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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Deus Todo Poderoso e Criador - o Alfa e o Omega

Deus é o primeiro, o ultimo e o único! Mas, ele não tem apenas duas formas de atuação, na verdade Deus se derrama em graças e de muitas formas. E quando se fala de forma genérica Deus, como faziam os antigos ao se referir a Zeus, parece que temos que aceitar essa forma em todas as religiões, na verdade, o Deus dos Hebreus, tem uma ligação ancestral não podemos garantir que seja o mesmo dos celtas, dos essênios, dos incas ou de qualquer outro povo! Quando se fala "o Deus da Bíblia", mas, quem é esse Deus? Nem o bibliólatra mais fanático ou teólogo mais aplicado pode garantir quem é ele! E é o unico Deus dos hebreus, a Trindade dos católicos? O que quer dizer quando é chamado de Eloin? Deus dos Anjos! Isso sabemos, mas, é a mesma manifestação em todas as épocas da historia humana? Ai é onde os sabichões e manipuladores da fé, perdem o rumo e não compreendem o porque de na Umbanda termos tantos orixás fluindo e convergindo poder de uma unica fonte, mas, com ramificações e ações diversas! Assim o Oxalá de um individuo pode ter uma ação bem diferente de um outro ou o carma de um pode ter um sentido totalmente diferente de uma outra pessoa. Não basta apenas os princípios de fé, amor, caridade e expiações, como querem muitos espiritualistas. Porque ser generoso, bom, justo, misericordioso e buscar evoluir já é um dever de todos nós encarnados, mas, saber a forma peculiar e particular, isso teremos que descobrir. E não há um padrão plastificado pra desenvolver isso!

ALFA E ÔMEGA


Alfa. A primeira letra do alfabeto grego e a primeira letra da palavra arche = princípio; simboliza na Bíblia e na iconografia e literatura cristã os primórdios. 

Alfa e Ômega. Letras inicial e final do alfabeto grego, que "contém" todas as outras letras; por essa razão, simbolizam o abrangente, a totalidade, Deus e, sobretudo, Cristo como o primeiro e o último (motivo secundário frequente no monograma de Cristo). Teilhard de Chardin utilizou essas duas letras como ilustrações de sua teoria da evolução. 

Ômega. É a última letra do alfabeto grego; sobretudo no cristianismo, simboliza o fim e a plenitude do mundo. Teilhard chama de "ponto ômega" o objetivo último ambicionado pela evolução da humanidade.

O Tetragrama Para que compreendamos o que significa o Tetragrammaton é necessário, antes de tudo, definir acrônimo. A palavra acrônimo tem origem no grego (akron = extremidade + onymo = nome) e significa o conjunto de letras, pronunciado como uma palavra, formado a partir das letras iniciais (ou de sílabas) de palavras sucessivas que constituem uma denominação. Por exemplo, a sigla NASA (National Aeronautics and Space Administration) é um acrônimo. Dessa forma, a palavra Tetragrama tem origem no grego (tetra = quatro + gramma = letra) e significa a expressão escrita, constituída de quatro letras ou sinais gráficos, destinada a representar uma palavra, acrônimo, abreviatura, sigla ou a pauta musical de quatro linhas do canto-chão. Acredita-se que o Tetragrama hebraico designa o nome pessoal do "Deus de Israel", como foi originalmente escrito e encontrado na Torah, o primeiro livro do Pentateuco. Este tetragrama varia como YHWH, JHVH, JHWH e YHVH. Em algumas obras, especialmente no Antigo Testamento escrito em sua maioria em hebraico com partes em aramaico, o Tetragrama surge mais de 6 mil vezes (de forma isolada ou em conjunção com outro nome divino). 

O impronunciável nome de Deus A tradição esotérica dos judeus, a cabala, considera o nome de Deus sagrado e impronunciável. Possivelmente, a origem deste conceito está no terceiro Mandamento: "Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão". (Êxodo - Capítulo XX - Versículo VII). Assim, um grupo de sábios judeus, conhecidos como Massoretas, incorporou "acentos" que funcionavam como vogais e viabilizavam a pronúncia do tetragrama, resultando na palavra Adonai (Senhor), que passou a ser utilizada para pronunciá-lo. Os nomes Jeová, Iehovah, Javé, Iavé, ou ainda Yahweh, são adaptações para a língua portuguesa da palavra Adonai, e não do tetragrama original. Porém, há ainda uma crença entre os judeus do início do período cristão, que a própria palavra Torah seria parte do nome divino. Há outra relação interessante encontrada nos nomes originais de Adão e Eva, Yod e Chawah, respectivamente. Uma combinação entre estes dois nomes resulta numa das variações do tetragrama, YHWH, fato que sugere uma relação entre Criador e criatura. Com o decorrer do tempo, foram adotados outros termos para se referir ao Tetragrama: "O Nome", "O Bendito" ou "O Céu". O místico cristão, Jacob Boehme, utilizando-se de uma cabala gráfica (conhecida como Árvore da Vida), encontrou os 72 Nomes de Deus (publicado em 1652, no livro Oedipus Aegypticus). Sendo que todos são formados por apenas quatro letras, o que caracteriza mais uma vez o tetragrama. Seguindo este raciocínio, encontramos também Tupã (divindade dos índios brasileiros), Yang (em chinês, possui vários significados, entre eles, Deus do bem), Bara (o equivalente à Deus na seita islâmica Beahismo) e Xiva (divindade Hindu). 

Cabala retrata Deus como estando acima de toda a existência, através de uma série de dez emanações do mundo, foi criado o sistema é um pouco panteísta uma vez que tudo o que existe tem o seu lugar em Deus.. Através de boas obras um judeu piedoso supostamente afeta as emanações diferentes, afectando em última análise Deus em favor da humanidade. Cabala inclui reencarnação. A alma pura, uma vez que o corpo morre, vai estar presente entre as emanações que controlam o mundo. Uma alma impura deve renascer em outro corpo, eo processo continua até que tenha sido feito puro. O mal é apenas a negação do bem, e no mal configuração judaica é superado pelos três grandes ênfases, juntamente com a estrita observância da lei. O que é mais marcante é o princípio hermenêutico de encontrar significados ocultos nos textos das Escrituras. Linguagem humana na Escritura é examinado não apenas alegoricamente e analogicamente, mas também através da interpretação de palavras e letras de acordo com os seus equivalentes numéricos, e trocando equivalentes numéricos novas letras e palavras poderiam ser criados, permitindo assim novas interpretações. Cabala judaica influenciou movimentos messiânicos, principalmente Hasidism, que desenvolveu uma expressão alegre religiosa que evitou o legalismo estéril. 

Considerado em si mesmo, o Ser Supremo é o En-Sof (Infinito, Infinito) e, em certo sentido, o En (inexistente), pois não existe é de concepção humana uma limitação que, como tal, não deve ser baseada Dele. Podemos conceber e falar de Deus só na medida em que ele se manifesta e, por assim dizer, atualiza a Si mesmo em ou através do Sephiroth. Sua primeira manifestação foi por meio de concentração em um ponto chamado a primeira Sephira - "Coroa", como é chamado - o que dificilmente distinguível do En-Sof de quem emana, e que se expressa na Bíblia por o Ehieyeh (I am). Desde a primeira Sephira procedeu uma potência masculina ou ativo chamado de sabedoria, representada na Bíblia por Yah, e um oposto, ou seja, uma potência feminina ou passiva, chamado de inteligência, e representado pelo Senhor. Estas duas potências opostas são acopladas pela "Coroa", e, portanto, produz a primeira trindade da Sephiroth. A partir da junção das tendências anteriores opostos emanou a potência masculina chamada amor, o quarto Sephira, representada pelo El bíblica, e da justiça feminino, o quinto Sephira, representada pela Elohah nome Divino. -Los novamente emanou a potência de união, a beleza, a Sephira sexta representado na Bíblia por Elohim. E assim se constituiu a segunda trindade da Sephiroth. Por sua vez, a beleza radiante diante da sétima Sephira, a potência masculina, firmeza, correspondente ao Senhor dos exércitos, e este novamente produzido o esplendor potência feminina, representada por elohe Sabaoth. Do esplendor emanou o nono Sephira, fundação, que responde o nome Divino El-Hai e fecha a terceira trindade da Sephiroth. Por fim, o esplendor envia reino, a décima Sephira, que circunda todos os outros e é representado por Adonai. Estes dez Sephiroth são emanações do En-Soph, formando entre si e com ele uma unidade rígida, da mesma forma que os raios que procedem à luz são simplesmente manifestações de uma e a mesma luz. Eles são infinitos e perfeito quando o En-Soph dá a Sua plenitude para eles, e finito e imperfeito quando essa plenitude é retirado deles (Ginsburg). Em sua totalidade, eles representam e são chamados de o homem arquétipo, sem os quais a produção de mundos permanentes era impossível. Na verdade, eles constituem o primeiro mundo, ou o mundo das emanações, que é perfeito e imutável por causa de sua procissão direto da Divindade.
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