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A pombagira

quinta-feira, 26 de março de 2020

Virologista indica quanto tempo vai durar pandemia da COVID-19



O virologista americano e especialista em coronavírus Charles Calisher disse em entrevista à agência russa RBC que a epidemia atual pode durar anos.

De acordo com Calisher, a COVID-19 pode infectar milhões de pessoas à medida que se espalha, e aqueles que não forem infectados podem se tornar portadores durante a segunda onda da epidemia.
"Esta propagação pode continuar por muitos meses até que uma vacina eficaz esteja disponível. Mas, mesmo assim, o vírus não desaparecerá porque inevitavelmente haverá pessoas que não foram vacinadas", explicou Calisher, enfatizando que a vacinação também levará tempo.
O especialista acredita ser improvável que o coronavírus se aproxime do nível da pandemia de gripe de 1918, porque a humanidade avançou, embora milhões possam ser infectados.
 
 
 
© REUTERS / Dado Ruvic
Tubo de ensaio para teste de coronavírus, 29 de janeiro de 2020
De acordo com os últimos balanços, mais de 488 mil pessoas já foram infectadas em todo o mundo, registrando mais de 22 mil mortes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no dia 11 de março o surto de infecção pela COVID-19 como uma pandemia.

Primeiro cometa interestelar no Sistema Solar poderia estar se desintegrando



Uma equipe de cientistas poloneses registrou no início do mês duas possíveis explosões no núcleo do primeiro cometa interestelar, o 2I/Borisov.

O cometa 2I/Borisov, que no ano passado entrou no Sistema Solar do espaço interestelar, possivelmente nunca mais consiga abandoná-lo. Um grupo de astrônomos da Polônia detectou no início deste mês duas explosões no núcleo do cometa.
Enquanto se afasta do Sol, o 2I/Borisov, descoberto pelo astrônomo russo Gennady Borisov, foi flagrado liberando material em duas ocasiões consecutivas entre os dias 4 e 5 e 8 e 9 de março, de acordo com um estudo publicado pelo The Astronomer's Telegram.
 
 
 
Nova imagem do cometa interestelar 2I/Borisov em comparação à Terra
Devido às duas explosões, o aumento de brilho total registrado do comenta foi de magnitude de cerca de 0,7 em cinco dias.
Ambos os eventos mostram que o cometa está se desintegrando, deduziram os astrônomos das Universidades de Varsóvia e Jaguelônica na Polônia, que observaram o fenômeno em luz infravermelha no observatório de Las Campanas, localizado no Chile. "Este comportamento é um forte indício de uma fragmentação contínua do núcleo", dizem pesquisadores.
O fenômeno teria sido causado pela aproximação do objeto celeste ao Sol, explica o portal Space. Assim como todos os cometas, o 2I/Borisov é formado por principalmente rochas, poeira e gelo. Devido ao calor ao qual foi exposto passando perto do Sol, fortes interações com o gelo foram registradas.
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