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Os Orixás regentes de 2027

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Cabala: O poder dos Anjos

 



Na imaginação, misturam-se a imago (imagem) e a essentia (essência) do Pássaro e do Homem, para que se construa a transparência do Anjo (do grego “ággelos”, pelo latim “angelu”): ente puramente espiritual que exerce o ofício de mensagem entre o Deus e o Homem. Mais que o Homem, as entidades angélicas protegem o Deus... E o Deus, quem seria? A palavra latina “Deus” deriva da palavra sânscrita “Dyas”, que significa “céu luminoso”. O Homem, como se sabe, é só esta matéria desesperada que tenta acordar o que no barro é a estrela-diamante: a imaginação.


O sol é a sombra do Deus. Imagine, então, como é o Deus? Anjos não fazem sombra em nada. Anjo é quando o Deus desiste de ser o Deus para ver que o Deus é o Outro em nós: baleia, violoncelo, pêssego, mulher, homem, criança, penhasco, água, palavra, música, pedra; enfim, o Outro dentro e fora de nós. Ao nascer o homem se depara com um mundo complexo, cheio de provação e desafios dificies de compreender. Então Deus Generoso e Bondoso, como sabemos vendo que não seremos capazes de desviar-nos de muitas armadilhas do mal, nos presentiou com a grande Dadiva nos dando a proteção de um anjo guardião.


Assim todos nós temos proteção angelical e somos protegidos. Mas nem sempre escapamos de fatos ruins, tanto pelos interesses divinos, como por necessidades de depurações, assim nem sempre deixamos de passar por momentos dificies. E as vezes por isso perdemos a fé. Mas o anjo da guarda é um grande amigo e devemos sempre busca-lo e acreditar nele.


ÁRIES (21 de março a 20 de abril)

O Anjo Ariano é Hermesael, que faz do natural um epifania regida pelo fogo da palavra. Anjo que, no interior da palavra fogo, sabe dos primórdios do fogo sem palavra. O cérebro é seu talismã, sempre impulsivo. Quem for Anjo Ariano cuida só de saber seu próprio mistério por meio da convenção social que é a língua. Domar o potro de sono e fogo que acontece no cérebro é a principal tarefa de Hermesael. A velocidade: um de seus mais flagrantes atributos. Apazigua homens e feras, mas pode ser destruído por sua Alma, se duvidar dela. O Anjo Ariano é o guia que aponta para o potencial criativo desconhecido. Mestre dos quatro elementos, ele os mistura para que venha à tona o mais precioso, a quintessência. Hemesael não vem quando é chamado, mas quando intuímos que sabemos mais do que pensamos.

Dica preciosa: Hermesael vive em harmonia com o Buda (o iluminado, a essência das essências), porque ele é o próprio Buda. Sua frase é: “Nenhum som teme o silêncio que o extingue” (John Cage).


TOURO (21 de abril a 21 de maio)

O Anjo Taurino é Demeterael. Obtuso feito uma rocha, só decifra os segredos através de um olhar à natureza. Prefere o ouro à luz. A mesa com frutas, água e pão, aos desvarios dos doidivanas. Sua imaginação é um útero onde só cabem as coisas humanas, demasiado humanas. Seu amor é pela Terra e só aprende com os elementos terrestres. A Terra é seu alvo. O coração, a flecha. Para tal Anjo, o templo do amor do Taj Mahal vale mais que todos os livros do mundo. Também venera os livros: sinais de sabedoria. Demeterael deve meditar sob frondosas árvores quando entardece. Tem o charme como triunfo e a quietude como dom. O Anjo Taurino não descuida de cultivar diariamente seu jardim secreto. Cuidar com esmerado amor, se diria.

Dica preciosa: Demeterael trata seu corpo com a delicadeza de um pessegueiro e a dureza de um diamante. Sua frase é: “O cotidiano contém em si o abuso do cotidiano: o cotidiano tem a tragédia do tédio da repetição, mas há uma escapatória: é que a grande realidade é fora de série” (Clarice Lispector).


GÊMEOS (22 de maio a 21 de junho)

Zeusael, o Anjo Geminiano, é conhecido por sua autoridade e ambição. O auto-respeito. A disciplina. Quem quiser alcançá-lo deve cultivar a compaixão tanto em palavras como em atos. Para o Anjo geminiano não há diferença entre a palavra água e a água natural. Ele é a harmonia entre atos e palavras. Qualquer dissonância cria problemas sérios. Sua música é verbal. Sombrio e luminoso. Ambíguo por natureza. A luz é do tamanho da sombra. A palavra é para ele o pão e a água. Sua psique (Alma) precisa da palavra exata e do sentido perfeito. Ele sabe todo o mistério da linguagem. As palavras são instrumentos de sua consciência. Palavras: arpões. Zeusael lança, ao pensar, uma frase de cristal. Dica preciosa: Zeusael cuida de seu jardim secreto como se fosse um vocabulário de palavras. A rigidez o torna sombrio. O bom humor é dele a pedra preciosa.Sua frase é: “Só sei que nada sei” (Sócrates).


CÂNCER (22 de junho a 22 de julho)]

Persefonael, o Anjo Canceriano, é o vidente das trevas lunares. Encontra-se com muita felicidade sob a égide do mundo interior. A lei natural de Persefonael diz que o maior mistério é haver mistério. Ele nunca perde sua primeira serenidade. O Anjo Canceriano sabe da força do Deus dentro de si e tem a certeza de encontrá-Lo. Sua mina de ouro é a memória. Sua vertigem: a alucinação. A pedra que ele vê fora é do tamanho da pedra que ele percebe dentro da Alma. Só que a pedra da Alma é mais verdadeira. Vive de pétalas na boca. Seu mundo não pode ser desvendado pela inteligência. Talvez só pela sensibilidade. Dica preciosa: A ânfora de Persefonael é transbordante, pois a fonte está nele mesmo. As imagens, para este Anjo, são selvas de fadas que se fecundam. Sua frase é: “Existir é um perfume sem suporte, um grão de memória, uma simples fragrância; alguma coisa como um gasto, como só um haicai japonês soube dizer, que não é recuperado em nenhum destino” (Roland Barthes).


LEÃO (23 de julho a 23 de agosto)

O Anjo Leonino, Quironael, habita o segundo sol: o ego. O maior poder do ego é o de saber que o ego não tem poder nenhum. Sua função é criar as condições para que o Eu profundo (o Deus) –o primeiro Sol – atue. O único que cura o ego é a humildade. Sua luz é a da manhã e a do entardecer, nunca a do meio-dia. Leva acesa em si a candeia longínqua. Pequenos desejos, grandes perfumes. É o pelicano que em alto-mar bica o próprio peito para saciar a sede de seus filhotes. A Quironael é dada toda alegria se for suficientemente maduro para permitir que o Eu profundo o fisgue. Algo atira, algo acerta. O alvo não importa. Mesmo que ele estivesse com uma venda nos olhos, acertaria o alvo. Conhecimento: luz do coração. Pode curar com um simples toque. Dica preciosa: Quironael silencia opiniões pessoais para atiçar o espelho interno (a Alma) que reflete todo riso. Para isto basta cultivar mais o hábito de escutar o primeiro Sol (que é o Deus). Rir é o melhor remédio. Sua frase é: “E não é incrível que a luz se acenda no exato instante em que se extingue?” (Plotino).


VIRGEM (24 de agosto a 22 de setembro)

O Anjo Virginiano é Heafroatenael. Seu mais íntimo dom é ver tudo nos mínimos detalhes. Ver com a palavra. Anjo nascido a um palmo do fogo do Santo Espírito (o subconsciente), ele medita sobre cada detalhe da matéria e a desvenda com desenhá-la numa simples folha de papel em branco. Crítico severo consigo e com os outros, deve aprender a relaxar escutando sinos ao vento. Deve prestar muita atenção no seguinte: aqueles que supervalorizam a palavra oca são vítimas da própria palavra oca. Sua dificuldade é escolher entre duas matérias: um copo d’água ou de vinho? O Anjo Virginiano tem o dom de suspender a faculdade crítica e se dedicar mais ao silêncio que observa em cada átomo. A fala é então sua luz. A Alma de diamante (o Átman que, em sânscrito quer dizer “indestrutível”) é por destino sua luz. Dica preciosa: Heafroatenael intui que as máscaras da tragédia grega tinham uma função mágica. As palavras em sua boca são usadas com doçura. Não se deixa levar por cegos impulsos. Sua frase é: “Quando um sonho pode realmente ser concretizado, as ilusões devem ser desfeitas” (Quiroga).


LIBRA (23 de setembro a 23 de outubro)

Aresael, o Anjo Libriano, é regido segundo as leis sereníssimas do amor. Seus instintos agressivos são conduzidos pela vontade consciente. Equilíbrio puro entre amor e paixão, se mantiver a tensão entre os opostos, chegará à maturidade. Pare este Anjo a noção de divindade não é da ordem do pensamento, mas da ordem da emoção. Quando pensa a si mesmo, pressente que o Deus só pode ser alcançado através da serenidade, do centro silenciado. O Aresael não desconsidera a cura que brota do delírio amansado. É de ser precioso que ele tem medo. A morada de seu paraíso é guardada por um dragão que deseja o que não tem fala. Por isto só lhe resta amar. Só o fogo tranqüilo lhe interessa. Na curva da infância enterra o rio. Sobre árvores salpica estrelas antigamente perfumadas. Dica preciosa: Aresael tem seu centro supremo na Harmonia, filha do Amor. Ter uma visão espiritual desenvolvida não é tudo para este Anjo. Uma vontade de ferro é mais valiosa para ele. Sua frase é: “Viver não é preciso; navegar, sim” (Pompeu).


ESCORPIÃO (24 de outubro a 22 de novembro)

Atenael, o Anjo Escorpiano, tem a língua cortante como a espada. A verdade é sua sina. O sonho sua agonia. O nada é sua matéria-prima. O nada como carência de oposições e contrastes. Habitante natural das profundezas, ele sabe das mandingas e das feitiçarias da Alma. Viver para desaparecer, eis sua grande sacada. Dono de sortilégios insondáveis, este Anjo tem o Olho espiritual altamente desenvolvido. Pode ver as coisas, mesmo sem imagens. Busca uma perfeição engendrada pela mente e pelo Santo Espírito. Para Atenael, captar as vibrações do Eu Profundo é mais importante que possuí-lo. O espiritual é seu aconchego e pressente todas as nervuras do sombrio. O ar, fogo, terra e água, para o Anjo Escorpiano, são deuses. A água, o jardim secreto. Dica preciosa: Atenael respeita o feitiço íntimo das coisas. O que um vai saber, não sabendo, já sabe. Deve aprender a respirar no último íntimo, o mim da fundura. Sua frase é: “Tamanco faz zoada, mas não fala” (adágio popular brasileiro).


SAGITÁRIO (23 de novembro a 21 de dezembro)

O Anjo sagitariano é Irisael. Sua quintessência, a sorte, pela qual é fortemente assediado. A risada é dele no alto da montanha perto dos pássaros. Espera até que o Deus não fale, então escuta o que em cada coisa é calmo sol. No breve minuto em que sabe, porque é Anjo Sagitariano, acorda em outro Deus maior. Para ele, a palavra é vã de alecrins. Sua força é a sinceridade, que o torna potente. É melhor cair das nuvens que do último andar. “Lumen naturae”: sua fonte interior de luz. Irisael intui que o Santo Espírito é tudo aquilo que constrasta com a matéria. Fogo em movimento: manhã de ligeiras estrelas. Curar é uma de suas virtudes. Dica preciosa: Irisael ganha muito ao conduzir o fluxo das emoções com delicadeza. O ardor impõe sua candura. A verdade absoluta deve ser afastada de seu coração. Sua frase é: “Não procure a perfeição, não há nada lá” (Paulo Lemisnki).


Capricórnio (22 de dezembro a 20 de janeiro)

Para Heraclael, Anjo Capricorniano, o destino é a disciplina e a intensa e perfeita concentração num objeto da mente. Com pulso de ferro, ele traça seu mapa, dia-a-dia, com a paciência de faquir sobre esteira de acúleos. Conhecer a própria fera interior (ou o diabólico em si) é condição primordial para seu amadurecimento. Arquiteto, não da brisa, mas das solidões noturnas, ele é perito em desvendar os vários lados de uma pedra. Nenhum detalhe lhe escapa da informe matéria humana. Os limites tornam soberano este Anjo. Seu selo raro é dissolver o ponto alucinante que rege a Vila da Ilusão. O sombrio pode que seja para Heraclael o primeiro degrau para o paraíso. É necessário que encare com naturalidadde uma certa aridez. Dica preciosa: Heraclael lapida os impulsos de raiva e os limites rígidos da mesmice. Para o cansaço de existir não custa nada perder tempo serenando ante o muro gretado do verão. O bom do sono é sonhar no alto do penedo. Sua frase é: “Minha mãe bordava lágrimas desertas nos primeiros arco-íris” (Vicente Huidobro).


AQUÁRIO (21 de janeiro a 18 de fevereiro)

Uranael, o Anjo Aquariano, jorra água de estrelas. Para este Anjo parecem vivas todas as constelações e, no entanto, aparentemente não se mexem. Grava em fita indestrutível o vento do futuro. Crucificado ao silêncio da revelação, seu abismo é manchado de alto azul. Infante terrível, Uranael não tem medo de perder objetos. Ele não sabe a Voz que fala em si, mas entende que, se não ouvir, não poderá ver, e que se não ver não poderá ouvir. Ele sabe que sua Voz é memória. A melancolia é sua decadência. Limpidez da Voz: seu alvo. E a palavra é a seta. Dica preciosa: Uranael deve cultivar a arte de se embalar próximo do mar rente às palmeiras indecifráveis. Sua bebida preferida é a eletricidade de certa manhã de sol sob os últimos ventos. É o caçador daquilo que Sem Nome. Sua frase é: “Além da conversa das mulheres, são os sonhos que seguram o mundo na sua órbita. Mas são também os sonhos que lhe fazem uma coroa de luas, por isso o céu é o resplendor que há dentro da cabeça dos homens, se não é a cabeça dos homens o próprio e único céu” (José Saramago).


PEIXES (19 de fevereiro a 20 de março)

O Anjo Pisciano, Moirael, é o mais próximo do Deus. Aquele que deve estar iluminado antes que a iluminação aconteça. É o louco divino. Único a existir em seu Terceiro Olho (a glândula pineal, o Olho do Deus), este Anjo torna cristalino o silêncio. Médium convicto, ele lapida o centro invisível com a clareza de quem sabe ser a vida enlevo e fúria. Moirael esquece a vontade e se mistura à sombra e ao mel que lhe curam a máscara oca. Seu coração só constrói decepado. Tudo ritma seu coração. Dias e dias este Anjo permanece em segredo, e retorna em quedas sobre um aquático feliz. Quando a lógica cervical da essência do Deus encontra a lógica fulgurante de Moirael, é preciso traduzir este encontro inédito esvaziando as ânforas do medo e acariciando as serpentes como se fossem rosas.Dica preciosa: Moirael não transcreve o que foi falado, nem pensado, mas o que foi visto, posto que ver é sua principal tática para alcançar o objeto perdido da satisfação.Sua frase é: “A vida inteira correu por minhas rugas como ágata a fim de modelar a mais bela das máscaras fúnebres” (Paul Éluard).


Carlos Lima - Pesquisas.


Antiga 'cidade perdida do Rei dos Deuses' é descoberta na selva do Camboja





A investigação consistiu de duas fases, por um lado usando tecnologias óticas de detecção remota (LIDAR), por outro uma exaustiva exploração da área a pé para analisar tudo passo a passo.

Cientistas de Cambridge conseguiram fazer uma descoberta única com ajuda das tecnologias de reconhecimento ótico mais avançadas, revelando a ''cidade perdida'' de Camboja, uma das grandes capitais do Império Khmer.
Entre os séculos IX e XV, esta grande civilização conseguiu dominar uma boa parte do sudeste asiático, e agora os investigadores foram finalmente capazes de definir a extensão completa da cidade escondida no meio da floresta.
Se trata da cidade de Mahendraparvata, uma das mais importantes do Império Khmer, uma civilização hindu-budista que era conhecida por suas grandes construções arquitetônicas.


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Cidade Perdida do Império Khmer foi finalmente encontrada no Camboja!
As pessoas de fato trataram de assegurar que a zona tivesse infraestruturas básicas tais como reservatórios, estradas e templos, uma variedade de construções que conseguiram dar prestigio à cidade a transformando em uma das grandes capitais do Império.
Ancient 'Lost City' of Khmer Empire Rediscovered Hidden Under The Cambodian Jungle http://dlvr.it/RGHXgj 
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Antiga 'cidade perdida' do Império Khmer é redescoberta escondida debaixo da selva do Camboja.
Em 2012 um grupo de cientistas conseguiu localizar com a ajuda de um simples sistema GPS uma série de ruínas na floresta do Camboja. Após cinco anos de investigações, foi confirmado que era de fato uma das capitais do Império Khmer, escreve jornal El Confidencial. 
Os investigadores da Universidade de Cambridge conseguiram mapear pela primeira vez um terreno com cerca de 50 quilômetros quadrados, descobrindo que a estrutura da cidade está organizada em forma de quadrículas, nas quais se localizavam diferentes construções.
Desta forma, encontraram desde ruínas de casas simples e estradas até prédios mais complexos, como templos ou canais de água.

Queda de asteroide no oceano Atlântico 'provocaria o caos', adverte cientista





Uma cientista advertiu que, se um asteroide caísse no oceano Atlântico, poderia "provocar o caos", criando uma série de ondas gigantes que devastariam as regiões costeiras, afetando milhões de pessoas.

Os asteroides sempre desempenharam um papel importante na formação de muitos planetas. Milhões destes corpos rochosos voam pelo espaço no Sistema Solar, orbitando o Sol. Suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, são destruidoras mas também podem contribuir para formar planetas.
Cientistas da NASA monitoram constantemente o espaço em busca de Objetos Próximos à Terra (NEO, na sigla em inglês) e Objetos Potencialmente Perigosos (PHO) que podem representar ameaça para a existência da vida no nosso planeta, informa tabloide britânico Express.
A doutora Natalie Starkey propôs no seu livro "Catching Stardust" uma nova teoria sobre o que aconteceria se uma rocha espacial gigantesca atingisse um dos oceanos da Terra.
"Se fracassarmos no futuro em proteger o planeta de ameaças vindas do espaço, então poderemos esperar um impacto de um grande asteroide ou cometa, causando estragos na superfície da Terra e resultando em grandes mudanças globais e altas taxas de mortalidade", adverte a investigadora.


© AP PHOTO / NASA/GODDARD/UNIVERSIDADE DO ARIZONA
Asteroide Bennu
"Um cometa ou asteroide ao atingir um dos oceanos poderia provocar tsunamis gigantes, resultando na destruição completa das regiões costeiras", ressalta a cientista.
Se imaginarmos a ondulação provocada pelo lançamento de uma pedra em um lago, sem quaisquer obstáculos pelo caminho, as ondas só param ao chegar à margem do lago.
"Imagine agora o mesmo cenário em uma escala maior, um asteroide de vários quilômetros de diâmetro, atravessando o nosso espaço a uma velocidade superior de 64 mil quilômetros por hora e impactando um dos oceanos", diz ela.
O efeito é o mesmo, só que desta vez a 'beira do lago' seriam enormes cidades habitadas por milhões de pessoas, e a infraestrutura urbana seguramente não conseguiria suportar toda essa enorme massa de água.
O asteroide Bennu, por exemplo se aproxima muito perto da Terra uma vez em cada 6 anos. Por causa da sua proximidade do nosso planeta existe alta probabilidade de que Bennu impacte a Terra no final no século XXII.

Cuide bem do seu Orí - Umbanda Astrológica



DEVIDO AS CIRCUNSTÂNCIAS DE SUA CRIAÇÃO, TODOS OS ORIXÁS TEM DE PRESTAR HOMENAGEM A ORI. TODAS AS CABEÇAS FEITAS NO CULTO OU DEVOTO TÊM DE TOCAR A TERRA COM A TESTA COMO UM ATO DE RESPEITO AO PRIMEIRO ORI. NO NASCIMENTO (PARTO), A CABEÇA FÍSICA OU ORI ODE VEM PRIMEIRO, ENQUANTO O RESTO DO CORPO A SEGUE,O QUE AUMENTA MAIS SUA RELAÇÃO COM ORI-INU,QUE TAMBÉM É O PRIMEIRO A SER CRIADO E O ÚNICO DETERMINANTE DO DESTINO DO HOMEM NA TERRA. DEVIDO A ISTO, A CABEÇA FÍSICA É TRATADA COM MUITO RESPEITO E PROPICIADA COMO ORI-INÚ, SEU CONTRAPONTO ESPIRITUAL, RESULTANDO NA PRIMEIRA SERVIR COMUMENTE COMO MEIO DE COMUNICAÇÃO COM A OUTRA. 

Para os Yorubás o ser humano é descrito como constituído dos seguintes elementos: ARA, OJIJI, OKAN, EMI e ORI. ARA é o corpo físico, a casa ou templo dos demais componentes. Em Umbanda Astrologica, no mapa, faz parte da Trindade Criadora Zodiacal como o ponto Ascendente, ou seja, o signo que ascende no céu na hora do nascimento. OJIJI é o "fantasma" humano, é a representação visível da essência espiritual. Na carta esta parte é representada pela Lua. OKAN é o coração físico, sede da inteligência, do pensamento e da ação, na carta representado pelo Sol. EMI, está associado à respiração, é o sopro divino. Quando um homem morre, diz-se que seu EMI partiu, na carta é o signo solar ao qual o nativo pertence.

O PODER E AUTORIDADE QUE ORI POSSUI VEM DA CRENÇA QUE ORI-ISHESHÉ É O CRIADOR DE TODAS AS DIVINDADES, E SOB AS ORDENS DE ORI ELES FORAM MANDADOS AS VÁRIAS LOCALIDADES AONDE SE TORNARAM RESPEITADOS. NA CRENÇA YORUBÁ, ORI É A RESIDÊNCIA DE CADA ESCOLHA DE REALIZAÇÃO NA FORMA EM QUE LUTAM PARA ALCANÇAR SEU DESTINO. ALGUMAS VEZES É CHAMADA DE ORÍ-INÚ OU CABEÇA INTERNA OU DESTINO. HÁ TAMBÉM UM ORI ODE OU CABEÇA FÍSICA, AONDE ORI INÚ RESIDE. O CONTRAPONTO DE ORÍ-INÚ NO ORÚN SERIA ORI ISHESHÉ.


É importante dizer que é o ORI que nos individualiza e, por consequência, nos diferencia dos demais habitantes do mundo. Essa diferenciação é de natureza interna e nada no plano das aparências físicas nos permite qualquer referencial de identificação dessas diferenças. Sinalizando essa condição, talvez uma das maiores lições que possamos receber com respeito ao ORI;

Uma pessoa de mau ORI não nasce com a cabeça diferente das outras. E ninguém sabe como será o futuro da pessoa. Uma das principais funções do Ori é guiar o homem em sua vida terrena, auxiliando, servindo como amigo e conselheiro, desde o momento de sua concepção, acompanhando-o durante toda a sua vida, até a morte física; o Ori é o nosso Orixá individual e pessoal, devendo assim ser o primeiro a ser cultuado e louvado, antes de todos os outros Orixás e energias, pois ele é a essência real de nosso ser. Por isso ele é revelado de uma combinação geral do mapa, a qual chamamos de Assinatura Astral. Essa assinatura é encontrada tanto na quadruplicidade, quanto na triplicidade, na verdade parte da combinação das duas. E a partir deste degrau, observa-se os regentes, pontos e aspectos certos.

Quando uma pessoa passa em sua vida por uma série de dificuldades relacionadas a ações negativas ou maldade de outras pessoas, mas consegue sobreviver a tudo e ainda vencer em questões complicadas, ela se encaixa nessa frase, "ENIYAN KO FE KI ERU FI ASO, ORI ENI NI SO NI", ou seja, "as pessoas não querem que você sobreviva, mas o seu ORI trabalha para você", assim sabe-se que um ORI resistente e forte é capaz de cuidar do homem, de lhe garantir a sobrevivência social e as relações com a vida, apesar das dificuldades que ele enfrente.

Esta é a razão pela qual o BORI, forma de louvação e fortalecimento do ORI. Assim é utilizado muitas vezes, precedendo ou, até, substituindo um EBO. Isso se faz para que a pessoa encontre recursos internos adequados, esta força interior de que falamos, seja à adequação ou ajustamento de suas condições frente às situações enfrentadas, seja quanto ao fortalecimento de suas reservas de energia e consequente integração com suas fontes de vitalidade. Para saber o momento certo e se tem que fazer um ebó ou borí, as casas importantes a serem observadas no mapa do nativo são as casas seis e oito. E é importantissimo observar a relação dessas portas com o Ascendente, com o Sol, com a Lua e suas fases, e com o regente do horoscopo.

Mesmo se nosso òrìsà está bem, só ficará tudo bem se o nosso Òri estiver também". Para termos idéia quanto da importância e precedência do ORI em relação aos demais ORIXAS;

ORI é o mais velho entre os ORIXÁS e é o líder dos ORIXÁS! Mas, não é fácil identificá-lo, descobri-lo e ter certeza de sua força real operante em nós. Há muitos metodos de busca pela identificação deste orixá, somas de Odús, jogo de búzios, Ifá, entre muitas outras, mas, nem sempre se descobre de verdade o orixá real dono de nosso Odú. Isso tem dois motivos: Primeiro, não é todo mundo que precisa entrar em contato, louvar e consagrar seu orixá, aliás, nem todo mundo precisa desenvolver sua mediunidade; segundo, para descobrir seus códigos, seus protetores e seus caminhos, não basta consultar um sacerdote, quase sempre é preciso uma entrega, uma missão dolorosa e uma elevação completa. Um bom exemplo disso é a história da iluminação dos mestres como Jesus, Buda e varios outros.

Sem receio podemos dizer, “ORI mi a ba bo ki a to bo ORISA”, ou seja, “Meu ORI, que tem que ser cultuado antes que o ORIXÁ” e temos um oriki dedicado à ORI que nos fala que “ Ko si ORISA ti da nigbe leyin ORI eni”, significando, " Não existe um ORIXÁ que apoie mais o homem do que o seu próprio ORI".

A palavra yoruba Ori possui diversos significados, mas o mais utilizado é cabeça. O Ori (cabeça) é o ponto mais alto do corpo humano (Ara) e representa para a espiritualidade, principalmente para o culto do Orixá o principal pólo para o corpo humano. Assim em Umbanda Astrológica poderíamos sugerir que este orixá seria identificado com o Meio do Céu do horoscopo. Mas, não é simples assim. Na verdade, podemos contar com o Ascendente como regente da testa, o Descendente da nuca, e o eixo do MC/FC com os orixás da direita e da esquerda. Na verdade pra encontrar Orí temos que olhar e somar bem, dignidades, triplicidades, debilidades, regências, dispositores, Nodos, Pontos e configurações como um todo. Mas, podemos afirmar que uma das chaves principais está no Dispositor do Sol.

Porém temos que lembrar que observar apenas esses pontos sabemos que não teremos o resultado completo de nossa busca se não soubermos fazer a síntese necessária. Ou seja, quando falamos do orixá da nuca, sabemos que se fala do passado, daí lembramos bem que o astro que nos revela isso é a Lua. Lembramos a Lua rege o Fundo do Céu e que Vênus é o responsável pelo Descendente, sendo este o setor das bases e da Ancestralidade. Mas, é por esta razão, até complexa que há necessidade de olhar-se todo horoscopo, elementos, aspectos, posições dos planetas, disposições, dignidades e casas para se chegar a um Odú mais ajustável aos conceitos com maior harmonia. Lembramos ainda que não podemos ignorar os Lotes, os Nodos e as regências. Por isso, montar um horoscopo de Umbanda não é nada fácil, por isso o dom da intuição com sensitividade é um fator importante.

O está sempre com a atenção voltada para tornar nossos sonhos em realidade e trazer felicidade, e por estar inteiramente ligado a nós, mais do que nosso próprio Orixá, ele conhece melhor nossas necessidades, e é o que melhor nos guia na trajetória de vida terrena. O Ori nem sempre é o nosso orixá principal, na verdade ele tá ligado ao nosso destino, e assim o Sol pode nos revelar a qual das 7 vibrações pertencemos, mas, as demais configurações é que vão nos revelar qual é nosso Orí.

Orixás são elementos da natureza, cada orixá representa uma força da natureza. Quando cultuamos nossos orixás, cultuamos também as forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo, etc. Essas forças em equilíbrio produzem uma enorme energia (asé), que nos auxilia em nosso dia a dia, ajudando para que nosso destino se torne cada vez mais favorável. Sendo assim, quando dizemos que adoramos deuses, nós nos referimos a estarmos adorando as forças da natureza, forças essas pertencentes a criação do grande Criador conhecido como o grande Deus supremo.

Quando resgatamos os ritos de civilizações antigas que visam equilibrar o individuo e sua relação com sua essência ou espírito, ( a ORI ode - cabeça física com sua ORI inu – cabeça espiritual ), da tradição oriunda da África conhecemos alguns ritos interessantes como o chamado BORI que significa alimentar a cabeça, e vem de ogbori com representação mais profunda de se venerar a essência. Muitos problemas de depressão e distúrbios de personalidade cuja raiz se encontra na perca de si mesmo, muitas vezes para se sentirem aceitas em grupos sociais, que se faz necessário e importante um processo de autoconhecimento e por que não dizer procedimentos magísticos que auxiliam o ser a se manter integrado a sua essência ou reencontrar o equilíbrio perdido.

Para que o homem desempenhe bem seu destino individual, tem que estar bem sintonizado com seu Ori, que por ser uma energia física e espiritual, é uma divindade que não possui características estéticas, pois não provoca transe. Tem a ver com nossos acertos e erros no modo de ser e agir e é o que melhor pode nos mostrar e indicar o caminho certo a ser percorrido.
DEVEMOS NOTAR QUE A CABEÇA É EM GERAL A PRIMEIRA A ENTRAR NESTE MUNDO, E É O RECIPIENTE OU RESIDÊNCIA DE TODAS AS ESCOLHAS (OPÇÕES).

O rito africano de Bori é efetuado tanto de forma terapêutica como iniciática, o certo é que ele é um passo em seu caminho evolutivo, tanto como ação corretiva como aprimoramento, e assim visam o reequilíbrio do ser para que fique harmonizado com sua essência e possa realizar seu destino. Porem por serem práticas mais tribais alguns resistem por pura confusão em fazer uso delas, no entanto, nesses ritos de veneração do ori ou cabeça nos cultos de nação africanos, são usados em geral como suporte elementos simples e significativas – podia ser até um cristal, obi, búzios e água em uma tigela ou cabaça – e de qualquer forma não incluindo portanto animais sacrificados que é uma das coisas que mais dá medo a maioria das pessoas, e realmente assusta, afinal matar mesmo que ritualisticamente não é bom.

No aspecto ritualísticos mais esotérico apenas o sacrifício pessoal visando o autoaperfeiçoamento importa para a maioria das pessoas, no entanto, sabemos que em alguns casos, faz-se necessária a pratica das matanças, eu mesmo passei por isso. E o que fazemos magisticamente para fortalecer o ser enquanto individuo é uma série de ritos que incluem desagregações e fixações com fumaças de ervas, ingestão de chás com propriedades especiais, assim como banhos com folhas, e oferendas de restituição para a natureza com elementos específicos básicos segundo a vibração original do individuo tendo por base os 4 elementos da natureza ( ar, fogo, água e terra ) onde relacionados com o signo solar dessa forma:

Os mantras e símbolos geométricos que citamos não foram escolhidos ao acaso, são letras atribuídas aos signos na cabala ariana dos brâhmanes indianos e podem ser usadas para invocar correntes de força que nos vitalizam. Ar se relaciona as pessoas nascidas nos signos de Libra, Aquário e Gêmeos. Mas, sabemos que nem todo sacerdote, segue o tem conhecimento dessas letras mais ancestrais totalmente inclinadas ao esoterismo mais oriental. Na verdade a maioria usa seus conhecimentos herdados de pais para filhos com um conhecimento mais tribal do próprio Continente Africano.

No ritual do Bori, também alimentamos, invocamos e pedimos ajuda dos nossos ancestrais, para nos auxiliar no presente e termos um futuro melhor, pois todo ser humano está ligado à sua ancestralidade.

O Ori Inu - cabeça interior, que nos liga aos nossos antepassados, é a própria individualidade de cada ser humano e direciona o homem ao futuro. A cerimônia específica em que se dá o equilíbrio, se fortalece o Ori, chama-se Bori (Bo=comer, Ori= cabeça= dar de comer à cabeça). Neste ritual lhe são ofertados, oferendas ritualísticas (comidas) Orikis (invocações), rezas e saudações, para que se reestabeleça uma sincronia física e espiritual do ser com sua força, para que afaste problemas, infortúnios. Aqui é necessário a observação da Lua, do regente por casa e signo de onde esta se encontra, seus aspectos e posições, como também o regente do Fundo do Céu, e ainda os Nodos. Além dos pontos citados acima para fazer o Bori, que relacionam as casas 6 e 8 com o Ascendente, pois a seis é obrigações e trabalhos, já a oito é magia e transformação.

Devemos lembrar no entanto, que não é uma coisa que seja movida por modismo, por causa de indicações, por marketing de um sacerdote ou que devemos colocar todos os nossos problemas para serem selecionados com estes rituais. Na verdade sabemos que muitos se decepcionam com a religião ritualística justamente por buscar forças e ritos que não eram necessários ou na hora errada. Por isso é bom observar em sua carta natal, em seu jogo de búzios ou Tarô se você realmente tá precisando se iniciar, se limpar ou se harmonizar. E você sacerdote, antes de passar qualquer coisa pra alguém primeiro certifique-se se os problemas vividos não são apenas frutos de uma vida material e psicológico descontrolados.

Numa carta natal de Umbanda, olhamos as casas de magia, os planetas de magia do nativo e as aflições na carta que possam indicar ou não a necessidade de ritualísticas harmonizadoras ou iniciadoras.

Ori Aiye - cabeça física, nosso presente, e está ligado a cada novo dia, a cada pensamento. É a parte do Ori que nos guia na vida terrena fazendo realizar nossos pensamentos. Aqui temos que observar o signo e regente do Meio do Céu. Esses pontos estão no lado cabeça, representa, ancestrais da Esquerda e também os da direita.

Ori Orun - parte da cabeça física desprendida que nos liga ao passado, nosso inconsciente, o próprio sopro da vida, e há quem acredite ser o próprio anjo da guarda. Observa-se o Sol, seus aspectos e posições, como também o regente do signo onde se encontra. Ou seja, os raios emanadores dos raios do Sol, que revelam os oros através da porta que é o Ori. Assim Observando esses pontos citados acima, vamos identificar as regências certas pra acharmos o verdadeiro Olorí. O orá aparece com o seu ritual de Obí. Mas, no mapa, antes de iniciações de terreiro que utilizam folhas, elementos magisticos, cantos e rituais, podemos observar o Ori Orun, através do  planeta responsável pelo nosso destino.

ORI-ISESÉ (CABEÇA - O DESIGNANTE), TAMBÉM ORI-OORO (CABEÇA AO AMANHECER) ORI AKOKO (A PRIMEIRA CABEÇA) OU SIMPLESMENTE ORI (CABEÇA),É ESTE O PRIMEIRO E MAIS IMPORTANTE ORIXÁ NO ORUN. E POR CAUSA DE SEU LUGAR PRIMORDIAL, ORI-ISHESHÉ TEM JURISDIÇÃO SOBRE ORÍ-INÚ, QUE É A CABEÇA PESSOAL OU DIVINDADE POSSUÍDA POR CADA E TODAS AS PESSOAS E ORIXÁS, PORQUE TAMBÉM OS ORIXÁS TÊM SEU ORI INDIVIDUAL, OU ORI INÚ.


A forma de se saber em que situação energética se encontra o nosso Ori é através do jogo de Ifá, carta natal ou oraculos operados por sensitivos, pois o Ori conta com duas outras forças importantes em nosso Ara (corpo), na composição física e espiritual de um ser humano, que são Odu e Seu espirito.

O Oráculo é um instrumento catalisador, onde o operador o utiliza para estímulo de sua sensibilidade. No nosso caso, a Umbanda, encontramos mais comumente, quatro Oráculos: O Ifá, o Opele-Ifá (que na realidade é um instrumento do Ifá mais simplificado), o Búzios, Astrologia e o Tarô ( para alguns até de origem duvidosa), mas, na verdade é que em se tratando de oráculos, todos são importantes.

Há de considerar, que os seres, têm uma origem espiritual no Cosmos. Certamente, todos nós, encarnados e desencarnados, temos uma ligação com a Coroa Divina, que poderá ser traduzida por Orixalá, Ogum, Oxossi, Xangô, Yorimá, Yori e Yemanjá, que estão nos "7 Céus" da Espiritualidade: Tembetá, Humaitá, Juremá, Yacutá, Yoimá, Yoriá e Ynaiá, respectivamente.

Essa filosofia vai de encontro com as pregações da Fraternidade Branca que acredita nos 7 Raios e Mestres, mas, também com a filosofia da Astrologia Espiritualista, como por exemplo a de Cayce. Ele pregava que o homem vivenciava em um dos planetas necessários a nosso reajuste, aperfeiçoamento ou elevação antes de reencarnar.

O que determina o nosso Ori, são as condições físicas do Cosmos no exato momento em que você dá o primeiro hausto (respiração ao nascer). Afinal, todas as coisas no universo que "conhecemos" está em afinidade e equilíbrio. Assim, para você nascer sob uma determinada condição, tudo já fora preparado para que acontecesse àquela hora exata.

O ORI DE UMA PESSOA É TÃO IMPORTANTE QUE DEVE SER PROPICIADO FREQUENTEMENTE E SUA AJUDA É NECESSÁRIA ANTES DE INICIAR QUALQUER ATO E ISTO É FEITO ATRAVÉS DO EBORÍ (BORI). HÁ UMA OUTRA ENTIDADE QUE EXISTE COM ORI. QUANDO ORI ANDA CONOSCO PELO MUNDO, HÁ ENIKEJI, NOSSO GÊMEO ESPIRITUAL, QUE SE MANTÉM EM ESPÍRITO PARA NOS LEMBRAR DO NOSSO DESTINO ESCOLHIDO EM ILE ORUN. QUANDO FORMOS PARA CASA, POIS O MUNDO É O MERCADO, ORUN É NOSSA CASA, HAVERÁ UMA RECONEXÃO COM ENIKEJI PARA VER SE ALCANÇAMOS NOSSO DESTINO. TODOS OS ORI VEM DE ELEDÁ, OLORÚN. TUDO VEM DAQUELE QUE DÁ VIDA – OLORÚN - E SE MANIFESTA COMO VIDA - OLODUMARE.


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Astrofísica e arqueologia: Colisões massivas: saiba como os asteroides mudaram a história do planeta





Apesar de corpos celestes caírem na Terra diariamente, cientistas descobriram os vestígios de choques massivos que custaram a vida de milhões de seres vivos durante muitos anos.

De acordo com a NASA, no último ano cerca de 1.000 asteroides se aproximaram da Terra. No entanto, todos passaram a uma distância segura do nosso planeta. Mesmo assim, nem sempre a Terra se livrou de colisões com asteroides massivos.
Com a ajuda de tecnologias e muita análise, cientistas já encontraram vestígios de impactos com asteroides que mudaram o clima, a topografia e o ecossistema de diversas partes da Terra.

Mortandade de insetos

Na Antártica, mais precisamente na Terra de Wilkes, encontra-se uma cratera com diâmetro de cerca de 500 km. A formação geológica foi achada ainda na década de 1960, o que despertou a curiosidade de pesquisadores.
Com a ajuda de imagens do satélite GRACE, cientistas americanos descobriram por um estudo em 2009 que a cratera foi o resultado do choque com um asteroide ocorrido 250 milhões de anos atrás.
Segundo o estudo, publicado pelo portal científico AGU 100, o impacto trouxe a morte de milhões de animais do período Permiano. Por volta de 96% das espécies marinhas e 73% dos vertebrados terrestres foram vítimas fatais do asteroide.


© SPUTNIK / PAVEL LISITSYN
Fragmento do meteorito de Chelyabinsk que caiu na Rússia em 15 de fevereiro de 2013
Além disso, o evento causou uma mortandade de insetos nunca vista na história. Acredita-se que 83% destes animais foram exterminados.
Os animais não sucumbiram instantaneamente, mas as consequências do impacto como erupções vulcânicas, efeito estufa e o aumento da acidez da água do mar levaram à morte deles ao longo de milhares de anos, conforme estudo publicado pela Inquéritos Científicos da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS).
No entanto, alguns outros cientistas atribuem a grande mortandade à colisão com outro asteroide na Austrália.

Extinção dos dinossauros

Da mesma forma, muitas espécies de dinossauros teriam sumido da Terra devido ao choque com um asteroide massivo cerca de 66 milhões de anos atrás.
O impacto teria ocorrido na península de Yucatán, no México. Até então, a profundidade do mar na região não seria maior do que 30 metros.


© FOTO / DIVULGAÇÃO/CENTRO DE APOIO A PESQUISA PALEONTOLÓGICA
Fóssil do dinossauro de pescoço longo mais antigo do mundo é achado no Brasil, batizado de Macrocollum itaquii
De acordo com outro estudo publicado pela PNAS, o impacto foi equivalente à explosão de várias bombas nucleares juntas. Tsunamis de centenas de metros de altura teriam entrado nos continentes, ao passo que florestas foram acometidas de grandes incêndios.
Além disso, minerais sulfurosos teriam se evaporado, resultando no esfriamento da superfície terrestre. Quase todos os dinossauros teriam morrido, assim como 16% das espécies marinhas e 18% dos vertebrados terrestres.

Choque duplo

Há 34 milhões de anos, a Terra perdeu em torno de 15% de todas as espécies de animais. A tragédia teria sido o resultado de um brusco esfriamento da superfície do planeta.
Segundo Sergei Vishnevsky, acadêmico do Instituto de Mineralogia e Petrografia da filial siberiana da Academia Russa de Ciências, a mortandade foi o resultado da colisão com dois asteroides, um na América do Norte e outro na Sibéria.
De início, a temperatura média do ar estava subindo, mas logo registrou uma queda brusca, causando o esfriamento da superfície do planeta. Isso seria explicado pelo bloqueio aos raios do Sol provocado pela concentração de poeira que subiu após as colisões.
Com a menor incidência dos raios solares, a temperatura do ar caiu e nem todos os animais puderam sobreviver o frio.
Fim dos mamutes
Outra grande extinção ocorreu 13.000 anos atrás. Na ocasião se extinguiram os mamutes, assim como os bisontes e preguiças gigantes.


© SPUTNIK / KONSTANTIN CHALABOV
Esqueleto de mamute em museu da cidade russa de São Petersburgo (imagem referencial)
A razão teria sido o impacto de um asteroide rico em platina, material comumente encontrado em meteoritos.
Procurando concentrações de platina no mundo, cientistas descobriram grande acúmulo do material na África do Sul, Groenlândia, Oeste da Ásia, América do Sul, América do Norte e Europa. Todas as amostras datavam de 12.680 anos atrás.



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