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A pombagira

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Arqueólogos teriam achado selo de Adonias, filho do rei Davi (FOTO)



Arqueólogos encontram o que seria o selo de um dos filhos do rei Davi, Adonias, durante escavações no Muro das Lamentações, em Israel.

O objeto tem cerca de 2.600 anos e era usado para selar cartas. O selo tem a escrita "pertence a Adonias, o mordomo real" e seu comprimento é de apenas um centímetro.
A relíquia foi encontrada durante escavações feitas nas fundações do Muro das Lamentações, ponto importante para os judeus por se tratar da única parte ainda em pé do chamado Terceiro Templo, ou mais conhecido como Templo de Herodes.
O selo seria de Adonias. Acredita-se que este seria o mesmo Adonias descrito no livro bíblico de I Crônicas, onde ele é referido como filho do rei Davi, o mais proeminente monarca judeu na Bíblia.

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De acordo com a Fundação Cidade de Davi, existem três pessoas com o nome Adonias na Bíblia, sendo o mais famoso um dos filhos do rei Davi.

No selo, Adonias é descrito como um mordomo real, em hebraico "Asher al Habayit". Este posto seria de extrema importância nos assuntos reais. É com essa mesma designação que José, filho de Jacó, foi referido ao se tornar governador do Egito, conforme o livro bíblico de Gêneses descreve.

Importância arqueológica

O achado surpreendeu os pesquisadores israelenses. Eli Shukron, um dos arqueólogos da equipe, falou da importância do selo em entrevista ao The Times of Israel.
"Depois de 2.600 anos, você pega este selo que era usado para selar cartas escritas há 2.600 anos pelo maior ministro do reino. Isso é uma coisa incrível [...] Isso faz meu coração parar de tanta emoção", disse Shukron.
Segundo Shukron, o selo poderá resolver outros mistérios da história de Israel. Em 1870, uma sepultura com os dizeres "mordomo real" foi achada no país. Arqueólogos querem agora saber se esta seria a sepultura de Adonias.

Espaço: Asteroide gigante está a caminho e deve passar muito perto da Terra, alerta NASA



Um asteroide potencialmente perigoso viaja pelo espaço a uma velocidade de 52 mil quilômetros por hora.

Assim que a NASA descobriu, emitiu um alerta, já que o asteroide de 260 metros de diâmetro deverá passar incrivelmente perto da Terra neste fim de semana, segundo o tabloide Express.
O gigante asteroide 2010 CO1, rastreado pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, se aproximará do planeta nas primeiras horas de sábado. Além disso, o CO1 é considerado um asteroide potencialmente perigoso e um objeto próximo à Terra (NEO, na sigla em inglês) confinado na parte interna do sistema solar.
"Um número relativamente pequeno de objetos próximos à Terra passa perto o bastante da Terra e é grande o bastante para ser observado atentamente", afirma a agência espacial.
"Isso porque o reboque gravitacional dos planetas poderia, com o tempo, fazer com que o caminho orbital de um objeto evolua para uma órbita que cruza a Terra. Isso possibilita uma futura colisão", ressalta.

© FOTO / AGÊNCIA ESPACIAL EUROPEIA
Asteroide aproxima-se da Terra
Geralmente, asteroides potencialmente perigosos passam a uma distância de 0,05 unidades astronômicas, entretanto, o CO1 reduzirá esta distância de maneira drástica para apenas 0,03561 unidades astronômicas.
Apesar de parecer uma grande distância, para a ciência isso significa um espaço cada vez menor e uma passagem cada vez mais próxima do nosso planeta, preocupando a agência, que está acompanhando atentamente as grandes rochas.

Espaço: Mais de 800 asteroides podem colidir com Terra nos próximos 100 anos, adverte ESA



A Agência Espacial Europeia estima que existem atualmente 878 asteroides que estão na lista dos potencialmente perigosos que podem colidir com a Terra.

A ideia de um enorme asteroide esbarrar contra o nosso planeta pode parecer o enredo de um filme de ficção cientifica, no entanto, de acordo com Agência Espacial Europeia (ESA), isso pode se tornar realidade.
ESA estima que há 878 rochas espaciais que podem esbarrar contra a Terra.
"Este catálogo da ESA junta todos os asteroides dos quais temos conhecimento e que têm hipóteses 'não nulas' de colidir com a Terra nos próximos 100 anos – significando que o impacto, sendo bastante improvável, não pode ser excluído."
Mesmo uma colisão com um asteroide de dimensões pequenas poderia causar "destruições graves", segundo a ESA, escreve tabloide britânico Mirror.
Para reduzir o risco de que algo aconteça do futuro, a Agência Espacial Europeia uniu esforços com outros parceiros internacionais, nomeadamente a NASA, em missões de busca destes corpos celestes e no desenvolvimento de tecnologias para desviá-los do seu percurso.

© NASA. NASA/UNIVERSIDADE DE JOHNS HOPKINS LABORATÓRIO DE FÍSICA APLICADA
Ilustração artística da missão DART
Nos próximos dias os especialistas em defesa planetária irão se encontrar em várias cidades europeias para coordenar os esforços conjuntos.
O primeiro encontro terá lugar em Roma, na Itália, onde os cientistas irão discutir os planos do projeto da NASA chamado Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo (DART na sigla em inglês) que consiste em um impacto cinético no asteroide duplo Didymos B.
Nos dias 12 e 13 de setembro, os especialistas discutirão em Munique, na Alemanha, a recente passagem de raspão pela Terra, no dia 9 deste mês, do asteroide 2006 QV89 que não tinha sido detectado.
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