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A pombagira

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Maria Padilha e suas lendas


Maria Padilha - nome que signigica Rainha do Fogo, é uma entidade de luz que trabalha a serviço de Ogum. Viveu à muito tempo atrás na França segundo algumas lendas, e foi dona de uma casa de damas(Cabaré), (por isso muitos chamam de Rainha do Cabaré), todos os homens que ela teve, em cada uma das encarnações, num total de sete, estão com ela na espiritualidade. Isso tudo ao menos é o que dizem as lendas. Mas, na verdade o que existe é uma grande confusão. Pomba-gira não é mulher de sete exus, mas, o certo analisando hierarquicamente é que ela é a unica mulher entre 7 exus.

O que entendo é que esses são nomes de guerra e estão longe de revelar os verdadeiros nomes dessas entidades. Além do mais, Maria Padilha é só uma entidade que tem uma falange em evolução. Há uma profecia que conta que no ano 2000, Maria Padilha, a rainha das rainhas vai pisar nos Orixás. Vê se pode! Isso nunca aconteceria. Na verdade o que confumdem é antigas profecias secretas sobre Lilith.

Segundo essas distorcidas lendas "Os Orixás vão reverenciá-la pois a sua missão é de converter o homem que ela ama (Lúcifer, anjo das trevas) para a luz". Veja a que ponto chega a interferencia do sincretismo e bagunças religiosas na Umbanda! Eles vão entrar na casa de Deus ambos de branco. Ela sentará ao lado de Jesus Cristo e ele aos pés de Cristo - mera confusão de quem teve essa visão! Maria Padilha salvará 7000 almas e entregará as chamas do inferno a 7000 almas. Além de ironico mentiroso e ridiculo essa profecia não passa de engodo e falsas revelações. 

Seus "Trabalhos" prediletos são na área do amor. Outra distorção diz que "Ela adora crianças, adora animais, a vida". Na verdade eu até concordo que como detentora do axé que controla a sexualidade, ela também lute pela vida. Mas, pelo arquetipo mostrado peles exus, e isso inclui Pomba-gira, culturalmente nem gosta de crianças, animais ou coisas infatís. Ela segue os mesmos preceitos da Lilith.

Vida é luz.Toda a consulta espiritual que é desenvolvida inicialmente e o andamento de todos os trabalhos são feitos através de Maria Padilha. Mas, essa é a orixa evoluida e tem muitas magas negras se passando por ela ai na Quiumba. Inclusive com pessoas como essas que fizeram essas ridiculas profecias.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Captar energias - A sincronicidade.


Muitas pessoas, não acreditam mas, existe uma harmonia energitica muito maior entre algumas pessoas do que eme outras. Em todos os sentidos, tanto em amor, quando, em sociedades ou qualquer tipo de comunhão entre individuos. Isso é troca de energia, e muitas pessoas se captam com mais intensidade do que outras. Eu mesmo ja passei por isso. E isso ocorre com mais frequencia, em pessoas que tenham uma mediunidade aflorada e mais ainda nas que tem alta sensitividade. Em termos umbandisticos por exemplo, as pessoas que tem vibrações de Erê sentem e repassam essa sincronicidade muito mais intensamente.
Criado pelo psicanalista Carl Gustav Jung, em 1929, o termo sincronicidade define um princípio de ligação não-causal. Desde o início de seus trabalhos com os sonhos, Jung percebeu a tendência dos motivos oníricos coincidirem com situações reais, com um significado semelhante ou mesmo com situações reais idênticas (Esquenazi, Rose. “Sábia sincronicidade”, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 25.set.2004, Vida, n. 42, p. 22).
A sincronicidade não é uma imposição do mundo de fora. A nossa vida é sincrônica em relação a tudo, mas falta a questão da consciência, opina Álvaro Gouvêa, psicólogo, PUC-Rio. Quando se percebe a sincronicidade, participa-se do evento e aí vem o gozo, como dizia Lacan. O universo psíquico não existe sozinho. Sincrônico é algo de dentro colocado no mundo e correspondido pelo mundo. Sentimos prazer quando uma coisa desejada coincide com os acontecimentos de fora.
Isso ocorre, porque apesar de muitas pessoas que se dizem ceticas pensarem que somos apenas materia, na verdade todos somos feitos de energia condensada. Tudo no universo tem energia. E é essa energia que captamos, ou tentamos bloquear quando entramos em contato com uma pessoa.
A sincronicidade pode acontecer com qualquer pessoa, mas é preciso estar em contato consigo mesmo para perceber. Às vezes, ocorre um fato externo e o significado subjetivo, interior, ocorre em seguida. Situações sincrônicas são recados do céu, um toque divino garantindo não estarmos sozinhos na Terra, de acordo com os românticos. E assim essa sincronicidade não acontece apenas com pessoas encarnadas, como tambem com forças espirituais. É assim que se opera com um Guia querido nas religiões espiritualistas e é por isso que nos damos melhor com nossos guias harmonicos afinizados com a mesma frequencia vibratoria da nossa.
Quando prestamos atenção aos acontecimentos e colocamos a nossa intenção e intuição em estado de alerta, somos capazes de propiciar sincronicidades. Os seres humanos têm radares com capacidade de ir além da percepção consciente. Acontecem mil coisas fora de nossa compreensão. E todo aquele que tem uma alta sensibilidade e mediunidade aflorada vai captar tudo isso com maior facilidade.
Existem coincidências boas e más, é só preciso prestar atenção. Quanto mais se presta atenção, mais essas coincidências são percebidas. Se acontece uma coincidência infeliz, dá-se o nome de azar. Se acontece uma coincidência feliz, diz-se ser o máximo da coincidência, mas, outros preferem chamar de sorte. Existem também as coincidências gratuitas. Aparentemente elas não servem para nada. São apenas engraçadas. E eu prefiro chamar de acaso. E quem lida com os oraculos e ciencias divinatorias se depara com isso corriqueiramente.
Existem teorias para explicar as coincidências, entre elas: a lei da serialidade, a mais antiga (anos 20), de Paul Kammerer, austríaco, segundo a qual fatos parecidos tendem a acontecer juntos; mas, eu sou muito mais simpatizante da teoria da sincronicidade, de Carl G. Jung.
Um fato torna-se sincrônico quando traz uma emoção e um significado novo à vida. Tal acontecimento pode transformar uma pessoa muito racional, incapaz de deixar uma emoção brotar, em alguém mais sensível.
Robert Langdon, professor de simbologia religiosa, não confiava no conceito de coincidência. Por ter passado a vida explorando a interconexão oculta entre emblemas e ideologias aparentemente díspares, Langdon via o mundo como uma teia de história e eventos profundamente entrelaçados. As conexões podem ser invisíveis, mas estão sempre presentes, enterradas logo abaixo da superfície, observa Dan Brown (“O código Da Vinci”. Rio de Janeiro: Sextante, 2004, p. 23).
Eu como espiritualista e ja tendo vivido fatos importantes em minha vida referentes a captação de energias, não duvido da sincronicidade alias, tenho profunda certeza de que somos sim capazes de captar as energias de outras pessoas, tanto para o bem, quanto para o mal. Por isso eu acho tão importante os passos tão usados, na Umbanda e em outras religiões espiritualistas. Como também tenho por certo que podemos infelismente captar as energias ruins de pessoas que tentam nos prejudicar, até mesmo involuntariamente, como no chamado "Olho Gordo". Como tarologo e lhe dando com Umbanda e Astrologia todos os dias, as vezes enfrento cargas pesadissimas, que me deixam muito mal. Por isso esse é um ramo muito perigoso. Pois, se trabalhar com a natureza humana, é muito mais complexo do que parece. E ao lhe dar com forças mais ocultas ainda, o risco é muito maior. Por isso aconselho a todos os buscadores, que não se joguem de cabeça no mundo das pesquisas, sem uma orientação prudente e sincera. Luz a todos! Axé.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
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