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domingo, 27 de março de 2011

Umbanda também tem seu código sagrado sim!



Aos olhos dos não iniciados no culto da Umbanda, Candomblé ou qualquer culto aos orixás, não existe um consenso de quais são os sete Orixás básicos ou as sete linhas, ou até mesmo sobre quais são os Orixás da Umbanda. Mas para aqueles que já estão na Umbanda há algum tempo tem-se a compreensão que a Umbanda não tem um codificador, não tem uma Bíblia, não tem um “Diretor de Culto” Supremo. No entanto, o certo é que toda religião tem sim um código, o que ocorre é que nem todo mundo tem acesso ou capacidade de compreendê-lo. O Mestre Da Matta e outros dicipulos avançaram muito nessa questão, mas, ao meu vêr ainda falta muito, sendo que eles apenas descreveram de forma muito sucinta esse código. Na verdade temos sim que investigar muito e incansavelmente. Mas, não tenho duvidas que assim como o Cristianismo, o Islamismo e outras religiões antigas a Umbanda também tem seus "Evangelhos Sagrados" seus códigos e fragmentos. Esses códigos estão nos trabalhos de grandes mestres, inseridos em ensinamentos de grandes religiões e em arquivos secretos. Esse código não é lendário ou apenas mitologico, na verdade ele é ancestral, cosmico e divino, pois, nos fala da imortalidade da alma, da magia e das divindades.

A Umbanda sofreu e sofre incríveis influências regionais e até mesmo, numa mesma região, de terreiro para terreiro. Mas, não vejo isso como um problema, na verdade vejo como uma forma de ela se adaptar a cada cultura e se tornar universal. As diferenças de culto, ritualística e de maneiras de compreender a Umbanda devem ser encaradas como riqueza da nossa religião e não como falta de organização. Portanto, há intenção de não determinar ou decodificar a Umbanda na minha opinião é um erro. A Umbanda não pode continuar sendo pregada apenas por conhecimentos orais, de forma banal, populista ou sensacionalista. Ela precisa de conceitos fundamentados e de principios que se firmem na ancestralidade e nos conhecimentos cosmicos e sagrado. Entretanto, existem algumas premissas que, de certa forma, são consenso dentro da Umbanda, havendo pequenas variações que devem ser respeitadas. Esta é a maneira como a compreendo e professo.

A Umbanda tem haver com a ancestralidade, imortalidade da alma e tem um carater mais elevado do que apenas macumba ou religiosidade. Na verdade ela é mais mistica e divina do que se pensa. Por isso, não deve ser definida apenas por lendas e mitos, identificada apenas com elementos da natureza e sim mais sincronizada aos céus. Por isso a astrologia se adapta tão bem as vibrações dos orixás.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
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