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Os Orixás regentes de 2027

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Astrofísica: Como uma estrela antiga pode formar novos planetas

Astrônomos descobriram que os astros mais velhos, assim como os novos, também criam discos de poeira e gás, responsáveis pela formação dos planetas

 


 


Utilizando o Very Large Telescope Interferometer (VLTI), no Observatório do Chile, os especialistas conseguiram captar uma das imagens mais nítidas até agora da formação desses anéis em volta da antiga estrela(VEJA.com/Reprodução)
Astrônomos descobriram que, ao se aproximarem do fim de suas vidas, as estrelas voltam a formar discos de gás e poeira em torno de si, assim como fazem quando são jovens. Segundo os pesquisadores, esses discos fornecem material suficiente para formar futuros planetas, o que traz à tona a possibilidade de estrelas antigas (e não apenas as novas) formarem novos astros. Utilizando o Very Large Telescope Interferometer (VLTI), no Observatório do Chile, os especialistas conseguiram captar uma das imagens mais nítidas até agora da formação desses anéis em volta da antiga estrela. "Nossas observações abrem uma nova janela para estudar a física desses discos, assim como a evolução das estrelas", afirmou Hans Van Winckel, da Universidade de Lovaina, na Bélgica, e um dos líderes da pesquisa.
A equipe de astrônomos, encabeçada por Michael Hillen e Van Winckel, também da universidade belga, utilizou quatro telescópios para observar o astro, chamado IRAS 08544-4431, que está localizado há 4.000 anos-luz da Terra. As imagens, de alta resolução, mostraram que a estrela tem uma companheira, menor e mais jovem, que está localizada tão distante do antigo astro quanto Marte está do nosso Sol.

"A resolução do VLTI é tão elevada que, para comparação, nós conseguiríamos identificar uma moeda de 1 euro vista de uma distância de 2.000 quilômetros", explicou Jacques Kluska, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e membro da equipe de pesquisadores. Foi essa resolução que permitiu que o grupo também identificasse um pequeno disco de gás formado na estrela companheira de IRAS 08544-4431.
Segundo os especialistas, ainda não é uma certeza que a antiga estrela esteja produzindo novos planetas, mas as intrigantes imagens capturadas pelo instrumento mostram que essa é uma possibilidade, uma vez que os discos apresentados pelas estrelas novas e antigas são bastante similares.
 
 
 

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Descoberta mais antiga inscrição de alfabeto desconhecido no Oriente Médio (FOTO)

 


Arqueólogos encontraram em Israel fragmento de jarro do século XV a.C. com caracteres de alfabeto desconhecido.

Pesquisadores afirmam ter encontrado "o elo perdido", uma escrita transitória entre símbolos do Antigo Egito e as letras de alfabetos da antiguidade da região do Levante (que compreende Síria, Jordânia, Israel, Palestina, Líbano e Chipre). Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Antiquity.

Os primeiros caracteres surgiram no Egito no século XIX a.C., enquanto o alfabeto fonético mais comum para nós surgiu no Oriente Médio por volta do século XIII a.C. Até agora, pesquisadores não tinham encontrado evidências materiais relacionadas ao período transitório de seis séculos que divide estas duas etapas mais importantes para o desenvolvimento da escrita.

Pelo visto, a lacuna foi finalmente preenchida. Arqueólogos austríacos e israelenses liderados por Felix Hoflmayer, do Instituto Arqueológico da Áustria, encontraram, durante escavações no sítio arqueológico israelense de Tel Lachish, um fragmento de jarro de cerâmica com uma inscrição feita cerca de 3.450 anos atrás.

"Datada do século XV a.C., esta é atualmente a mais antiga inscrição alfabética datada com segurança do Levante meridional", de acordo com autores da pesquisa.

 
 
Caracteres de antigo alfabeto escritos em um pedaço de jarro são encontrados no sítio arqueológico israelense de Tel Lachish

O fragmento de cerâmica é bem pequeno, e as letras estão escritas na diagonal. Dá para identificar duas linhas, tendo cada uma delas três letras. Dois caracteres adicionais são vistos à direita da linha acima e mais um – entre as linhas.

Todas essas letras, segundo especialistas, fazem parte de um antigo alfabeto semítico que outrora era utilizado na península Arábica. Algumas delas, com poucas alterações, ainda existem na língua hebraica, por exemplo, a letra Ayin representada pelo hieróglifo parecido a um olho.

"Como na maioria das inscrições alfabéticas antigas do Levante meridional, esta letra tem forma de círculo, semelhante a uma íris sem pupila", notam os autores da pesquisa.

No entanto, os arqueólogos ainda não têm certeza o que significam as palavras no jarro. É bem possível que façam parte de palavras ou de nomes mais longos.

Perto do jarro, os arqueólogos encontraram vestígios de grãos de cevada, com ajuda dos quais foi determinada a idade da descoberta.

 

 

quarta-feira, 10 de março de 2021

Estrela mais antiga do que Universo pode colocar teoria do Big Bang em xeque





Descoberta de estrela mais antiga do que o Universo coloca teoria do Big Bang em xeque e pode provocar uma "revolução científica".

Estima-se que o Universo tenha surgido há aproximadamente 13,8 bilhões de anos, quando foi expandido em fração de segundos.
A estrela, conhecida como Matusalém ou HD 140283, está localizada a aproximadamente 200 anos-luz e tem impressionado pesquisadores, segundo novo estudo da Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
Uma análise mostrou que a estrela continha pouca quantidade de ferro, sugerindo que ela foi formada durante um período em que esse elemento não era abundante no Universo.



© NASA. NASA
Parte de nosso Universo
Sendo assim, foi descoberto que a estrela tem 14,5 bilhões de anos, ou seja, 0,7 bilhão de anos mais velha do que o Universo.
"É uma descoberta de proporções cósmicas: como pode o Universo conter estrelas mais velhas que ele mesmo?", indagou o físico britânico Robert Matthews.
"Este é o enigma que os astrônomos estão enfrentando na tentativa de estabelecer a idade do Universo, e sua resolução poderia provocar uma revolução científica", completou o físico.
Entretanto, o físico acredita que seja difícil resolver o paradoxo da estrela Matusalém ou o mistério das duas eras cósmicas em um curto período de tempo.
Apesar das discrepâncias, Matthews acredita que os astrônomos devam começar a pensar no impensável com relação à teoria do Big Bang.
 

domingo, 14 de fevereiro de 2021

As magias de amor de Afrodite para o mundo: frascos de perfume da antiga Grécia são exibidos pela 1ª vez (FOTO)

 


Os frascos, decorados em Atenas há 2.600 anos, eram utilizados ​​para armazenar óleo e perfume, e foram descobertos durante escavações na Turquia.

O Museu Arqueológico de Izmir, na Turquia, está exibindo os frascos como parte de seu projeto "Você Verá O Que Não Pôde Ver", em uma mostra que acontece até o final de fevereiro, segundo o Daily Sabah.

Os frascos são vasos gregos antigos confeccionados através de um método conhecido como "cerâmica com figuras vermelhas". Eles eram usados ​​para armazenar óleo e perfume, e foram decorados em Atenas há 2.600 anos. Esses vasos, gravados com figuras elegantes de mulheres atenienses, cisnes e seres mitológicos, foram descobertos pelo museu durante escavações recentes no distrito de Seferihisar em Izmir e na antiga cidade de Neonteikhos em Menemen.

 

Izmir Archaeological Museum showcases ancient Greek perfume bottles engraved with Athenian women, swans, mythological beings until end of February
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O Museu Arqueológico de Izmir exibe frascos de perfume da Grécia antiga gravados com mulheres atenienses, cisnes e seres mitológicos até o final de fevereiro.

Acredita-se que esses recipientes históricos, que conservavam perfumes e óleos aromáticos obtidos de flores, podem ter chegado a Izmir e seus arredores por volta do século V ou VI a.C.. Eles eram usados ​​por mulheres da elite e foram enterrados com elas após sua morte.

Hunkar Keser, diretor do museu, notou que os artefatos podem ter sido trazidos para a região por um comerciante abastado como souvenirs ou para serem vendidos no porto.

“[...] Esses frascos foram importados em recipientes menores, pois continham perfumes muito valiosos e óleos aromáticos. Nestes recipientes foi aplicada a técnica de pintura preta sobre cerâmica vermelha. Os pintores produziram figuras que estavam notavelmente em sintonia com a anatomia e cor da pele humana e tanto figuras mitológicas quanto questões cotidianas foram retratadas nas garrafas", disse Keser citado pela mídia.

Os frascos são a prova do interesse das pessoas por perfumes desde os tempos antigos, ao comprovar tal ideia não só por sua existência, mas também pelo fato de terem sido trazidos de terras distantes.

O diretor afirmou que existem muito poucos artefatos de figuras vermelhas que sobreviveram até os dias atuais. "Os aromas preciosos são muito raros e o trabalho de um artista que viveu nos tempos antigos não tem preço", acrescentou.

 

 

 

domingo, 23 de agosto de 2020

Método novo, hipótese antiga: anãs brancas provam teoria da relatividade de Einstein, aponta estudo



Os cientistas conseguiram pela primeira vez processar um vasto conjunto de dados de cerca de 3.000 estrelas anãs brancas, encontrando uma correlação inversa entre a massa e o tamanho.

Os cientistas conseguiram conduzir uma análise profunda da relação massa-raio das estrelas anãs brancas, reforçando efetivamente a icônica teoria da relatividade geral de Albert Einstein, sugere um estudo aceito para publicação na revista The Astrophysical Journal e publicado no portal de pré-impressão arXiv.
Os pesquisadores envolvidos no projeto fizeram uso de um novo método, que colheu dados sobre miríades de anãs brancas, do Sloan Digital Sky Survey, que agrega imagens multiespectrais do espaço, bem como do observatório espacial Gaia.
O objetivo era analisar o fenômeno das mudanças físicas que os corpos celestes experimentam com o passar do tempo, bem como colocar à prova teorias científicas já conhecidas.

Mudança nas estrelas

Quando estrelas semelhantes ao nosso Sol ficam sem combustível, elas perdem suas camadas externas e se reduzem a seus núcleos, que são aproximadamente do tamanho da Terra.
Um núcleo em si, ou melhor, os restos estelares, leva o nome de uma anã branca, que ao longo de sua evolução aumenta em massa, mas encolhe em tamanho. Mais tarde, ela se torna uma estrela de nêutrons, um corpo estelar superdenso com um raio que normalmente não se estende além de 30 quilômetros.
Esta relação entre massa e tamanho tem despertado curiosidade desde os anos 1930, com os cientistas chegando à conclusão de que a referida diminuição e aumento de massa são provavelmente causados pelo estado dos elétrons: à medida que um corpo é comprimido, o número de seus elétrons sobe.


Anã branca
O processo é tradicionalmente descrito do ponto de vista da mecânica quântica, que estuda a interação das partículas subatômicas, juntamente com a teoria da relatividade geral de Albert Einstein, que se concentra em torno dos efeitos gravitacionais.
"A relação massa-raio é uma combinação espetacular de mecânica quântica e gravidade, mas é contraintuitiva para nós", disse Nadia Zakamska, professora associada do Departamento de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins, EUA, supervisora do novo estudo.
"Pensamos que à medida que um objeto ganha massa, ele deveria se tornar maior", teoriza.
A equipe mediu o chamado efeito do desvio para o vermelho gravitacional, que é o efeito da gravidade sobre a luz e sobre as estrelas. À medida que a luz se afasta de um objeto, o comprimento de onda da luz proveniente dele cresce, fazendo com que ele fique mais avermelhado.

Velocidade radial como ferramenta

Após analisar o efeito do desvio para o vermelho gravitacional em 3.000 estrelas anãs brancas, os pesquisadores conseguiram determinar a velocidade radial das estrelas com um raio semelhante, ou seja, a distância do Sol a uma estrela observada que indica seu movimento, nomeadamente, se ela está se movendo em direção ao Sol ou se está se afastando dele.
A velocidade radial das estrelas poderia apontar para mudanças em sua massa, se puder ser determinada.
"A teoria existe há muito tempo, mas o que é notável é que o conjunto de dados que usamos é de tamanho sem precedentes e precisão sem precedentes", observou Zakamska, elogiando o avanço do estudo:
"Estes métodos de medição, que em alguns casos foram desenvolvidos anos atrás, de repente funcionam muito melhor e estas velhas teorias podem finalmente ser sondadas."

segunda-feira, 23 de março de 2020

O que a 'peste' de Atenas da Grécia Antiga pode nos ensinar sobre o coronavírus de hoje?



O coronavírus está nos mostrando a fragilidade da existência humana. A palavra "pandemia" se tornou parte de nosso vocabulário. Mas o que poderemos aprender com as epidemias passadas?

Epidemia e pandemia são palavras de origem grega. E é precisamente sobre a chamada Peste Grega que assolou Atenas vinda da Etiópia em 430 a.C. que escreveu recentemente Chris Mackie, da Universidade La Trobe, na Austrália.
Em um artigo publicado em 19 de março no portal The Conversation, o estudioso do mundo clássico refere que os gregos antigos se interessavam muito pelas doenças, não só de um ponto de vista meramente médico mas também como metáfora da conduta humana.
O que os gregos chamavam de "peste" aparece em algumas passagens memoráveis da literatura grega, como a "Ilíada" de Homero, onde nos surge Apolo, o deus da peste - um destruidor e curandeiro - que castiga os gregos enviando pestilências.
Cerca de 270 anos após a "Ilíada", a peste é o tema central de duas grandes obras clássicas atenienses - "Édipo Rei", de Sófocles, e o livro II da obra de Tucídides "História da Guerra do Peloponeso", praticamente contemporâneas.
As páginas que Tucídides escreveu sobre a "peste" que atingiu Atenas em 430 a.C. pertencem aos grandes anais da literatura grega clássica.
"É notável a forma como ele descreve a resposta social à epidemia", salientou o estudioso.

Epidemia

A descrição da "peste" em Atenas segue-se imediatamente ao famoso relato de Tucídides "A Oração Fúnebre de Péricles" (este morreu da doença em 429 a.C., enquanto Tucídides foi contagiado, mas sobreviveu).
Tucídides descreve os estágios iniciais da epidemia, sua propagação nas regiões próximas de Atenas, a infecção de toda uma cidade e as lutas dos médicos para lidar com ela, bem como a alta taxa de mortalidade, inclusive entre os próprios médicos.
Nada parecia amenizar a crise - nem conhecimentos médicos ou outras sabedorias, nem orações ou oráculos. De fato, "no final, as pessoas estavam tão manietadas por seus sofrimentos que não prestavam mais atenção a tais coisas", escreveu Tucídides.

Sintomas mortais

Ele descreve os sintomas com algum detalhe - a sensação de ardor, dores de estômago e vômitos, o desejo de estar totalmente nu, insônia e inquietude.
Na etapa seguinte da doença, após sete ou oito dias, aqueles que tivessem sobrevivido ao primeiro embate da infecção, viam "a pestilência descer para as entranhas e outras partes do corpo - genitais, dedos das mãos e dos pés". Muitos cegariam, também.
O sofrimento ia para além da capacidade da natureza humana de o suportar e tanto faleciam os de constituição forte como os mais frágeis.
Tucídides assinalou que o mais terrível era o desespero em que as pessoas caíam quando se davam conta de que tinham apanhado a doença, que na sua ótica reduzia os seus poderes de resistência.

Destruição dos valores

Tucídides também relatou como a epidemia provocou uma quebra dos valores tradicionais, onde já não existia medo dos deuses ou do homem, pois quanto às ofensas contra a lei humana, ninguém esperava viver o suficiente para ser julgado e punido: em vez disso, todos sentiam que uma sentença muito mais pesada já tinha sido proferida: a doença.
O primeiro surto durou dois anos, seguindo-se mais tarde uma segunda vaga, embora com menos virulência, escreve Mackie.
Um terço dos atenienses terá morrido da doença, que continua por determinar, embora as hipóteses mais aceites sejam tifo ou varíola, segundo o estudioso australiano.
"Tucídides nos oferece uma narrativa de uma pestilência que é diferente, em todas os sintomas, daquela que enfrentamos."
Mas as lições que aprenderemos com a crise do coronavírus virão das nossas próprias experiências com ele, conclui Cris Mackie.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Templo de 3.000 anos é encontrado em antiga cidade israelense mencionada na Bíblia (FOTOS)



Uma equipe de arqueólogos encontrou as ruínas de um templo cananeu de 3.000 anos no sul de Israel, onde se localizava a cidade bíblica de Laquis, marcando seus turbulentos últimos dias sob o domínio egípcio, relata o Haaretz.

Segundo o professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e o especialista Michael Hasel, da Universidade Adventista do Sul (Tennessee, EUA), Laquis foi uma das mais importantes cidades cananeias de Israel durante os meados e final da Idade do Bronze, sendo mencionada tanto na Bíblia como em várias fontes egípcias.
Laquis foi destruída pelos egípcios aproximadamente 250 anos após sua construção em 1800 a.C. A cidade foi reerguida e devastada repetidas vezes, até desaparecer de vez por volta de 1150 a.C, cita a mídia.
A estrutura do templo (com dois pilares e duas torres na entrada que conduziam a um grande salão retangular) era incomum para sua época, de acordo com Garfinkel, o que explica que o santuário interior tivesse quatro colunas de suporte e várias pedras colocadas verticalmente, podendo ter servido como representações dos deuses a quem o local foi dedicado.


Veja outros Tweets de Manfred Rosenberg


​Foram encontrados raros 'deuses ferozes' entre os artefatos no templo cananeu do século XII a.C.
A estrutura também incluía pequenos quartos nas laterais, que serviam para armazenamento, comenta o arqueólogo. "Encontramos caixas de madeira que foram queimadas, mas que ainda tinham muito trigo dentro."

Archaeologists Unearth a 3,100-year-old Temple at ; Find Gold Artifacts, Cultic Figurines, and Oldest Known Etching of Hebrew Letter “Samech”.

Photos: T. Rogovski & C. Amit, The Hebrew University of Jerusalem & IIA.

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​Arqueólogos descobriram um templo cananeu de 3.100 anos em Laquis. Encontraram artefatos de ouro, estatuetas de culto e a mais antiga representação conhecida da letra hebraica "samekh"
Durante as escavações no templo e nos arredores, os cientistas conseguiram encontrar um fragmento de cerâmica com a letra do alfabeto hebraico "samekh", que representa a gravura mais antiga conhecida desta letra, além de joias, caldeirões de bronze, punhais, estatuetas de divindades, e até um frasco dourado com a inscrição Ramsés II - um dos faraós mais poderosos do Egito.
"Só a cada 30 ou 40 anos temos a chance de escavar um templo cananeu em Israel. O que encontramos lança uma nova luz sobre a vida antiga na região", destaca Garfinkel.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Antiga 'cidade perdida do Rei dos Deuses' é descoberta na selva do Camboja



A investigação consistiu de duas fases, por um lado usando tecnologias óticas de detecção remota (LIDAR), por outro uma exaustiva exploração da área a pé para analisar tudo passo a passo.

Cientistas de Cambridge conseguiram fazer uma descoberta única com ajuda das tecnologias de reconhecimento ótico mais avançadas, revelando a ''cidade perdida'' de Camboja, uma das grandes capitais do Império Khmer.
Entre os séculos IX e XV, esta grande civilização conseguiu dominar uma boa parte do sudeste asiático, e agora os investigadores foram finalmente capazes de definir a extensão completa da cidade escondida no meio da floresta.
Se trata da cidade de Mahendraparvata, uma das mais importantes do Império Khmer, uma civilização hindu-budista que era conhecida por suas grandes construções arquitetônicas.


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Cidade Perdida do Império Khmer foi finalmente encontrada no Camboja!
As pessoas de fato trataram de assegurar que a zona tivesse infraestruturas básicas tais como reservatórios, estradas e templos, uma variedade de construções que conseguiram dar prestigio à cidade a transformando em uma das grandes capitais do Império.
Ancient 'Lost City' of Khmer Empire Rediscovered Hidden Under The Cambodian Jungle http://dlvr.it/RGHXgj 
Ver imagem no Twitter

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Antiga 'cidade perdida' do Império Khmer é redescoberta escondida debaixo da selva do Camboja.
Em 2012 um grupo de cientistas conseguiu localizar com a ajuda de um simples sistema GPS uma série de ruínas na floresta do Camboja. Após cinco anos de investigações, foi confirmado que era de fato uma das capitais do Império Khmer, escreve jornal El Confidencial. 
Os investigadores da Universidade de Cambridge conseguiram mapear pela primeira vez um terreno com cerca de 50 quilômetros quadrados, descobrindo que a estrutura da cidade está organizada em forma de quadrículas, nas quais se localizavam diferentes construções.
Desta forma, encontraram desde ruínas de casas simples e estradas até prédios mais complexos, como templos ou canais de água.
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