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Os Orixás regentes de 2026

domingo, 4 de julho de 2021

A beleza irresistível das mulheres


A beleza é o poder especial da mulher


Leonardo da Vinci dizia que se não fosse o belo rosto dado pela natureza às mulheres a raça humana não se reproduziria, pois seus genitais eram para o pintor algo difícil de se admirar e ver. Sobre as mulheres muitos pintores criaram obras de arte magníficas, poetas criaram versos extraordinários, músicos criaram composições extasiantes. Nuas, vestidas, saindo da água, como deusas da antiguidade ou virgens santíssimas, elas habitaram o panteão das artes desde sempre.
Atrizes de cinema sempre nos fazem amá-las, por sua beleza e por sua capacidade de criar emoções grandiosas. Mulheres criaram obras de arte e reflexões admiráveis: Camile Claudel, Virginia Woolf, Safo, Sylvia Plath, Hilda Hilst, Clarice Lispector, Pina Bausch, Emile Dickson, Susan Sontag, Marilena Chauí, Hanna Harendt, Rosa de Luxemburgo, etc.



 Mulheres são seres fisicamente tão belos que sua beleza desperta a inveja em outras mulheres. Mesmo as que a convenção chama de feias, são belas a um bom observador. Aquele andar delicado, o gesto de arrumar o cabelo, o desenho das costas, a forma dos pés, os dedos das mãos coroados por anéis, os olhos pintados, os lábios limpos ou tingidos de batom, a maneira de sentar, a dança sensual, o rebolado, as pernas fortes, nada disso é patrimômio apenas das chamadas mulheres belas.



Mulheres foram transformadas em santas quando se recolheram, mas também foram julgadas como putas quando viveram livremente. Algumas mulheres foram para o convento, anulando boa parte do sentido e da riqueza de suas existências, outras percorreram o mundo, amaram desavergonhadamente vários homens, participaram da vida social como professoras, cientistas, filósofas, médicas, dançarinas, chefes de Estado, arquitetas e economistas, etc.
Mulheres têm voz divina quando cantam. Maria Callas, Ella Fitzgerald, Elis Regina, Janis Joplin, Amy Winehouse, fazem nosso coração disparar, se elevar, se transportar para outros mundos. Seria impossível imaginar um mundo sem as vozes femininas. Há imagens enternecedoras de mulheres: como o amor da mãe favelada (aqui e na África) que chora com seu coração partido por não poder dar uma xícara de leite ao seu bebê, que não consegue dormir por causa da fome, num mundo onde algumas pessoas bebem champangne em taças de ouro e compram barcos que valem milhões. No outro dia, heróicamente, essa mulher faz de tudo para conseguir trazer o leite para seu filho, da submissão a um trabalho mal pago ou, quando sem saída, o ato de se prostituir.



O escritor Alexandre Dumas Filho aconselhava ao marido traído uma única atitude para com a esposa infiel: "Mate-a". Quantas mulheres não padeceram nesse mundo o assassinato justificado sob a lei da falsa-moral elaborada pelo macho ferido. Mulheres foram tratadas historicamente como cidadãos de segunda classe. Somente em 1867, Stuart Mill fazia, diante do Parlamento, a primeira defesa oficialmente pronunciada do direito do voto feminino.
Simone de Beauvoir acreditava que a liberdade da mulher começa quando ela conquista sua liberdade material, financeira. Muitas mulheres modernas têm provado o gosto da liberdade econômica, podendo sair de casamentos apodrecidos pela violência, prepotência e descaso afetivo masculinos.
Em razão de sua liberdade econômica, outros aspectos da existência tem se apresentado para as mulheres, como o estudo, as viagens, os amores, as carreiras interessantes, as amizades para além da prisão familiar.



Agnès Michaux escreveu um Dicionário misógino, onde expõe frases de pensadores, escritores e artistas famosos que em algum momento escreveram frases onde expressam seu ódio às mulheres.
Nas cortes rococós deixavam a mulher ser um ser livre, alado, vivendo no luxo e na luxúria, mas nem tanto, como nos ensinou Starobinsky, que percebeu o sentido da estratégia masculina do elogio: "Todo um sistema extremamente refinado de atenções, de deferências, de lisonjas se desenrola para chegar de maneira segura ao êxtase da satisfação animal". Como confessa um herói de Bijoux Indiscrets, citado por Starobinsky, "sempre mulheres, e de todo tipo, raramente o mistério, muitos juramentos e nenhuma sinceridade".
Baudelaire, por exemplo, escreveu: "A mulher tem fome e ela quer comer. Sede, e ela quer beber. Ela está no cio e ela quer ser fodida. Faça-se justiça! A mulher é natural - ou seja, abominável".
Pierre Belfond, que diz: "Nas mulheres, os pensamentos só se elevam quando seus seios caem". E Charles De Gaulle: "Criar um Ministério da Condição Feminina? E porque não um Subsecretariado de Estado do tricô?" E por aí vai... na verdade esses imbecís que escreveram isso, viveram sem ter o dom de captar a verdadeira essência elevada e criadora da mulher! Se ela nosso mundo seria um cáos! A mulher é um ser divino, mal compreendido e mau amado! Por mais que um homem ame uma mulher nunca amará o suficiente! Se Deus criou o homem do pó de barro, a mulher ele usou alguns incrementos a mais, como boas essências, uma pitada de diamante pra dar brilho aos seus olhos e um copo de agua do Rio da Vida, pra que ela possa sangrar todo mês e nunca morrer de anemia... Deus criou o homem, visou a força e outros atributos, mas, caprichou um pouco mais na mulher, por isso é um ser complexo, magnifico e muito gostoso.... Em defesa das mulheres foi necessário que a filósofa francesa Simone de Beauvoir escrevesse um tratado que ficou famoso: O segundo sexo. Dizia a autora: "Abrem-se as fábricas, os escritórios, as faculdades às mulheres, mas continua-se a considerar que o casamento é para elas uma carreira das mais honrosas e que as dispensa de qualquer outra participação na vida coletiva".


Eu que sou homem, reparo nas mulheres. Fui gerado no ventre de uma, portanto lhes devo a vida e, consequentemente, imenso respeito e admiração.
A mulher é objeto de admiração cósmica, como também objeto de desprezo por seres que se autodenominam homens, mas que por sua relação cruel com as mulheres deveriam ser chamados de bestas-feras. Algumas culturas (pagãs) a transformaram em deusa, outras (judáico-cristãs) a transformaram em bruxa, feiticeira diabólica, que deveria ser queimada viva.
Pitágoras dizia que existe um principio bom que criou a ordem, a luz e o homem, e um principio mau que criou o caos, as trevas e a mulher. Algumas religiões, seguindo essa lógica perversa, a transformaram na perigosa fonte do mal.
 
 
 

quinta-feira, 1 de julho de 2021

A Codificação da Umbanda.

Não é o esforço de uma ou outra pessoa e sim o de tantos que deram suas vidas pela caridade que realmente mostra resultados na missão de unir os irmãos umbandistas. Podemos começar citando o próprio Zélio de Moraes, fundador da Umbanda com o Caboclo das Sete Encruzilhadas. A história começa com ele mesmo, pois foi com a orientação do Caboclo das Sete Encruzilhadas que em 1939 foi fundada a primeira "Federação Espírita de Umbanda" do Brasil. Com este ideal de união se realizou em 1941 o Primeiro Congresso Brasileiro de Espiritismo de Umbanda, também por orientação desse mesmo mentor e da lá pra cá vem crescendo muito, tanto o numero de fieis, quanto os conhecimentos adquiridos. Por ocasião desse evento foi publicado um livro, em 1942, que leva como título o nome do congresso, contendo tudo o que foi registrado antes, durante e depois do encontro. A IDÉIA DO CONGRESSO: era evitar a homogeneidade de práticas, o que dava motivo de confusão por parte de algumas pessoas menos esclarecidas, com outras práticas inferiores de espiritismo. 
 
O Segundo Congresso Brasileiro de Espiritismo de Umbanda foi organizado por Leopoldo Bettiol, Oswaldo Santos Lima e Dr. Armando Cavalcanti Bandeira. A comissão paulista foi a mais numerosa e representativa, com a participação de Félix Nascenti Pinto, Gen. Nélson Braga Moreira, Dr. Armando Quaresm e Dr. Estevão Monte Belo realizado em 1961. Neste congresso que se definiu a criação do Superior Órgão de Umbanda para cada estado do País, congregando as Federações para o próximo. Apenas o estado de São Paulo conseguiu criar o então chamado SOUESP (Superior Órgão de Umbanda do Estado de São Paulo) marcando presença no congresso posterior. Ainda no segundo congresso foi apresentada uma tese diferente da que havia sido apresentada no primeiro sobre a "Interpretação histórica e etimológica do vocábulo Umbanda". 
 
Essa tese foi apresentada por Cavalcanti Bandeira em contraponto a tese de Diamantino Fernandes (delegado representante da Tenda Mirim), que no primeiro congresso situava a palavra tendo origem em antigas civilizações e no sânscrito. Da onde viria pela primeira vez a tese do AUM – BANDHÃ (1941 – Tenda Mirim). A origem da palavra Umbanda: "Face às divergências encontradas e das dúvidas quanto às origens e fontes de onde surgiu o culto, que alguns pretendiam fosse hindu – sem justificar com dados concretos e seguros, elaboramos um ensaio histórico... demonstrando a antiguidade do homem e do conhecimento africano; a prática milenar de sua religiosidade..." Parte da explanação de Cavalcanti Bandeira, publicada em seu livro O que é a Umbanda, 1970 - Editora ECO. 
 
O terceiro (e último até então) congresso de Umbanda aconteceu em 1973, presidido por Cavalcanti Bandeira. Cavalcanti Bandeira, em seu livro "O que é a Umbanda", apresenta um capitulo intitulado "Codificação da Umbanda" só para tratar do assunto. Muitos outros também trataram do assunto, logo não é uma novidade. Rubens Saraceni têm um livro que traz o título citado "Código de Umbanda" (se fosse "O Código da Umbanda" poderíamos pensar que o autor teria a intenção de codificar a religião, mas é apenas um despretensioso "Código de Umbanda"). Ainda assim faço ressaltar que "Código de Umbanda" é um conjunto de quatro livros que abordam: Doutrina, Magia, Teogonia e a Ciência Divina. Ao ler este livro (agora publicado pela Editora Madras) veremos que esses são textos que abordam conceitos de Umbanda dentro dos quatro temas citados. "... a Umbanda traz em si energia divina viva e atuante à qual nos sintonizamos a partir de nossas vibrações mentais, racionais e emocionais, energias estas que se amoldam segundo nosso entendimento do mundo." - 
 
Do livro "Umbanda – O Ritual do Culto a Natureza" publicado em 1995 pela Editora New Transcendentalis, primeira edição, página 10. Não podemos deixar de citar entre os que lutaram pela União na Umbanda Benjamim Figueiredo, que fundou a Tenda Mirim em 1924 por ordem do Caboclo Mirim, que viria a criar o Primado de Umbanda uma das maiores expressões da Umbanda, se não a maior em seu tempo. Benjamim também foi o idealizador da Umbanda Iniciática, com segmento dividido em 7 graus de iniciação, formando assim também a Ordem do Cruzeiro Divino para aqueles que alcançavam o 7° grau de cabeças de Morubichaba. Está foi a parte da Umbanda que mais me encantou e foi através desses conhecimentos que mais me aproximei da Umbanda pela primeira vez, mas foi mais através dos ensinos de Farias R. Neto e sua Umbanda Esotérica. 
 
Essa "codificação localizada" a seus "filiados" do Primado de Umbanda. Benjamim também escreveu um livro chamado "Okê Caboclo". Lutaram pela união muitos que estiveram à frente de tantas federações e órgãos de Umbanda, muitos já desencarnados, outros até famosos e muitos conhecidos, que nada deixou de escrito, mas que marcou a religião profundamente por sua determinação, fé e amor incondicional. É natural que muitos expressem o que é a religião na tentativa de apresentar sua liturgia de forma organizada; nem sempre na busca de uma Codificação, mas sim de uma normatização, procurando normas que sejam aceitas por todos e que, sem mexer com o ritual que cada um já realiza dentro de seus próprios padrões; para que se possam passar mais informações para que a Umbanda seja vista e expressada como religião confiável. 
 
"O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda", e a primeira publicação umbandista, surgiu tardia em 1933 por Leal de Souza. Então médium que se desenvolveu com o grande mestre Zélio de Moraes e que assumiu uma das tendas fundada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, (Tenda Nossa Senhora da Conceição). Surgiram muitos autores de livros umbandistas de boa qualidade, após o primeiro congresso, em 1941. 
 
Em 1953, Emanuel Zespo cita uma lista de livros que ele considera importante no seu livro "Codificação da Lei de Umbanda", a lista está abaixo e prova que a Codificação dele também era algo aberto, pois as palavras dele são: "Ao principiante, recomendamos a leitura das seguintes obras: - * A Magia no Brasil - Waldemar Bento * Umbanda e Quinbanda - Lourenço Braga * Trabalhos de Umbanda * Mistérios da Magia * Ritual de Umbanda - Benedito Ramos * Umbanda - João de Freitas * Umbanda - Florisbela M.S.F. * Aímoré, Urutatão, Iara - Heraldo Menezes * Ogum, Xangô - Ogossi Nabeji * Alquimia de Umbanda - C.F. Urubathan * Umbanda Mista – Silvio Pereira M. * A Umbanda e seus Complexos - Oliveira Magno * Umbanda e Ocultismo - * Magia Pratica Sexual - * Umbanda Esotérica e Iniciativa - * Umbanda Sagrada e Divina - Paulo Gomes * O culto de Umbanda em face da Lei - vários autores * O que é Umbanda - Emmanuel Zespo * Lei de Umbanda * Ley de Umbanda - Ab´d Ruanda * Lições de Umbanda - Samuel Ponze * Ritual prático de Umbanda - Oliveira Magno * Camba de Umbanda - Byron e Tancredo * Mirongas de Umbanda - * Doutrina e Ritual de Umbanda. Todos estes autores trabalharam muito nos primórdios da Umbanda com a mesma iniciativa: esclarecer, unir, normatizar e, alguns, até codificar, pois como vimos este foi um dos objetivos do primeiro congresso de Umbanda. 
 
Em 1956 aparece um "novo" autor de Umbanda, pois muitos já vinham escrevendo. Surge W.W. da Matta e Silva com o seu "Umbanda de Todos Nós", na intenção de apresentar á Umbanda. Este é um livro bibliográfico, fruto de pesquisas, que visa mostrar a religião, a ciência, a arte e a filosofia, com material muito próximo ao que vinha sendo estudado no Primado de Umbanda (lembrando da tese do AUM BHANDÃ que veio da Tenda Mirim para o primeiro congresso e anos após foi publicada pelo nosso irmão Da Matta). Diga-se de passagem uma obra muito bem feita que trouxe inovações e conhecimentos muito bem embasados. 
 
Da Matta apresentou á Umbanda da forma como a enxergava e trabalhava. O que é uma visão particular visível em sua postura observada em passagens de sua obra, onde vemos como exemplo o autor citando as entidades Maria Padilha, Maria das Sete Saias e Zé Pelintra, Catimbozeiro e Mestre da Jurema que segundo o autor não fazem parte da Umbanda nem devem se manifestar nela, assim como os baianos, boiadeiros, marinheiros ou ciganos. Nesta visão do autor a Umbanda deveria manifestar apenas Caboclos, Pretos Velhos e Crianças na direita; Exu e Pomba Gira na esquerda. 
 
De certa forma isso é um dogmatismo, uma Codificação restrita a seus seguidores e simpatizantes. Mas que eu em particular também percebo assim, porque acho que a hierarquia estabelece Leis e Regras, no qual se deve seguir sem bagunça. Lembrando que o próprio Da Matta, e alguns de seus discípulos, identificou a "sua umbanda" ou a "Umbanda de Todos Nós" como "Umbanda Esotérica e Iniciática". O que também não foi novidade, pois a origem desta forma de se praticar Umbanda está no Primado de Umbanda na Figura de Benjamim Figueiredo e o assunto já havia sido abordado em uma publicação de Oliveira Magno em 1950, o livro intitulado "A Umbanda Esotérica e Iniciática". Mas esta nova obra além de ser mais completa foi mais elaborada e exemplificada. Esta é uma segmentação dentro da própria Umbanda, Da Matta também teve discípulos, que publicaram obras nas quais podemos detectar a mesma postura, que traz de forma implícita e subentendida, cada um à sua maneira, o "Dogmatismo e Codificação". Alias religião nenhuma consegue passar sua verdadeira mensagem sem um desenvolvimento de uma codificação eficiente e convincente. 
 
Alguns mudaram de idéia no caminho, só que não é possível apagar o que já foi escrito (como por exemplo, um cidadão que alcançou um cargo de envergadura nacional e disse: "Esqueçam tudo o que eu escrevi"). É muito difícil esquecer, afinal foi grande o numero de pessoas que leram, e muitos vai continuar lendo, livros e livros, sem, contudo esquecer que a essência do trabalho não está apenas na prática da Umbanda, mas no seu aprimoramento. Tanto de conhecimentos filosóficos e religiosos, como também na sua ritualística sagrada. Definida assim pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas: "Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade". Mas caridade se faz também na partilha dos conhecimentos. E é por isso que devemos ter uma base sólida contida nesses conhecimentos. 
 
 A Umbanda é simples, sua prática é simples, mas não basta deixar que os guias trabalhem. Antes é preciso que os sacerdotes tenham, além de preparo espiritual, um grande conhecimento que não deve ser apenas místico, mas filosófico e esotérico. E neste contexto o conhecimento astrológico é fundamental. Enganam-se aqueles que tentam ignorar os conhecimentos dos astros. Pois é inegável, a ligação dos orixás com cada planeta e signo do Zodíaco. Também se percebe que na ritualística, tanto esotérica, quanto umbandista os princípios astrais estão contidos profundamente em todas as praticas essências. Apenas uma coisa é certa: "teoria sem obras é estéril". Portanto, estudem e não deixem de trabalhar; estudem, mas não usem este estudo para complicar o que já funciona de forma simples ou para questionar quem não teve a mesma oportunidade de estudar, mas tem a garra e a coragem para ajudar o próximo por meio dos espíritos militantes na Umbanda. 
 
O difícil é encontrar os chamados “Grandes Mestres ou Magos” dispostos a repassar conhecimentos sem que ele selecione as pessoas por sua conta bancaria! A grande maioria inventa cursos, lança livros e se negam a ensinar o que sabem de forma caridosa. Muitos se sentem super estrelas de “alta grandeza”. Mas estão muito enganados, pois “os primeiros serão os últimos”! Também é inegável a existência de “máfias” em todos os seguimentos, tanto, esotéricos, astrológicos e umbandistas. Só publica, edita e tem vez os renomados “senhores e senhoras” de destaque. 
 
 A Umbanda não têm um mártir. Têm sim muitos lutadores abnegados e anônimos, a exemplo dos nossos guias que usam nomes de linhas e falanges para ocultar sua personalidade e valorizar a religião em si. Mas a Umbanda tem sim muitas “estrelas”! Ou pelo menos que se acham! Se precisarmos de um nome ou dois, que seja Caboclo das Sete Encruzilhadas e Zélio de Moraes. Historicamente temos muitos, mas ainda ninguém tão aclamado e unânime quanto Chico Xavier no Kardecismo. Com certeza teremos, mas até lá temos apenas médiuns de Umbanda. E a grande maioria visando mais o dinheiro. No entanto temos os grandes iniciados, que verdadeiramente trabalham pela Umbanda e pela Luz. Se não fossem eles a Umbanda já não mais existiria. 
 
 Temos grandes nomes que estão à frente das Federações mais antigas e atuantes. São eles que lutam para manter a Umbanda em ordem e harmonia. Entre esses temos na cidade de São Paulo: Pai Ronaldo Linares presidente da FUGABC – Federação Umbandista do Grande ABC e responsável pelo Santuário Nacional da Umbanda em São Bernardo e Pai Jamil Rachid presidente da União de Tendas de Umbanda e Candomblé e responsável pelo Vale dos Orixás em Juquitiba. 
 
O que nós somos: é apenas médiuns que têm na Umbanda parte de nossa missão carmica. Quanto ao resto, temos os próximos séculos para observar, pois só o futuro nos trará mais respostas. Outra coisa a ser observada, é que, não são apenas umbandistas médiuns que incorporam, saibam que existem muitas formas de mediunidade. Eu mesmo não pratico incorporações e tenho minha mediunidade agindo de outras maneiras, não menos importantes, agindo de forma psíquica ou intuitiva. Saibam que somos diferentes na Forma e iguais na essência, a essência é a Umbanda quando ela é ensinada em sua forma elevada e verdadeira. Busquemos a luz e o conhecimento anstes de colocar na pratica o que achamos que seja o certo. antes devemos buscar integração e aprimoramento. Um abraço a todos aqueles que buscam o aprimoramento, ético e moral da Umbanda.  
 
Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador. 19/08/2008
 
 
 

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Dicas de livros de Umbanda pra quem gosta de pesquisar

Leiam o livro de Umbanda Astrológica, com uma nova visão de Umbanda, mais alinhada a  astrologia e o esoterismo das culturas antigas dos ancestrais. Técnicas de leituras do mapa natal, orixás, anjos, odus, grau a grau do zodíaco, magia, oráculos e o tema principal: destino, carma e livre-arbítrio.


Muitas pessoas entram em contato procurando por livros de Umbanda. Aqui estão vários desses livros importantes livros trataram, recentemente, sobre o tema literatura umbandista, resolvemos disponibilizar uma lista com o nome de alguns livros que tratam sobre a Umbanda, sob os mais diversos pontos de vista, organizada por ordem alfabética do nome do autor.
O objetivo aqui é dar uma ideia, principalmente para o pessoal mais novo na religião, de que muito já foi escrito sobre a Umbanda, apesar de muitos umbandistas não terem o hábito da leitura. Alguns são muito bem escritos, outros na minha opinião, nem tanto, mas, democraticamente recomendo a analise de leitor, pois uma coisa pode parecer boa pra uns e ruim pra outros, assim todo mundo é livre pra pensar e decidir o que é melhor pra si. Abraços e Axé 14/6/2012

Autor Ano Livro
Ab’d’ Ruanda ? Ley de Umbanda
Ab’d’ Ruanda 1954 Umbanda (catecismo)
Abguar Bastos 1979 Os cultos mágico-religiosos no Brasil
Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira 2009 A Linha do Oriente na Umbanda
Alexandre Cumino 2004 Deus, deuses, divindades e anjos
Alfredo de Alcântara 1949 Umbanda em julgamento
Altair Pinto ? Breviário do umbandistas
Altair Pinto ? Dicionário da Umbanda
Aluízio Fontenele 1950 A Umbanda através dos séculos
Aluízio Fontenele 1951 Exu
Aluízio Fontenele 1952 O Espiritismo no conceito das religiões e a lei de Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1953 Conhecimentos indispensáveis aos médiuns espíritas (dois opúsculos doutrinários)
Antônio Alves Teixeira Neto 1957 Umbandismo
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Como desmanchar trabalhos de Quimbanda – Volume I
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Pomba-Gira (as duas faces da Umbanda)
Antônio Alves Teixeira Neto 1966 Umbanda dos Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Como desmanchar trabalhos de Quimbanda – Volume II
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 O livro dos Exus (Kiumbas e Eguns)
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 O livro dos médiuns de Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Oxalá
Antônio Alves Teixeira Neto 1967 Oxóssi
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Ogum, o Orixá guerreiro
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Umbanda através dos astros
Antônio Alves Teixeira Neto 1969 Umbanda e suas engiras: umbandismo
Antônio Alves Teixeira Neto 1970 Despachos e oferendas na Umbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 A magia e os encantos da Pomba-Gira
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Obaluaê, Omulu (vida e morte)
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Omulu: o médico dos pobres
Antônio Alves Teixeira Neto 1972 Umbanda e Quimbanda
Antônio Alves Teixeira Neto 1973 O rosário do Preto-Velho
Antônio Alves Teixeira Neto 1975 Curas, mandingas e feitiços de Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto 1983 Saravá Tranca-Ruas
Antônio Alves Teixeira Neto e Luiz Léo Sampaio 1968 Nossos Pretos-Velhos
Antônio Alves Teixeira Neto e Nancy de Oliveira Lopes 1975 Preto-Velho e seus feitiços
Antônio Eliezer Leal de Souza 1925 No mundo dos espíritos
Antônio Eliezer Leal de Souza 1933 O Espiritismo, a magia e as sete linhas de Umbanda
Armando Cavalcanti Bandeira 1961 Umbanda, Evolução Histórico-Religiosa
Armando Cavalcanti Bandeira 1970 O que é Umbanda
Átila Nunes ? Antologia de Umbanda
Babá Oxê Xangô das Pedrinhas 2005 Mixórdia Espiritual
Benedito Ramos ? Ritual de Umbanda
Benjamim Gonçalves Figueiredo ? Okê caboclo
Bennto de Lima 1997 Malungo: Decodificação da Umbanda
Brasão de Freitas ? Cultura umbandística
Byron Tôrres de Freitas ? Na gira da Umbanda e das Almas
C.F. Urubathan ? Alquimia de Umbanda
Caio de Omulu 2002 Umbanda Omolocô: liturgia, rito e convergência (a visão de um adepto)
Cândido Emanuel Félix 1965 A cartilha da Umbanda
Cândido Procópio Ferreira de Camargo 1961 Kardecismo e Umbanda: uma interpretação sociológica
Carlos Eugênio Líbano 2000 Umbanda, Religião Brasileira
Celso Alves Rosa (Decelso) ? Umbanda para todos
Celso Alves Rosa (Decelso) 1970 Umbanda de caboclos
Conceição da Oxum 1993 O livro encantado da Cigana
Dalva da Oxum 1992 Os senhores dos caminhos: Exu, Ogum, Oxóssi
Dandara e Zeca Ligiéro ? Iniciação à Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 1991 Umbanda e sua história
Diamantino Fernandes Trindade 1993 Umbanda: um ensaio de ecletismo
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Leal de Souza: o primeiro escritor da Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Manual do médium de Umbanda
Diamantino Fernandes Trindade 2009 Umbanda brasileira: um século de história
Diamantino Fernandes Trindade e Edison Cardoso 1989 A Umbanda na sua vida diária
Diamantino Fernandes Trindade, Wagner Veneziani Costa e Ronaldo Antonio Linares 2008 Os Orixás na Umbanda e no Candomblé
Diana Brown 1985 Uma história da Umbanda no Rio. In: Umbanda e Política
Domingos Rivas Miranda Neto ? A Umbanda ao alcance dos jovens
Edson Orphanke 1990 A Umbanda às suas ordens
Edyr Rosa Guimarães e Almir S. M. Lima 1982 Universidade da Umbanda
Emanuel Zespo 1941 O que é Umbanda
Emanuel Zespo ? Codificação da Lei de Umbanda – Parte Cientifica e Parte Prática
Epaminondas de Oliveira 1996 Aumbhandan: o elo de volta ao Supremo
Etienne Sales de Oliveira 2007 Umbanda de Preto-Velho: a tradição popular de uma religião
Federação Espírita de Umbanda 1942 Primeiro Congresso Brasileiro do Espiritismo de Umbanda
Fernando M. Guimarães 2004 Grifos do passado
Florisbela Maria de Souza ? Obras psicografadas
Florisbela Maria de Souza 1949 Umbanda: caboclos, pretos, crianças, sereias
Florisbela Maria de Souza 1958 Umbanda para os médiuns
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1994 Exu: o grande arcano
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1996 Fundamentos herméticos de Umbanda
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1993 O arcano dos 7 Orixás
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1989 Umbanda: a proto-síntese cósmica
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1990 O elo perdido
Francisco Rivas Neto (Arhapiagha) 1991 Lições básicas de Umbanda
Gilson S. Santos 1992 Os Orixás africanos e as Sete Linhas de Umbanda
Heraldo Menezes ? Aimoré, Urutatão, Iara
Hilton de Paiva Tupinambá 1982 Sacramentos na Umbanda
Ivan Horácio Costa (Itaoman) 1990 Pemba: a grafia sagrada dos Orixás
J. Alves de Oliveira ? Magias da Umbanda
J. Alves de Oliveira 1970 O evangelho na Umbanda
J. Alves de Oliveira 1985 Umbanda cristã e brasileira
João de Freitas 1970 Exu na Umbanda
João de Freitas 1941 Umbanda
João Sebastião das Chagas Varella 1972 Cozinha de santo (culinária de Umbanda e Candomblé)
João Severino Ramos 1953 Umbanda e seus cânticos
João Varela ? Ervas sagradas na Umbanda
João Varela ? Manual do filho de santo
João Varela ? Orixá e obrigações
Joãozinho Sete Pedreiras 1994 Noções elementares de Umbanda
Joãozinho Sete Pedreiras 2001 Umbanda: a luz que clareia nosso caminho
Jorge de Oliveira 1971 Umbanda transcendental
José Álvares Pessoa 1968 Umbanda, religião do Brasil
José Antônio Barbosa 1960 Manual dos chefes de terreiros e médiuns de Umbanda
José de Arimatéia Nunes ? Orações da Umbanda
José Guilherme Cantor Magnani 1986 Umbanda
José Henrique Motta de Oliveira 2008 Das Macumbas à Umbanda
José Ribeiro ? O poder das ervas na Umbanda
Leni W. Saviscki 2006 Causos de Umbanda: a psicologia do Pretos-Velhos
Leni W. Saviscki 2007 Causos de Umbanda Volume 2: outras histórias
Leopoldo Betiol 1956 ABC de Umbanda
Leopoldo Betiol 1963 O batuque na Umbanda
Liana Salvia Trindade 1985 Exu: símbolo e função
Lísias Nogueira Negrão 1979 A Umbanda como expressão de religiosidade popular. In: Religião e Sociedade
Lísias Nogueira Negrão 1996 Entre a cruz e a encruzilhada: formação do campo umbandista em São Paulo
Lourenço Braga 1942 Umbanda e Quimbanda
Lourenço Braga 1956 Umbanda e Quimbanda – Volume 2
Lourenço Braga 1946 Trabalhos de Umbanda e Quimbanda
Luely Figueiró ? Trabalhos de Pretos-Velhos
Luiz Carlos Pereira e Edson Calixto Martins 2006 A Umbanda como ela é
Luiz Carvalho de Assunção 2006 Reino dos mestres: a tradição da jurema na Umbanda nordestina
Marco Boeing 2008 Histórias que a Umbanda nos conta
Maria Elise G. Machado (Yamaracyê) ? Teologia umbandista: o mestre iluminando consciências
Maria Elise G. Machado (Yamaracyê) ? Umbanda: o despertar da essência
Maria Helena Farelli ? As sete forças da Umbanda
Maria Helena Farelli ? Como combater o feitiço
Maria Helena Vilas Boas Concone 1987 Umbanda, uma religião brasileira
Ney Nery dos Reis (Omolubá) ? ABC da Umbanda: única religião nascida no Brasil
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Magia de Umbanda: instruções religiosas
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Maria Molambo: na sombra e na luz
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1984 Umbanda, poder e magia: chave da doutrina
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1986 Almas e Orixás na Umbanda
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1988 Cadernos de Umbanda
Ney Nery dos Reis (Omolubá) 1990 Yemanjá, a rainha do mar
Ney Nery dos Reis (Omolubá) e Israel Cysneiros 1978 Fundamentos de Umbanda: revelação religiosa
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2001 Chama crística
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2004 Jardim dos Orixás
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2006 A missão da Umbanda
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2008 Umbanda pés no chão
Norberto Peixoto e Ramatís (espírito) 2009 Diário mediúnico
Norberto Peixoto, Ramatís (espírito) e Babajiananda (espírito) 2005 Vozes de Aruanda
Norberto Peixoto, Ramatís (espírito) e Vovó Maria Conga (espírito) 2003 Evolução no planeta azul
Oceano de Sá (Yokaanam) 1954 Evangelho de Umbanda Eclética
Ogossi Nabeji ? Ogum, Xangô
Oliveira Magno ? A Umbanda e seus complexos
Oliveira Magno 1950 Umbanda Esotérica e Iniciática
Oliveira Magno 1951 Práticas de Umbanda
Oliveira Magno 1952 Umbanda e ocultismo
Oliveira Magno 1953 Ritual prático de Umbanda
Oswaldo C. Oliveira ? A nova Umbanda
Patrícia Birman 1985 O que é Umbanda
Paula Montero 1985 Da doença à desordem: a magia na Umbanda
Paulo Gomes ? Umbanda sagrada e divina
Paulo Newton de Almeida 2003 Umbanda: à caminho da luz
Pompílio Possera de Eufrazio ? Catecismo do umbandista
Raimundo Cintra 1985 Candomblé e Umbanda: o desafio brasileiro
Raul Giovanni da Motta e Wani F. Lody Pereira 1994 Introdução ao Xangô, Umbanda e Mestria da Jurema na cidade de Natal (RN)
Renato Ortiz 1986 Breve nota sobre a Umbanda e suas origens. In: Religião e Sociedade.
Roger Feraudy 1986 Umbanda, essa desconhecida
Rogério d´Avila e Maurício Omena ? Umbanda e seus graus iniciáticos
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade ? A Umbanda na sua vida diária
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Iemanjá e Ogum
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Nanã Buruquê e Abaluaiê
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Oxum e Oxosse
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1987 Xangô e Inhaçã
Ronaldo Antonio Linares e Diamantino Fernandes Trindade 1988 Cosme/Damião e Oxalá
Ronaldo Antonio Linares, Diamantino Fernandes Trindade e Wagner Veneziani Costa 1986 Iniciação à Umbanda
Rubens Saraceni ? A evolução dos espíritos
Rubens Saraceni ? A lenda do sabre dourado
Rubens Saraceni ? A magia divina das sete pedras sagradas
Rubens Saraceni ? A magia divina dos elementais
Rubens Saraceni ? A magia divina dos sete símbolos sagrados
Rubens Saraceni ? A tradição comenta a evolução
Rubens Saraceni ? As sete linhas de evolução
Rubens Saraceni ? As sete linhas de Umbanda: a religião dos mistérios
Rubens Saraceni ? Código de Umbanda
Rubens Saraceni ? Diálogo com um executor
Rubens Saraceni ? Formulário de consagrações umbandistas: livro de fundamentos
Rubens Saraceni ? Lendas da criação: a saga dos Orixás
Rubens Saraceni ? O ancestral místico
Rubens Saraceni ? O código da escrita mágica simbólica
Rubens Saraceni ? O guardião da meia noite
Rubens Saraceni ? O guardião da pedra de fogo: as esferas positivas e negativas
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Rubens Saraceni ? Orixás: teogonia de Umbanda
Rubens Saraceni ? Os arquétipos da Umbanda: as hierarquias espirituais dos Orixás
Rubens Saraceni e Mestre Xaman 2003 Os Decanos: Os Fundadores, Mestres e Pioneiros da Umbanda
Rubens Saraceni ? Os guardiões dos sete portais: Hash-Meir e o Guardião das Sete Portas
Rubens Saraceni ? Rituais umbandistas: oferendas, firmezas e assentamentos
Rubens Saraceni ? Umbanda Sagrada: religião, ciência, magia e mistérios
Rubens Saraceni 1990 O cavaleiro da estrela guia: o início da saga
Rubens Saraceni 1991 Hash-Meir: o guardião dos sete portais de luz
Samuel Ponze 1954 Lições de Umbanda
Sandro da Costa Mattos ? O livro básico dos Ogans
Sílvio da Costa Mattos ? O arraial dos penitentes
Sílvio L. R. Garcez (Aramaty) 2001 Teologia umbandista: cosmologia e física de alta energia
Sylvio Pereira Maciel 1950 Alquimia de Umbanda: o poder vibratório
Sylvio Pereira Maciel 1950 Umbanda Mista
Sylvio Pereira Maciel 1974 Irradiação universal de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto ? A origem de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto ? Fundamentos da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas ? As mirongas da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas ? Camba de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1951 Doutrina e ritual de Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1955 As impressionantes cerimônias da Umbanda
Tancredo da Silva Pinto e Byron Tôrres de Freitas 1972 Umbanda: guia e ritual para organização de terreiros
Tancredo da Silva Pinto e Gerson Ignez de Souza 1972 Tecnologia ocultista de Umbanda no Brasil
Tancredo da Silva Pinto e vários autores 1971 Cabala Umbandista (volume I)
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Vagner Gonçalves da Silva 2000 Candomblé e Umbanda
Vários autores 1944 O culto de Umbanda em face da lei
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Waldemar Bento ? A magia no Brasil
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Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Lições de Umbanda e Quimbanda na palavra de um Preto-Velho
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Mistérios e práticas da lei de Umbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Segredos da magia de Umbanda e Quimbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Umbanda e o poder da mediunidade
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) ? Umbanda: sua eterna doutrina
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1956 Umbanda de todos nós
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1967 Doutrina secreta da Umbanda
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1969 Umbanda do Brasil
Woodrow Wilson da Matta e Silva (Yapacani) 1975 Macumbas e Candomblés na Umbanda
Yoshiaki Furuya 1994 Umbandização dos cultos populares na Amazônia: a integração do Brasil? In: Possessão e Procissão: religiosidade popular no Brasil
Yvone Maggie 1977 Guerra de Orixá: um estudo de ritual e conflito
Zaydan Alkmin ? Zé Pelintra: dono da noite, rei da magia
Zora A. O. Seljan 1973 Iemanjá: mãe dos Orixás

 

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