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Os Orixás regentes de 2027

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Influencias do Planeta Marte no Mapa das pessoas e do Brasil.

 


 

Influencias do Planeta Marte no Mapa.

 

O trânsito de Marte ressalta a agressividade (condição inerentemente humana, que existe independentemente da posição de um ou outro planeta - Marte, no mapa, indica onde, como e em que medida a agressividade é sentida e se manifesta individual e coletivamente). Outros pontos do mapa, quando ativados pelo trânsito desse planeta, podem indicar períodos em que esses contatos sejam concomitantes com as funções e circunstâncias marciais. Igualmente, podemos estar vivendo situações em que nos irritamos, agredimos e somos agredidos numa área da vida, enquanto em outra área somos menos pressionados e atravessamos momentos de relativa tranqüilidade. Essas coisas podem estar acontecendo num mesmo mês, às vezes num mesmo dia, quando saímos de uma discussão acirrada no trabalho e, em seguida, somos bastante cordiais com um cliente; depois, entregamo-nos à paixão numa torcida de futebol ou no ato sexual, para á seguir lermos um livro deitados numa rede. Como resolver isso? Não é tão difícil: aquela área da vida representada pelo ponto tocado pelo trânsito de Marte no mapa radical dificilmente não estará reproduzindo com maior freqüência as características modelares descritas para a simbólica daquele planeta. Aquele ponto denuncia a relação entre o que o trânsito representa para o discurso astrológico e a condição vivida.


Usando um trânsito relativamente rápido como o do planeta Marte (rápido se o compararmos com os ciclos dos planetas de Júpiter a Plutão) é mais simples identificar alterações comportamentais e circunstanciais em curto espaço de tempo. Igualmente, a escolha de Marte e não de Mercúrio, Vênus ou qualquer outro fator que visto da Terra teria maior velocidade, reside em três motivos principais:


1. Ele não é nem muito longo, nem tão efêmero quanto os de Mercúrio e Vênus, o que o torna suficientemente marcante sem que seja necessário aguardar um longo tempo para elaborarmos um parecer;
2. A manifestação das características marciais num período costuma ser facilmente observável devido à forma direta e intensa com que a área da vida por ele tocada é afetada;
Há anos venho fazendo um estudo concentrado na questão da agressividade, da violência e outras formas de expressão catártica, manifestações que em grande parte podem ser associadas ao simbolismo de Marte.


Plutão "aflito" pelo trânsito de Marte não raro coincide com períodos em que um bom número de pessoas realiza algo que faz com que elas vertam sangue ou passem por algum tipo de crise interna que represente, em nível psicológico, uma ruptura com a linearidade ou com noções de "normalidade". Podem ser verificados casos de cirurgias voluntárias ou não. O trânsito de Marte também é tradicionalmente associado a cortes e queimaduras, dependendo das circunstâncias. Mas, Há quem passe por um trânsito de Marte sem sofrer incisão em parte alguma do corpo e há quem sofra algo mais violento. No entanto, as experiências marcadas por sinais como o deste trânsito de Marte giram em torno de um feixe de possibilidades compatíveis com aquilo que o planeta representa.


Assim, pode-se demonstrar que a especificidade do trânsito do planeta e suas circunstâncias análogas independem de crença ou de estado psicológico sugestionável. Outra alegação contrária a esta proposta seria a de que a explicação de eventos pela posição de Marte possa se produzir posteriormente ao transito do planeta e que não constituiria um prognóstico verdadeiro. Se por um lado é válido dizer que a observação feita a posteriori apenas confirma o que já se sabe, por outro, é inválido dizer que ela não se justifica. Ela serve como demonstração de situações possíveis na época em que o mesmo aspecto ocorrer novamente. O que se quer aqui não é apresentar uma descrição exata, mas sim o leque restrito de possibilidades que um contato entre fatores de um mapa pode ter. Ademais, esta é como vem sendo dito apenas uma proposta de aplicação do método em estudos futuros para averiguação estatística. Marte não afeta as pessoas só por trânsitos diretos em seu movimentos em torno de Sol, mas também por seu movimento imaginário no mapa através das progressões. Podemos constatar isso observando mapas de pessoas que passaram por tragédias ou morreram vitima dessa influencia. 

 

Um exemplo é a analise do mapa de Elís Regina, astrodiagnose, onde podemos constatar o planeta Marte como, O causador da morte, ou areneta, seria então Marte, planeta que se encontra na Casa VIII zodiacal em sua progressão direta em cima do Sol, mas de forma indireta. Os trânsitos de Marte não afetam só as pessoas, mas qualquer horóscopo de nascimento seja de uma empresa nação ou evento. O Brasil, por exemplo, nasceu com uma oposição entre Marte e Saturno. E nos anos em que há trânsitos que "repetem" certos aspectos natais - sejam eles fluidos ou anunciadores de problemas - costuma-se dizer que será um ano em que aquela promessa representada por um aspecto será atualizada. Em outras palavras: no ano em que se repetem aspectos do mapa natal, será vivida de modo expressivo essa condição natal. Mais preocupante ainda é observar que a oposição entre Marte e Saturno está angular no mapa do ingresso solar de 2007, levando para o primeiro plano o sentido de indisciplina, rebeldia e ataque às estruturas constituídas, promessa mesma dessa oposição.


Olhemos mais de perto a natureza da oposição entre Marte e Saturno.
O Brasil independente nasce sob a indisciplina contra a autoridade constituída. Marte representa literalmente a espada de D. Pedro I contra o arcaísmo tacanho dos portugueses apegados à terra - Saturno em Touro representando a elite oligárquica que até agora não "largou o osso", por assim dizer. Não por acaso, D Pedro I nasceu com a Lua em Escorpião, em grau muito próximo ao Meio-Céu do nascente país.


Analisemos agora o mapa da revolução solar do Brasil para 2024.


Focando especialmente no planeta Marte, o planeta que representa a natureza independente e auto-afirmativa do país. Neste mapa ele entra o ano, na casa 11 do país e tocando Netuno e Urano do país, o que é um prenúncio ruim, pois estes dois astros da carta do Brasil, fazem quadratura a PLUTÃO, além disso, essa casa vai jogar ainda mais acidez no setor público, parlamento, política e finanças do país. As perspectivas desta revolução solar para o Brasil estão além dos efeitos turbulentos de tragédias aéreas e de negociatas de ocasião. Na verdade Marte mostra um aumento de tensão nos meios policiais, maior impaciência do povo e mais embates pelo poder político. Marte não é o regente do ano, pois quem rege 2024 é Saturno, mas, ele será o responsável pela diplomacia do país, assuntos jurídicos e vai jogar uma certa dose de veneno nas relações sociais e também nos casamentos. Muitas traições, com adultérios fazendo ruir vários casamentos.


PLUTÃO também adentra de vez o signo de Aquário, onde ficará por 20 anos, sendo que MARTE junto com PLUTÃO, regem o governo do Brasil, o que demostra que será um ano bem mais desafiador para o governo brasileiro e para Lula, aliás estes planetas irao afetar muito o presidente da república em 2024.

O Marte progredido do Brasil, se encontra em conjunção com Quiron do país, o que significa que algumas feridas do povo brasileiro irão doer mais e novas feridas se abrirão. Do lado positivo, vemos Marte na Revolução Solar do Brasil, favorecendo os esportes, as artes e a música brasileira, também o surgimento de novos políticos, o nascimento de crianças mais fortes, que trarão uma nova geração de pessoas mais artisticas e mais éticas. OGUM que é o orixá do governo do Brasil, vai auxiliar OSSAÍM, que juntamente com OXUM, regem o ano de 2024.

Também será um ano lucratico para as profissionais do sexo, acompanhantes de luxo e mercado erótico. Além disso, pode ser um bom ano para a moda no Brasil.


Analises de: Carlinhos Lima – Astrólogo e Pesquisador  


segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Planeta e Orixás Regentes de 2024: Um par poderoso

 

 

 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Astrofísica: Sonda da NASA encontra planeta 'minúsculo' (Foto)




O satélite de pesquisa TESS da agência espacial norte-americana descobriu o menor exoplaneta até hoje encontrado, chamado L 98-59b.

De acordo com estudo, publicado na revista científica The Astronomical Journal, o planeta tem um tamanho estimado entre o da Terra e o de Marte.
As dimensões desse exoplaneta são 10% menores do que as do menor planeta descoberto anteriormente pela TESS – o HD 21749c, segundo uma declaração da NASA.
 



Sua estrela hospedeira, L 98-59, é uma anã com cerca de um terço da massa do Sol e que fica a uns 35 anos-luz de distância do nosso planeta, na constelação do sul de Volans.
L 98-59b Is The Smallest Planet Yet Discovered By TESS Satellite http://ow.ly/TTPg50uQKik 

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​L 98-59b é o menor planeta já descoberto pelo satélite TESS
L 98-59b leva 2,25 dias para dar uma volta ao redor da estrela, e está tão perto dela que recebe até 22 vezes mais energia do que a Terra recebe do Sol.

Trio de descobertas

Outros dois planetas no sistema, L 98-59c e L 98-59d, também foram encontrados pelo TESS e são maiores respectivamente 1,4 e 1,6 vezes do que a Terra.
Provavelmente, nenhum dos três exoplanetas abriga vida, já que todos eles estão fora da zona habitável de sua estrela, ou seja, aquelas distâncias da estrela onde é possível a existência de água líquida em suas superfícies.
"Ainda temos muitas perguntas sobre por que a Terra se tornou habitável e Vênus não […] Se pudermos encontrar e estudar exemplos semelhantes em torno de outras estrelas, como a L 98-59, podemos potencialmente revelar alguns desses segredos", disse Joshua Schlieder, coautor do estudo.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Atmosfera de Plutão está sumindo lentamente enquanto planeta se afasta do Sol

 


Os gases que cercam Plutão estão desaparecendo, convertendo-se em gelo à medida que o planeta se afasta do Sol, fazendo com que sua atmosfera, composta por nitrogênio, metano e monóxido de carbono, desapareça lentamente.

Os resultados do estudo, realizado por um grupo de cientistas do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, (EUA), foram apresentados na 53ª Reunião Anual da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica norte-americana.

De acordo com o pesquisador Eliot Young, a missão espacial não tripulada da NASA New Horizons obteve um "excelente perfil da densidade a partir de seu sobrevoo de 2015" de Plutão, consistente com a massiva atmosfera do planeta anão, que dobrava a cada década.

"Porém nossas observações de 2018 não mostram que essa tendência tenha continuado desde 2015", adicionou o pesquisador.

A avaliação foi realizada através da "ocultação", usando uma estrela distante como luz de fundo para que os telescópios da Terra observem o que ocorre em Plutão. Trata-se de uma técnica de observação testada e utilizada amplamente na astronomia.

A atmosfera de Plutão é criada a partir do gelo vaporizado na superfície, com pequenas mudanças de temperatura que levam a mudanças significativas na densidade aparente da atmosfera. Atualmente, o planeta anão leva 248 anos terrestres para orbitar o Sol, chegando perto de 30 unidades astronômicas da estrela, ou 30 vezes a distância entre a Terra e o Sol.

No entanto, essa distância é cada vez maior, o que deixa Plutão com menos luz solar e temperaturas menores, embora, até 2018, sua pressão superficial e densidade atmosférica seguissem aumentando.

Os cientistas atribuem isso a um fenômeno conhecido como "inércia térmica".

"Uma analogia desse processo é a forma como o Sol aquece a areia em uma praia [...] A luz solar é mais intensa ao meio-dia, porém a areia segue absorvendo o calor durante a tarde, ficando mais quente ao final da tarde", explicou a pesquisadora Leslie Young.

A persistência da atmosfera de Plutão sugere que os depósitos de gelo de nitrogênio em sua superfície se mantiveram quentes graças ao calor armazenado sob a superfície, contudo, os novos dados sugerem que está começando a esfriar.

 

 

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Cientistas encontram novas evidências de existência de raro planeta com 3 sóis (FOTO)

 


Os cientistas descobriram mais evidências de que um sistema estelar perto da constelação Órion pode conter um tipo raro de planeta que orbita três sóis simultaneamente.

O sistema estelar, chamado de GW Orionis, está localizado à distância de 1.300 anos-luz da Terra. O sistema consiste de duas estrelas, orbitando uma em torno da outra, com uma terceira estrela orbitando as outras duas.

Em um novo estudo, publicado na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, os cientistas apresentaram novas evidências da existência de um planeta no centro do sistema.

Os cientistas realizaram simulações em 3D para modelar como se formaram as lacunas em anéis do GW Orionis, com base em observações de outros anéis de poeira em outros lugares do Universo.

Os pesquisadores sugerem que as lacunas apareceram quando um planeta do tamanho de Júpiter (ou vários planetas) se formou dentro de um dos anéis do GW Orionis.

Se as observações futuras do sistema confirmarem a teoria, o GW Orionis será "a primeira evidência de que um planeta de três sóis está esculpindo uma lacuna em tempo real", disse o autor principal do estudo, Jeremy Smallwood.

As duas estrelas no centro do sistema se movem em uma órbita binária tão apertada que aparecem como uma grande estrela, e a terceira gira em torno delas, o que torna observações hipotéticas impossíveis.

No entanto, se a teoria for confirmada, só por si a existência deste mundo comprovaria que os planetas podem se formar em uma variedade de condições mais ampla do que os cientistas anteriormente acreditavam.

 

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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Cientistas explicam como se formaram vales fluviais em Marte mudando superfície do planeta

 


Cientistas norte-americanos revelam que grandes inundações afetaram a formação da superfície de Marte. Os fluxos de água, que surgiram devido a transbordamento de lagos de cratera, formaram até um quarto de todos os vales no Planeta Vermelho.

Acredita-se que os leitos de rios na superfície de Marte se formaram em resultado de uma erosão fluvial lenta há 3,5 - 3,7 bilhões de anos, quando no Planeta Vermelho houve um ciclo hidrológico de águas superficiais. Tal como na Terra, os rios levavam a água para as crateras, onde se formavam lagos.

Pesquisadores dos EUA liderados por Timothy Goudge analisaram as imagens de 262 crateras em Marte onde houve antigamente lagos e concluíram que nem todos os rios do planeta desaguavam em lagos, ao contrário, alguns rios corriam a partir deles.

Os vales destes rios se formaram em pouco tempo devido ao transbordamento dos lagos de crateras, segundo um estudo publicado na revista Nature.

"Se pensarmos de como a precipitação se movia pela paisagem de Marte na antiguidade, as enchentes como resultado do transbordamento de lagos eram na verdade um processo importante à escala planetária", disse Goudge.

"Descobrimos que pelo menos um quarto do volume total de erosão nos vales marcianos foi esculpido por inundações após transbordamento de lagos. Este número elevado é particularmente impressionante considerando que os vales formados por inundações constituem apenas 3% de comprimento total de vales de Marte", disse o coautor do estudo, Alexander Morgan.

O cientista explica que essa discrepância se deve ao fato de os cânions serem muito mais profundos do que os outros vales. As inundações teriam moldado a topografia de Marte, afetando as vias de fluxo em outros vales.

Já era conhecido há algum tempo que alguns vales marcianos foram formados a partir de inundações em resultado de transbordamento de lagos. O novo estudo é a primeira análise global deste fenômeno.

 

sábado, 25 de setembro de 2021

Estações do ano em Marte poderiam indicar onde se encontra água no planeta, diz estudo


 

Uma equipe internacional de cientistas estudou variações sazonais para identificar prováveis depósitos de água gelada no subsolo de Marte, em regiões onde seria mais fácil para os futuros exploradores humanos sobreviverem.

Os resultados serão apresentados dentro de poucos dias pelo dr. German Martínez, principal autor da pesquisa, na Conferência Europeia de Ciências Planetárias (EPSC, na sigla em inglês) 2021, informa o portal Phys.org.

Usando os dados obtidos pela sonda Mars Odyssey da NASA, que passou quase 20 anos orbitando o Planeta Vermelho, Martínez e seus colegas identificaram duas áreas de particular interesse: Hellas Planitia e Utopia Rupes, respectivamente no Hemisfério Sul e Norte.

As variações sazonais nos níveis de hidrogênio detectados sugerem que quantidades significativas de água gelada podem ser encontradas a cerca de um metro de profundidade nas regiões mencionadas do planeta.

Martínez disse que "os dados do Espectrômetro de Nêutrons da Mars Odyssey mostraram sinais de hidrogênio sob a superfície de Marte em latitudes médias e equatoriais, mas ainda tínhamos o desafio de saber se estaria na forma de gelo, e se poderia ser prontamente utilizado como recurso, ou preso em sais minerais ou minerais do solo. É aqui que a variação sazonal fornece uma importante pista. Como as temperaturas mais frias do solo ocorrem ao mesmo tempo que o maior aumento no teor de hidrogênio observado, isso sugere que o gelo d’água se está formando no subsolo superficial dessas regiões durante as estações de outono e inverno [marcianos], depois se sublimando na forma de gás durante a estação quente de cada hemisfério", indica o cientista, citado na matéria.
A região branca brilhante desta imagem mostra a calota gelada que cobre o polo sul de Marte, composta por água congelada e dióxido de carbono congelado
© Foto / ESA/DLR/FU Berlin/Bill Dunford
A região branca brilhante desta imagem mostra a calota gelada que cobre o polo sul de Marte, composta por água congelada e dióxido de carbono congelado

A água gelada no subsolo foi encontrada em abundância nos polos de Marte. Entretanto, as baixas temperaturas e a luz solar limitada fazem dos polos um ambiente hostil para a exploração humana. Por sua vez, as áreas das latitudes equatoriais e médias são muito mais hospitaleiras, tanto para os humanos quanto para os aparelhos robóticos. No entanto, até agora, apenas reservatórios mais profundos de gelo d'água foram detectados, e são difíceis de alcançar.

Para sobreviver em Marte, os astronautas precisariam contar com recursos já disponíveis no local, uma vez que o envio de suprimentos regulares através dos 55 milhões de quilômetros entre a Terra e Marte em seu ponto mais próximo não é uma opção.

Como a água líquida não se encontra disponível no ambiente frio e árido marciano, o gelo se torna um recurso vital. A água não só é essencial para o suporte de vida dos exploradores, o crescimento de plantas e de alimentos, como também poderá ser decomposta em oxigênio e hidrogênio para uso como combustível para foguetes, explica o portal.

"O que planejamos fazer agora em [...] Hellas Planitia e Utopia Rupes é estudar sua mineralogia com outros instrumentos, na esperança de detectar tipos de rochas alteradas pela água [...] Tais áreas seriam candidatos ideais para missões robóticas, incluindo as de retorno de amostras, pois os ingredientes para combustível de foguetes também estariam disponíveis lá", disse Martínez, citado pela mídia.

 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Detalhes de Vênus: sonda solar Parker da NASA capta imagem única do planeta (FOTO)



 

Na quarta-feira (24), a NASA publicou uma imagem da superfície de Vênus tirada pela sonda solar Parker, quando esta passava perto do planeta em julho de 2020. A imagem também mostra a luminescência atmosférica de Vênus.

A sonda solar Parker da NASA foi lançada em 2018 para observar a coroa solar, usando gravitação de Vênus para correção de sua órbita e se aproximar cada vez mais do Sol. No total, a sonda deve passar sete vezes perto do planeta.

Além disso, a missão da Parker usa as aproximações de Vênus para realizar observações adicionais do planeta.

Durante a terceira manobra de assistência gravitacional em 11 de julho de 2020, a câmera termográfica de grande ângulo a bordo da sonda WISPR tirou uma imagem única do lado noturno do planeta à distância de 12.380 km, segundo a NASA.

A câmera termográfica WISPR se destina a receber imagens da coroa solar e heliosfera interna no espectro visível e também para estudar a estrutura do vento solar.


 
Vênus e sua luminescência atmosférica fotografados pela câmera termográfica WISPR da sonda solar Parker da NASA em julho de 2020

Durante o sobrevoo de Vênus, a WISPR detectou no rebordo do planeta uma borda brilhante, criada pela luminescência atmosférica noturna, a luz emitida por átomos de oxigênio em altas camadas de atmosfera que no lado noturno são recombinados em moléculas.

As imagens feitas pelo aparelho mostram detalhes da superfície de Vênus. Por exemplo, é possível ver a região elevada Aphrodite Terra, que tem o tamanho da África. Este elemento parece mais escuro na imagem porque sua temperatura é 30°C menor que a do ambiente em redor.

Em 20 de fevereiro, a sonda Parker se aproximou de Vênus pela última vez. Os especialistas do projeto WISPR esperam receber e processar os dados da sonda até o fim de abril.

"Se WISPR conseguir sentir a radiação térmica e ver de novo a luminescência atmosférica, isso poderá dar uma valiosa contribuição para a pesquisa de Vênus", disse o planetólogo Javier Peralta.

 

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domingo, 10 de janeiro de 2021

Estudo revela que polos em Marte se afastam do eixo do planeta, tal como na Terra

 


Marte é o segundo planeta conhecido no Universo, além da Terra, a exibir o fenômeno conhecido como oscilação Chandler, sendo ainda desconhecidas as razões exatas do fenômeno.

Um estudo publicado na revista Geophysical Research Letters confirmou que o planeta Marte oscila à medida que gira em torno de seu eixo.

A pesquisa afirma que foi detectado pela primeira vez um componente do movimento do eixo de rotação de Marte, chamado de oscilação Chandler, algo que não acontece em nenhum corpo do Sistema Solar a não ser a Terra, de acordo com o portal da União Geofísica Americana.

À medida que o Planeta Vermelho gira, seus polos se afastam ligeiramente de seu eixo de rotação, movendo-se cerca de 10 centímetros a cada 200 dias.

Os autores do estudo utilizaram 18 anos de dados coletados por três satélites que orbitam Marte: Mars Odyssey, Mars Reconnaissance Orbiter e Mars Global Surveyor, para detectar a mudança nos polos marcianos.

O efeito, descoberto pelo astrônomo Seth Carlo Chandler há mais de um século, manifesta-se em planetas que não são perfeitamente redondos.

No caso da Terra, a oscilação é mais perceptível, com os polos se afastando cerca de nove metros do eixo de rotação, em um padrão circular repetido a cada 433 dias.

Oscilação na Terra

Embora o efeito da oscilação em nosso planeta seja pouco significativo, de acordo com Eos, os cientistas ainda estão perplexos quanto aos mecanismos que o impulsionam. Eles calcularam originalmente que a oscilação deveria "morrer naturalmente" um século depois de ter começado. No entanto, a oscilação da Terra tem continuado sem parar.

A Terra gira uma vez a cada 24 horas em torno de seu eixo, dando origem ao ciclo contínuo do dia e da noite. Ao mesmo tempo, forças fazem a Terra oscilar enquanto gira, com os cientistas usando lasers e espelhos para rastrear a rotação da Terra.

A oscilação é alimentada pela gravidade do Sol e da Lua, variações na pressão atmosférica, a carga das marés oceânicas, o vento, que muda a posição do eixo da Terra em relação à superfície, bem como à órbita elíptica da Terra ao redor do Sol.

Rotação de Marte

No caso do Planeta Vermelho, os autores da pesquisa acreditam que a oscilação acabará por se extinguir.

Como Marte não tem oceanos, possui uma superfície rochosa marcada por desfiladeiros, vulcões, leitos de lagos secos e crateras, com a poeira vermelha cobrindo a maior parte da superfície do planeta, a oscilação pode ser desencadeada apenas pelas mudanças de pressão atmosférica, de acordo com a mídia.

Os cientistas esperam que estudos posteriores ofereçam mais informações sobre as forças que provocam esses movimentos.

 

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