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A pombagira

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Comprovada 'evidência de guerra total' no período mais próspero dos maias



Os maias eram muito mais violentos no período de prosperidade do que se imaginava e, para comprovar, há uma "evidência de guerra total", de acordo com um estudo publicado pela revista científica Nature Human Evolution.

Liderados por David Wahl, do Serviço de Geologia dos EUA, pesquisadores examinaramum antigo hieróglifo em Naranjo, uma cidade maia a 32 km a sul de Witzna, o que é agora território norte da Guatemala.
Os pesquisadores ficaram intrigados ao descobrir que o texto revela uma série de operações militares contra um reino vizinho, incluindo Bahlam Jol, que pertencia a Naranjo. As inscrições diziam que a cidade "pegou fogo pela segunda vez".
Segundo os pesquisadores, o ataque ocorreu em maio de 697 d.C., ou seja, um ano depois de outro reino, o Komkom, ser arrasado pelas chamas.
A equipe de pesquisadores analisou evidências físicas para apoiar as afirmações do hieróglifo de uma cidade queimada, estudando sedimentos em um lago perto do local, e encontraram "uma distinta camada de carvão vegetal" do final do século VII, o que mostra que houve um grande incêndio.

Diminuição da população

A data coincide com o registro hieroglífico de Bahlam Jol em chamas. O estudo também revelou uma redução no uso do solo, o que poderia estar ligado a uma diminuição da população.
O que torna a investigação tão inovadora é que os acontecimentos mencionados nas inscrições ocorreram durante o período Maia Clássico (de 250 a 900 d.C.), durante o auge da civilização.
Os pesquisadores não acreditavam que a violência fizesse parte da vida maia durante este período, com exceção de rituais. Guerra e ataques violentos cresceram em destaque no Período Pós-Clássico, entre 800 e 950 d.C., coincidindo com o declínio da civilização.

Colapso da civilização

As teorias existentes sugerem que as cidades superpovoadas e a seca severa resultaram nas guerras que eventualmente provocaram o colapso da civilização maia.
"Tal como acontece com muitos aspectos da civilização maia, continuamos percebendo que os maias pré-hispânicos eram mais complexos do que imaginado", conclui o estudo.
Os pesquisadores acreditavam anteriormente que a época era marcada pela prosperidade e sofisticação, quando foram estabelecidas extensas redes comerciais e montados calendários avançados com base em um estudo aprofundado das estrelas.

Espaço: Humanidade tem que recear asteroide enorme que se aproxima da Terra?


Um asteroide enorme do tamanho da Grande Pirâmide de Gizé se aproxima da Terra, informa a NASA. O especialista russo em estudos espaciais Natan Eismont comenta a situação em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

O asteroide "potencialmente perigoso", que supera o tamanho da Grande Pirâmide de Gizé, vai se aproximar da Terra no fim de agosto, segundo os dados da NASA.
No dia 28 de agosto o asteroide 2019 U1, com diâmetro de 160 metros, estará a uma distância da Terra que é 40 vezes menor que a distância entre a Terra e Vênus. O asteroide vai se cruzar com a Terra a uma distância de cerca de um milhão de quilômetros.
O especialista russo Natan Eismont, do Instituto de Estudos Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, afirmou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que todos os asteroides grandes que são perigosos para a Terra são conhecidos dos cientistas.
"Os asteroides que representam perigo estão em grande medida catalogados. Inclusive os "asteroides do tamanho da Pirâmide de Gizé". O encontro de um asteroide deste tamanho com a Terra seria uma grande catástrofe. Agora a situação é a seguinte: as pessoas gostam de serem assustadas, por isso declarações, anúncios destes aparecem com frequência. Descobre-se um asteroide, mas ele passa ao lado – os parâmetros de seu movimento são determinados por uma quantidade insuficiente de observações e ao final se revela que o perigo foi exagerado, porque os parâmetros de movimento do corpo celeste não foram determinados com precisão", disse Natan Eismont.
Antes, a Agência Espacial Europeia (ESA) renovou a lista dos objetos cósmicos que representam perigo para a Terra.
Considera-se que o incidente mais próximo seria a colisão hipotética da Terra com o asteroide 2006QV89. Segundo os especialistas da Agência, isso pode acontecer no dia 9 de setembro deste ano. A probabilidade deste evento é de uma chance em sete mil. Agora o asteroide está a uma distância de cerca de 6,7 milhões de quilômetros da Terra.
O asteroide 2010RF12 encabeça a lista dos asteroides potencialmente perigosos. Cientistas supõem que a aproximação perigosa do corpo celeste com a Terra aconteça em 2095. A probabilidade da colisão é de uma chance em 16.

Astrofísica: Asteroide do tamanho da Pirâmide de Gizé estaria se dirigindo para Terra


Agosto promete ser um mês cheio de asteroides se aproximando da Terra: alguns dias atrás foi dito que um grande corpo celeste, maior que o Empire State Building dos EUA, se está aproximando do nosso planeta. E há mais por vir.

Espera-se que um asteroide enorme, conhecido por Asteroid 2019 OU, se aproxime da Terra no dia 28 de agosto a uma distância curta de apenas 0,00687 unidades astronômicas, ou mais de um milhão de quilômetros, afirmaram cientistas do Laboratório de Propulsão a Jacto (JPL) da NASA.
Estima-se que o objeto celeste da classe Apollo, que representa a maioria dos Objetos Potencialmente Perigosos (PHO), tenha uma largura de 150 metros e passe pelo nosso planeta com a velocidade de 13 quilômetros por segundo.
A classe de asteroides Apollo agrupa os asteroides com órbitas próximas à da Terra. O exemplo mais famoso de um asteroide deste tipo é o meteorito que explodiu na atmosfera da Terra perto da cidade russa de Chelyabinsk em fevereiro de 2013. Em consequência da explosão, mais de 1.000 pessoas ficaram feridas, sobretudo por causa de vidros quebrados de janelas ou por causa da onda de choque.
Os cientistas supõem que este asteroide tenha o tamanho da Pirâmide de Gizé, informao jornal Daily Star.
Algumas semanas atrás, o asteroide denominado 2019 OK, de tamanho semelhante, passou perto da Lua. Considera-se que a rocha colossal tinha a potência de uma bomba atômica capaz de arrasar uma cidade.

Astrofísica: Simulação com 8 milhões de universos traz à tona falhas em teorias do nosso Universo


O modelo múltiplo foi feito graças ao supercomputador e revelou várias incorreções nas ideias anteriores sobre a cosmologia e o nosso Universo.

Uma simulação computacional realizada por um grupo de astrônomos e especialistas informáticos dos EUA criou mais de 8 milhões de universos virtuais para tentar perceber como se desenvolveu o nosso Universo.
O estudo ocupou mais de 400.000 horas de trabalho de um supercomputador e revelou que as nossas ideias sobre a formação das estrelas podem em parte estar erradas.
O modelo permite reavaliar o papel que a matéria escura desempenha na formação e na evolução das galáxias e no nascimento das estrelas.
"No computador conseguimos criar muitos universos diferentes e compará-los com o real", comenta o astrônomo Peter Behroozi, da Universidade de Arizona, citado pelo site universitário. "Isso nos permite descobrir que leis estão na base do que vemos", adicionou ele.

Formação das estrelas

As simulações criadas não confirmaram todas as atuais hipóteses sobre a formação das estrelas. O modelo sugeriu que "galáxias de um determinado tamanho eram mais propensas a formar estrelas a uma taxa mais alta do que o esperado".
Quando a equipa incluiu nas suas simulações um universo com estrelas desligadas, o resultado do seu desenvolvimento foi bastante diferente do do Universo real. As galáxias tinham uma cor diferente, muito mais avermelhada do que o esperado devido à falta de jovens estrelas azuis.
A formação de estrelas em galáxias foi "muito mais eficiente nos primeiros tempos do que pensávamos", admitiram os cientistas. Peter Behroozi agora estima que a energia criada pelos buracos negros e estrelas em explosão não limita tanto a formação de estrelas.

© AP PHOTO / NASA/OBSERVATÓRIO DE RAIOS-X CHANDRA/M.WEISS VIA AP
Representação artística fornecida pela NASA mostra estrela sendo engolida por buraco negro
O artigo científico dos astrônomos americanos estará disponível na edição de setembro da revista britânica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Astrofísica: Buraco negro estaria ficando 'descontrolado' no centro da nossa galáxia


O buraco negro supermassivo, conhecido como Sagittarius A*, localizado no coração da Via Láctea e geralmente calmo, emitiu um sinal de luz misterioso.

O Sagittarius A* não é um núcleo ativo, que lança luz e calor no espaço ao redor. Ele tem uma atividade baixa e flutuações mínimas em seu brilho, conforme o portal Science Alert.
Here's a timelapse of images over 2.5 hr from May from @keckobservatory of the supermassive black hole Sgr A*. The black hole is always variable, but this was the brightest we've seen in the infrared so far. It was probably even brighter before we started observing that night!

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​Timelapse de imagens registradas por 2,5 horas no Observatório Keck do buraco negro supermassivo Sagittarius A*. O buraco negro é sempre variável, mas esse foi o mais brilhante que já vi em um infravermelho distante. Talvez fosse ainda mais brilhante antes de iniciarmos a observação naquela noite!
Entretanto, astrônomos registraram o momento em que o Sagittarius A* brilhou 75 vezes mais forte do que o normal, sendo o pico mais brilhante já visto no buraco negro supermassivo em comprimentos de onda próxima ao infravermelho.
"O buraco negro ficou tão brilhante que o confundi com a estrela S0-2, pois nunca havia visto o Sagittarius A* tão brilhante daquela maneira. Nos próximos quadros, porém, era claro que a fonte era variável e tinha que ser o buraco negro", afirmou Tuan Do, pesquisador da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Atualmente, astrônomos estão focados em descobrir o que teria causado o misterioso sinal, que foi captado durante as observações do Observatório WM Keck, no Havaí.

CC BY 4.0 / ESA/HUBBLE, M. KORNMESSER / BURACO NEGRO SUPERMASSIVO NO CORAÇÃO DA UMA GALÁXIA ESPIRAL NGC 3147
Buraco negro supermassivo no coração da uma galáxia espiral NGC 3147.
Há uma especulação de que o misterioso fenômeno esteja ligado à estrela S0-2, que está em uma longa órbita elíptica de 16 anos em torno de Sagittarius A*, e que se aproximou mais, chegando a 17 horas-luz do buraco negro, no ano passado.
"Uma das possibilidades é que a estrela S0-2 mudou a forma como o gás flui para o buraco negro, e assim mais gás está caindo sobre ele, tornando-o mais variável", afirmou Do sobre a passagem próxima da estrela.
A equipe de Do trabalha para coletar dados em uma ampla faixa de comprimentos de onda, sendo assim, outras observações ocorrerão nas próximas semanas, antes que o centro da galáxia não seja mais visível de noite da Terra.
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