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Os Orixás regentes de 2027

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domingo, 17 de janeiro de 2021

Descoberta corrente estelar de quase 500 estrelas formadas ao mesmo tempo

 


As 468 estrelas da corrente têm a mesma origem e se movem na mesma direção pela Via Láctea.

Uma equipe de astrofísicos, liderada por Jeff Andrews, da Universidade Northwestern (EUA), combinou conjuntos de dados captados pelo telescópio espacial Gaia e descobriu que as 468 estrelas da corrente estelar Theia 456, que se estende por mais de 500 anos-luz, nasceram ao mesmo tempo e se movem na mesma direção.

Os cientistas observaram que as estrelas têm quantidades parecidas de ferro, algo que significa que provavelmente foram formadas juntas há 100 milhões de anos.

"Acreditamos que todas estas estrelas nasceram juntas e têm uma origem comum", afirmou Andrews, citado pelo portal Phys.org.


 
 
 © Foto / NASA/JPL-Caltech/R. Hurt/SSC & Caltech
Representação artística das correntes estelares na Via Láctea

A maioria dos aglomerados de estrelas conhecidos possui forma esférica. Porém, recentemente, os astrofísicos encontraram novos padrões no céu.

Estima-se que a Via Láctea tenha mais de oito mil correntes estelares como a recentemente descoberta, todas denominadas Theia.

"O emocionante da Theia 456 é que ela não é um pequeno grupo de estrelas juntas. É comprida e alongada. Há relativamente poucas correntes próximas, jovens e tão dispersas", afirmou.

O pesquisador detalhou que as estrelas "frequentemente formam estas correntes através do céu". A maioria destes aglomerados tem sido observada em outras partes do Universo, não na nossa galáxia.

"Embora as conheçamos há décadas, estamos começando a encontrar algumas ocultas", adicionou.

A Theia 456 é uma destas correntes estelares até agora ocultas, localizada no disco galáctico, algo que a torna muito pouco visível entre os mais de 400 bilhões de estrelas da galáxia.

"Agora, estamos começando a encontrar estas correntes na nossa própria galáxia. É como encontrar uma agulha no palheiro. Ou, neste caso, encontrar uma onda no oceano", ressaltou.

 

 

domingo, 27 de setembro de 2020

Estudante cria equação que permitiria viajar no tempo sem paradoxos

 


 

Até o momento não existe registro algum de alguém que tenha conseguido viajar no tempo, porém, sua possibilidade continua fascinando os cientistas.

Filmes como "O Exterminador do Futuro", "Donnie Darko" e "De Volta para o Futuro" e muitos outros mostraram que viajar pelo tempo cria diversos problemas para as regras fundamentais do Universo. Por exemplo, se pudesse voltar atrás no tempo e impedir seus pais de se encontrarem, como você poderia existir para voltar ao passado?


 
 © AP Photo / Christy Radecic / Invision
Carro DeLorean, ícone do filme de ficção científica "De Volta para o Futuro"

Este é o conhecido "paradoxo do avô". Agora, o estudante de Física Germin Tobar, da Universidade de Queensland (Austrália) anunciou no portal da instituição que trabalha em como "encaixar os números" de forma a que a viagem no tempo seja possível sem paradoxos.

"Dinâmicas clássicas dizem que, se você souber o estado de um sistema em um momento particular, isto pode nos dizer toda a história do sistema", afirma Tobar.

"Entretanto, a teoria de relatividade geral de Einstein prevê a existência de ciclos de tempo ou viagens no tempo - onde um evento pode ser tanto no passado quanto no futuro de si mesmo - teoricamente virando o estudo das dinâmicas de cabeça para baixo", agregou o físico. Cálculos demonstram que a viagem no espaço-tempo pode se adaptar para evitar paradoxos.

Por exemplo, alguém que viaje no tempo para impedir uma doença de se espalhar - se a missão fosse um sucesso, não teria que voltar no tempo para deter a mesma.

O trabalho do físico, publicado pela Classical and Quantum Gravity, sugere que a doença ainda escaparia por outra via, por um caminho diferente ou por um método diferente, removendo o paradoxo. O que quer que o viajante do tempo fizesse, a doença não seria detida.

A nova pesquisa simplifica o problema com outras hipóteses. A viagem no tempo seria possível, porém, segundo o modelo do estudo, os viajantes no tempo ficariam restritos no que faziam. Neste modelo, os viajantes no tempo teriam a liberdade de fazer o que quisessem, mas os paradoxos não seriam possíveis.

"Por mais que você tente criar um paradoxo, os eventos sempre se ajustarão, para evitar qualquer inconsistência", afirma Fábio Costa, físico da universidade australiana.

"A gama de processos matemáticos que descobrimos mostra que viajar no tempo com livre arbítrio é logicamente possível em nosso Universo sem nenhum paradoxo", conclui o físico.

 

 

Cápsula do tempo de 150 anos é encontrada em sinagoga no Reino Unido (FOTOS)

 


 

Na sinagoga mais antiga de Manchester, foi encontrado um frasco de vidro escondido há 150 anos, com vários objetos dentro.

O trabalho de renovação realizado no Museu Judaico de Manchester, Reino Unido, o único no país fora de Londres, originou recentemente uma intrigante descoberta: um frasco de vidro com documentos e moedas escondido em uma cavidade da parede há cerca de um século e meio, relata o jornal The Guardian.

Segundo o jornal, o frasco de vidro com selo de cera ainda intacto foi encontrado ao lado da Arca do Museu, "a câmara que contém os pergaminhos da Torá", e estava "cheio de documentos da sinagoga, jornais e algumas moedas antigas".

"Estávamos tomando cuidado extra para remover a placa, mas nunca imaginávamos que encontraríamos algo ainda intacto tão antigo quanto o edifício", disse Adam Brown, o gerente do prédio.

"Isso criou muita excitação ao redor do local. Era óbvio que muito tempo e esforço haviam sido gastos há todos aqueles anos para colocar a cápsula. Encontrá-la em perfeitas condições pareceu realmente gratificante".

 

Thank you @MENnewsdesk @AdamMaidment for covering @mcrjewishmuseum's great discovery of a time capsule hidden deep into the walls of the old synagogue #adamthebuilder
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Veja outros Tweets de rachelfurst

 

 

​Obrigado Manchester Evening News e Adam Maidment por cobrirem a grande descoberta do Museu Judaico de Manchester de uma cápsula do tempo escondida nas paredes da antiga sinagoga

O museu ocupa um prédio que o jornal descreve como "a mais antiga sinagoga sobrevivente em Manchester", concluída em 1874. No entanto, a população judaica local saiu da área nos anos 1970, tornando o local redundante. Apesar disso, o prédio recebeu "um novo alento em forma do Museu Judaico de Manchester em 1984".

Builders on the huge restoration and extension project @mcrjewishmuseum have made a remarkable discovery
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Veja outros Tweets de Manchester Confidential

 

 

 

​Construtores do enorme projeto de restauração e extensão do Museu Judaico de Manchester fizeram uma descoberta notável

"Estamos emocionados e maravilhados com a descoberta [da cápsula] e ansiosos para expô-la no novo museu na próxima primavera", disse Max Dunbar, o chefe executivo do museu.

Dunbar também acrescentou que a "descoberta oportuna" da cápsula vem em "um período simbólico, quando milhões de judeus ao redor do mundo se preparam para o dia mais sagrado do calendário judaico, o Dia do Perdão [Yom Kipur, em hebraico], uma época do ano de reflexão, quando muitos observadores olham para trás [no tempo] como um meio de avançar".

Está previsto que a renovação do Museu Judaico de Manchester aumente o número de visitantes anuais de 10.000 para 40.000 como resultado da integração de um mapa de rua interativo do histórico bairro judeu da cidade, junto com uma variedade de exposições, incluindo uma tábua de lavar russa usada como taco de críquete, e os pertences de um sobrevivente do Holocausto, que passou a Segunda Guerra Mundial escondido em um porão de carvão.

 

quinta-feira, 26 de março de 2020

Virologista indica quanto tempo vai durar pandemia da COVID-19



O virologista americano e especialista em coronavírus Charles Calisher disse em entrevista à agência russa RBC que a epidemia atual pode durar anos.

De acordo com Calisher, a COVID-19 pode infectar milhões de pessoas à medida que se espalha, e aqueles que não forem infectados podem se tornar portadores durante a segunda onda da epidemia.
"Esta propagação pode continuar por muitos meses até que uma vacina eficaz esteja disponível. Mas, mesmo assim, o vírus não desaparecerá porque inevitavelmente haverá pessoas que não foram vacinadas", explicou Calisher, enfatizando que a vacinação também levará tempo.
O especialista acredita ser improvável que o coronavírus se aproxime do nível da pandemia de gripe de 1918, porque a humanidade avançou, embora milhões possam ser infectados.
 
 
 
© REUTERS / Dado Ruvic
Tubo de ensaio para teste de coronavírus, 29 de janeiro de 2020
De acordo com os últimos balanços, mais de 488 mil pessoas já foram infectadas em todo o mundo, registrando mais de 22 mil mortes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no dia 11 de março o surto de infecção pela COVID-19 como uma pandemia.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Árvores da Amazônia são 'cápsula do tempo' da história humana



As florestas tropicais do mundo agem como importantes "cápsulas do tempo" da atividade humana há centenas de anos, de acordo com uma equipe de pesquisadores.

No estudo publicado pelo portal Trends in Plant Science, os pesquisadores descreveram como a biologia das árvores tropicais, combinada com outros dados históricos e arqueológicos, pode revelar a história dos povos nativos nas regiões tropicais, assim como os impactos do colonialismo.
"As florestas tropicais são há muito tempo consideradas como zonas selvagens 'virgens', intocadas por humanos até a invasão recente das forças industriais", afirma Patrick Roberts, autor de estudos do Instituto Max Planck em Ciências da História Humana, em entrevista à Newsweek.
"No entanto, informações arqueológicas das últimas duas décadas demonstraram que as sociedades humanas ocuparam e modificaram estes ambientes ao longo do milênio. A forma como eles mudaram estas florestas e as implicações existentes para a conservação e identificação de estratégicas de coexistência sustentável permanecem hoje uma questão fundamental", diz Roberts.
"Queríamos ver e pesquisar como diferentes métodos existentes de estudo do crescimento e idade das árvores poderiam ser combinados para explorar a forma como o desenvolvimento desses gigantes florestais mudou em resposta aos humanos durante períodos chave da história humana nos trópicos".
Algumas espécies de árvores crescem há milênios, absorvendo os impactos de seu entorno, afirmam pesquisadores. Por exemplo, vários fatores, como assentamentos humanos e indústria, podem impactar em como as árvores crescem.
Em regiões tropicais do mundo, os cientistas utilizam há muito tempo as árvores para conhecer as mudanças climáticas e as tendências ambientais. As árvores crescem sazonalmente, formando "anéis" em seu tronco, que são utilizados para conhecer as anteriores mudanças climáticas.
Estes padrões de crescimento também podem ser usados para estudar a atividade humana – algo que geralmente é pouco considerado por ecologistas, segundo Roberts.
"Assim como diferentes eras podem ser catalogadas e datadas, podemos de fato catalogar o 'antigo DNA' das árvores em uma mesma floresta para observar como as populações podem ter mudado ao longo do tempo", acrescenta o pesquisador. "Alterações nos genes podem ocorrer após intensa desflorestação, ou certos genes podem ser selecionados por humanos buscando uma característica em particular".
Da mesma forma que os arqueólogos escavam camadas para produzir uma "estratigrafia", podemos olhar para a "estratigrafia viva" das árvores para ver como o seu crescimento mudou, em que momento, e como ela pode se relacionar com o clima e as atividades humanas.
No estudo, os autores apontaram dois casos de pesquisas recentes que revelaram mais informações sobre a história humana a partir de árvores na região.

FOTOARENA / FOLHAPRESS
Terreno desmatado e queimado é visto na floresta Amazônica nos arredores de Porto Velho, em Rondônia
O primeiro caso foi o trabalho de Victor Caetano Andrade – o principal autor do último estudo do Instituto Max Planck para Ciências da História Humana – que investigou castanheiras na Amazônia. Sua pesquisa demonstrou como longos períodos da história alteraram as árvores que cresciam na cidade de Manaus.
"Estudando uma destas árvores, ele demonstrou que a chegada dos colonizadores e o desenvolvimento de Manaus levou ao colapso das populações indígenas, assim como as estratégias tradicionais de organização destas árvores", agrega Roberts.
O segundo caso discute o trabalho de várias equipes de pesquisadores que avaliaram como a variação genética de árvores economicamente importantes – como mamoneiras, palmeiras e castanheiras – estão fortemente associadas com áreas de intensa ocupação humana antes da colonização nas Américas.
Os autores argumentam que reconhecer o valor das árvores como "cápsulas do tempo" realça a necessidade de proteger as florestas tropicais, que são algumas das mais afetadas pelas mudanças climáticas.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Barco do tempo de Cristóvão Colombo é encontrado no mar Báltico em perfeitas condições (VÍDEO)



A origem da embarcação de 500 anos de idade encontrada no mar Báltico é de momento desconhecida.

Uma equipe de cientistas internacional descobriu um barco de 500 anos, em estado de conservação surpreendente, nas águas gélidas do mar Báltico, de acordo com uma publicação realizada na passada sexta-feira (19) pela Universidade de Southampton (Reino Unido), que participou da investigação. O barco foi batizado pelos pesquisadores de Okant Skepp, o que significa em sueco 'barco desconhecido'.
O estudo arqueológico indica que o barco poderia ter naufragado entre finais do século XV e começo do século XVI. A embarcação, "contemporânea dos tempos de Cristóvão Colombo e Leonardo Da Vinci", apresenta "um nível de conservação notável, após permanecer 500 anos no fundo do mar, graças às águas frias e salobras do mar Báltico'', disse o doutor Pacheco-Ruiz.
No início deste ano, uma câmara robótica, que estava fazendo explorações para traçar a rota submarina de um gasoduto, se deparou com o naufrágio.
Por fim, no passado mês de março, uma equipe de cientistas internacional enviou dois robôs subaquáticos para explorar e documentar a embarcação.

Objetos incomuns 

No navio, que mede entre 16 e 18 metros, se pode observar alguns objetos incomuns, entre eles uma bomba de esgoto de madeira (projetada para eliminar água da embarcação), um cabrestante utilizado para enrolar cabos, armas giratórias no convés e a âncora da embarcação que ajudou a datar o naufrágio, afirmou Pacheco-Ruiz em entrevista ao The New York Times.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Como pode um sentimento durar tanto tempo em nossa mente e na nossa alma?



Como pode um sentimento durar tanto tempo em nossa mente e na nossa alma? Com todas ensinamentos de fisiologia, filosofia, magia, astrologia ou espiritualismo e textos de psicologia na cabeça, acredito que a exposição à uma doença, um fato, uma pessoa, uma lembrança te faz ficar melhor em relação aquilo, desde que essa exposição, seja pra compreensão, expurgação e limpeza das memória. É até um tipo de psicoterapia se expor às lembranças que te deixam para baixo, quando encara-se de frente, aceitando a realidade e buscando uma nova direção. Dizem que alguns pacientes melhoram, quando conseguem distinguir seus sentimentos e aceitar que tudo passa, que não podemos nos prender ao passado e que a dor deve ser ignorada. E se entendem que ao se abrir novas coisas surgirão, realmente melhoram. Mas os sentimentos não somem. Você aprende a lidar com eles. E no auge disso tudo, apenas queremos uma imunização.
Assim passa-se a aceitar que o cérebro vive da abstração. Ele recria todas as situações (somente as boas) de estarmos juntos. Constrói memórias que nunca existiram para poder fazer do outro uma pessoa melhor pra nós. E esses momentos que nunca tivemos foram reconstruídos dos segundos que ficamos olhando pra o outro enquanto ainda podia toca-lo. Nem tudo o que nos lembramos é verdade, mas a reação que o cérebro desencadeia faz parecer verdade para o corpo. E isso gera uma coisa parecida com a saudade. E o pior é quando a obsessão, aliada a raiva, orgulho ferido e a teimosia, tende a amplificar o apego e a alma vai se enclinando para a sombra que consome o espirito. Dai terriveis demonios mentais podem surgir, dominando a mente e trazendo sofrimentos horriveis.
Tem que se compreender no entanto é que o outro que se foi virou uma fotografia. Um momento congelado. E eu sei lidar perfeitamente com toda essa lembrança, mas eu só não consigo fazê-la ir embora, por isso ferramentas importantes, como a reprogramação mental, a espiritualidade e a meditação, são importantes. E se fica depressiva quando lembra desse outro alguem porque queria estar com ela, só que a interação de todas as vidas da terra, o bater da asa da borboleta, e até mesmo Deus não quis que ficássem juntos, o melhor é buscar aceitação. Se nenhum deles quiseram, então por que é que eu não posso simplesmente esquecer? Essa capacidade de ficar criando situações que nunca presenciamos não vai ajudar em nada disso. Eu quero é abstrair, não te recriar.
No entanto, o mundo tá cheio dos insistentes, dos apegados e obsessivos, muitos gastam muito de seu dinheiro com magias negras e artimanhas pra tentar reconquistar, aquilo que já deveriam ter aceitado como passado. É dificil, mas, temos que aceitar todas as etapas de nossa vida, pois muitas vezes lutar pra seguir com aquilo que julgamos ser nossa grande felicidade, poderá trazer apenas dor!
Carlinhos Lima

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

As coisas estão em constante mudança e quase sempre nos surpreendem


O amor verdadeiro resiste ao tempo e as paixões passam como o vento


As vezes quando tudo parece difícil a melhor coisa a fazer é relaxar. Se seu inimigo ou problemas são muito mais poderosos que você, apenas espere que ele se canse. Assim como uma tempestade no deserto, uma hora o vento e a poeira vai passar. Muitas vezes os problemas persistem ou até aumentam, porque tentamos combater o que não podemos. Muitos dos problemas são cíclicos e acabarão passando sem que precisemos mexer um dedo. No entanto, as vezes quando nos metemos no meio de um pequeno redemoinho, ele poderá virar um problema do tamanho de um furacão. E tem muitas pessoas que querem dar uma de camicase, vão a luta nem que se esbodegassem, mas, apenas o que conseguem é destruição. Parar, orar, meditar um pouco, além de dar uma pausa pra ficarmos mais fortes, poderá também trazer iluminações a nosso espírito e mente...

O corpo morre, os amores passam, relações terminam, o dinheiro acaba, a mocidade se esvai e um dia morremos. Mas, nosso espírito se mantém vivo. O interessante é que muitos que dizem acreditar na ciência e não na espiritualidade, acreditam na afirmação que no universo "nada se perde, tudo se transforma", mas, não conseguem acreditar no que disse o Cristo "a carne a fraca, mas, o espirito é forte...". E como tudo que existe, a nossa alma também é formada de energia, assim ela não se extingue com a morte do corpo físico, apenas ascende ao Orum...

Almas Gêmeas:
A procura continua e continuará, porque, segundo a Bíblia, “não é bom que o homem esteja só”. Filósofos afirmam que o homem é um ser social. Alguns renunciam a essa tendência natural e tornam-se celibatários, dedicando todo o potencial de amor e compartilhamento a ajudar ao próximo, aos mais necessitados. Outros preferem a existência solitária, ensimesmados. Inegavelmente a grande maioria procura o par perfeito, a alma gêmea, e nesse caminhar aprendem a ser pessoas melhores, mais completas e, quando encontram esse outro predestinado, a frase “foram felizes para sempre” se concretiza.
A sinastria, que é a comparação e interação de duas pessoas representadas por seus mapas natais, analisa o potencial da relação. Entre alguns itens, a análise do Vertex tem um peso grande. A curiosidade acerca do assunto é grande e existe a necessidade de descobrir as pistas que levarão a essa ré-união feliz. Voltar a se unir àquela pessoa que formava o par, e da qual foi separada para poder desenvolver as qualidades individuais. O reencontro, muito tempo depois, possibilitará a vivência plena e o crescimento máximo. A astrologia consegue identificar algumas dessas pistas e auxiliar o casal a saber onde, e como, podem crescer como parceiros.
A quase totalidade das pessoas procura pelo parceiro ideal, pelo par perfeito, alguém com quem viverá um conto de fadas com final feliz. Mesmo aquelas que são menos sonhadoras, com os pés bem fincados na terra, imaginam viver uma relação gratificante e harmoniosa. Esse desejo acabou criando o mito da existência da metade da laranja, da alma gêmea, do par perfeito, formando um casal harmônico, onde as brigas não existam e o relacionamento seja vivido num mundo paradisíaco e, porque não dizer, utópico. Como nas piadas, existem duas notícias, uma boa e outra ruim. A boa é que existem, sim, almas gêmeas, e, a ruim, que encontrá-la não é tarefa fácil e, tendo essa sorte, a convivência não é absolutamente pacífica ou tranquila.
 

domingo, 1 de outubro de 2017

As ocorrências cíclicas da natureza

Os fatos inesperados são recebidos


Como o tempo é cíclico, fatos inesperados são recebidos com espanto. Assim, as ocorrências cíclicas da natureza – por exemplo, as fases da lua e as estações climáticas – são encaradas como acontecimentos normais da vida, mas o que escapa do ritmo normal do tempo é visto com preocupação e medo, como um eclipse, uma enchente etc. O nascimento de gêmeos, que contraria o desenlace normal da gestação, constitui também um fato excepcional.
Os afrodescendentes assimilaram o calendário e a contagem de tempo usados na sociedade brasileira, mas muitas reminiscências da concepção africana podem ser encontradas no cotidiano dos candomblés. A chegada de um novo odum, ano novo, é festejada com ritos oraculares para se saber qual orixá o preside, pois cada ano vê repetir-se a saga do orixá que o comanda: será um ano de guerra, se o orixá for um guerreiro, como Ogum, de fartura, se o orixá for um provedor, como Oxóssi, será de reconciliações, se for de um orixá da temperança, como Iemanjá, e assim por diante. O ossé, a semana, constituiu-se num rito semanal de limpeza e troca das águas dos altares dos orixás. Cada dia da semana, agora a semana de sete dias, é dedicado a um ou mais orixás, sendo cada dia propício a eventos narrados pelos mitos daqueles orixás, por exemplo, a quarta-feira é dia de justiça porque é dia de Xangô. As grandes festas dos deuses africanos adaptaram-se ao calendário festivo do catolicismo por força do sincretismo que, até bem pouco tempo, era praticamente compulsório, mas o que a festa do terreiro enfatiza é o mito africano, do orixá, e não o do santo católico.


O tempo nas sociedades africanas tradicionais


O tempo tem que ser criado


Para o pensador africano John Mbiti, enquanto nas sociedades ocidentais o tempo pode ser concebido como algo a ser consumido, podendo ser vendido e comprado como se fosse mercadoria ou serviço potenciais – tempo é dinheiro –, nas sociedades africanas tradicionais o tempo tem que ser criado ou produzido. Mbiti afirma que “o homem africano não é escravo do tempo, mas, em vez disso, ele faz tanto tempo quanto queira”. Comenta que, por não conhecerem essa concepção, muitos estrangeiros ocidentais não raro julgam que os africanos estão sempre atrasados naquilo que fazem, enquanto outros dizem: “Ah! Esses africanos ficam aí sentados desperdiçando seu tempo na ociosidade” (Mbiti, 1990: 19).

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Umbanda e Candomblé: A Nova Era - Orumilá e os Senhores do Destino, o conhecimento e a magia se ajustem ao tempo

Os Senhores do Destino e a Coroa Astrológica de Orumila
Os Senhores do Destino e a Coroa Astrológica de Orumila

Estamos numa nova Era. Uma nova era de reajustes religiosos, espirituais e de magia. Em conceitos astrológicos, definimos essa Era ou a interpretamos como a "Era de Aquário", que como todos sabem, já se falou muito sobre ela nos meios esotéricos e ocultistas. E em conceitos de Umbanda Astrológica, identifico Orumilá como o Senhor dessa Era. Ele que é o orixá do destino, um dos criadores da Terra e que comanda os jogos oráculares. Não é a toa que seu nome vem crescendo no Ocidente e as religiões afro-brasileiras e afro-americanas, começam a resgatar conhecimentos perdidos em sua referência. Uma brusca, pesada e dominadora interferência das religiões europeias, em especial as ligadas ao cristianismos, implementaram reformas e definiram novos padrões que enfraqueceram os cultos aos ancestrais e ao orixá. Essa decadência afetou as crenças afro-brasileiras de forma terrível. Hoje em dia, há até dificuldade em diferenciar o que é kardecismo do que é Umbanda, o que é Candomblé do que Xamanismo, o que é orixá do que alma penada e assim por diante. O sincretismo, ajudou de uma forma a manter essas crenças de pé, frente as perseguições cristãs, mas, por outro lado evoluiu aliada a superstições, crenças e atos banais, como também degradações morais, vergonha e medo.

Surgiram reformistas, que tentaram trazer pregações e revelações novas, mas, que erraram ao cair em algumas ciladas das religiões dominadoras, supostamente mais "letradas", europeias e mais poderosas. Além disso, entraram em jogo o sensacionalismo, egocentrismo, vaidade e preconceitos. Também um forte branqueamento da Umbanda, o descarte de conceitos e tradições antigas, e ainda, divisão... Enfim, uns erraram tentando acertar e outros erraram por querer mudar mesmo! Mas, evidentemente, como em todo seguimento, haverá sempre os guerreiros, resistentes e defensores da ancestralidade. Assim muito do essencial se preservou e não se corrompeu. Dessa forma o Candomblé e a Umbanda é ainda hoje, uma boa representatividade dos orixás e tem seu pé ficando na raiz ancestral da África e Oriente Médio, coisa que muitos querem negar.

Mas, voltando a Orumilá e Ifá, vemos que felizmente, começam a crescer seus ensinamentos e revelações que foram deletadas erroneamente, voltam a ascender com força. Porém mais uma vez, reformistas e "donos da verdade", embebecidos de vaidade, ganância e estupidez, tentam de novo se apossar dos conhecimentos, como também a julgar querendo rebaixar as outras tradições. Vemos cursistas, que montam rádios pra divulgar eventos e cursos, como se fossem os donos da África! Só porque vão a Nigéria comprar roupas típicas, comprar matetirais e artefatos, não fará ninguém o herdeiro de Orumilá! Por isso, não basta ir pra rádios e grupos, querendo bater o pé, alegando que isso ou aquilo é certo e que os demais estão errados.

Dia desses ouvir certos babalôs, julgando o Candomblé, falando coisas absurdas da Umbanda e querendo se promover como os grandes "magos do Orumm". Pura vaidade! Um até chegou a alegar que "Candomblé não tem nada haver com a África"! Esquecendo ele a ancestralidade de pais e mães de santo, na Bahia, Rio de Janeiro e  outros estados do Brasil, que lutaram muito pra fazer seus terreiros e que essas pessoas vieram da África, sentindo na pele a escravidão e as perseguições. 

Essas pessoas, (algumas até de pele branca), se dizem "Babalaô de Ifá", só porque foram na África comprar artefatos e roupas, ao tempo que alegam que negras, herdeiras do Axé e de famílias do Continente Africano, "não tem nada com a África"!  Que coisa ridícula e mais sem noção! O Candomblé, pode ter perdido muito de seu axé com a diáspora e pode até ter mudado muita coisa. Mas, a primeira coisa que um mago tem que saber é que a magia e a espiritualidade se monta com a tradição, mas, também com o ajuste de cada era e de cada lugar! O Candomblé é brasileiro, assim como a Umbanda, mas, com forte ligação a ancestralidade africana, entnão não venha com essa querendo ficar conceitos nigerianos e africanos puros como corretos e como se os conhecimentos de babalos daqui fossem inúteis! Os rituais tem que se adaptar a energia cósmica e ancestral, como também ambiental de cada lugar. O tradicionalismo e o conceito retrógrado não ajuda em nada quem busca conhecimento. Você não pode empregar a um filho de orixá brasileiro os mesmos rituais e elementos de uma pessoa que vive na nigéria! O Ifá, a Astrologia, a Magia e o Esoterismo como um todo tem que ser adaptado a cada lugar!

Esses tais babalaos em seus programas de rádio enchem a boca toda hora pra dizer "lá na Nigéria" ... E dai? Cada lugar, vai adaptar-se como pode, como deve e como o Astral o instrui. Os orixás vão pregar aqui os conceitos que a sociedade e o carma coletivo daqui precisa! Esse fetichismo e pirotecnia de alguns pregadores, tem apenas um intuito - o de gerar medo, adoração e superioridade. O camarada acha que só porque foi na Nigéria já se tornou um grande representante de orixá e os outros não! Faça-me o favor! Ira na Nigéria, que hoje é um país dividido, em conflito, dilacerado por conflitos de poder e fortemente atacado pela cultura muçulmana, não é lá esse "grande guardião do saber". Lá tem muitas etnias, muitas tribos, muitas famílias e nem todo mundo preserva o conhecimento integral não. Nem todo nigeriano que vem pro Brasil sabe de orixá, muitos apenas tentam enganar pessoas, usando a imagem.

Em todo lugar a cultura se perde, a tradição oral se corrompe e poucos conhecem de fato os conhecimentos velados. Não é porque o sujeito vai na Nigéria visitar cidades e conversa com alguns sacerdotes, que ele vai encontrar o segredo do Orun ou se tornar o "grande babalô do Astral"! Menos! Menos vaidade e menos fetichismo... Orumilá está numa fase de derramar bênçãos de conhecimento e não de gerar "estrelas dos oráculos" pra vender cursos e criar grupos de adoradores.

Muitas magias feitas na Nigéria não vão servir pra nós! A ancestralidade misturada que nós temos, muda! E isso acontece em toda crença! Será que só será kardecista, quem visitar a França? Será só pode ser cabalista quem for em Israel? Ou só pode ser budista quem for no Nepal? Claro que não! Na verdade, sou bem mais simpatizantes de movimentos e grupos de Santeria existentes em Cuba, Venezulea e nos EUA e México  que propriamente, muitos grupos com jeito profundamente arcaicos e primitivos empregados na Nigéria. E isso porrque alguns babalôs no Ocidente, souberam se adaptar a cada cultura local. O Ifá é isso! Evolução. A magia tá em profundo movimento constante...

Mas, muitos querem se dizer "donos do segredos" ou os "grandes iniciados" pra só eles venderem cursos e livros, enriquecerem, vendendo um Axé que não tem e um conhecimento copiado, limitado e retrógrado! Assim foi na Igreja Católica e por isso vemos ela ao passar dos séculos, rumando a decadência. Por ter escondido conhecimento, por tentar manipular e perseguir as pessoas. Pois temos que compreender que a espiritualidade se ajusta com o tempo, com as eras e Deus não é uma divindade que dorme o tempo inteiro ou que quer tudo do jeito que era no início! Se o Deus Criador não quisesse mudanças ele não incentiva as descobertas da ciência, não deixava o homem pensar e não deixava as coisas se transformarem! Não temos que viver sempre em observação dos versículos da Bíblia, focados no que disse e viveu patriarcas e profetas, assim como não temos que viver focados em versos de Ifá, como se eles não fossem flexíveis ou mudassem em conformidade do tempo e das eras. O livro do da vida, ou Ifá, tem conhecimentos profundos e imutáveis, mas, tem em sua maior parte, conceitos que tem que ir evoluindo e se ajustando com o tempo. Não é porque um verso de Ifá, que ensinava uma coisa a séculos atrás, que hoje ele tenha que ser visto ao pé da letra, utilizando-se dos mesmos cenários e elementos! Não estamos na África e o conhecimento evolui. As eras mudam. E a função dos grandes babalos não é apenas ler e focar no que está escrito, mas, interpretá-los e reajustá-los a nosso destino, missões e tempos atuais!

A atuação com um pé na vaidade e outro na ganância, vem de pessoas retrógradas, manipuladoras e que se acham superiores... Em busca do conhecimento o foco é sabedoria, misericórdia, superação do mal e humildade.

Foi por ter revelações dessa nova era onde Orumilá regerá e atuará que coloquem em meu primeiro livro a citação a "Coroa Astrológica de Orumilá", um livro de Umbanda Astrológica, focando novos conhecimentos, novos adeptos e uma reformulação na forma de ver a magia e a espiritualidade, alinhada a ancestralidade, mas também a nova Era!

Axé a todos

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