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Os Orixás regentes de 2027

sábado, 25 de junho de 2011

Com o poder do Som Deus criou o universo

Conhecimentos antigos e velados, diziam que o Arquiteto do Universo criou as dimensõs com as notas musicais. Os fundamentos dos mantras e seus efeitos curativos (vocalização de palavras mágicas) fazem parte dos ritmos cósmicos desde os primórdios de nossa civilização. Os vocábulos pronunciados, acompanhados do sopro e das baforadas, movimentam partículas e moléculas do éter circundante do consulente, impactam os corpos astral e etérico, expandindo a aura e realizando a desagregação de fluidos densos', miasmas, placas, vibriões e outras negatividades.

Os infra e ultra-sons do Logos, o Verbo sagrado, deram origem ao Universo e compõem a tríade divina:  som, luz e movimento. Como o macrocosmo está no microcosmo, e vice-versa, se pronunciardes  determinadas palavras contra um objeto ou ponto focal no Espaço, mentalizando a ação que esse som simboliza, será potencializada a intenção pelo mediunismo do caboclo manifestado no médium, e energias correspondentes serão movimentadas. Ao mesmo tempo, cada chacra é uma antena viva dessas vibrações que repercutirão nas glândulas e nos órgãos fisiológicos, alterando os núcleos mórbidos que causam as doenças, advindo as "notáveis" curas praticadas na umbanda.

 Carlinhos Lima

Na Umbanda Sagrada não tem mediunidade especial

A umbanda é produto da evolução espiritual, como tudo no Cosmo. Estando suas origens contidas nas filosofias orientais, com fragmentos mais ou menos acentuados, dependendo de sua origem étnica e geográfica, quanto mais pesquisardes os cultos que deram origem às religiões, do mundo antigo e primitivo ao civilizado e cosmopolita, mais facilmente podereis constatar a procedência e veracidade dos fundamentos umbandistas, desde os idos da antiga raça vermelha, na Atlântida. Verificai a Sabedoria Divina nessa reunião das práticas e crenças dos índios, negros e brancos do Brasil, que vibra em harmonia com nossos compromissos assumidos no Espaço, neste momento consciencial da coletividade terrena, consoante a nova raça que se formará na crosta, fraterna e universalista, num amálgama entre as culturas e filosofias do Oriente e do Ocidente.

A umbanda é dinâmica e se adapta aos prosélitos em seus anseios espirituais, desapegada de dogmas intocáveis e engessamentos doutrinários. Como se encerra seu primeiro centenário, período cíclico de sua afirmação, para angariar o máximo de fiéis no menor tempo possível, suas lideranças terrenas não se preocuparam em buscar uma unidade doutrinária mínima. Ela vicejou num meio caracterizado pela variedade de ritos, cultos e símbolos que tendem à "umbandização", acrescidos do sincretismo, como "aval" para a inclusão urbana e social num habitat cultural predominantemente católico.

A umbanda fundamenta-se na magia e nas forças da natureza manifestadas nos planos das formas (mental e astral), representadas pelos orixás. Ela não concorre com os centros espíritas, que não permitem símbolos mágicos, cânticos, defumações, ervas, essências aromáticas, fogo, pólvora, velas. O espiritismo preconiza libertar os homens das formas transitórias e não aceita a magia em seus postulados doutrinários. Infelizmente, muitos homens ditos espíritas se consideram melhores, superiores e salvos em relação aos umbandistas, condenando equivocadamente a umbanda em suas atividades de intercâmbio com o Espaço.

O conhecimento das leis universais estimula aqueles que o detêm. Seres do "lado de cá" indicam fraternalmente o respeito às diferenças, mas sem abrir mão de diretrizes e princípios básicos que norteiam a umbanda: o amor e a caridade crística. Dessa forma, os Maiorais da Grande Fraternidade Universal estão engajados nesses esclarecimentos e nos autorizam a continuar laborando em prol da ampliação do discernimento dos terrícolas. O momento está de acordo com o merecimento coletivo da comunidade encarnada, principalmente quanto à elucidação dos aspectos sociológicos e cósmicos da umbanda.

Respeitosamente, e sem excluir nenhuma forma de mediunismo que almeja a caridade com o Cristo, diante da saudável diversidade da umbanda, faz-se necessário, neste momento da formação da consciência coletiva umbandista, distinguirdes as práticas mágicas populares, distorcidas diante das leis de causalidade que regem a harmonia cósmica, do verdadeiro movimento de umbanda, que se espraia na Terra provindo do Espaço com a finalidade de interiorizar nos corações o "espírito" da caridade.

Está claro que toda sorte de mediunismo tem um valor diante da inexorável evolução dos seres, desde que a cada um seja dado em conformidade com seu merecimento e afinidade, necessidade de retificação e capacidade de assimilação, nada se perdendo do rumo do Pai. Ao público espiritualista que nos é simpático; impõem-nos os compromissos assumidos com os Maiorais do Espaço para ditar elucidações ampliando o discernimento das coletividades encarnadas que nos lêem.
Umbanda é uma verdade que independe da vontade e das suscetibilidades feridas de lideranças sacerdotais que conspurcam seu nome sagrado com práticas que não são condizentes com a caridade referendada no Evangelho de Jesus. É oportuno registrar que os costumes africanistas tribais de religiosidade ancestral  aportaram no Brasil com acentuadas distorções de suas práticas originais. Já eram atacados pela Inquisição antes de as levas de escravos capturados serem jogadas nos fétidos porões das naus portuguesas. Via de regra, isso foi intensificado aqui pela continuidade da opressão do clero, que redundou em várias outras adaptações, com raras exceções que conseguiram manter os ritos primários incólumes. 


Nunca vacilar na busca pelo crescimento espiritual


A busca do homem tentando compreender o universo sempre foi ardua, intensa e muitas vezes solitária. Sempre foi muito difícil agrupar companheiros, seguidores e colaboradores. Isso por que o ser humano sempre foi muito individualista, incrédulo e só se deixa induzir quando o grau de manipulação tem uma mecânica pirotcnica, por que o homem sempre se ligou muito pelo que vê e não pelo que sente seu coração. Por isso, tantos ludibriadores de nossa era consegue aglomerar tantos sectários à sua volta, por que o homem sempre foi muito chegado a modismos.
Desde os primórdios do planeta, quando se materializou o conhecimento uno trazido de outras latitudes siderais, acompanhamos a evolução dos homens. Na verdade uma evolução lenta, sucinta, frágil e quase sempre colocada em risco, devido ao alto grau de tentações que os escolhidos sempre foram submetidos. Agora é chegado o tempo de a Alta Confraria Cósmica do Astral Superior, com o trabalho especial e iluminado dos Mestres Ancestrais evoluidos e Senhores do Carma, que regem a umbanda sagrada elucidar sua elevada significação aos homens, extrapolando a condição de sistema doutrinário mediúnico. Nesse sentido, falta-nos trazer conhecimentos esotéricos da Luz Divina em prol desse projeto maior, esquematizado no Espaço, que traça os desígnios do movimento umbandista em solo terreno.

Manter-se equilibrado, vivenciar e praticar a caridade nos terreiros, ou pelos caminhos magisticos da Umbanda, mesmo que seja solitário, tendo no Astral a cobertura das falanges de umbanda, para que consiga recepcionar nossos pensamentos e traduzir o que temos a transmitir. Nada adianta ao oleiro ter o melhor terreno que fornece a mais valiosa argila se não sabe moldar o barro em peça útil de louça. Isso só se consegue com treino árduo no comando da olaria, coragem e dedicação pra suportar as dolorosas penas de quem precisa até mesmo levar o corpo ao mais profundo cansaço. 

É inevitável a influência do instrumento mediúnico consciente, o que diminui nosso esforço, além da preparação que todo médium recebe antes de reencarnar e nas vidas anteriores, mas, não foquemos apenas nas incorporações o uso o tempo todo da magia. Na verdade o crescimento de um médium está mais a nível mental. Por isso cuidar bem da cabeça e das entidades que regem a mesma é o fundamental. Assim cuidar do Axé, do Ori-Bará e de nós mesmos é acima de tudo o mais importante pra termos controle e harmonia em nossa essência.

Obviamente as excrescências anímicas que vêm à tona devem levar o atual instrumento a um exercício continuado de vigilância e humildade, a compartilhar e dividir tudo isso com o grupo que o apóia, sob pena de rapidamente se instalarem a vaidade e o impedimento vibratório por recepcionar nossas idéias. Assim temo que ter sempre em mente que o Ego deve ser sempre controlado, domado e nos libertar do egoismo e vaidade se faz uma luta constante e diária. Muitos bons mestres se perdem por causa da vaidade, do egoismo e da ganância por controlar tudo e todos à sua volta. E o mal nunca dorme estará sempre no nosso caminho tentanto nos fazer cair, fraquejar ou se dominar pelos desejos! E por falar em desejo, o maior risco e ataque, quase sempre vem de nós mesmos. Nem sempre é preciso que o Diabo nos prove pra que caiamos em pecado e erros graves. O maior perigo e fraqueza é quando os desejos do corpo dominam os desejos da alma e esta contamina o espirito. Assim nunca cochilemos, estejamos sempre atentos, vibrando harmonia pelo raio luminoso do amor e sempre confiando na proteção de nosso Soberano Senhor que nos deu a vida!

Axé a todos!

Carlinhos Lima - Astrologo
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