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Os Orixás regentes de 2027

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sábado, 6 de novembro de 2021

O poder dos simbolos

SÍMBOLOS SAGRADOS de Umbanda-Astrológica.
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Símbolos usados pelos guias de Umbanda quando riscam pontos cabalísticos firmadores de “trabalhos” ou anuladores de magias negativas. São muito importantes, nos trabalhos e na manipulação das energias astrológicas. Comecemos pela estrela de cinco pontas, que é o símbolo sagrado identificador de todo um estágio da evolução regido pela linha de forças mistas Oxalá-Yemanjá, ou cristalino-aquática. Este estágio da evolução é natural (não reencarnacionista) e atrai naturalmente os seres ainda no 4º estágio da evolução. Cinco dimensões se fundem no 5º estágio da evolução, e por isso os orixás naturais deste estágio são chamados de pentaelementais ou pentagonais. 
 
A raça humana está em pleno desequilíbrio com esta importante Vibração. É por isso que tantos homicídios estão ocorrendo com tantos inocentes sendo sacrificados brutalmente. Esta dimensão, energeticamente superior à dimensão humana, tem dupla polaridade magnética e se um orixá “Estrela” a rege pelo alto e está assentado em seu pólo positivo, no entanto ele possui um par vibratório oposto dentro da mesma linha. Este seu par oposto é identificado também por uma estrela de cinco pontas, mas invertida, que significa que este orixá “Estrela Cósmica” é atrator, concentrador e sustentador dos seres pentaelementais que seguiram uma evolução cósmica ou negativa. 
 
Temos na Justiça Brasileira uma forte ligação com esta estrela invertida. Esta péssima conexão foi instituída na elaboração da Constituição de 1988, quando muitos agiram de má fé deixando enumeras brechas nas Leis que imperasse a impunidade em nosso país e privilegiasse os poderosos. Os orixás iluminados não veem as nossas leis com bons olhos e por isso, tantas tragédias são impostas como forma de depuração. A estrela positiva é irradiante, multicolorida e suas energias são do padrão corrente-contínua. Esta é a “Estrela Guia”, tão comentada e tão mal interpretada no plano material. E estrela invertida, negativa, possui magnetismo poderosíssimo que a torna atratora de todas as outras energias cósmicas e por ser cristalina e ígnea, nós a identificamos como sendo a “Estrela Rubra” ou “Estrela da Lei nas Trevas”. Atentem para isto: a estrela está no “alto” e simboliza o 5º estágio natural (não encarnante) da evolução. 
 
 
 Os seres naturais no 5º estágio são os últimos a ainda atuarem na dimensão humana. A partir do 6º estágio natural da evolução, os seres são direcionados ou para outras dimensões planetárias, onde atuarão como orixás intermediadores naturais, ou estagiarão em outras orbes planetárias. Portanto no 5º estágio estão os últimos seres encantados que ainda estão voltados para nós, os “espíritos humanos”. Já no estagio inferior, este poder proporciona impunidade, desobediência às leis e mau uso da justiça. As interpretações dos símbolos sagrados, todas elas, têm sido pensadas unicamente sob a ótica do bem e do mal, tão comum a todos os pensadores humanos. Se, nas suas magias, usam uma estrela guia para simbolizar um poder, força ou energia divina, até aí estão próximos da verdade. Agora, quando riscam a estrela rubra e alegam que ali está fixado um símbolo diabólico, do mal ou das Trevas, estão completamente enganados. 
 
Em nossa bandeira, temos um monte de estrelas gravadas nela, o que deveria ser símbolo do que está escrito: “Ordem e Progresso”, mas, como haverá ordem sem justiça? Ou como haverá progresso, com tanta corrupção sem punição? Mas, não se vanglorie aquele que pensa que vai ficar em pune, mesmo, que a justiça terrena seja falha, a Divina nunca será! Agora vemos que os que deviam punir, estão mais preocupadas com o bem estar dos criminosos do que com o erário publico, alegando que algemar uma pessoa em publico gera vergonha e fere os princípios básicos do direito. Mas, roubar também não envergonha essa gente? Porque elas não pensam nisso antes de roubar? Na verdade, bandido tem que ser tratado como tal. Nós sabemos que a dimensão humana possui um “céu” e um “inferno”. Nós sabemos que a dimensão humana possui um lado iluminado e um lado sem luz. A dimensão humana possui um pólo positivo (alto ou +) e um pólo negativo (embaixo ou -). Isto todas as outras dimensões possuem, mas apenas com estas classificações. Lado positivo = luminoso, irradiante, universal e passivo. Lado negativo = escuro, sem cor, cósmico e ativo. Alguns inspirados por Satanás, dizem que não existe inferno tentando induzir a todos que os pecados ficarão sem punição, mas se enganam, pois mesmo sendo Deus muito bom, ele não seria Bom se não fosse Justo. 
 
O Arcano 20 do tarô nos mostra claramente o que foi descrito pelos Evangelhos, o dia do Juízo virá, e se engana que este Juízo é apenas final, como se fosse o fim dos tempos. Na verdade esse julgamento é também temporal, logo após nossa morte. Chama-se final, porque pode ser o nosso fim. Porque se engana aqueles que apostam na reencarnação pra todos. Nem todos reencarnam muitos se perdem no abismo das sombras e outros se elevam na luz e nem todos voltam à carne. Para cima ascenderão os seres que forem irradiantes (positivos, magneticamente falando). Para baixo descerão os seres que forem concentradores (negativos, magneticamente falando). No arcano 17 do Tarô vemos que uma linda jovem, brinca alegremente, pensando na Esperança que existe em sua alma em ascender aos céus e se tornar uma estrela luminosa. No fundo todos nós temos essa esperança em nossa alma. A vontade de ascender aos céus. É por isso que quem tem uma passagem pelas cortes do Humaitá amam as estrelas e contempla os astros como obra da criação de Deus. 
 
 No entanto se vemos o Arcano 17 invertido ele aponta para baixo e a estrela luminosa se transforma em Estrela-Cadente que perdera sua lua. E assim será a trajetória espiritual de todos aqueles que apostam na injustiça e impunidade: 1+7= 8. Ou seja, a Justiça é a chave de toda nossa evolução, por isso Jesus nos disse: “Quem tem fome e sede de justiça será saciado”. Assim o arcano 1 mostra o heroísmo do homem, o arcano 7 a decisão tomada o processo em curso que resulta na sentença e justiça (8). Sendo assim que deveria agir os juízes do mundo, imitando o Juiz dos céus. Mas, se temos o 7 na frente do 1 temos outros interesses em curso; a propina, a corrupção e corre na mente a seguinte frase nesse carro desenfreado: “O carro na frente dos bois”. E assim o senso de justiça se inverte e se transforma em egocentrismo. 
 
 Na interpretação humana os bons vão para o céu e os ruins vão para o inferno, certo? - Errado! – respondemos nós-Para o céu vão os espíritos virtuosos e para o inferno vão os espíritos viciados. Espíritos virtuosos são consciencialmente racionais; espíritos viciados são consciencialmente emocionais. Vemos no Apocalipse que: “Os viciados não entrarão no Reino do Céu”. Esse vicio,nos é mostrado aqui, como alguém que está já mal acostumado nas suas varias encarnações, sempre querendo uma nova chance, mas, cometendo os mesmos erros transformando uma trajetória que deveria ser evolutiva num vicio probatório. No racional estão as vontades; 
 
No emocional estão os desejos. No racional está o equilíbrio mental; No emocional esta o desequilíbrio mental. No racional desenvolve-se um magnetismo positivo; No emocional desenvolve-se um magnetismo negativo. O racional irradia energias (é doador); O emocional absorve energias (é acumulador). É essa escolha, que também nos quer mostrar o Arcano 6 do taro, quando visto num prisma espiritualizado. Estas definições ajudam a entender as duas estrelas simbolizadoras de pólos magnéticos de uma mesma dimensão e do 5º estagio da evolução natural (não encarnacionista). Com isto em mente, então entendam que quando um guia espiritual risca uma estrela guia, ele está fixando dentro de um ponto cabalístico um padrão vibratório superior a qualquer um dos quatro padrões básicos dos processos mágicos ou energo-magnéticos (terra, água, fogo, ar). 
 
Seu padrão é o cristalino, que tanto dilui estes quatro elementos, quanto os anula ou os neutraliza, pois pode envolvê-los e paralisá-los. E quando um exu de Lei risca em um ponto cabalístico uma estrela rubra, ele está afixando um padrão vibratório com o mesmo poder, mas relativo aos padrões vibratórios cósmicos dos elementos. Mostrando que a ação ali, vem em busca da evolução. Reflitam bastante sobre isto, pois um tolo qualquer, num determinado momento da historia religiosa, vislumbrou os poderes divinos do sagrado símbolo da Estrela Guia. E com sua pervertida mente humana logo imaginou que se a riscasse invertida, com certeza estaria submetendo ao seu poder mágico algum demônio infernal, ao qual daria suas “ordens”. Isso foi muito usado no Egito e levou muita a desgraça, fazendo muitos bons magos caírem nas trevas profundas.
 
18/11/2010
 
 
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Umbanda Astrológica: Buscando se entender as desordens


Simbolo, magia e poder!
Muitas pessoas sofrem de inúmeras desordens, tanto espirituais, como psicológicas, e, não raro, as que sofrem também de desordens físicas, apresentando doenças de grande sofrimento.

O nosso lugar é, sem sombra de dúvida, o lugar daqueles que pesquisam e vivenciam em si mesmos este processo de autoconhecimento, autocres-cimento e principalmente de transcendência das sombras que estamos atravessando.


Sabemos que todos sofremos de problemas espirituais, de algum nível, que estão ligados, sem dúvida nenhuma, a questões emocionais. Portanto, tratando do ser Holisticamente estamos também auxiliando-o em busca de si mesmo.

O
estudo dos Estados Alterados de Consciência e de toda a Evolução da Consciência comum até os níveis mais sutis, que Jung denominou Psique Transpessoal. A Psique Transpessoal é a nossa ligação com a Natureza, com o Cosmo em nós. É a energia do nosso Eu Superior - que anima todo o Universo e também nos mantém vivos. Na realidade, ela trabalha com a força da Essência que nos habita para nos ajudar a transformar o nosso Ego num Ego mais funcional e conectado com esta força interior, liberando-nos dos complexos emocionais e das energias estagnadas em nosso Ser, que geram distorções da realidade - doenças psíquicas - e doenças físicas, permitindo-o Ter uma qualidade de vida melhor e auxiliando-nos na construção de um mundo mais humano, amoroso e harmonioso, com maior respeito às Leis da Natureza e com mais amor a nossa grande GAIA - nosso Lar, nossa Mãe Terra.
Todas essas ferramentas nos levam ao encontro do nosso Self mais profundo, onde habita o nosso EU INTERIOR, que nos faz compreender que as neuroses, complexos e as nossas infantilidades são apenas partes do nosso ser Total, com as quais estamos identificados por força da cultura e da família em que vivemos.

A abordagem transpessoal e holística é o Caminho do Coração, onde somos conectados com nossa Essência e nossa mente na existência para viver e compreender o TODO e não só vivermos para nós mesmos. É a Iluminação da Consciência da Luz que vem do nosso SER mais profundo nos levando a nossa Cura pessoal e coletiva. Assim a Umbanda e a Astrologia pode ser uma importante ferramente para facilitar essa busca, pois nos facilita a compreensão de nossa propria natureza e do ambiente a nossa volta.

Quanto entendemos e assimilamos por exemplo, a energia dos astros que nos influenciam ou dos orixas que nos regem ou auxialiam certamente encontraremos um equilibrio maior e muito mais instabilidade emocional. E assim teremos uma capacidade muito maior pra enfrentar e até solucionar nossos problemas e perturbações.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Grafia Sagrada: A MAGIA TALISMÂNICA NA UMBANDA

Todo aquele que estuda o esoterismo das religiões sabe que não existe fenômeno material sem seu substrato astral e vice-versa ! Sabe, também, que todas as Entidades Astrais, sejam de que Plano Espiritual forem e qualquer que seja a denominação que se lhes dê, necessitam do fator "meio", ou seja, de suporte material adequado para se revelarem no Plano Material. Assim, também os Símbolos Sagrados de Umbanda (Lei de Pemba) não são meros sinais gráficos materiais. Na verdade, eles reproduzem as estruturas esquemáticas dos Campos de Forças do Mundo Astral e, assim, refletem o fluxo e a atuação das Forças Sutis Astrais sobre as Forças Elementares Cósmicas, Planetárias e Terrestres. Desta forma, com os Símbolos Sagrados de Umbanda, podemos invocar, fixar e/ou irradiar a Força Astral (Axé) de uma Entidade Espiritual em determinados Pontos Riscados que, ritualisticamente fixados em suportes materiais bem preparados, passam a se constituir em Meio de Comunicação entre a Entidade Espiritual e seus devotos, tal e qual acontece com um Médium, um Congá ou um Assentamento. É dentro dessas condições que os Símbolos Sagrados de Umbanda têm larga aplicação na Magia Talismânica, mormente no preparo e consagração de Guias, Sinetes e outros Talismãs. 

Abordar esse "esquecido" tema foi o objetivo principal do livro - Pemba, A Grafia Sagrada dos Orixás -, de Mestre Itaoman, publicado em 1990 e do qual se extraem os apontamentos elucidativos que se seguem. O Ser Humano é, por excelência, o Ponto de Junção entre o Plano Espiritual e o Plano Material porque suas funções cerebrais transmitem a percepção do Mundo Físico, captadas por seus cinco sentidos básicos, à sua Consciência Individual, a qual tem o poder de aperceber-se, para além dos reflexos instintivos, daqueles substratos astrais contidos nesses contatos, gerando a percepção extra-sensorial.

Por isso mesmo, a Matemática Pitagórica relacionou o Ser Humano à Entidade Matemática Cinco (número 5) , justamente pela existência dos cinco sentidos humanos : visão, audição, tato, olfato e gosto. Daí decorre o fato da Geometria Esotérica relacioná-lo com o Polígono Piramidal por este objeto ter cinco (5) superfícies: quatro verticais inclinadas e uma base horizontal plana. A Magia Talismânica Heleno-Semita simboliza-o pelo Pentagrama, a famosa Estrela de Cinco Pontas, por assim melhor poder expressá-lo em sua Dupla Polaridade : 1. Positiva - Uma só de suas pontas apontando para cima; 2. Negativa - Uma só de suas pontas apontando para baixo.

O Pentagrama em posição positiva é o símbolo do Ser Humano harmônico e evolutivo, com seus desejos e instintos submetidos à sua consciência; o Pentagrama em posição negativa é o símbolo do Ser Humano desajustado e regressivo em conflito consigo mesmo, cuja consciência está subjugada aos seus instintos. Um Talismã Mágico, de origem européia medieval, abaixo exibido, demonstra claramente os conceitos acima expressos :

1. O pentagrama apresenta-se nas duas posições antagônicas, positiva e negativa, conforme se veja seu verso ou seu anverso : 2. Os nomes de Adam e Eve, personagens míticos semitas, contrapõem-se aos nomes de Samael e Lilith, o Arcanjo do Sol e a Potestade da Lua Negra; 3. Uma figura humana contrapõem-se à figura do Bode Expiatório. 4. No círculo exterior, apresentam-se letras do alfabeto hebraico, as quais têm relações específicas com a Kabalah e que podem ter caráter defensivo ou retaliatório. Assim, a Estrela de Cinco Pontas é um símbolo talismânico universal da Raça Humana e tem-se notícias de seu uso no Tantrismo (Índia e Tibet), na Cabala (Judéia), no Pitagorismo (Grécia), na Magia (Europa Medieval), na Teosofia (nas modernas Europa e Américas). Então, também nós o utilizamos no Esoterismo da Umbanda.

O Ponto de Junção por excelência entre o Material e o Imaterial, qualquer Ser Humano na condição de "médium" precisa e depende de manter atuante, equilibrada e benéfica a sua condição de "receptor de percepções extra-sensoriais" procurando sempre repor as energias bio-elétricas que seu corpo físico dispende na prática de cultos esotéricos, caritativos ou não. Para isso, ele precisa estar em sintonia harmônica com a Vibração Sutil que emana de seu Orixá Regente Planetário, cuja Força Sutil dinamizava os Astros Celestes que regiam a Natureza no momento em que aquele Ser Humano sorveu o primeiro Hausto de Vida em seus pulmões, ou seja, no momento de seu nascimento.

Precisa, também, saber conjugar eficientemente esta Vibração de seu Orixá Regente Planetário com a Vibração de seu Orixá de Cabeça, ou seja, aquele a quem, por escolha própria antes de sua atual reencarnação, seu Espírito imortal (Ori Orun = Cabeça no Além), ajoelhado perante Olorum (Deus), decidiu ou precisou dedicar sua futura "Cabeça na Terra" (Ori Aiye = intelecto ou personalidade). Como vimos, o Orixá Regente Planetário é determinado pela data de nascimento e a ele estão ligados seu Arcanjo e Anjo de Guarda; mas, seu Orixá de Cabeça", a quem estão ligados seu "Santo" e seu "Eshu Guardião", só pode ser determinado por um Babalaô, através de um Jogo Divinatório como o Tabuleiro de Ifá, o Colar de Ifá ou, como último recurso, os Búzios. Para esta determinação, não há outra alternativa ou escapatória. Portanto, na Magia Talismânica de Umbanda, não é o bastante representar o Ser Humano pelo Pentagrama; é necessário também :

1. Classificá-lo por Forças Sutis Espirituais, Astrais e Planetárias; 2. Individualizá-lo em seus outros relacionamentos espirituais com a sua Falange Espiritual, com seus Guias e/ou Protetores; 3. Nominá-lo por seu nome astral e/ou iniciático; 4. Graduá-lo em função do mérito que venha alcançando nas pelejas em prol de seus próximos. E, para isso, a Magia Talismânica de Umbanda tem seus próprios símbolos sagrados para representar aos seus Ôrixás, Guias e Protetores, aos Planetas e Signos Zodiacais, às Forças Elementares da Natureza, à Numeralogia e Grafia Sagrada com que cria e grafa Nomes Próprios e/ou Iniciáticos, bem como pode representar os Vórtices e Canais de Energias Sutis que percorrem o organismo intra e supra corpóreo do Ser Humano, caminhos de energias estes que são, também, controlados pelo Imolé Eshu Bara, o Senhor Guardião do Corpo e dos Caminhos do Destino de cada um de nós, os quais ele abre ou fecha conforme os méritos e os deméritos de nossas ações conscientemente perpetradas.

Com o conjunto desses Símbolos e com sua Grafia Sagrada, à qual os Umbandistas denominam por Lei de Pemba, a Umbanda não precisa recorrer à simbologias de origem egípcia, tântrica, hebraica, grega ou latina para compor seus Sinetes ou Talismãs. É de se notar, também, que as representações das formas geométricas (e a matemática que as inspiraram), não são propriedade exclusiva de nenhuma civilização ou época. Elas existem desde sempre na Natureza : a espiral da casca de um caracol, o oval de um seixo rolado, o triângulo de uma lasca de sílex, o cubo, a pirâmide, o hexágono e muitas outras formas encontráveis nos minérios e cristais, a forma poligonal de uma estrela-do-mar !

Não há aqui espaço para o ensinamento das correlações entre os Símbolos Sagrados de Umbanda e os símbolos de outras procedências, tais como Astrologia, Alquimia, Cabala e Magia. Mas, realmente, a correlação existe e quem quiser aprofundar-se no assunto em questão pode referenciar-se no livro de Mestre Itaoman acima citado, embora seja difícil encontrá-lo nas livrarias. Por isso mesmo, vamos limitar-nos a apresentar os doze Sinetes Astrais básicos referentes aos doze Signos Zodiacais, de forma que cada pessoa possa encontrar aquele referente à data de seu nascimento e, então, utilizar-se dele, por sua conta e risco, para obter proteção contra "temporais astrais" que, infelizmente, certos ambientes ou pessoas mal vibrados podem ocasionar.

O material em que devem ser confecionados é aquele referido como o metal característico do Signo Zodiacal, encontrável no tópico Influências Místicas, Item Influências, sub-item Data de Nascimento, nesta mesma Home Page. Sobre um dos seus lados, cada Sinete Astral tem gravado os Símbolos Umbandistas relativos ao Signo Zodiacal, o Planeta Regente, o Orixá de Nascimento, a Força Sutil do Elemento da Natureza, o símbolo do Vórtice Astral captador de energias sutis de seu organisno extra-corpóreo e o símbolo astral sintético da Entidade Espiritual Guardiã de seu corpo físico e astral, ou seja, seu Imole Eshu Bara. Em seu outro lado, tem signos cabalísticos não reveláveis publicamente, ou seja, só são reveláveis dentro da relação Mestre-Discípulo. Cada um desses Sinetes Astrais é, pois, comum a todas pessoas nascidas sob esse mesmo Signo Astral e por todas elas podem ser utilizados, mas apesar de abaixo relacionarmos os Doze Sinetes Astrais Básicos para seu simples conhecimento, é evidente que para grafá-los magisticamente é necessário ter-se sido iniciado na Lei de Pemba de Umbanda, a Grafia Sagrada dos Orixás : simplesmente cópiá-los e portá-los não levará ninguém a resultado algum!

sábado, 6 de agosto de 2011

Simbologia: Alfange - foice (de cabo longo)


Alfange - foice (de cabo longo) A imagem simbólica do Ciclo da Vida sempre esteve relacionada com a dos Ciclos Agrícolas - razão pela qual a imagem da Morte é representada com a foice. Esse instrumento iguala, no momento do corte, a erva boa e a má, isto é, não discrimina na ceifa o bom e o mau, tal como a morte, que vem para todos. A foice de cabo longo, ou alfange, começou a surgir na iconografia da morte apenas no século XIII. Antes a foice de cabo curto predominava, fazendo referência ao Antigo e ao Novo Testamento. No século XVI, Cesare Ripa recapitulou indicações iconográficas de séculos anteriores e encontrou no Antigo Testamento, no texto do Profeta Amós, a imagem da morte segurando em uma mão o alfange e na outra um recolhedor de frutas na forma de um pau com um gancho na ponta, evidenciando que a morte ceifava tanto os que estavam na baixa quanto os da privilegiada escala da sociedade, tanto as ervas como os frutos mais altos, protegidos do alfange na copa das árvores.

No Tarô esse elemento está ligado a simbologia do Arcano XIII, na astrologia a Saturno, na Umbanda Astrológica a Omulú, Nanã e aos exus Caveira!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Tarô, Astrologia e a Esfinge Astral

Daleth, o seio evoca a ideia da alimentação e capazidade de agir fortalecido no meio ambiente. Cada aplicação da vontade humana deve para obter algum resultado atuar nos três planos. Essa atuação é chamada "operação mágica". Esta atuação, em sua totalidade, ou seja, o axioma metafísico, o turbilhão astral e a manifestação física constitui o Grande Arcano da Magia.

Ele divide-se em parte superior, intermédia e inferior. A realização da parte superior depende do grau da encarnação do indivíduo, da sua Mônada Espiritual. Para realizar a parte intermédia o ser humano deve para si criar astralmente o andróginato Vau. A parte inferior, a física, precisa de uma ferramenta ou instrumento para servir como apoio físico da operação. Por um método lógico é nos possível achar esse instrumento.

Tentamos fazer desaparecer mentalmente uma parte do Universo, dando ao que sobra as qualidades atribuitivas da totalidade anterior. Vamos aplicar a esse novo Universo o Grande Arcano e verificamos que o instrumento dessa aplicação não muda. Seguimos na nossa redução do Universo até que se limite ao próprio operador. (Microcosmo= Macrocosmo por analogia;)
O corpo físico do operador será assim o grande Athanor do Arcano da Magia.

O conhecimento da parte inferior no entanto não basta e temos um bom exemplo na história do Rei Édipo. No seu caminho Édipo cruza-se com a Esfinge e ela faz lhe a seguinte pergunta: "Quem caminha pela manha com 4, durante do dia com 2 e a noite com 3 pés?" O enigma simboliza o realizador do Grande Arcano.

A Esfinge representa uma síntese dos quatro animais sagrados com já foi referido anteriormente, tendo um rosto humano (Aquario), garras de um leão (Leão), quadris de touro (Touro) e asas de uma águia (segundo a tradição o signo de escorpião antes da sua queda era representada por uma águia). Essas criaturas e pelos seus atributos condicionam o acesso ao mundo astral através dos quatro elementos que representam.

A figura da Esfinge é toda Astral, ela é a sentinela das pirâmides. Ao responder de que se trata do ser humano, Édipo advinhou apenas a parte física do enigma. O futuro confirmou que ele não tinha resolvido o enigma (binário astral) na sua totalidade. A parte negativamente polarizada do turbilhão o arrastou aos horrores do parricídio e do incesto.

O domínio sobre o plano físico não foi suficiente para evitar o acontecimento. A iniciação do plano astral lhe foi dado pelo sofrimento, no plano mental alcançou a paz pelo Amor Universal, da abnegação e da dedicação de sua filha Antígona. É significativo que a iniciação astral lhe tenha chegado na idade madura e a iniciação mental na velhice.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orixás, simbolos de força e os "tronos do poder"



“Tronos” é uma classe de divindades que têm no próprio nome (Trono) a sua identificação, porque são as divindades “assentadas” nos pólos magnéticos das linhas de forças e nas correntes eletromagnéticas. Um Trono é uma divindade efetivamente assentada num Trono Energético cujo magnetismo o distingue de todos os outros Tronos. Regente vem de rei, aquele que rege, dirige, comanda, direciona, etc.

Muitos sabem tão pouco sobre os orixás que não associaram “assentamento” com “Tronos” e com “pontos de forças”! O fato é que os pontos de forças da natureza, tais como os conhecemos na Umbanda, são pontos de geração e ou irradiação de energias e altamente magnéticos. Trono é o assento mais alto de uma hierarquia. Logo, todas as divindades regentes estão assentadas em seus Tronos, de onde regem a evolução dos seres que se colocam sob o amparo de suas irradiações energo-magnéticas. Anjos não são tronos, pois formam outra classe de divindades e atuam apenas mentalmente sobre os seres. Não são, portanto, divindades assentadas.

A limitação imposta aos médiuns visa conte-los em suas vaidades pessoais, e também preservar seu Orixá “individual”, que assim não fica exposto aos choques energéticos que acontecem sempre que seu poder é ativado por seu médium magista.

Os Tronos fixos estão assentados nos vórtices planetários multidimensionais e nunca se afastam deles. Já os Tronos Móveis absorvem em seus íntimos o Trono Energético onde se assentaram e o trazem em si mesmos, só o desdobrando ou exteriorizando em casos muitos especiais. No Ritual de Umbanda Sagrada, quando se assenta o Orixá de um médium, esta se criando no padrão vibratório material uma correspondência energética e um ponto magnético análogo ao que o orixá traz em si mesmo, embora seja um ponto de forças fixo e limitado à capacidade mental do médium e às suas necessidades magísticas.

Já os “Orixás” são Tronos porque são divindades assentadas em Tronos Energéticos, localizados nos pólos magnéticos das linhas de forças e das correntes eletromagnéticas. Existem duas categorias de Tronos, os Tronos fixos e os Tronos móveis. E, porque o Trono do Amor (Oxum) possui uma hierarquia só sua, que o auxilia em todos níveis vibratórios, em todas as dimensões e em todos os estágios da evolução dos seres, então nada mais lógico do que ser cultuado num ponto de forças do plano material cujo magnetismo é análogo ao seu, ao do seu Trono Energético Planetário e a ponto de força planetário e multidimensional onde está assentado.

E os “Orixás” são Tronos porque são divindades assentadas em Tronos Energéticos, localizados nos pólos magnéticos das linhas de forças e das correntes eletromagnéticas. Existem duas categorias de Tronos, os Tronos fixos e os Tronos móveis. Trono é o assento mais alto de uma hierarquia. Logo, todas as divindades regentes estão assentadas em seus Tronos, de onde regem a evolução dos seres que se colocam sob o amparo de suas irradiações energo-magnéticas. Anjos não são tronos, pois formam outra classe de divindades e atuam apenas mentalmente sobre os seres. Não são, portanto, divindades assentadas.
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