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sábado, 11 de janeiro de 2020

NASA descobre planeta que orbita 2 estrelas



A NASA anunciou que o telescópio espacial TESS encontrou seu primeiro exoplaneta que orbita duas estrelas.

A descoberta foi feita por Wolf Cukier, um estudante de segundo-grau da Scarsdale High School em Nova York, que participava de um estágio de verão no Goddard Space Flight Center.
"No princípio pensei que fosse um eclipse estelar, porém o momento era incorreto. Resultou ser um planeta", afirmou Cukier.
"O planeta bloqueou a luz dessas duas estrelas, o que provocou um pequeno decréscimo na quantidade de luz que chegou ao telescópio. Isso foi o que notei no princípio", explicou à CBS.
O TOI 1338 b, como foi batizado, possui uma massa 6,9 vezes maior que a de nosso planeta, e não há sinais de que seja habitável. Além disso, ele orbita duas estrelas, que se orbitam a cada 15 dias, identificadas como TOI 1338 na constelação do Pintor, a 1.300 anos-luz da Terra, e é o único planeta do sistema, explica a NASA. 

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O planeta orbita quase exatamente no mesmo plano que as estrelas, então experimenta eclipses estelares regulares.
Após a identificação do TOI 1338 b, a equipe de pesquisa utilizou um software especial para confirmar que os trânsitos eram reais e não resultado de artefatos causados pelos instrumentos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

'Chave' para construir máquina do tempo pode ter sido encontrada



Um astrofísico pode ter encontrado teoricamente uma maneira de viajar no tempo, através de uma equação científica, que poderia ser a base da máquina do tempo.

Em declaração à CNN, o astrofísico da Universidade de Connecticut Ron Mallett explicou que obteve uma equação científica que pode ser utilizada na construção de uma máquina do tempo.
Com base na teoria de Albert Einstein, onde se afirma que o tempo acelera ou desacelera dependendo da velocidade com que um objeto está se movendo, Mallett criou seu protótipo da máquina do tempo.

© CC BY 2.0 / JARED / ORLANDO - MADAME TUSSAUDS ORLANDO - ALBERT EINSTEIN
Albert Einstein
Com base na teoria, se uma pessoa estivesse em uma nave espacial, viajando quase na velocidade da luz, o tempo passaria mais lentamente, ou seja, o astronauta poderia percorrer o espaço em menos de uma semana, e quando retornasse à Terra já teriam passado 10 anos, como se ele tivesse viajado para o futuro.
Além disso, Mallett acredita que seja possível "voltar ao passado" com a utilização de lasers, o que dependeria da teoria geral da relatividade, onde os objetos massivos dobram o espaço-tempo, ou seja, quanto maior a gravidade, menor o tempo.
"Se pudermos dobrar o espaço, há a possibilidade de torcer o espaço [...] Ao estudar o tipo de campo gravitacional produzido por um laser em anel, pode levar a uma nova forma de olhar para a possibilidade de uma máquina do tempo baseada em um feixe de luz circulante", afirmou Mallett.
Apesar de todo entusiasmo, poucos cientistas acreditam no sucesso da máquina do tempo, já que, segundo o astrofísico Paul Sutter, "existem falhas profundas na matemática e na teoria".

Índios ligados no espaço: práticas astronômicas centenárias são achadas nos EUA



Arqueólogos poloneses descobriram marcas em comunidades de ameríndios nos EUA que aparentemente serviam de calendário para os povos locais.

Uma equipe de arqueólogos da Polônia encontrou no Colorado, estado dos EUA, comunidades de ameríndios com práticas astronômicas avançadas, que datam do século XIII.
A descoberta, realizada no município de Pueblo, dentro do Parque Nacional de Mesa Verde, foi composta por assentamentos em rocha nua dentro dos desfiladeiros do Colorado, conforme publicou o tabloide Daily Express.
Mas o maior achado foi a forma e padrão das esculturas dentro das comunidades dos povos pré-colombianos.
Uma grande porção das esculturas estava localizada em locais sombrios durante a maior parte do ano. Essas esculturas correspondiam a eventos astronômicos específicos.
Uma delas está localizada perto de uma estrutura defensiva de 800 anos, virada para o Sul. Para surpresa dos pesquisadores, eles registraram os raios do Sol passando sobre a rocha durante o solstício de inverno, em 22 de dezembro, justamente na altura em que o Sol tem sua posição mais baixa no Hemisfério Norte.
O mesmo efeito foi observado em março do ano seguinte, durante o equinócio da primavera.

Propósito das estruturas

Os assentamentos locais foram mais tarde abandonados pelos ameríndios, mas após entrevistar comunidades norte-americanas, o membro da equipe Radoslaw Palonka chegou à conclusão de que essas esculturas serviam como calendário para os povos ameríndios.
O arqueólogo acrescentou que "as primeiras interações entre o Sol e as espirais no painel coberto de talha começavam algumas semanas antes do solstício de inverno. O fenômeno podia sinalizar o início dos preparativos e todo o processo de rituais e tratamentos rituais, danças e celebrações, que culminavam durante o solstício de inverno".
O pesquisador destacou que eventos astronômicos como os solstícios e equinócios ainda desempenham um papel crucial para as tribos de Pueblo nos estados de Arizona e Novo México, nos EUA.
"Ainda hoje eles marcam rituais, celebrações e eventos ligados à agricultura: sementeira, colheitas são preparações para estas práticas", concluiu o arqueólogo.
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