errada, mas, recebeu adulterações, textos foram adaptados, pra encobrir verdades importantes. Só que mesmo assim não conseguiram abafar a importancia da mediunidade, da espiritualidade, dos cultos e ritualistica sagrada, como forma de desenvolvimento humano. "Quem tem ouvidos ouça!".

Carlinhos Lima - Pesquisador.

Espiritualidade: O Medium



Médium. Um médium, segundo o espiritismo, é uma pessoa suscetível a agentes sobrenaturais e capaz de comunicar conhecimentos obtidos desses agentes ou ainda atuar de forma somente possível com a ajuda deles. Geralmente, é uma pessoa extremamente sensível, que pode ser controlada pelos espíritos. Seja entre analfabetos ou entre letrados, certas pessoas agem como se possuídas por uma força sobrenatural. Elas afirmam receber mensagens do mundo dos mortos. Para os espíritas, o fenômeno mediúnico resulta da influência dos espíritos dos mortos sobre o organismo sensível do médium. No entanto a mediunidade não serve somente para entrar em contatos com seres sobrenaturais, mas especialmente para se conectar a energias presentes no universo. Na verdade é através de energia que os médiuns se comunicam com os seres sobrenaturais. Muitos pensam que mediunidade é exclusivamente para incorporar ou falar com mortos ou espíritos de outras dimensões. Mas na verdade existem muitas formas de mediunidade, de dons e são muitas as aplicações que se podem dar a mediunidade de uma pessoa. As visões, inspirações, sonhos e manipulação da magia vem por um uso perfeito da mediunidade. A Psicologia – chamada antigamente de Parapsicologia – é um ramo da ciência que se dedica a estudar fenômenos paranormais. Dentro dessa visão, a mediunidade é vista como um fenômeno de atração energética. Tal como um imã, o campo áurico de uma pessoa viva, encarnada, atrai o campo áurico de uma pessoa desencarnada. Assim, ocorre uma integração, que pode se manifestar por meio da telepatia (quando o médium ouve vozes ou capta uma espécie de “subvoz”, no seu interior), da clarividência (o médium passa a enxergar através da mente do desencarnado, como se emprestasse seus olhos momentaneamente) e da psicapta (o desencarnado e o médium chegam a tal integração que podem interagir fisicamente, transmutando ou transformando a matéria, como no caso das materializações e dos médiuns de cura). Se olharmos bem os Livros Proféticos da Bíblia veremos muitos fenômenos como este. Mesmerismo. Termo antigo usado para hipnotismo. Deriva de Circe a famosa feiticeira grega, transformava seus amantes em animais. Franz Mesmer. O princípio da teoria de Mesmer é exposto em De Planetário Influxu: corpos celestes e terrestres influenciam uns aos outros e essa mútua influência depende de um fluído contínuo, sutil e universal. Leis desconhecidas governam essa influência, efeitos alternativos são produzidos (fluxo e refluxo), o corpo humano tem prioridades, magnéticas e esse magnetismo são suscetíveis a várias influências. Use sua mediunidade para o bem. Captar boas energias, evangelizar e levar amor a todos a sua volta, pois assim você estará evoluindo a si e aos demais.


Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

Orixás: ARQUETIPOS EVOLUIDOS



Como passar do tempo, a definição e a concepção do que é o orixá no Brasil tendem a evoluir. Em se tratando de africanos escravizados no Novo Mundo, ou de seus descendentes aí nascidos, sejam ele de sangue africano ou mulatos, tão claros de pele quanto possível, não havia e não há problemas, pois o sangue africano que corre em suas veias, não importando a proporção , justifica a dependência ao orixá – ancestral.
Progressivamente, o candomblé viu aumentar o número de seus adeptos, não somente mulatos cada vez mais claros, como também de europeus, e até de asiáticos, absolutamente destituídos de raízes africanas.
Os transes de possessão dessas pessoas têm geralmente um caráter de perfeita autenticidade, mas parece difícil incluí-los na definição acima apresentada: a do orixá-ancestral que volta à terra para se reencarnar, durante um momento, no corpo de um de seus descendentes.
Embora os crentes não- africanos não possam reivindicar laços de sangue com os seus orixás, pode haver, no entanto, entre eles, certas afinidades de temperamento. Africanos e não – africanos têm em comum tendências inatas e um comportamento geral correspondente àquele de um orixá, como a virilidade devastadora e vigorosa de Xangô, a feminilidade elegante e coquete de Oxum, a sensualidade desenfreada de Oiá Iansã, a calma benevolente de Nanã Buruku, a vivacidade e a independência de Oxóssi, o masoquito e o desejo de expiação de Omolu, etc.
Gisele Cossard observa que que ”se se examinarem os iniciados agrupando – os pôr orixás, nota –se que eles possuem, geralmente, traços comuns, tanto no biótipo como em características psicológicas. Os corpos parecem trazer, mais ou menos profundamente, segundo os indivíduos, a marca das forças mentais e psicológicas que os anima”.

Podemos chamar essas tendências de arquétipos da personalidade escondida das pessoas. Dizemos escondida porque não há nenhuma dúvida, certas tendências inatas não podem desenvolver – se livremente dentro de cada um, no decorrer de sua existência, se elas entrarem em conflito coma as regras de conduta, admitidas nos meios em que vivem. A educação recebida e as experiências vividas, muitas vezes alienantes, são as fontes seguras de sentimentos de frustração e de complexos,e conseqüentes bloqueios e dificuldades.
Se uma pessoa, vítima de problemas não – solucionados, é “escolhida” como filho ou filha de santo pelo orixá, cujo arquétipo corresponde a essas tendências escondidas, isso será para ela a experiência mais aliviadora e reconfortante pela qual possa passar. No momento do transe, ela experiência mais aliviadora e reconfortante pela qual possa passar. No momento do transe, ela comporta – se , inconscientemente, como o orixá, seu arquétipo, e é exatamente a isso que a aspiram as suas tendências secretas e reprimidas.
Toda essa experiência permanecendo no domínio do inconsciente, o resultado da intervenção do orixá pode ser comparado ao dos psicodramas de Moreno, com a diferença, porém, que, ao invés de ser um processo que tende a liberar um doente de suas angústias, no meio deprimentes de uma clínica, o inexprimível é mais poeticamente exteriorizado numa atmosfera de agradável exaltação, no decorrer de uma brilhante festa, onde reina a amigável aprovação de admiradores fascinados.
Os arquétipos de personalidade das pessoas não são rígidos e uniformes como os descritos nos capítulos seguintes, pois existem nuances provenientes da diversidade de “qualidades” atribuídas a cada orixá. Oxum, pôr exemplo, pode ser guerreira, coquete ou maternal, dependendo do nome que leva. Como veremos,, diz – se que há doze Xangôs, sete Oguns sete Iemanjás, dezesseis Oxalás (na África eles seriam cento e cinqüenta e quatro), tendo cada um suas características particulares. Eles são, segundo os casos jovens ou velhos ,amáveis ou ranzinzas, pacíficos ou guerreiros, benevolentes ou não.
No Brasil, além do mais, cada indivíduo possui dois orixás. Um deles é mais aparente aquele que pode provocar crises de possessão , o outro é mais discreto e é “assentado”, fixado, acalmado. Apesar disso, ele influencia também o comportamento das pessoas. O caráter particular e diferenciado de cada indivíduo resulta da combinação e so equilíbrio que se estabelecem entre esses elementos da personalidade.
Bibliografia
Trecho do Livro: Orixás
Autor: Pierre Fatumbi Verger
Editora: Corrupio

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Guardiões: As Marginalizadas



Se os Guardiões Exus são marginalizados, mais ainda são as senhoras Guardiãs Pomba Giras.

Há muitas pessoas que as associam com prostitutas, ou simplesmente, mulheres que gostam de se expor aos homens e sedentas por sexo. As dis­torções e preconceitos são características dos seres humanos quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os. Essas nossas irmãs em Deus nada mais são que espíritos desencarnados, que como os Exus, viveram na Terra e hoje, por afinidade fluídica, militam como ma­is uma corrente de trabalho portentosa dentro da Umbanda.

Não temos culpa se certos “médiuns” medíocres dão passividade para quiumbas ou mesmo fingem uma incorporação de uma Guardiã Pomba Gira, para serem aceitos e terem suas opiniões e mesmo trejeitos aceitos pela comunidade religiosa. Com certeza, exteriorizam somente aquilo que suas mentes doentias acham ser certo.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador

Dentro da hierarquia das Guardiãs Pombas Gira, estão divididas em níveis diversas outras Pombas Gira, da mesma forma que as demais legiões. É claro que em alguns casos podem ocorrer que uma delas em alguma encarna­ção tivesse passado pela experiência dolorosa de ser uma prostituta, mas, isso não significa que as Guardiãs Pom­ba Gira tenham sido todas prostitutas e que assim agem. As que foram, hoje estão integradas na Umbanda, a fim de realizarem a grande reforma íntima através da caridade e do me­diu­nismo redentor.

Não se torna uma Guardiã Pomba Gira pelo simples fato de se ter errado perante as Leis Divinas. Afinal, quem nunca errou na vida? Ser uma Guardiã Pomba Gira exige preparo, conhecimento, magia, discernimento e muito amor. É mais uma corrente de trabalho espiritual na Umbanda, onde espíritos seletos atuam na faixa vibratória que mais se afinizam.

As Guardiãs Pomba Giras não são a representação da sexualidade e nem da sensualidade, mas sim freiam os des­vios sexuais dos seres humanos e direcionam essas energias para a construção da espiritualização, evitando a destruição espiritual e material de cada ser.

A sensualidade desenfreada destrói o homem: a volúpia. Este vício moral é alimentado pelos encarnados e desencarnados pela invigilância das Leis de Deus, criando um ciclo inin­terrupto, caso as Pomba Giras não atuem neste campo emocional, freiando-o e redirecionando-o.

As Guardiãs Pomba Giras são gran­des magas e conhecedoras das fra­quezas humanas. São executa­do­ras da Lei.

Cabe às Guardiãs Pomba Giras esgotar os vícios ligados ao sexo, equilibrando o ser humano.

Gostaríamos de salientar que as Guardiãs Pomba Giras não são Exus fêmeas como dizem muitas das literaturas encontradas, mas sim, é mais uma das hierarquias de Deus; regidas pelo Poder Reinante do Desejo do Divino Criador.
A hierarquia Exú é composta somente por seres masculinos, e a hierarquia Pomba Gira é composta somente por seres femininos, daí a Guardiã Pomba Gira não poder ser um Guardião Exú fêmea. O que acontece é que para tudo no universo funcionar à necessidade de polarização, ou seja, existirem os pólos positivos e negativos para se completarem e tudo funcionar. O Guardião Exú e a Guardiã Pomba Gira se polarizam, pois se o Guardião Exú é o fator vitalidade, fertilidade e princípio da vida, a Guardiã Pomba Gira é o fator desejo e estímulo. De que adianta um sem o outro?

O fator “Desejo” não significa somente o desejo do sexo, mas sim tudo que se relaciona com a nossa vontade de obter. Exemplo: desejo de comer uma maçã, de tomar um café, de ler um bom livro, de viver, de lutar pela vida, de se curar, de casar, de se tornar mãe, etc. Se estamos desejando algo, conseqüentemente estaremos sendo irradiados pelo poder maior de Deus; o seu desejo. Portanto o desejo é fundamental em nossas vidas e sem ele seríamos apáticos em todos os sentidos. O Criador gerou o desejo como uma das suas qualidades ou fatores, pois sem vibrarmos os desejos nada desejaríamos e nos tornaremos além de apáticos, desinteressados e paralisados. Lembre-se que somos seres humanos e por isso não somos geradores de fatores em nossas vidas. Recebemos as irradiações desses fatores, através dos Sagrados Orixás, irra­diadores da geração infinita de Deus e chegam até nós dia e noite por toda a eternidade. Somente Deus gera tudo e os Orixás são somente a designações humanas para as forças de Deus.

Portanto, os fatores vigor, fertilida­de e princípio da vida (Guardião Exu) e desejo, estímulo (Guardiãs Pomba Giras) se completam, se polarizam crian­do nos seres as condições ideais que os ativará em todos os sentidos e os in­duzirá a assumir com vigor e paixão tu­do que almejam. A Guardiã Pomba Gira é um ser cuja presença desperta o de­sejo e o estímulo.

Talvez seja o fator irradiado por ela que muitas pessoas a confundiram com uma prostituta, pois confundiram ser ela somente o desejo da carne, excluindo todos os desejos da vida.

Tudo que se refere ao estudo sobre os Guardiões Exus vale também para as Guardiãs Pombas Gira, ou seja, elas se manifestam na Umbanda através de espíritos incorporados as suas hierarquias. Elas são elementos mágicos ativados através de oferen­das e elementos reli­giosos quando ativa­dos num Templo. Tam­bém são agentes da Lei de Deus que po­dem ser ativadas pela Lei Maior. Os Guar­diões Exus vitalizam/desvitalizam, as Guar­diãs Pomba Giras esgotam o emocional ou despertam o de­sejo.



Exemplo: A Mãe Oxum irradia o amor em todos os sentidos da vida e a Pomba Gira irradia o desejo de amar.

Desta forma está completa a manifestação agregadora do amor dando-lhe fluidez e expansão, pois amar algo e sentir desejo de amá-lo apegando-nos a este “algo” amado, que pode ser uma hierarquia superior, religião ou pessoa, é amor; agora para que esse amor se complete, à necessidade do desejo de se amar esse algo. Quando existe excesso de amor e desejo e esse se torna uma viciação, ai sim a Guardiã Pomba Gira esgota o emocional do ser, apaziguando-o para que retorne ao caminho justo do seu equilíbrio.

As Guardiãs Pomba Giras de Trabalho são tão maravilhosas quanto os Guardiões Exus. Elas realizam curas, até mesmo de enfermidades dadas como incuráveis, desmancham trabalhos de magia negra, resolvem problemas, nos dão conselhos preciosos de como bem dirigir nossas vidas, enfim, fazem tudo pelas pessoas bem intencionadas que as procuram para a prática da caridade. É uma pena que ainda existam pessoas que as procuram somente para desmanchar relacionamentos amorosos ou conquistar alguém.

Sexualidade humana é impotante comprende-la




Os mentores de Umbanda conhecem a fundo as questões da natureza sexual e instintos naturais do ser humano, desconhecidos no meio dos cultos "dogmáticos - intolerantes", ignorantes da genealogia espiritual e da psicologia humana, que estuda mais a fundo o comportamento do homem e suas causas no mundo material. Ao que sabemos Jesus não condenava as pessoas, indo inclusive contra a lei segundo o velho testamento, "quem nunca pecou que atire a primeira pedra", mas, antes os compreendia e auxiliava.

Opção sexual não é crime, o que tem de ser evitado é o vicio no sétimo sentido da vida, um dos mais sublimes pelo qual o criador nos deu o dom de gerar, vida e energias. E Ter este sentido viciado nada têm a ver com a opção, portanto independente dela, deve haver respeito da comunidade para com o indivíduo e do indivíduo para com a comunidade, sempre levando em conta o bom senso e a moral de cada um. Falamos assim porque nosso intuito é esclarecer a comunidade sem abrir brechas para comportamentos desrespeitosos. Existem hoje muitas denuncias de comportamento que chega ao absurdo do atentado ao pudor e este sim deve ser tratado com o rigor da lei e sempre denunciado, pois, nada tem a ver com religião.

Uma coisa ridicula que estamos vendo falar muito hoje é uma tal de pedofilia, que com certeza é uma das muitas manifestações do Demônio. Não é só uma patologia fisica, mas tambem uma doença espiritual. Quem se presta a esse papel com certeza está a serviço do Diabo.

O que já não implica em opção sexual ou natureza espiritual acontece todos os dias e os oportunistas de plantão se servem de nossa religião e de nossas falhas em apresentá-la à sociedade para cometerem crimes em nossos nomes, aqui voltamos aquele nosso chavão: ISTO NÃO É UMBANDA! Quanto à natureza do ser, não há nada pior que usar o Orixá ou o guia como bode expiatório para justificar seu comportamento. Por exemplo, Logunedé, filho de Oxossi com Oxum é visto por nós na Umbanda como um intermediário entre estes dois orixás, portanto fruto deste "entrecruzamento", o que podemos chamar de um Oxossi do Amor, natureza vegetal masculina voltada ao campo do Amor. Oxumaré fazendo par com Oxum, na Segunda linha de Umbanda, é o renovador no campo amoroso, amparando aqueles que têm frustrações neste sentido, trazendo mais cores e alegria a suas vidas.

Ambos são Orixás masculinos todos os meses do ano. E mesmo que não fosse nada tem a ver com o comportamento do médium, assim como uma mulher não se torna masculinizada por incorporar um guia ou Orixá masculino o homem também não se torna afeminado por incorporar guia ou Orixá feminino. O que existe é um preconceito social e desconforto individual do médium incorporante, que também não deve ser exposto em uma situação que o exponha, guias vêm para trabalhar e não para chamar a tenção, pois, assistência não é platéia. Homens podem Ter como Orixá de frente uma Mãe Orixá e mulheres podem Ter um Pai Orixá de frente que em nada desequilibra seu comportamento, nem influencia em suas opções.

O estudo correto está no campo da natureza masculina e feminina que carregamos e claro de alguns desvios em outros casos. Quando somos gerados por Deus e enviados para o plano fatoral, recebemos uma natureza ancestral masculina ou feminina, doada por nosso Orixá Ancestral Dominante que junto ao ancestral Recessivo formam o casal ancestral.

Confira esta mesma afirmação, sobre nossa natureza masculina ou feminina, nas obras de Chico Xavier por André Luiz: No livro "Evolução em dois Mundos" - Pg.141 - Origem do Instinto Sexual: - Todas as nossas referências a semelhantes peças do trabalho biológico, nos reinos da Natureza, objetivam simplesmente demonstrar que, além da trama de recursos somáticos, a alma guarda sua individualidade sexual intrínseca (intocável), a definir-se na feminilidade ou na masculinidade, conforme os característicos acentuadamente passivos ou claramente ativos que lhe sejam próprios.

A sede real do sexo não se acha, dessa maneira, no veiculo físico (corpo físico), mas sim na entidade espiritual (espírito), em sua estrutura complexa. No livro "No mundo maior", Pg.156 e 157: A sede do sexo não se acha no corpo grosseiro, mas na alma, em sua sublime organização. Na esfera da crosta terrestre, distinguem-se homens e mulheres segundo sinais orgânicos, específicos.Entre nós prepondera ainda o jogo das recordações da existência terrena, em trânsito, como nos achamos, para as regiões mais altas; nestas sabemos, porém, que feminilidade e masculinidade constituem característicos das almas acentuadamente passivas ou francamente ativas.

Recorro a estas afirmações pela incontestável veracidade das comunicações do saudoso irmão Chico Xavier que dispensam qualquer comentário, as palavras são muito claras em afirmar da natureza do espírito, podendo reencarnar em corpo "trocado" ou não afim com esta natureza ancestral. Desta forma entendemos que um ser é naturalmente masculino ou feminino.

Vale ressaltar que um ser masculino na maioria das vezes terá encarnações masculinas o mesmo vale para o ser feminino. Confira no livro "Ação e Reação" – Chico Xavier – André Luiz, Pg.209: Contudo, em muitas ocasiões, quando o homem tiraniza a mulher, furtando-lhe os direitos e cometendo abusos, em nome de sua pretensa superioridade, desorganiza-se ele próprio a tal ponto que, inconsciente e desequilibrado, é conduzido pelos agentes da Lei Divina a renascimento doloroso, em corpo feminino, para que, no extremo desconforto intimo, aprenda a venerar na mulher sua irmã e companheira, filha e mãe, diante de Deus, ocorrendo idêntica situação a mulher criminosa que, depois de arrastar o homem a devassidão e a delinqüência, cria para si mesma terrível alienação mental para além do sepulcro, requisitando quase sempre, a internação em corpo masculino, a fim de que, nas teias do infortúnio de sua emotividade, saiba edificar no seu ser o respeito que deve ao homem, perante o senhor.

Nessa definição, porém, não incluímos os grandes corações e os belos caracteres que, em muitas circunstâncias, reencarnam em corpos que lhes não correspondem aos mais recônditos sentimentos, posição solicitada por eles próprios, no intuito de operarem com mais segurança e valor, não só o acrisolamento moral de si mesmos, como também a execução de tarefas especializadas, através de estágios perigosos de solidão, em favor do campo social terrestre que se lhes vale a renúncia construtiva para acelerar o passo no entendimento da vida e no progresso espiritual. Mais uma elucidação sobre as encarnações.

Muito bem, fica claro então e em ocasiões de extrema importância é que o espírito encarna em corpo diferente de sua natureza e neste caso o espírito se prepara por muito tempo para esta missão, onde ele viverá em corpo diferente de sua natureza. Por expiação, portanto dolorosa, ou por missão, em alto grau evolutivo e abnegado. O que explica alguns casos que a psicologia e a sociologia vem estudando como comportamento humano e que para a maioria de nós se resume em "opções", que nem sempre são escolhas, mas apenas o cumprimento de uma natureza "lotada" na matéria. Não cabe a nós ditar normas, apenas respeitar e esperar o mesmo respeito em âmbito social e mais especificamente no religioso.

No campo das energias, a mulher tem um tipo de energia e o homem outro tipo, é naturalmente necessário à troca energética, para equilíbrio. Por isso as relações vão além do procriar, cumprem um papel no equilibrar e isto está ligado á natureza e ao corpo que carregamos. O importante é o sentimento de carinho e amor, para que a energia flua.

O sexo é uma necessidade humana, somente o mal uso dele provoca dor, morte e pecado pra alma. Por isso prudencia é sempre necessaria e amor sempre aliado ao sexo é o correto. Por isso não se deve se relacionar só por necessidades fisiológicas. Espero que eu tenha contribuído um pouco para o entendimento espiritual desta questão que tanto nos importa a todos. Peço aos pais e mães que observem desde a infância, a natureza e os valores espirituais, sempre os aplicando com ética, bom senso e principalmente Amor.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
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