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A pombagira

sábado, 19 de outubro de 2019

Cientista da NASA revela possível localização de vida extraterreste em Marte



Alfonso Davila, cientista da NASA, acredita que haja vida em Marte e afirma que a NASA elaborou um plano para realizar uma investigação do subsolo do planeta.

O cientista também revela que há diversos desafios na superfície do Planeta Vermelho como, por exemplo, a radiação e as muito baixas temperaturas, que provocam condições extremas, conforme o tabloide Express.
Ele também ressaltou que o subsolo do planeta poderia oferecer melhores condições para a vida extraterrestre, já que o local não seria tão frio e poderia haver água em estado líquido.

© FOTO/ ESA/GCP/UPV/EHU BILBAO
Foto tirada pela sonda Mars Express mostra tempestade de areia perto da calota polar do norte de Marte
À medida que se vai da superfície para o centro do planeta, as temperaturas sobem.
Com relação à água, ele explica que "nas profundezas do subsolo há muito gelo e, em algum momento, teoricamente, esse gelo deve derreter", o que criaria um ambiente habitável. Além disso, estando nas profundezas do planeta, "você ficaria protegido da radiação", enfatizou.
É por isso, que Davila acredita que seja uma boa aposta a elaboração de um plano para a exploração do subsolo do Planeta Vermelho, mesmo que seja algo mais difícil.

Astrofísica: 'É muito provável que haja verdadeiros análogos da Terra', afirma novo estudo



Um novo método de análise geoquímica de planetas distantes sugere que os muitos exoplanetas semelhantes à Terra podem existir fora do Sistema Solar, de acordo com pesquisa.

Há um traço comum entre rochas de asteroides, ou fragmentos de planetas rochosos, que orbitam seis estrelas anãs brancas e rochas da Terra, segundo um estudo publicado nessa semana na revista Science.
"Eles são como a Terra e como Marte em termos de seu ferro oxidado. Estamos descobrindo que as rochas são rochas em todos os lugares, com geofísica e geoquímica muito semelhantes", disse Alexandra Doyle, estudante de pós-graduação em geoquímica e astroquímica, e líder de um estudo para analisar a geoquímica de planetas fora do Sistema Solar da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Os pesquisadores estudaram os seis elementos mais comuns na rocha: ferro, oxigênio, silício, magnésio, cálcio e alumínio. Como eles não têm acesso a amostras reais de asteroides, a equipe de pesquisa usou cálculos e fórmulas com ajuda de telescópios para chegar às suas conclusões.
"Observar uma anã branca é como fazer uma autópsia sobre o conteúdo do que ela engoliu em seu sistema solar", disse Alexandra Doyle.
"Se rochas extraterrestres tiverem uma quantidade similar de oxidação como a Terra tem, então você pode concluir que o planeta tem tectônica de placas similar e potencial para campos magnéticos similar aos da Terra, que se acredita largamente serem ingredientes chave para a vida," conclui o coautor Hilke Schlichting, professor associado de astrofísica e ciência planetária da Universidade da Califórnia.
"Este estudo é um salto adiante para se poder fazer estas inferências para corpos fora de nosso próprio sistema solar e indica que é muito provável que haja verdadeiros análogos da Terra."

Queda de asteroide no oceano Atlântico 'provocaria o caos', adverte cientista



Uma cientista advertiu que, se um asteroide caísse no oceano Atlântico, poderia "provocar o caos", criando uma série de ondas gigantes que devastariam as regiões costeiras, afetando milhões de pessoas.

Os asteroides sempre desempenharam um papel importante na formação de muitos planetas. Milhões destes corpos rochosos voam pelo espaço no Sistema Solar, orbitando o Sol. Suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, são destruidoras mas também podem contribuir para formar planetas.
Cientistas da NASA monitoram constantemente o espaço em busca de Objetos Próximos à Terra (NEO, na sigla em inglês) e Objetos Potencialmente Perigosos (PHO) que podem representar ameaça para a existência da vida no nosso planeta, informa tabloide britânico Express.
A doutora Natalie Starkey propôs no seu livro "Catching Stardust" uma nova teoria sobre o que aconteceria se uma rocha espacial gigantesca atingisse um dos oceanos da Terra.
"Se fracassarmos no futuro em proteger o planeta de ameaças vindas do espaço, então poderemos esperar um impacto de um grande asteroide ou cometa, causando estragos na superfície da Terra e resultando em grandes mudanças globais e altas taxas de mortalidade", adverte a investigadora.

© AP PHOTO / NASA/GODDARD/UNIVERSIDADE DO ARIZONA
Asteroide Bennu
"Um cometa ou asteroide ao atingir um dos oceanos poderia provocar tsunamis gigantes, resultando na destruição completa das regiões costeiras", ressalta a cientista.
Se imaginarmos a ondulação provocada pelo lançamento de uma pedra em um lago, sem quaisquer obstáculos pelo caminho, as ondas só param ao chegar à margem do lago.
"Imagine agora o mesmo cenário em uma escala maior, um asteroide de vários quilômetros de diâmetro, atravessando o nosso espaço a uma velocidade superior de 64 mil quilômetros por hora e impactando um dos oceanos", diz ela.
O efeito é o mesmo, só que desta vez a 'beira do lago' seriam enormes cidades habitadas por milhões de pessoas, e a infraestrutura urbana seguramente não conseguiria suportar toda essa enorme massa de água.
asteroide Bennu, por exemplo se aproxima muito perto da Terra uma vez em cada 6 anos. Por causa da sua proximidade do nosso planeta existe alta probabilidade de que Bennu impacte a Terra no final no século XXII.

Astrofísica e arqueologia: Colisões massivas: saiba como os asteroides mudaram a história do planeta



Apesar de corpos celestes caírem na Terra diariamente, cientistas descobriram os vestígios de choques massivos que custaram a vida de milhões de seres vivos durante muitos anos.

De acordo com a NASA, no último ano cerca de 1.000 asteroides se aproximaram da Terra. No entanto, todos passaram a uma distância segura do nosso planeta. Mesmo assim, nem sempre a Terra se livrou de colisões com asteroides massivos.
Com a ajuda de tecnologias e muita análise, cientistas já encontraram vestígios de impactos com asteroides que mudaram o clima, a topografia e o ecossistema de diversas partes da Terra.

Mortandade de insetos

Na Antártica, mais precisamente na Terra de Wilkes, encontra-se uma cratera com diâmetro de cerca de 500 km. A formação geológica foi achada ainda na década de 1960, o que despertou a curiosidade de pesquisadores.
Com a ajuda de imagens do satélite GRACE, cientistas americanos descobriram por um estudo em 2009 que a cratera foi o resultado do choque com um asteroide ocorrido 250 milhões de anos atrás.
Segundo o estudo, publicado pelo portal científico AGU 100, o impacto trouxe a morte de milhões de animais do período Permiano. Por volta de 96% das espécies marinhas e 73% dos vertebrados terrestres foram vítimas fatais do asteroide.

© SPUTNIK / PAVEL LISITSYN
Fragmento do meteorito de Chelyabinsk que caiu na Rússia em 15 de fevereiro de 2013
Além disso, o evento causou uma mortandade de insetos nunca vista na história. Acredita-se que 83% destes animais foram exterminados.
Os animais não sucumbiram instantaneamente, mas as consequências do impacto como erupções vulcânicas, efeito estufa e o aumento da acidez da água do mar levaram à morte deles ao longo de milhares de anos, conforme estudo publicado pela Inquéritos Científicos da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS).
No entanto, alguns outros cientistas atribuem a grande mortandade à colisão com outro asteroide na Austrália.

Extinção dos dinossauros

Da mesma forma, muitas espécies de dinossauros teriam sumido da Terra devido ao choque com um asteroide massivo cerca de 66 milhões de anos atrás.
O impacto teria ocorrido na península de Yucatán, no México. Até então, a profundidade do mar na região não seria maior do que 30 metros.

© FOTO / DIVULGAÇÃO/CENTRO DE APOIO A PESQUISA PALEONTOLÓGICA
Fóssil do dinossauro de pescoço longo mais antigo do mundo é achado no Brasil, batizado de Macrocollum itaquii
De acordo com outro estudo publicado pela PNAS, o impacto foi equivalente à explosão de várias bombas nucleares juntas. Tsunamis de centenas de metros de altura teriam entrado nos continentes, ao passo que florestas foram acometidas de grandes incêndios.
Além disso, minerais sulfurosos teriam se evaporado, resultando no esfriamento da superfície terrestre. Quase todos os dinossauros teriam morrido, assim como 16% das espécies marinhas e 18% dos vertebrados terrestres.

Choque duplo

Há 34 milhões de anos, a Terra perdeu em torno de 15% de todas as espécies de animais. A tragédia teria sido o resultado de um brusco esfriamento da superfície do planeta.
Segundo Sergei Vishnevsky, acadêmico do Instituto de Mineralogia e Petrografia da filial siberiana da Academia Russa de Ciências, a mortandade foi o resultado da colisão com dois asteroides, um na América do Norte e outro na Sibéria.
De início, a temperatura média do ar estava subindo, mas logo registrou uma queda brusca, causando o esfriamento da superfície do planeta. Isso seria explicado pelo bloqueio aos raios do Sol provocado pela concentração de poeira que subiu após as colisões.
Com a menor incidência dos raios solares, a temperatura do ar caiu e nem todos os animais puderam sobreviver o frio.
Fim dos mamutes
Outra grande extinção ocorreu 13.000 anos atrás. Na ocasião se extinguiram os mamutes, assim como os bisontes e preguiças gigantes.

© SPUTNIK / KONSTANTIN CHALABOV
Esqueleto de mamute em museu da cidade russa de São Petersburgo (imagem referencial)
A razão teria sido o impacto de um asteroide rico em platina, material comumente encontrado em meteoritos.
Procurando concentrações de platina no mundo, cientistas descobriram grande acúmulo do material na África do Sul, Groenlândia, Oeste da Ásia, América do Sul, América do Norte e Europa. Todas as amostras datavam de 12.680 anos atrás.
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