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segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Telescópio Hubble revela imagem detalhada de aglomerado aberto (FOTO)

 


Uma nova imagem capturada pelo telescópio Hubble da NASA/ESA, nos oferece um olhar detalhado de um aglomerado espacial aberto conhecido como NGC 2164.

Os aglomerados abertos são grupos soltos de dezenas a milhares estrelas. Estes objetos são denominados desse jeito devido ao fato de que estrelas individuais tendem a ser facilmente observadas através de um telescópio, informa a revista Science News.

As estrelas em um aglomerado aberto têm a mesma origem, tendo-se todas formado na mesma nuvem molecular inicial.

Considerando sua estrutura aberta e difusa, os aglomerados em causa são instáveis, e as estrelas que os constituem tendem a se dispersar em poucos milhões de anos.

Por essa razão, elas são encontradas em galáxias espirais e irregulares, onde novas estrelas estão sendo formadas, mas não em galáxias elípticas, que não estão produzindo novas estrelas e nas quais qualquer aglomerado aberto teria se quebrado há muito tempo.

Imagem de aglomerado aberto NGC 2164 capturada pelo Telescópio Espacial Hubble
Imagem de aglomerado aberto NGC 2164 capturada pelo Telescópio Espacial Hubble

O NGC 2164, também conhecido como ESO 57-62 ou BMG 191, é um jovem aglomerado aberto na parte sul da constelação Dorado.

"O NGC 2164 está localizado dentro de um dos vizinhos mais próximos da Via Láctea - a galáxia satélite conhecida como a Grande Nuvem de Magalhães [...] É considerada uma galáxia satélite porque está gravitalmente ligada à Via Láctea", explicaram os astrônomos do Hubble, citados na matéria.

De igual modo, os especialistas também referiram que "o NGC 2164 está bem acompanhado pela Grande Nuvem de Magalhães — a galáxia satélite contem cerca de 700 aglomerados abertos, junto com outros 60 aglomerados globulares", citados pela Science News.

O corpo celeste em estudo, foi descoberto pela primeira vez em 27 de setembro de 1826 pelo astrônomo escocês James Dunlop.

 

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Telescópio Hubble capta FOTO de duas galáxias em aglomerado gigante a 350 milhões anos-luz da Terra

 


Telescópio espacial Hubble da NASA conseguiu captar duas enormes galáxias que fazem parte do enorme aglomerado de galáxias Perseu.

Ambas as formações se encontram a uma distância aproximada de 350 milhões de anos-luz da Terra. Aquela que se encontra na parte esquerda da imagem é uma galáxia lenticular e a que está situada à direita em baixo é uma galáxia espiral.

O aglomerado de Perseu, também conhecido como Abell 426, é um dos objetos mais massivos no Universo observável, contendo mais de 1.000 galáxias imersas em uma vasta nuvem de gás.

 

Two enormous galaxies steal the show in this spectacular #HubbleFriday image. The galaxy on the left is a lenticular galaxy named 2MASX J03193743+4137580. The spiral galaxy on the right is (much more simply) named UGC 2665: go.nasa.gov/3k2LxUO




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Duas enormes galáxias são protagonistas nesta imagem espetacular. A que está à esquerda é uma galáxia lenticular chamada 2MASX J03193743 4137580. À direita é uma galáxia espiral (com nome muito mais simples) de UGC 2665.

Segundo cientistas da NASA, os impressionantes detalhes da imagem foram captados graças à potente resolução e alta sensibilidade da câmera de campo largo WFC3, que opera tanto na faixa de radiação de luz visível como na infravermelha.

 

sábado, 19 de dezembro de 2020

Cadê?! Ausência de buraco negro supermassivo em aglomerado de galáxias intriga cientistas (FOTO)



 

Astrônomos avistaram aglomerado de galáxias distante sem o esperado buraco negro supermassivo em seu centro. Esse buraco negro devia ter uma massa entre três e 100 bilhões de vezes a do Sol.

Um buraco negro supermassivo deveria estar presente no centro do aglomerado de galáxias Abell 2261, cerca de 2,7 bilhões de anos-luz da Terra, de acordo com observações feitas entre 1999 e 2004. Um estudo, que será publicado na revista científica American Astronomical Society, procurou novamente e acabou tornando a ausência mais intrigante.


 

​Abell 2261: à caça de um buraco negro gigante desaparecido

Os cientistas explicam que, se o buraco negro supermassivo foi lançado para o espaço, deveria ter deixado evidências de sua passagem. Mas também não há nenhum sinal disso no material ao redor do centro galáctico.

Quase todas as grandes galáxias do Universo conhecido possuem um buraco negro supermassivo. Quanto mais massiva for a galáxia, maior será o buraco negro. Previu-se que o buraco negro do aglomerado de galáxias Abell 2261 seria um dos maiores já registrados.

O buraco negro em questão poderia ter até 100 bilhões de vezes a massa do Sol. O buraco negro supermassivo central da Via Láctea, em contraste, é estimado em apenas quatro milhões de vezes a massa do Sol.

"O mistério da localização deste gigantesco buraco negro, portanto, continua. Embora a busca não tenha sido bem-sucedida, ainda há esperança para os astrônomos que procuram este buraco negro supermassivo no futuro", afirma a agência espacial norte-americana NASA em comunicado divulgado na quinta-feira (17).

Os cientistas esperam usar o Telescópio Espacial James Webb para dar uma olhada mais de perto no aglomerado de galáxias Abell 2261.

 

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