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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Astrofísica: Sonda da NASA encontra planeta 'minúsculo' (Foto)



O satélite de pesquisa TESS da agência espacial norte-americana descobriu o menor exoplaneta até hoje encontrado, chamado L 98-59b.

De acordo com estudo, publicado na revista científica The Astronomical Journal, o planeta tem um tamanho estimado entre o da Terra e o de Marte.
As dimensões desse exoplaneta são 10% menores do que as do menor planeta descoberto anteriormente pela TESS – o HD 21749c, segundo uma declaração da NASA.

© FOTO : NASA/JPL/SISTEMAS DE CIÊNCIA ESPACIAL MALIN
L 98-59b, o menor exoplaneta já descoberto pelo satélite TESS da NASA

Sua estrela hospedeira, L 98-59, é uma anã com cerca de um terço da massa do Sol e que fica a uns 35 anos-luz de distância do nosso planeta, na constelação do sul de Volans.
L 98-59b Is The Smallest Planet Yet Discovered By TESS Satellite http://ow.ly/TTPg50uQKik 

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​L 98-59b é o menor planeta já descoberto pelo satélite TESS
L 98-59b leva 2,25 dias para dar uma volta ao redor da estrela, e está tão perto dela que recebe até 22 vezes mais energia do que a Terra recebe do Sol.

Trio de descobertas

Outros dois planetas no sistema, L 98-59c e L 98-59d, também foram encontrados pelo TESS e são maiores respectivamente 1,4 e 1,6 vezes do que a Terra.
Provavelmente, nenhum dos três exoplanetas abriga vida, já que todos eles estão fora da zona habitável de sua estrela, ou seja, aquelas distâncias da estrela onde é possível a existência de água líquida em suas superfícies.
"Ainda temos muitas perguntas sobre por que a Terra se tornou habitável e Vênus não […] Se pudermos encontrar e estudar exemplos semelhantes em torno de outras estrelas, como a L 98-59, podemos potencialmente revelar alguns desses segredos", disse Joshua Schlieder, coautor do estudo.

Astrofísica: Telescópio Hubble tira foto incrível de 'fogos de artifício' em estrela condenada à destruição



A imagem espetacular dos "fogos de artifício", que começaram a cair há 170 anos de uma estrela condenada à destruição, foi capturada pelo telescópio espacial Hubble da NASA.

agência espacial norte-americana explica que o efeito é causado por gases quentes, pó, gás e outros filamentos expelidos por uma superestrela de um sistema de duplo sol chamado Eta Carinae, que brilha como dois globos nas cores vermelho, branco e azul.
Os astrônomos acreditam que a Eta Carinae (que poderia ter tido uma massa inicial de 150 sóis), sofreu uma explosão titânica por volta de 1840 (chamada de Grande Erupção), disparando no espaço circundante mais de 10 vezes a massa do Sol, tornando-a a segunda estrela mais brilhante visível no céu por mais de uma década.
 FOTO : NASA/ESA
Imagem da maior estrela da Via Láctea, capturada pelo telescópio espacial Hubble da NASA

De fato, essa estrela era tão brilhante que serviu por muito tempo como guia para os navegadores dos mares do Hemisfério Sul.
Embora a Eta Carinae tenha se tornado praticamente invisível a olho nu após a Grande Erupção, seus "fogos de artifício" ainda não acabaram, pois a estrela ainda sobrevive.

Descobertas do Hubble

Nos últimos 25 anos, astrônomos têm usado quase todos os instrumentos disponíveis do Hubble para estudar este processo.
Através da câmera do telescópio, foi possível mapear o brilho da luz ultravioleta do magnésio embutido no gás quente (mostrado em azul na imagem), e descobriram surpreendentemente o gás em lugares onde nunca o haviam visto antes.
"Estamos entusiasmados com a perspectiva de que este tipo de emissão de magnésio ultravioleta também possa expor um gás anteriormente escondido em outros tipos de objetos que expulsam material, como as estrelas, protoestrelas ou outras estrelas moribundas. Só o Hubble pode tirar este tipo de imagens", afirmou Nathan Smith, pesquisador principal do programa Hubble.
Estima-se que a exposição de fogos de artifício da Eta Carinae está destinada a chegar ao seu fim quando a estrela explodir como uma supernova, superando em magnitude a sua última explosão poderosa.

Os pesquisadores explicam que essa explosão pode ter acontecido antes, mas o tsunami de sua luz ofuscante expelida por ela ainda levaria 7.500 anos para chegar ao nosso planeta.

Astrofísica: Oceano escondido em lua de Saturno pode ser elemento que faltava para abrigar vida



O sexto maior satélite natural de Saturno, chamado Encélado, esconde um imenso oceano de mais de um bilhão de anos de idade abaixo de sua superfície.

Abaixo da superfície coberta de gelo de uma das luas de Saturno há um imenso oceano que poderia ter um bilhão de anos, idade considerada perfeita para abrigar vida, segundo Marc Neveu, cientista do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA.
A idade do oceano foi calculada por Neveu e sua equipe utilizando os dados coletados pela sonda Cassini, que orbitou ao redor de Saturno durante 13 anos, e uma das principais descobertas foi que Encédalo possui um oceano repleto de respiradouros hidrotermais.
"É muito surpreendente ver um oceano hoje. É uma lua muito pequena e, geralmente, espera-se que as coisas pequenas não sejam muito ativas, [sendo normalmente] como um bloco morto de rocha e gelo", explicou Neveu ao portal Live Science.
O cientista ressaltou que este satélite de Saturno apresenta as características necessárias para o surgimento de vida, já que, além de fontes de energia química e de elementos essenciais como o carbono, nitrogênio, hidrogênio e oxigênio, Encédalo também possui o tempo, que é mais uma importante característica para suportar vida.
Saturno capturado pela sonda Cassini

Neveu explicou que se um oceano é demasiado "jovem" e tem, por exemplo, apenas alguns milhões de anos, provavelmente não teve tempo suficiente para que os elementos citados anteriormente se misturem para criar vida.
Aparentemente, o oceano de Encédalo se encontra no momento mais propício para gerar vida. No entanto, o pesquisador observou que seus cálculos atuais ainda não possuem 100% de precisão.

Desvendando segredo: Análise de DNA traz luz à origem de enigmático povo bíblico



Uma equipe internacional de cientistas pode ter desvendado segredo da origem dos filisteus, povo mencionado no Antigo Testamento que viveu em território israelense desde o século XII a.C. até a nossa era.
Em comunicado de imprensa, publicado pelo site Phys.org, está escrito que uma equipe internacional, liderada por cientistas do Instituto Max Planck de Ciência da História Humana e da Expedição Leon Levy, recuperou e analisou DNA de pessoas que viveram durante as Idades do Bronze e do Ferro (há cerca de 3.600 a 2.800 anos) na antiga cidade portuária de Ascalão, uma das principais cidades filisteias durante a Idade do Ferro.
As primeiras colônias em Ascalão, que está localizada na costa do mar Mediterrâneo no sudoeste de Israel, foram fundadas há oito mil anos, e a grande cidade surgiu há cerca de quatro mil anos. Vale destacar que os habitantes de Ascalão eram intimamente ligados ao patrimônio genético levantino, ou seja, aos povos do Levante.

Traços genéticos

No entanto, mais tarde, no início da Idade do Ferro, surgiram traços genéticos de origem europeia. Segundo cientistas, trata-se de uma evidência histórica e arqueológica da chegada dos antepassados dos filisteus a Israel. Há pouca informação sobre a origem dos filisteus, exceto que seus antepassados provavelmente vieram de Creta.
Anteriormente, pesquisadores também encontraram evidências de uma mudança no modo de vida dos habitantes de Ascalão no século XII a.C., que passou a ser associada com à chegada dos filisteus. Outros, no entanto, acreditavam que a mudança poderia ser explicada com intensificação do comércio, ao invés da imigração de outros povos.
"Estes dados começam a preencher uma lacuna temporal no mapa genético do sul de Levante", explica Johannes Krause, autor sênior do estudo. "Ao mesmo tempo, pela análise comparativa ampliada da transição genético temporal de Ascalão, descobrimos que as características culturais únicas no início da Idade do Ferro são espelhadas por uma composição genética distinta das pessoas do início da Idade do Ferro", concluiu cientista.

Astrofísica: Nova descoberta da NASA pode desvendar mistério da formação de planetas



Telescópios Hubble e Spitzer da NASA descobrem novo planeta em um sistema solar distante, com uma atmosfera rica e a chance de ajudar a desvendar mistério da formação dos planetas.

Os dois telescópios identificaram pela primeira vez a "impressão digital" detalhada de um planeta com dimensões entre as da Terra e Netuno. Nenhum objeto como esse foi encontrado em nosso Sistema Solar, mas são comuns em outros sistemas planetários.
O planeta, Gliese 3470 b ou GJ3470 b, pode ser um híbrido de Terra e Netuno, contendo um grande núcleo rochoso sob uma profunda atmosfera de hidrogênio e hélio. Com isso, os cientistas esperam que, através do estudo desses gases e partículas, seja possível revelar como os planetas são formados.
"Essa é uma grande descoberta da perspectiva da formação planetária. Ele orbita muito próximo da estrela e é muito menos massivo do que Júpiter, que possui 318 vezes a massa da Terra, mas conseguiu agregar a atmosfera primordial de hidrogênio e hélio que é, em grande parte, 'despoluída' de elementos mais pesados", afirma Bjorn Benneke, da Universidade de Montreal, Canadá, ressaltando que não há nada igual no Sistema Solar.
Para realizar a descoberta, os astrônomos utilizaram os telescópios Hubble e Spitzer, permitindo dessa forma, estudar um planeta ao redor de uma anã vermelha a aproximadamente 100 anos-luz.
Elementos descobertos na atmosfera do exoplaneta GJ 3470 b

As informações foram obtidas através da absorção da luz das estrelas à medida que o planeta passava em frente a sua estrela, movimento conhecido como "trânsito", bem como a perda da luz refletida, permitindo que os telescópios captassem 12 trânsitos e 20 eclipses, graças à espectroscopia.
O GJ 3470 b apresentou apenas algumas neblinas finas, o que permitiu aos cientistas analisá-lo profundamente, conforme indica o tabloide Daily Mail.
"Nós esperávamos uma atmosfera fortemente enriquecida com elementos mais pesados, como oxigênio e carbono, que formam vapor de água e gás metano abundantes, semelhantes aos de Netuno", citou Benneke, destacando que, ao invés disso, foi encontrada uma atmosfera pobre em elementos pesados, lembrando a composição rica em hidrogênio e hélio do Sol.
Núcleo rochoso do exoplaneta GJ 3470 b

"Estamos vendo um objeto que conseguiu acumular hidrogênio do disco protoplanetário, mas se afastou, tornando-se um Júpiter quente”, explicou Benneke.
Os novos estudos do GJ 3470 b já geraram resultados de grande interesse por equipes americana e canadense.
Agora, as equipes observarão os trânsitos e eclipses do GJ 3470 b em comprimentos de onda de luz, onde as nebulosas atmosféricas se tornarão cada vez mais transparentes.
"Trata-se da primeira vez que uma assinatura espectroscópica foi obtida no mundo", completou Benneke.v

Cientistas encontram provas de um dos mais antigos assassinatos na história da humanidade



Em uma caverna no território da Romênia moderna, arqueólogos encontraram um crânio com evidências de assassinato por meio de um cacete efetuado cerca de 33 mil anos atrás.

Os resultados da "investigação" foram publicados na revista PLoS One.
"Nossa descoberta mostra que a violência e o assassinato naquele tempo já faziam parte do repertório de comportamento dos primeiros cro-magnons que habitavam naquele período o sul da Europa", nota Katerina Harvati da Universidade de Tubinga (Alemanha).
Nos últimos anos, os antropólogos, paleontólogos e arqueólogos começaram a se interessar sobre quando os nossos antepassados começaram a se matar uns aos outros, entrar em guerras e demonstrar outros traços negativos característicos, inerentes aos humanos modernos.
Tais pesquisas mostram que a guerra e a morte acompanharam a humanidade durante praticamente toda a história de sua existência.
Por exemplo, os cientistas encontraram muitas provas do fato que os homens de Neandertal eram canibais, assim como evidências do primeiro assassinato no planeta, na Serra de Atapuerca, um lugar famoso que contém muitos outros achados arqueológicos importantes que explicam a história da civilização. O crânio de um dos habitantes da caverna de Sima de los Huesos foi quebrado por outro homem quase 430 mil anos atrás.


O achado de Katarina Harvati contraria a teoria de Jean-Jacques Rousseau, que afirmava que até ao aparecimento da civilização o homem era o "bom selvagem", não se distinguia dos animais pela sua agressividade e vivia em harmonia com a natureza e as outras pessoas. Assassinatos, guerras e violência, como supunha Rousseau, teriam aparecido depois do surgimento da civilização e da propriedade privada.
Harvati e outros pesquisadores, ao contrário de outros cientistas, que fizeram muitos erros enquanto realizavam escavações e analisavam os achados, provaram por métodos mais modernos da física e medicina que os danos no crânio tinham aparecido pouco antes da morte e que tinham sido eles que a causaram.
O problema é que essa descoberta não prova que o homem foi assassinado por um membro de sua tribo ou por inimigos. Ele também podia ter recebido esses danos sem "ajuda" de outras pessoas – tendo caído de um barranco ou morrido por causa de um desmoronamento da caverna.
Para esclarecer a questão, os cientistas realizaram uma série de experimentos com um modelo de crânio batendo nele com uma cacheira, lançando-o de um ponto elevado ou o submetendo a outras ações que em teoria poderiam perfurar a caixa craniana e matar uma pessoa.
Esses experimentos mostraram que só é possível produzir danos do tipo dos apresentados pelo crânio encontrado batendo nele várias vezes com um cacete ou outro objeto contundente, em particular desde o lado da face.
Um fato interessante é que a primeira pancada provavelmente foi inesperada para o cro-magnon e ele teria tentado fugir da segunda para se salvar, ou já teria começado a cair. Outro fato é que o atacante era canhoto.
Essas descobertas comprovam definitivamente que este habitante da Transilvânia foi assassinado por outra pessoa no decorrer de um conflito, e provam que tanto os homens de Neandertal como os nossos antepassados diretos não eram "bons selvagens" pacíficos.
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