O
tempo é uma das maiores forças do universo. Sem o tempo as coisas não
acontecem. Até a morte, a vida, o amor e a existência do mundo físico,
dependem do tempo. E o tempo com nós seres encarnados atua sempre na
direção da transformação, mas, com muita brevidade, sempre iremos de
encontro ao fim. Mesmo acreditando na reencarnação e reestruturação,
sempre nascemos, crescemos e depois vem a velhice.
A velhice pra mim é um dos maiores males de nossa existência. Apesar de
todos os contos místicos e espiritualistas, que falam de sabedoria
adquirida com a idade avançada, no fundo a maioria das pessoas preferiam
ficar jovens e burras mesmo... Na velhice, por mais que tente
justificar, haverá sempre uma inconformancia total. Por mais que nos
cuidemos nossas células vão morrendo e vamos nos degradando. É horrível.
Na verdade a velhice é uma doença, o tempo corrói nosso corpo e nossas
células vão morrendo. Pode ser uma Gisele Bündchen, fazer dezenas de
plásticas, tratamentos e os cambal, mas, a velhice acaba destruindo. É
um horror. Sei sim que tudo tem o seu tempo, não somos eternos e temos
que cumprir nossos ciclos, mas, a velhice, nunca será algo que possamos
dizer que amamos...
Estudando o Sagrado e a Natureza. Esoterismo, magia, Tarô e Astrologia na Umbanda e dos orixás.
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domingo, 12 de janeiro de 2014
sábado, 6 de agosto de 2011
Simbologia: Alfange - foice (de cabo longo)
Alfange - foice (de cabo longo) A imagem simbólica do Ciclo da Vida sempre esteve relacionada com a dos Ciclos Agrícolas - razão pela qual a imagem da Morte é representada com a foice. Esse instrumento iguala, no momento do corte, a erva boa e a má, isto é, não discrimina na ceifa o bom e o mau, tal como a morte, que vem para todos. A foice de cabo longo, ou alfange, começou a surgir na iconografia da morte apenas no século XIII. Antes a foice de cabo curto predominava, fazendo referência ao Antigo e ao Novo Testamento. No século XVI, Cesare Ripa recapitulou indicações iconográficas de séculos anteriores e encontrou no Antigo Testamento, no texto do Profeta Amós, a imagem da morte segurando em uma mão o alfange e na outra um recolhedor de frutas na forma de um pau com um gancho na ponta, evidenciando que a morte ceifava tanto os que estavam na baixa quanto os da privilegiada escala da sociedade, tanto as ervas como os frutos mais altos, protegidos do alfange na copa das árvores.
No Tarô esse elemento está ligado a simbologia do Arcano XIII, na astrologia a Saturno, na Umbanda Astrológica a Omulú, Nanã e aos exus Caveira!
sábado, 26 de março de 2011
Não caia em desespero seja firme sempre e não se deixe levar pelas obsessões.
Cibele deixou dois filhos. Viviane de 8 anos e Fernando de 11 - Foto: Divulgação
Neste ato de Cibele, com conotação diferente, mas, nocivo da mesma forma a alma, ela fala muito em amor, saudade e ao mesmo tempo em amarguras causadas por uma pessoa que ela cita na carta. Além disso detecta-se em toda essa tragédia, que o grande vilão foi a maldita droga que desencadeou no primeiro suícido toda essa desgraça. As drogas, como sempre disse aqui é a propria essência de Satanás e seu inventor deve tá pagando muito caro por tê-la criado, certamente com a ajuda do proprio Satã.
Mas, estou comentando este episódio triste, por um motivo que é passar uma mensagem as pessoas. Há alguns anos, vi aqui em minha comunidade uma mulher tirar a propria vida, de forma diferente, ela se enforcou, mas, não por saudades ou por se sentir como Cibele, mas, de qualquer forma tinha a mesma conotação de solidão e abandono, como também tinha um personagem como o citado por Cibele que era seu marido, o qual lhe dava profundo desgosto acusando-a de coisas que ela não fez. Enfim, tirar a propria vida, longe de ser solução é um enorme perigo de perder a vida também do espirito e cair no mundo das trevas. Mas, a mensagem que quero deixar aqui é que todos os dias, passo a conhecer através de emails que recebo do Brasil e até de outros paises em especial da Europa que sempre entram em contato comigo, pessoas amarguradas por questões sentimentais! É uma coisa impressionante! O ser humano é completamente voltado a obsessões, se entregando muito mais aos desejos do que a razão.
É impressionante como frases do tipo "minha vida não vale nada sem ele ou ela", "não quero mais viver sem você", "estou sofrendo muito por amor"... E assim por diante! Há muito desequilibrio na sociedade humana, as pessoas querem sempre o que não tem, e não se conformam por não tê-la. São extremante obsessivas, alvos facéis dos obsessores encarnados e desencarnados. Essas pessoas se tornam capazes de cometer qualquer coisa, mesmo passando por cima de sua fé, de sua ética e de preceitos morais. É impressionante como os sentimentos passam como um trator por cima da razão. Elas não querem ouvir conselhos, não querem raciocinar e ficam completamente cegas, passando a sofrer, por um sofrimento que na verdade só é forte, por causa de sua propria mente, mas, elas não querem aceitar isso! Enfim, o que vêmos são muitissimas pessoas que sempre se encontram insatisfeitas, jogando suas vidas fora por causa de paixões, desejos e dores que na grande maioria são criadas por elas mesmas.
Tem muitas mulheres casadas que querem se livrar dos maridos por que estão ludibriadas por aproveitadores, se tornando capazes de cometer qualquer tipo de ato mesmo que sejam malignos, afirmando ser por amor e sem exergar que não passa de um joguete de demonios. Outras se jogam de cabeça a tentar tomar o marido de outra; outras se envolvem com homens casados, tendo tanto homem solteiro no mundo e passam a viver uma vida de amarguras, e assim por diante. E o mesmo acontece com os homens.
Enfim, compreender o ser humano não é uma questão fácil, na verdade eu tenho certeza que a ciência humana nunca será capaz disso, por mais que a Pisicologia tente, nunca irá conseguir. Então o que eu quero passar aqui a vocês é que se policiem, antes de tudo, avalie seus sentimentos, veja se não tá jogando sua vida fora, por puro capricho e escravidão de seus proprios desejos ou obsessão.
Apesar de a sociedade moderna, em especial por meio de sua mídia materialista negar a existência do Diabo, saibam que ele existe sim e todos nós seres vivos somos alvos. Não caiam na conversinha de céticos e ateus que buscam provas, querendo o email do Diabo, uma comprovação cientifica, ou provas materiais, por que a principal artimanha do mal é ficar escondido, desacreditado e trabalhar na surdina. Por isso, queridos irmãos fiquemos atentos sempre.
E rezemos pelos suícidas, por esse ato de crueldade contra si mesmo, sempre existiu desde os primórdios da nossa existência na Terra, sempre irá existir e é sempre um perigo constante, nunca poderemos afirmar que passaremos ou não por isso, não sabemos o nosso futuro, se um dia nossa mente não desalinha, se um parente nosso não cai em fraqueza... Enfim, rezemos aos Guias de Aruanda que recebam Cibele que ajudem-na a se recuperar e se iluminar. Amém
Fiquem com Deus!
Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.
domingo, 28 de novembro de 2010
Tarô e o portal da Morte
O Arcano 13 (Mem) lida com a morte e o renascimento. Seu valor numérico é 40. Mem é uma das três letras mãe do alfabeto hebraico (aleph, mem, shin) e por isso não tem nenhuma correspondência astrológica por sígno ou planeta.
Na lâmina, a foice é de ouro e o cabo é de prata. Trata-se de uma apresentação particular do lingam, símbolo da fecundação. No caso do Arcano 13, a fecundação é feita pela morte e o renascimento toma lugar num plano superior.
O iniciado sacrifica-se voluntariamente no plano físico para nascer para uma vida imortal. Uma decomposição arigmética do Arcano pode ser feita de seguinte forma:
13= 1+12 : O sacrifício voluntário para um ideal.
13= 2+11 : Uma morte infligida
13= 3+10 : Morte natural
13= 4+9 : Morte do adepto pelo rompimento do cordão de prata durante uma exteriorização.
13= 5+8 : Morte pela força da lei (execução).
13= 6+7 : Morte em combate pela vitória de um ideal.
13= 7+6 : Morte numa luta desigual.
13= 8+5 : Morte por vontade própria (suicídio).
13= 9+4 : Morte prematuro devido as condições inadequadas de vida.
13= 10+3 : Morte durante o parto.
13= 11+2 : Morte inflingida pela tomada de consciência de uma trágica situação dupla.
13= 12+1 : A passagem do adepto para um plano superior.
Já uma antiga axioma alquímica nos diz que morremos e nascemos todos os dias.
Na lâmina, a foice é de ouro e o cabo é de prata. Trata-se de uma apresentação particular do lingam, símbolo da fecundação. No caso do Arcano 13, a fecundação é feita pela morte e o renascimento toma lugar num plano superior.
O iniciado sacrifica-se voluntariamente no plano físico para nascer para uma vida imortal. Uma decomposição arigmética do Arcano pode ser feita de seguinte forma:
13= 1+12 : O sacrifício voluntário para um ideal.
13= 2+11 : Uma morte infligida
13= 3+10 : Morte natural
13= 4+9 : Morte do adepto pelo rompimento do cordão de prata durante uma exteriorização.
13= 5+8 : Morte pela força da lei (execução).
13= 6+7 : Morte em combate pela vitória de um ideal.
13= 7+6 : Morte numa luta desigual.
13= 8+5 : Morte por vontade própria (suicídio).
13= 9+4 : Morte prematuro devido as condições inadequadas de vida.
13= 10+3 : Morte durante o parto.
13= 11+2 : Morte inflingida pela tomada de consciência de uma trágica situação dupla.
13= 12+1 : A passagem do adepto para um plano superior.
Já uma antiga axioma alquímica nos diz que morremos e nascemos todos os dias.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Compreendendo o 13º arcano do Tarô - a Morte
Uma passagem dos ensinamentos da Escola Esoterica de São Petersburgo relativamente ao 13º Arcano.
..." O processo da morte, ou seja o nascimento para o astral leva, para um homem adulto, cerca de 48 horas. Todavia, durante este tempo e tb ao longo dos 10 até 40 dias que se seguem, o "morto" deve passar por muitas experiencias e adaptar-se a inúmeras condições novas.
De início, isto é, no periodo que se segue imediatamente à agonia, o defunto experimenta as dificuldades da separação do seu astral.
Estas dificuldades são tanto maiores quanto menos ele aprendeu, durante sua encarnação, a separar através da meditação, o seu interno do invólucro físico que o continha. O sofrimento neste estágio tem o carácter de uma penosa separação daquilo que a pessoa se acostumou a considerar como o mais real em toda a sua existência.
Durante o mencionado periódo, desmorna-se o complicado edifício das ilusões que lhe eram caras. Quando se houver familiarizado com tal desmornamento e aceito a inevitabilidade da passagem ao mundo de novas experiências, o "defunto" começa a sentir o desconforto dessa mudança. Antes de tudo, tem que enfrentar as formas astrais dos elementais.
Aí vem a divisão da atividade do astrosoma em atividade do "Ruash" (Alma) e a atividade do "Nephesh" (Fantasma). Este tem por tarefa a devolução dos componentes do antigo corpo físico aos elementos da Natureza ou, em outras palavras, a tarefa de decomposição progressiva desse corpo. O "Ruash" deve analisar os clichês criados, tanto por impressões vitais recebidas (elemento-), como por impulsos ativos (elemento+) de sua personalidade, durante a encarnação recém acabada.
Quando essa análise é concluida, a alma (Ruash) passa a estudar os clichês das correntes planetárias que poderiam, em encarnações futuras, corrigir os erros de suas encarnações passadas e contribuir para a formação de um ser mais aperfeiçoado..."
« Última Edição: 08.11.2007 às 16:07 [UT] por michels »
..." O processo da morte, ou seja o nascimento para o astral leva, para um homem adulto, cerca de 48 horas. Todavia, durante este tempo e tb ao longo dos 10 até 40 dias que se seguem, o "morto" deve passar por muitas experiencias e adaptar-se a inúmeras condições novas.
De início, isto é, no periodo que se segue imediatamente à agonia, o defunto experimenta as dificuldades da separação do seu astral.
Estas dificuldades são tanto maiores quanto menos ele aprendeu, durante sua encarnação, a separar através da meditação, o seu interno do invólucro físico que o continha. O sofrimento neste estágio tem o carácter de uma penosa separação daquilo que a pessoa se acostumou a considerar como o mais real em toda a sua existência.
Durante o mencionado periódo, desmorna-se o complicado edifício das ilusões que lhe eram caras. Quando se houver familiarizado com tal desmornamento e aceito a inevitabilidade da passagem ao mundo de novas experiências, o "defunto" começa a sentir o desconforto dessa mudança. Antes de tudo, tem que enfrentar as formas astrais dos elementais.
Aí vem a divisão da atividade do astrosoma em atividade do "Ruash" (Alma) e a atividade do "Nephesh" (Fantasma). Este tem por tarefa a devolução dos componentes do antigo corpo físico aos elementos da Natureza ou, em outras palavras, a tarefa de decomposição progressiva desse corpo. O "Ruash" deve analisar os clichês criados, tanto por impressões vitais recebidas (elemento-), como por impulsos ativos (elemento+) de sua personalidade, durante a encarnação recém acabada.
Quando essa análise é concluida, a alma (Ruash) passa a estudar os clichês das correntes planetárias que poderiam, em encarnações futuras, corrigir os erros de suas encarnações passadas e contribuir para a formação de um ser mais aperfeiçoado..."
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