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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Afinal, ETs visitaram a Terra? Cientistas japoneses comentam a possibilidade



Os astrônomos japoneses estão em constante busca por vida extraterrestre. No entanto, até o momento não foi encontrada nenhuma prova de visita de seres alienígenas à Terra, disse o professor japonês Hitosi Yamaoka à Sputnik.

Segundo Yamaoka, os cientistas de seu país estão muito interessados na busca por vida fora da Terra. Além disso, o Japão abriga um centro de astrobiologia, cuja função é encontrar exoplanetas com condições ideais à vida. O cientista afirma que quase todos os pesquisadores acreditam em vida extraterrestre, mas rejeitam a ideia de que nosso planeta já tenha sido visitado por alienígenas.

Planetas como a Terra existem?

A crença em vida extraterreste se sustenta na possibilidade de existirem planetas com organismos vivos fora do Sistema Solar. Os exoplanetas podem ser habitados por organismos vivos se tiverem oxigênio e água em estado líquido. Há um corpo celeste que tem despertado grande curiosidade: o Proxima b.
O cientista afirma que nesse planeta há condições para a presença de água em estado líquido, o que é fundamental para a existência de vida. Além dele, foram descobertos quase uma centena de planetas com características propícias à vida. O que resta é "construir telescópios para os estudar", diz o professor.

Área 51

Há pouco tempo no Facebook foi lançada uma campanha para invadir a famosa Área 51, nos EUA. Acredita-se que a base militar norte-americana guarda provas de visitas extraterrestres à Terra, assim como alienígenas. Ao todo, 1,5 milhão de pessoas confirmaram sua presença no evento. Por sua vez, militares americanos disseram que não permitirão a invasão da base e que a irão defender.
A Área 51 foi referida no filme americano Independence Day como sendo lugar de pesquisas científicas com alienígenas, embora seu nome verdadeiro permaneça uma incógnita. Somente em 2013 o governo norte-americano reconheceu a sua existência e ainda mantém a base sob forte sistema de segurança.

Cientistas revelam única maneira de evitar catástrofe climática global



Cientistas descobriram o que pode ser usado para salvar a camada de gelo na Antártida Ocidental do colapso total, relata a Science Alert.

edição Science Alert indica que o colapso da capa de gelo da Antártida Ocidental conduziria a subidas do nível do mar de cerca de três metros em todo o mundo, colocando cidades como Nova York, Xangai, Tóquio e Calcutá sob ameaça.
Cientistas do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático da Alemanha explicam que para proteger a cobertura de gelo serão necessárias pelo menos 7,4 trilhões de toneladas de neve artificial, que deveria ser pulverizada ao longo de 10 anos.
Além disso, seriam necessárias cerca de 12.000 turbinas eólicas para fazer operar os geradores de neve nas geleiras. Por conseguinte, a melhor solução seria reduzir as emissões de gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global.

Danos ambientais

A camada de neve iria engrossar, pressionando o glaciar contra o leito rochoso e tornando-o mais espesso. No entanto, isto é tecnicamente muito difícil de executar e havia que ter o cuidado de não causar ainda mais danos ambientais.
"Coletar e congelar água do mar para a depositar no topo da geleira poderia afetar o meio ambiente de todas as formas que nem sequer podemos prever", alertam eles.

Quais são os principais inimigos da humanidade no espaço? Especialista americano explica



Há muito tempo que a humanidade está pronta tecnologicamente para enviar pessoas para Marte, mas os problemas de radiação e a ausência de gravidade continuam por resolver, diz um especialista americano.

Rod Pyle, autor de numerosos livros sobre a história da exploração espacial, afirma que, do ponto de vista da tecnologia em geral, se pode enviar pessoas a Marte há décadas, mas que não tem havido vontade política e apoio financeiro.
Entretanto, Rod Pyle disse à Sputnik que “o principal problema parece ser que as pessoas serão expostas à gravidade zero e à radiação cósmica por um longo tempo".

O primeiro na Lua

O último livro de Pyle, "First on the Moon" (O Primeiro na Lua), é dedicado à missão Apollo 11, cuja tripulação, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin, foi a primeira a visitar a superfície do satélite natural da Terra em 20 de julho de 1969.
"Tivemos sorte de em 1960-1970, quando as missões Apollo estavam decorrendo, não haver grandes emissões de radiação solar. Mas pode haver e, se quisermos levar pessoas de e para Marte por muitos meses, precisamos de melhorar a proteção dos membros dessas missões", disse ele.

Impactos perigosos

O especialista recordou que, como resultado da ausência de gravidade, ainda que a curto prazo, há mudanças na visão, tecido ósseo, até mesmo na estrutura genética da tripulação.
"Há também problemas relativamente a mudanças no cérebro, incluindo uma diminuição da função cognitiva. Ninguém quer astronautas a tentar aterrar em Marte com a mente perturbada", brinca Pyle.
Ele observou que vários aspetos dos efeitos do espaço sobre o corpo humano já estão sendo estudados na ISS, e eles também serão analisados na futura estação orbital chinesa e no projeto da NASA Lunar Gateway, perto da Lua.

Novas tecnologias de voo?

Em geral, de acordo com Pyle, "as tecnologias de voos espaciais não são assim tão diferentes hoje da missão Apollo 11 como se poderia pensar.
"Por exemplo, ainda usamos foguetes portadores de combustível químico para alcançar nossos destinos, mas as tecnologias de apoio - computadores, software e infraestrutura comercial - avançaram inacreditavelmente ", admite o especialista.

Necessidade de cooperação

"Além disso, temos agora várias empresas em diversos países que estão desenvolvendo, e no caso dos EUA, que já usam foguetes reutilizáveis a preços significativamente mais baixos", observa Pyle comentando a diferença entre "hoje" e "há 50 anos" e enfatizando a necessidade de cooperação entre países e atores públicos e privados no setor espacial.
"Temos muito que fazer, mas interagindo e trabalhando juntos no espaço, poderemos chegar mais rápido, mais barato e com menos riscos onde queremos, para trabalhar e viver em outros mundos", disse o especialista.
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