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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Hubble registra IMAGEM de fenômeno astronômico raro na constelação de Orion

 


O telescópio espacial Hubble de NASA/ESA registrou uma imagem impressionante de um fenômeno astronômico raro, denominado objeto Herbig-Haro.

Estes objetos são formados quando o gás ionizado ejetado por uma estrela jovem interage com nuvens de gás e poeira próximas a velocidades de várias centenas de quilômetros por segundo.

Objeto Herbig-Haro na constelação de Orion, denominado HH111
Objeto Herbig-Haro na constelação de Orion, denominado HH111

Além disso, os objetos Herbig-Haro são formações de duração relativamente curta, com vida útil de milhares de anos.

Designado como HH111, o objeto está localizado a aproximadamente 1.300 anos-luz do Sol, na constelação de Orion.

 

 

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Telescópio Hubble revela imagem detalhada de aglomerado aberto (FOTO)

 


Uma nova imagem capturada pelo telescópio Hubble da NASA/ESA, nos oferece um olhar detalhado de um aglomerado espacial aberto conhecido como NGC 2164.

Os aglomerados abertos são grupos soltos de dezenas a milhares estrelas. Estes objetos são denominados desse jeito devido ao fato de que estrelas individuais tendem a ser facilmente observadas através de um telescópio, informa a revista Science News.

As estrelas em um aglomerado aberto têm a mesma origem, tendo-se todas formado na mesma nuvem molecular inicial.

Considerando sua estrutura aberta e difusa, os aglomerados em causa são instáveis, e as estrelas que os constituem tendem a se dispersar em poucos milhões de anos.

Por essa razão, elas são encontradas em galáxias espirais e irregulares, onde novas estrelas estão sendo formadas, mas não em galáxias elípticas, que não estão produzindo novas estrelas e nas quais qualquer aglomerado aberto teria se quebrado há muito tempo.

Imagem de aglomerado aberto NGC 2164 capturada pelo Telescópio Espacial Hubble
Imagem de aglomerado aberto NGC 2164 capturada pelo Telescópio Espacial Hubble

O NGC 2164, também conhecido como ESO 57-62 ou BMG 191, é um jovem aglomerado aberto na parte sul da constelação Dorado.

"O NGC 2164 está localizado dentro de um dos vizinhos mais próximos da Via Láctea - a galáxia satélite conhecida como a Grande Nuvem de Magalhães [...] É considerada uma galáxia satélite porque está gravitalmente ligada à Via Láctea", explicaram os astrônomos do Hubble, citados na matéria.

De igual modo, os especialistas também referiram que "o NGC 2164 está bem acompanhado pela Grande Nuvem de Magalhães — a galáxia satélite contem cerca de 700 aglomerados abertos, junto com outros 60 aglomerados globulares", citados pela Science News.

O corpo celeste em estudo, foi descoberto pela primeira vez em 27 de setembro de 1826 pelo astrônomo escocês James Dunlop.

 

Hubble mostra IMAGEM brilhante de 'fornalha' espacial a 68 milhões de anos-luz da Terra

 


O Telescópio Espacial Hubble da NASA captou uma imagem brilhante da galáxia NGC 1385, uma galáxia espiral localizada a 68 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Fornax, ou Fornalha.

A NGC 1385 foi nomeada como Fornax por Nicolas-Louis de Lacaille, astrônomo francês que descobriu essa constelação em 1713. Nicolas-Louis de Lacaille descobriu 14 das 88 constelações reconhecidas até hoje.

Ilustração da galáxia espiral NGC 1385
Ilustração da galáxia espiral NGC 1385

A imagem foi capturada pelos pesquisadores da NASA usando o Wide Field Camera 3 (WFC3), que é uma das principais câmeras usadas pelo Hubble, podendo produzir imagens incríveis do cosmos.

A WFC3 foi instalada durante a missão de 2009, quando os astronautas visitaram o telescópio espacial pela última vez. Contudo, a câmera continua operando perfeitamente depois de uma década de uso.

 

 

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Hubble capta IMAGEM incrível de redemoinho galáctico no vasto Universo



 

O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA captou uma imagem incrível de um redemoinho galáctico denominado NGC 691.

A foto captada pelo Hubble mostra a estrutura característica da galáxia, a parte central brilhante e seus braços espirais, parecendo-se com um redemoinho localizado no vasto Universo.

Galáxia espiral NGC 691
Galáxia espiral NGC 691

A imagem foi captada utilizando diferentes filtros e colorida por artistas visuais especializados, combinando as imagens coloridas dos filtros individuais e permitindo que o objeto seja recriado de maneira totalmente colorida.

O corpo celeste é uma galáxia espiral situada na constelação de Áries, a aproximadamente 120 milhões de anos-luz da Terra.

A NGC 691, descoberta pelo astrônomo William Herschel em 1786, faz parte do grupo de galáxias do mesmo nome, que possui outros dez membros.

 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Detalhes de Vênus: sonda solar Parker da NASA capta imagem única do planeta (FOTO)



 

Na quarta-feira (24), a NASA publicou uma imagem da superfície de Vênus tirada pela sonda solar Parker, quando esta passava perto do planeta em julho de 2020. A imagem também mostra a luminescência atmosférica de Vênus.

A sonda solar Parker da NASA foi lançada em 2018 para observar a coroa solar, usando gravitação de Vênus para correção de sua órbita e se aproximar cada vez mais do Sol. No total, a sonda deve passar sete vezes perto do planeta.

Além disso, a missão da Parker usa as aproximações de Vênus para realizar observações adicionais do planeta.

Durante a terceira manobra de assistência gravitacional em 11 de julho de 2020, a câmera termográfica de grande ângulo a bordo da sonda WISPR tirou uma imagem única do lado noturno do planeta à distância de 12.380 km, segundo a NASA.

A câmera termográfica WISPR se destina a receber imagens da coroa solar e heliosfera interna no espectro visível e também para estudar a estrutura do vento solar.


 
Vênus e sua luminescência atmosférica fotografados pela câmera termográfica WISPR da sonda solar Parker da NASA em julho de 2020

Durante o sobrevoo de Vênus, a WISPR detectou no rebordo do planeta uma borda brilhante, criada pela luminescência atmosférica noturna, a luz emitida por átomos de oxigênio em altas camadas de atmosfera que no lado noturno são recombinados em moléculas.

As imagens feitas pelo aparelho mostram detalhes da superfície de Vênus. Por exemplo, é possível ver a região elevada Aphrodite Terra, que tem o tamanho da África. Este elemento parece mais escuro na imagem porque sua temperatura é 30°C menor que a do ambiente em redor.

Em 20 de fevereiro, a sonda Parker se aproximou de Vênus pela última vez. Os especialistas do projeto WISPR esperam receber e processar os dados da sonda até o fim de abril.

"Se WISPR conseguir sentir a radiação térmica e ver de novo a luminescência atmosférica, isso poderá dar uma valiosa contribuição para a pesquisa de Vênus", disse o planetólogo Javier Peralta.

 

Mais vistas da semana

 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Ampulheta cósmica: telescópio Hubble registra imagem sensacional da nebulosa M1-63 (FOTO)

 


M1-63 é uma nebulosa planetária bipolar e está localizada ao sul da pequena constelação de Scutum.

Também conhecida como VV 209, IRAS 18486-1314 e 2MASS J18513095-1310367, a nebulosa está a uma distância de quase 32 mil anos-luz da Terra, segundo o portal SCI News.

"Uma nebulosa como esta é formada quando a estrela em seu centro derrama enormes quantidades de material de suas camadas externas, deixando para trás uma nuvem espetacular de gás e poeira", explicou um dos astrônomos do Hubble citado pela mídia.

Acredita-se que um sistema binário de estrelas no centro da nebulosa bipolar seja capaz de criar formas de ampulhetas ou borboletas como a desta imagem porque o material da estrela que se desprende é canalizado em direção aos seus polos com a ajuda da companheira, criando a distinta estrutura de lóbulo duplo vista em nebulosas como M1-63.


 
Imagem da nebulosa planetária M1-63 registrada pelo telescópio Hubble da NASA

A nova imagem do M1-63 é baseada em dados obtidos por meio da câmera instalada no telescópio Hubble chamada Wide Field Camera 3 (Câmera de Campo Largo 3, na tradução), a qual possui quatro filtros: F200W, F350W, F502W e F814W.

A cor resulta da atribuição de matizes diferentes a cada imagem monocromática associada a um filtro individual.

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Imagem hiper-realista de Jesus Cristo é criada com ajuda de inteligência artificial (FOTO)



O fotógrafo holandês já havia usado tecnologia para recriar figuras históricas e fictícias, mas foi o seu trabalho mais recente que provocou rebuliço nas redes sociais.

Com a ajuda de inteligência artificial, o fotógrafo holandês Bas Uterwijk cria representações artísticas de personagens famosas e, em seu mais novo trabalho, Uterwijk produziu uma foto hiper-realista de Jesus Cristo.
O artista usou o serviço de rede neural Artbreeder para combinar várias imagens conhecidas de Jesus, incluindo representações artísticas de origem bizantina e renascentista, como "Salvator Mundi", de Leonardo da Vinci. Uterwijk também tentou adaptar a aparência do profeta à área geográfica e ao tempo em que viveu, como o cabelo e a barba, para que ficasse de acordo com as etnias do Oriente Médio da época.

thread: My Jesus portrait is going pretty viral on Twitter at the moment, without me being tagged so for everyone interested here is a little info on the process of constructing it: @OmarjSakr
2,4 mil
888 pessoas estão tweetando sobre isso



No momento, meu retrato de Jesus está se tornando viral, sem que eu seja marcado, então para todos os interessados aqui estão algumas informações sobre o processo para construí-lo
Embora o resultado seja hiper-realista, o próprio artista reconhece que é simplesmente uma das possibilidades de como Jesus poderia ser. O trabalho foi amplamente compartilhado nas redes sociais e muitos internautas expressaram que esta representação de Cristo se distanciava do que é conhecido no Ocidente.
No entanto, outras pessoas consideraram o retrato de Uterwijk a primeira representação convincente do Jesus histórico. "Nunca entendi por que Jesus é retratado com cabelos louros, liso e com aparência escandinava, quando ele é do Oriente Médio", comentou uma internauta no Twitter.
"O resultado é uma impressão artística de como esse homem [Jesus Cristo] poderia ser, mais do que uma busca científica por uma semelhança exata", afirmou Uterwijk na rede social.

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