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A pombagira

sábado, 7 de dezembro de 2019

Vasco da Gama 'assombrado' surge à deriva perto da costa da Austrália (FOTOS)



Um navio de cruzeiro britânico, de nome Vasco da Gama, ficou sem energia e à deriva por diversas horas perto da costa australiana.

De acordo com os passageiros, a embarcação ficou sem energia nas proximidades de Adelaide, no sul da Austrália, conforme o tabloide Daily Star.
Shot of Vasco da Gama from the news chopper. Passengers telling @9NewsAdel “Fiasco De Gama" is listing at 15 degrees & more tug boats are on their way to help
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​Foto do Vasco da Gama tirada pelo helicóptero de televisão. Passageiros afirmam que o "Fiasco da Gama" está a 15 graus & outros rebocadores estão a caminho para ajudar. 
Devido à falta de energia, os 828 passageiros que estavam a bordo do navio ficaram sem luz, banheiros, temendo que poderiam ficar sem alimentos e água, até o navio chegar à cidade australiana, onde atracou para solucionar os problemas.
Um dos passageiros teria afirmado que o momento que passou a bordo do Vasco da Gama foi aterrorizante.
900 passengers have been left stranded on cruise ship Vasco da Gama off the coast after it lost power. The ship was due to dock at 8am. More @9NewsAdel
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900 passageiros ficaram presos no navio de cruzeiro Vasco da Gama na costa, depois de ficar sem energia. O navio deveria ter atracado às 8 a.m. 
"Nós ficamos à deriva. Não tínhamos energia, água, banheiros, comida cozinhada. Nada [...] Ficamos completamente abandonados", afirmou um dos passageiros do navio.
Segundo informações, uma luz de alerta no painel da sala de controle do motor fez com que os oficiais do navio iniciassem um blecaute de emergência como forma de precaução contra danos aos sistemas a bordo.

Jesus judeu é uma ofensa aos cristãos, afirma político italiano



Um vereador italiano causou grande polêmica por criticar uma sobrevivente do holocausto e afirmar que chamar Jesus de judeu é uma ofensa aos cristãos.

Tanto os quatro Evangelhos como as principais igrejas cristãs tradicionais têm dúvidas sobre a origem judaica de Cristo, e é por isso que as declarações de Fabio Tuiach, um membro do Conselho da cidade de Trieste, no nordeste da Itália, provocaram indignação pelo mundo.
Os comentários de Tuiach estão relacionados a Liliana Segre, uma sobrevivente do Holocausto de 89 anos, que recentemente foi colocada sob proteção policial depois de receber diversas mensagens de ódio antissemitas nas redes sociais.
Dopo aver fatto la mozione contro il Gay Pride a Trieste in cui proponeva
"Un Rosario in pubblica Piazza per riparare all'abominio"
Dopo aver detto:"il femminicidio è un'invenzione della Sinistra"
L'ultima "Perla" di Fabio Tuiach
(Eletto in quota Lega e poi passato a Forza Nuova)

218 pessoas estão falando sobre isso

​Depois de fazer declarações contra a Parada Gay em Trieste, onde ele propôs "um rosário na praça pública para reparar a abominação" e depois de dizer que "o feminicídio é uma invenção da esquerda", a última "pérola" de Fabio Tuiach.
Segre, que é senadora no Parlamento italiano, converteu-se em um alvo de ameaças desde que pediu a criação de um comitê parlamentar para combater o racismo e o discurso de ódio. A partir daí diversos povoados e cidades da Itália começaram a apoiá-la.
"Convido com prazer essa linda vovozinha para tomar um chá, a respeito muito. Mas como alguém que é profundamente católico, fiquei confuso e ofendido por ela dizer que Jesus era judeu, sendo que para mim ele era o filho de Deus", afirmou Tuiach na Assembleia.
Os comentários renderam diversas críticas ao político italiano nas redes sociais, depois de causar indignação nos usuários.
Scusate, avete fatto sapere a che Gesù oltre a essere ebreo, è morto crocifisso?

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Desculpe, alguém disse para Fabio Tuiach que Jesus, além de ser judeu, morreu crucificado?
Tuiach é um boxeador de peso pesado e foi eleito para o conselho municipal de Trieste em 2016, quando servia a La Liga, partido contra imigração, liderado por Matteo Salvini. Agora, faz parte do partido Forza Nuova, de direita.

Homem mais sortudo da Índia: vencedor da loteria compra terreno e encontra tesouro enterrado (VÍDEO)



Um indiano quis tentar a sorte na horticultura, comprou um terreno com o dinheiro que tinha ganho na loteria e, ao trabalhar com a pá, descobriu mais dinheiro – um vaso com mais de 2.500 moedas antigas.

Um habitante da cidade de Kilimanoor, no estado indiano de Kerala, ganhou em janeiro do ano passado 60 milhões de rupias (R$ 3,5 milhões) na loteria. Após ter ganhado, decidiu comprar um terreno de cerca de 1.100 metros quadrados perto de um antigo templo de Krishna, e lá encontrou um tesouro escondido com moedas de mais de 100 anos de idade.
O portal The News Minute informa que o indiano B. Rathnakaran Pillai, de 66 anos de idade, após ter ganhado na loteria, decidiu tentar a sorte na horticultura e em março comprou um terreno com esse objetivo.
Em dezembro, o homem finalmente começou a trabalhar no seu terreno, querendo plantar mandioca. No entanto, enquanto trabalhava com a pá, encontrou um objeto duro enterrado logo abaixo da superfície e que resultou ser um vaso de barro com 2.595 antigas moedas de cobre, de mais de 20 quilogramas de peso.
Tratava-se de moedas cunhadas nos tempos da família real de Travancore, que governou essa região do sudoeste da Índia durante vários séculos. Algumas delas datam do fim do século XIX.
Pillai informou imediatamente as autoridades sobre a descoberta. Agora as moedas, muitas das quais adquiriram um tom verde devido aos efeitos de oxidação do cobre, serão enviadas a um laboratório para serem limpas. Posteriormente uma equipe de especialistas determinará seu valor.
Espera-se que as autoridades recompensem Pillai por ter entregue sem demora o tesouro. A lei local prevê que quem oculta este tipo de descobertas está sujeito a expropriação da propriedade na qual se encontrou o tesouro e deve responder perante a Justiça.

Misterioso sinal de rádio poderia ser novo tipo de sistema estelar



Astrônomos detectaram uma emissão de rádio cuja procedência é desconhecida. Há a hipótese de que o sinal tenha sido emitido por um novo tipo de sistema estelar.

Uma equipe internacional de pesquisadores detectou uma emissão de rádio de um objeto localizado a aproximadamente 1.800 anos-luz da Terra, nas proximidades da Constelação do Sul de Altar.
Para essa observação, pesquisadores contaram com a ajuda do radiotelescópio MeerKAT, no deserto de Karoo, na África do Sul. A explosão incomum surgia de um sistema estelar binário, ou seja, duas estrelas orbitando entre elas, dificultando a explicação da emissão.
Apesar das dificuldades, a equipe acredita que a emissão coincida com a posição de uma das estrelas, chamada TYC 8332-2529-1, que seria relativamente brilhante.

© NASA . NASA, ESA
Aglomerado estelar aberto NGC 3603 situado no braço espiral de Carina-Sagitário, na Via Látea, a cerca de 20 mil anos-luz de distância do Sistema Solar
A equipe utilizou dados de mais de 18 anos de observações da estrela fornecidas por outros telescópios, o que contribuiu para determinar uma estrela gigante de massa aproximadamente duas vezes e meia maior que a do Sol. Além disso, o brilho da estrela muda em um período de 21 dias, provavelmente originando as grandes manchas, semelhantes às solares.
A análise também revelou que a estrela possui um campo magnético, que orbita outra estrela a cada 21 dias. Tudo indica que essa outra estrela pode ser mais fraca do que a grande estrela, entretanto, teria 1,5 vez a massa do Sol.
A explosão de rádio também poderia ter sido causada pela atividade magnética da grande estrela, assim como ocorre nas explosões solares, porém são mais brilhantes e energéticas, afirmam os especialistas.
Não é descartada a hipótese de um sistema estelar formado a partir de uma estrela gigante e uma estrela similar ao Sol onde a atividade magnética cede lugar às explosões.
"Devido ao fato de que as propriedades do sistema não se encaixam facilmente em nosso conhecimento atual das estrelas binárias, pode representar uma classe completamente nova", afirmou Ben Stappers, um dos autores do estudo, sugerindo um novo tipo de sistemas binários.
A equipe informou que continuarão observando a fonte de emissões e a estrela gigante durante os próximos quatro anos para solucionar o caso.

Detectada característica semelhante à do Sistema Solar a 320 anos-luz



Astrônomos encontraram uma característica presente no nosso Sistema Solar em outro sistema localizado a 320 anos-luz, no cinturão de Kuiper.
Trata-se da primeira detecção polarimétrica do anel interno que circula a estrela, conhecida como HD 141569A, que estaria revelando detalhes de um importante período no desenvolvimento planetário.
Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que os astrônomos analisam a estrela, que frequentemente é observada devido às suas duas anãs vermelhas que orbitam ao seu redor. Além disso, a HD 141569A tem apenas cinco milhões de anos e uma massa três vezes maior que a do Sol, apresentando um espectro azul e brilhante.
Entre os dois anéis da estrela, há um espaço onde todos os materiais orbitam gravitacionalmente, assim como ocorre em nosso Sistema Solar, que possui restos de materiais desde sua formação, ou seja, o cinturão de Kuiper, que é formado por detritos gélidos além da órbita de Netuno.

CC BY 2.0 / HUBBLE ESA / ARTIST’S IMPRESSION OF A KUIPER BELT OBJECT
Cinturão de Kuiper (ilustração artística)
No final do processo resta o disco de detritos, que pode se estender por diversas unidades astronômicas. O disco em torno da HD 141569A é híbrido, que pode revelar detalhes da formação dos gigantes gasosos, bem como o crescimento da interação dos planetesimal com o gás e a poeira no disco.
Agora, os especialistas estão estudando a radiação eletromagnética da região em torno da estrela. Juan Sebastian Bruzzone, que lidera a equipe de pesquisa da Universidade de Ontário, teria observado um anel semelhante em torno da HD 141569A, que deverá se encontrar a aproximadamente 44 unidades astronômicas da estrela.
"Considerando os dados das imagens de alto contraste, o disco de detritos HD 1415169Aé formado por pelo menos quatro anéis encaixados, com estruturas em espiral", relata a equipe em estudo publicado pela The Astronomical Journal.

Nascer do sol em Marte: confira FOTO registrada pela sonda Curiosity da NASA



Marte é estéril e seco, enquanto a Terra conta com vastas reservas de água em boa parte do planeta. Ocasionalmente, estes dois planetas distintos encontram um ponto em comum sob a luz do mesmo Sol.

A sonda Curiosity capturou um destes momentos em uma fantástica imagem, que registra o nascer do sol na Cratera Gale.
Doug Ellison, pesquisador da NASA, deu atenção a esta imagem quando a compartilhou em sua conta no Twitter neste sábado (30). "Uma das imagens mais fantásticas que tive a sorte de me pedirem para tirar", acrescentou.

© FOTO / NASA / JPL-CALTECH
O nascer do sol sobre a Cratera Gale em Marte pela imagem da sonda Curiosity da NASA
Ellison se define em seu Twitter como "fotógrafo de Marte". "Eu trabalho com a equipe científica e os condutores das sondas para garantir que estou direcionando as câmeras da forma correta", acrescentou em seu perfil sobre seu trabalho na equipe Curiosity.
A sonda registrou a imagem com sua câmera de navegação direita, revelando o surgimento de raios solares, que levemente iluminam a estonteante paisagem em volta da sonda.
A Cratera Gale fascina a comunidade científica desde antes a sonda ter sido enviada ao Planeta Vermelho, em 2012, para explorá-la.

Misterioso acoplamento de galáxias intriga especialistas (FOTO)



Um grande mistério do Universo pode ser visto na constelação da Serpente, onde galáxias podem ser vistas umas dentro de outras.

O evento cósmico é conhecido como Objeto de Hoag e foi descoberto em 1950. O Objeto de Hoag é uma galáxia rara, de aproximadamente 100.000 anos-luz de diâmetro, e tem forma de anel.
Uma nova imagem registrada pelo Telescópio Hubble da NASA, e analisada pelo geofísico Benoit Blanco, mostra um anel brilhante de bilhões de estrelas azuis formando um círculo perfeito em torno de uma esfera menor e mais densa de estrelas vermelhas.
Os astrônomos ainda não sabem o que teria criado o fenômeno cósmico. Isso porque as galáxias anelares representam menos de 0,1% de todas as galáxias, o que dificulta o estudo, informa o portal Live Science. 

© FOTO / BENOIT BLANCO/NASA, ESA, HUBBLE
Objeto de Hoag
Antes existia a hipótese de que a formação diferenciada de anéis da galáxia fosse uma ilusão de óptica causada por lentes gravitacionais. Entretanto, essa não é a única hipótese, já que também é sugerido que o Objeto de Hoag tenha sido uma galáxia simples que, após colisão com uma galáxia vizinha, criou um buraco através do centro do disco, bem como uma deformação permanente.
Caso isso tenha ocorrido, provavelmente teria sido há muito tempo, fazendo com que suas evidências desaparecessem e tornando o Objeto de Hoag em um dos grandes mistérios do Universo.

O que contribuiu em peso para o 'colapso maia'?



Pesquisas recentes reforçam a teoria de que o colapso de muitas das grandes cidades maias mesoamericanas estava relacionado a períodos prolongados de seca, alguns de até 200 anos.

Nayelli Jiménez Cano, pesquisadora do Laboratório de Zooarqueologia da Faculdade de Antropologia da Universidade Autônoma de Yacatán (UADY), explicou isso antes de dar uma palestra sobre o assunto.
A cientista explicou à Notimex que a zooarqueologia é uma disciplina que estuda os restos de todos os tipos de fauna animal, e que ajuda a compreender como as civilizações passadas exploravam os recursos animais e como essa exploração impactava os ecossistemas.
Neste caso, essa ciência ajuda a confirmar que o clima teria tido muito a ver com o desastre de muitos dos povos nativos da América Central.
"A quantidade de ossos de animais encontrados em um local de exploração, por exemplo, também pode revelar muitas informações sobre como as pessoas que viveram lá há milhares de anos foram sustentadas", disse Nayelli.
"Quanto mais ossos podemos encontrar, mais atividade antrópica [coisas modificadas ou produzidas por atividades humanas] há no ponto explorado. Os primeiros habitantes da Mesoamérica também coexistiram com a fauna doméstica, como a sociedade contemporânea, e eles também caçavam animais para comida, e muitos dos restos desses animais ainda estão lá", comentou.

Decadência da civilização

Na opinião da especialista, os campos de milho gradualmente se tornaram mais importantes do que a selva para a obtenção de alimentos, especialmente milho, leguminosas e vegetais – este foi o início de um processo de desmatamento de florestas.
Para os antigos maias a dependência alimentar dos campos de milho teria sido uma das causas de seu colapso como civilização, referindo-se à decadência e abandono de muitas das cidades maias da Mesoamérica, especialmente na área da Guatemala.
"Estudos recentes reforçam a teoria de que na região houve períodos prolongados de seca que poderiam até superar os 200 anos, de modo que os campos de milho e sua forte dependência das chuvas já garantiam a sobrevivência", afirmou.

© AP PHOTO / MOISES CASTILLO
Homem vestido com traje tradicional Maia
Isso reforça a tese de que as pessoas tinham que deixar as áreas já urbanizadas para se deslocar para lugares com maior quantidade de fauna animal e poder obter alimentos, como montanhas e selvas, ou mesmo áreas costeiras.
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